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Questão 1 de 10Q1642248Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde. Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja. Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o predicado:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Estima-se que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Isabela Aquino conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Na escola, sempre 'foi' um desafio entender o que meus professores de matemática 'diziam' e, mesmo estudando por horas, não conseguia 'compreender'. Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal. Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o núcleo do sujeito é o vocábulo:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Lembro que, ao 'pesquisar' o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens. O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado 'àquelas pessoas' que não concluíram o ensino fundamental. Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo, diz. Assinale a alternativa correta de acordo com as regras de acentuação gráfica.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga a descobrir que sua dificuldade com os números era um transtorno de aprendizado. Em relação aos artigos simples, é correto afirmar que há:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10. A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado. Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender". Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão. "Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga. Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia. A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
O problema é que essa dificuldade com os números não impacta os estudos. A expressão destacada trata-se de uma oração: