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Prova Assistente Jurídico - CORE/RJ
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Questão 1 de 34 Q1757973 Q1 da prova
Texto para as questões de 1 a 7. Com o início da agricultura, a civilização começou a se organizar em sociedades fixas. A produção de alimentos excedentes levou ao escambo, onde os grupos trocavam produtos que não produziam por aqueles de que necessitavam. Este sistema de troca direta marcou o início das práticas comerciais, permitindo que diferentes comunidades se especializassem em certas produções e trocassem seus excedentes. A história do comércio é também a história da inovação. Com o avanço da Idade dos Metais, objetos metálicos começaram a ser utilizados nas trocas, evoluindo para as primeiras formas de moeda. Esses objetos, inicialmente utilizados por seu valor material, logo passaram a representar um valor mais abstrato, facilitando as transações comerciais e marcando o início de um sistema monetário mais estruturado. A adoção da moeda foi um divisor de águas na história do comércio, permitindo uma expansão significativa das atividades comerciais. Os fenícios, pioneiros no comércio marítimo, desenvolveram técnicas avançadas de navegação para superar a falta de solo fértil. Eles trocavam tecidos e cedro, uma madeira típica de sua região, com outros povos, estabelecendo uma rede de comércio internacional. A habilidade dos fenícios em navegar e comercializar não só fortaleceu suas próprias economias, mas também facilitou a disseminação de culturas, tecnologias e ideias entre diferentes civilizações. O comércio na Europa cresceu significativamente a partir do século XI, especialmente com as feiras medievais, que reuniam mercadores de várias partes do mundo. A história do comércio durante este período destaca a crescente importância da moeda como meio principal de troca. A diversidade de moedas nas feiras levou ao surgimento dos cambistas, que trocavam moedas de diferentes regiões. Esses cambistas, colocando as moedas em banquinhos de madeira para examiná‑las, tornaram‑se conhecidos como banqueiros. Eventualmente, os banqueiros começaram a oferecer serviços financeiros, como empréstimos a juros e armazenamento de dinheiro, criando uma base para o sistema bancário moderno. Com o aumento populacional e as transformações socioeconômicas, as pessoas começaram a deixar os feudos e migrar para as cidades, conhecidas como burgos. Esses centros urbanos emergentes tornaram‑se polos de comércio e inovação. Pequenos mercados surgiram nesses burgos, onde comerciantes locais expunham e trocavam mercadorias. A história do comércio nesse período é marcada pelo crescimento da burguesia, uma classe social composta por comerciantes e artesãos que se tornaram cada vez mais influentes. A burguesia desempenhou um papel crucial na Revolução Industrial do século XVIII, financiando inovações tecnológicas e novas formas de produção. A ascensão dessa classe social não só transformou o comércio, mas também a estrutura econômica e social das sociedades europeias. O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas comerciais modernas, que continuam a evoluir até hoje. Internet: (com adaptações).

Na linha 2, o emprego de “onde” está incorreto, pois

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Questão 2 de 34 Q1757975 Q2 da prova
Texto para as questões de 1 a 7. Com o início da agricultura, a civilização começou a se organizar em sociedades fixas. A produção de alimentos excedentes levou ao escambo, onde os grupos trocavam produtos que não produziam por aqueles de que necessitavam. Este sistema de troca direta marcou o início das práticas comerciais, permitindo que diferentes comunidades se especializassem em certas produções e trocassem seus excedentes. A história do comércio é também a história da inovação. Com o avanço da Idade dos Metais, objetos metálicos começaram a ser utilizados nas trocas, evoluindo para as primeiras formas de moeda. Esses objetos, inicialmente utilizados por seu valor material, logo passaram a representar um valor mais abstrato, facilitando as transações comerciais e marcando o início de um sistema monetário mais estruturado. A adoção da moeda foi um divisor de águas na história do comércio, permitindo uma expansão significativa das atividades comerciais. Os fenícios, pioneiros no comércio marítimo, desenvolveram técnicas avançadas de navegação para superar a falta de solo fértil. Eles trocavam tecidos e cedro, uma madeira típica de sua região, com outros povos, estabelecendo uma rede de comércio internacional. A habilidade dos fenícios em navegar e comercializar não só fortaleceu suas próprias economias, mas também facilitou a disseminação de culturas, tecnologias e ideias entre diferentes civilizações. O comércio na Europa cresceu significativamente a partir do século XI, especialmente com as feiras medievais, que reuniam mercadores de várias partes do mundo. A história do comércio durante este período destaca a crescente importância da moeda como meio principal de troca. A diversidade de moedas nas feiras levou ao surgimento dos cambistas, que trocavam moedas de diferentes regiões. Esses cambistas, colocando as moedas em banquinhos de madeira para examiná‑las, tornaram‑se conhecidos como banqueiros. Eventualmente, os banqueiros começaram a oferecer serviços financeiros, como empréstimos a juros e armazenamento de dinheiro, criando uma base para o sistema bancário moderno. Com o aumento populacional e as transformações socioeconômicas, as pessoas começaram a deixar os feudos e migrar para as cidades, conhecidas como burgos. Esses centros urbanos emergentes tornaram‑se polos de comércio e inovação. Pequenos mercados surgiram nesses burgos, onde comerciantes locais expunham e trocavam mercadorias. A história do comércio nesse período é marcada pelo crescimento da burguesia, uma classe social composta por comerciantes e artesãos que se tornaram cada vez mais influentes. A burguesia desempenhou um papel crucial na Revolução Industrial do século XVIII, financiando inovações tecnológicas e novas formas de produção. A ascensão dessa classe social não só transformou o comércio, mas também a estrutura econômica e social das sociedades europeias. O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas comerciais modernas, que continuam a evoluir até hoje. Internet: (com adaptações).

No trecho “A adoção da moeda foi um divisor de águas” (linha 8), o termo “moeda” é o núcleo do

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Questão 3 de 34 Q1757977 Q3 da prova
Texto para as questões de 1 a 7. Com o início da agricultura, a civilização começou a se organizar em sociedades fixas. A produção de alimentos excedentes levou ao escambo, onde os grupos trocavam produtos que não produziam por aqueles de que necessitavam. Este sistema de troca direta marcou o início das práticas comerciais, permitindo que diferentes comunidades se especializassem em certas produções e trocassem seus excedentes. A história do comércio é também a história da inovação. Com o avanço da Idade dos Metais, objetos metálicos começaram a ser utilizados nas trocas, evoluindo para as primeiras formas de moeda. Esses objetos, inicialmente utilizados por seu valor material, logo passaram a representar um valor mais abstrato, facilitando as transações comerciais e marcando o início de um sistema monetário mais estruturado. A adoção da moeda foi um divisor de águas na história do comércio, permitindo uma expansão significativa das atividades comerciais. Os fenícios, pioneiros no comércio marítimo, desenvolveram técnicas avançadas de navegação para superar a falta de solo fértil. Eles trocavam tecidos e cedro, uma madeira típica de sua região, com outros povos, estabelecendo uma rede de comércio internacional. A habilidade dos fenícios em navegar e comercializar não só fortaleceu suas próprias economias, mas também facilitou a disseminação de culturas, tecnologias e ideias entre diferentes civilizações. O comércio na Europa cresceu significativamente a partir do século XI, especialmente com as feiras medievais, que reuniam mercadores de várias partes do mundo. A história do comércio durante este período destaca a crescente importância da moeda como meio principal de troca. A diversidade de moedas nas feiras levou ao surgimento dos cambistas, que trocavam moedas de diferentes regiões. Esses cambistas, colocando as moedas em banquinhos de madeira para examiná‑las, tornaram‑se conhecidos como banqueiros. Eventualmente, os banqueiros começaram a oferecer serviços financeiros, como empréstimos a juros e armazenamento de dinheiro, criando uma base para o sistema bancário moderno. Com o aumento populacional e as transformações socioeconômicas, as pessoas começaram a deixar os feudos e migrar para as cidades, conhecidas como burgos. Esses centros urbanos emergentes tornaram‑se polos de comércio e inovação. Pequenos mercados surgiram nesses burgos, onde comerciantes locais expunham e trocavam mercadorias. A história do comércio nesse período é marcada pelo crescimento da burguesia, uma classe social composta por comerciantes e artesãos que se tornaram cada vez mais influentes. A burguesia desempenhou um papel crucial na Revolução Industrial do século XVIII, financiando inovações tecnológicas e novas formas de produção. A ascensão dessa classe social não só transformou o comércio, mas também a estrutura econômica e social das sociedades europeias. O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas comerciais modernas, que continuam a evoluir até hoje. Internet: (com adaptações).

A oração “para superar a falta de solo fértil” (linhas 10 e 11) tem valor

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Questão 4 de 34 Q1757979 Q4 da prova
Texto para as questões de 1 a 7. Com o início da agricultura, a civilização começou a se organizar em sociedades fixas. A produção de alimentos excedentes levou ao escambo, onde os grupos trocavam produtos que não produziam por aqueles de que necessitavam. Este sistema de troca direta marcou o início das práticas comerciais, permitindo que diferentes comunidades se especializassem em certas produções e trocassem seus excedentes. A história do comércio é também a história da inovação. Com o avanço da Idade dos Metais, objetos metálicos começaram a ser utilizados nas trocas, evoluindo para as primeiras formas de moeda. Esses objetos, inicialmente utilizados por seu valor material, logo passaram a representar um valor mais abstrato, facilitando as transações comerciais e marcando o início de um sistema monetário mais estruturado. A adoção da moeda foi um divisor de águas na história do comércio, permitindo uma expansão significativa das atividades comerciais. Os fenícios, pioneiros no comércio marítimo, desenvolveram técnicas avançadas de navegação para superar a falta de solo fértil. Eles trocavam tecidos e cedro, uma madeira típica de sua região, com outros povos, estabelecendo uma rede de comércio internacional. A habilidade dos fenícios em navegar e comercializar não só fortaleceu suas próprias economias, mas também facilitou a disseminação de culturas, tecnologias e ideias entre diferentes civilizações. O comércio na Europa cresceu significativamente a partir do século XI, especialmente com as feiras medievais, que reuniam mercadores de várias partes do mundo. A história do comércio durante este período destaca a crescente importância da moeda como meio principal de troca. A diversidade de moedas nas feiras levou ao surgimento dos cambistas, que trocavam moedas de diferentes regiões. Esses cambistas, colocando as moedas em banquinhos de madeira para examiná‑las, tornaram‑se conhecidos como banqueiros. Eventualmente, os banqueiros começaram a oferecer serviços financeiros, como empréstimos a juros e armazenamento de dinheiro, criando uma base para o sistema bancário moderno. Com o aumento populacional e as transformações socioeconômicas, as pessoas começaram a deixar os feudos e migrar para as cidades, conhecidas como burgos. Esses centros urbanos emergentes tornaram‑se polos de comércio e inovação. Pequenos mercados surgiram nesses burgos, onde comerciantes locais expunham e trocavam mercadorias. A história do comércio nesse período é marcada pelo crescimento da burguesia, uma classe social composta por comerciantes e artesãos que se tornaram cada vez mais influentes. A burguesia desempenhou um papel crucial na Revolução Industrial do século XVIII, financiando inovações tecnológicas e novas formas de produção. A ascensão dessa classe social não só transformou o comércio, mas também a estrutura econômica e social das sociedades europeias. O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas comerciais modernas, que continuam a evoluir até hoje. Internet: (com adaptações).

O termo “de várias partes do mundo” (linha 15) é um

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Questão 5 de 34 Q1757980 Q5 da prova
Texto para as questões de 1 a 7. Com o início da agricultura, a civilização começou a se organizar em sociedades fixas. A produção de alimentos excedentes levou ao escambo, onde os grupos trocavam produtos que não produziam por aqueles de que necessitavam. Este sistema de troca direta marcou o início das práticas comerciais, permitindo que diferentes comunidades se especializassem em certas produções e trocassem seus excedentes. A história do comércio é também a história da inovação. Com o avanço da Idade dos Metais, objetos metálicos começaram a ser utilizados nas trocas, evoluindo para as primeiras formas de moeda. Esses objetos, inicialmente utilizados por seu valor material, logo passaram a representar um valor mais abstrato, facilitando as transações comerciais e marcando o início de um sistema monetário mais estruturado. A adoção da moeda foi um divisor de águas na história do comércio, permitindo uma expansão significativa das atividades comerciais. Os fenícios, pioneiros no comércio marítimo, desenvolveram técnicas avançadas de navegação para superar a falta de solo fértil. Eles trocavam tecidos e cedro, uma madeira típica de sua região, com outros povos, estabelecendo uma rede de comércio internacional. A habilidade dos fenícios em navegar e comercializar não só fortaleceu suas próprias economias, mas também facilitou a disseminação de culturas, tecnologias e ideias entre diferentes civilizações. O comércio na Europa cresceu significativamente a partir do século XI, especialmente com as feiras medievais, que reuniam mercadores de várias partes do mundo. A história do comércio durante este período destaca a crescente importância da moeda como meio principal de troca. A diversidade de moedas nas feiras levou ao surgimento dos cambistas, que trocavam moedas de diferentes regiões. Esses cambistas, colocando as moedas em banquinhos de madeira para examiná‑las, tornaram‑se conhecidos como banqueiros. Eventualmente, os banqueiros começaram a oferecer serviços financeiros, como empréstimos a juros e armazenamento de dinheiro, criando uma base para o sistema bancário moderno. Com o aumento populacional e as transformações socioeconômicas, as pessoas começaram a deixar os feudos e migrar para as cidades, conhecidas como burgos. Esses centros urbanos emergentes tornaram‑se polos de comércio e inovação. Pequenos mercados surgiram nesses burgos, onde comerciantes locais expunham e trocavam mercadorias. A história do comércio nesse período é marcada pelo crescimento da burguesia, uma classe social composta por comerciantes e artesãos que se tornaram cada vez mais influentes. A burguesia desempenhou um papel crucial na Revolução Industrial do século XVIII, financiando inovações tecnológicas e novas formas de produção. A ascensão dessa classe social não só transformou o comércio, mas também a estrutura econômica e social das sociedades europeias. O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas comerciais modernas, que continuam a evoluir até hoje. Internet: (com adaptações).

Em “que trocavam moedas de diferentes regiões” (linha 17), a palavra “que” é um(a)

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Questão 6 de 34 Q1757982 Q6 da prova
Texto para as questões de 1 a 7. Com o início da agricultura, a civilização começou a se organizar em sociedades fixas. A produção de alimentos excedentes levou ao escambo, onde os grupos trocavam produtos que não produziam por aqueles de que necessitavam. Este sistema de troca direta marcou o início das práticas comerciais, permitindo que diferentes comunidades se especializassem em certas produções e trocassem seus excedentes. A história do comércio é também a história da inovação. Com o avanço da Idade dos Metais, objetos metálicos começaram a ser utilizados nas trocas, evoluindo para as primeiras formas de moeda. Esses objetos, inicialmente utilizados por seu valor material, logo passaram a representar um valor mais abstrato, facilitando as transações comerciais e marcando o início de um sistema monetário mais estruturado. A adoção da moeda foi um divisor de águas na história do comércio, permitindo uma expansão significativa das atividades comerciais. Os fenícios, pioneiros no comércio marítimo, desenvolveram técnicas avançadas de navegação para superar a falta de solo fértil. Eles trocavam tecidos e cedro, uma madeira típica de sua região, com outros povos, estabelecendo uma rede de comércio internacional. A habilidade dos fenícios em navegar e comercializar não só fortaleceu suas próprias economias, mas também facilitou a disseminação de culturas, tecnologias e ideias entre diferentes civilizações. O comércio na Europa cresceu significativamente a partir do século XI, especialmente com as feiras medievais, que reuniam mercadores de várias partes do mundo. A história do comércio durante este período destaca a crescente importância da moeda como meio principal de troca. A diversidade de moedas nas feiras levou ao surgimento dos cambistas, que trocavam moedas de diferentes regiões. Esses cambistas, colocando as moedas em banquinhos de madeira para examiná‑las, tornaram‑se conhecidos como banqueiros. Eventualmente, os banqueiros começaram a oferecer serviços financeiros, como empréstimos a juros e armazenamento de dinheiro, criando uma base para o sistema bancário moderno. Com o aumento populacional e as transformações socioeconômicas, as pessoas começaram a deixar os feudos e migrar para as cidades, conhecidas como burgos. Esses centros urbanos emergentes tornaram‑se polos de comércio e inovação. Pequenos mercados surgiram nesses burgos, onde comerciantes locais expunham e trocavam mercadorias. A história do comércio nesse período é marcada pelo crescimento da burguesia, uma classe social composta por comerciantes e artesãos que se tornaram cada vez mais influentes. A burguesia desempenhou um papel crucial na Revolução Industrial do século XVIII, financiando inovações tecnológicas e novas formas de produção. A ascensão dessa classe social não só transformou o comércio, mas também a estrutura econômica e social das sociedades europeias. O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas comerciais modernas, que continuam a evoluir até hoje. Internet: (com adaptações).

O termo “pelo crescimento da burguesia” (linha 23) na oração de que participa, é o

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Questão 7 de 34 Q1757984 Q7 da prova
Texto para as questões de 1 a 7. Com o início da agricultura, a civilização começou a se organizar em sociedades fixas. A produção de alimentos excedentes levou ao escambo, onde os grupos trocavam produtos que não produziam por aqueles de que necessitavam. Este sistema de troca direta marcou o início das práticas comerciais, permitindo que diferentes comunidades se especializassem em certas produções e trocassem seus excedentes. A história do comércio é também a história da inovação. Com o avanço da Idade dos Metais, objetos metálicos começaram a ser utilizados nas trocas, evoluindo para as primeiras formas de moeda. Esses objetos, inicialmente utilizados por seu valor material, logo passaram a representar um valor mais abstrato, facilitando as transações comerciais e marcando o início de um sistema monetário mais estruturado. A adoção da moeda foi um divisor de águas na história do comércio, permitindo uma expansão significativa das atividades comerciais. Os fenícios, pioneiros no comércio marítimo, desenvolveram técnicas avançadas de navegação para superar a falta de solo fértil. Eles trocavam tecidos e cedro, uma madeira típica de sua região, com outros povos, estabelecendo uma rede de comércio internacional. A habilidade dos fenícios em navegar e comercializar não só fortaleceu suas próprias economias, mas também facilitou a disseminação de culturas, tecnologias e ideias entre diferentes civilizações. O comércio na Europa cresceu significativamente a partir do século XI, especialmente com as feiras medievais, que reuniam mercadores de várias partes do mundo. A história do comércio durante este período destaca a crescente importância da moeda como meio principal de troca. A diversidade de moedas nas feiras levou ao surgimento dos cambistas, que trocavam moedas de diferentes regiões. Esses cambistas, colocando as moedas em banquinhos de madeira para examiná‑las, tornaram‑se conhecidos como banqueiros. Eventualmente, os banqueiros começaram a oferecer serviços financeiros, como empréstimos a juros e armazenamento de dinheiro, criando uma base para o sistema bancário moderno. Com o aumento populacional e as transformações socioeconômicas, as pessoas começaram a deixar os feudos e migrar para as cidades, conhecidas como burgos. Esses centros urbanos emergentes tornaram‑se polos de comércio e inovação. Pequenos mercados surgiram nesses burgos, onde comerciantes locais expunham e trocavam mercadorias. A história do comércio nesse período é marcada pelo crescimento da burguesia, uma classe social composta por comerciantes e artesãos que se tornaram cada vez mais influentes. A burguesia desempenhou um papel crucial na Revolução Industrial do século XVIII, financiando inovações tecnológicas e novas formas de produção. A ascensão dessa classe social não só transformou o comércio, mas também a estrutura econômica e social das sociedades europeias. O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia foram fundamentais para o desenvolvimento das práticas comerciais modernas, que continuam a evoluir até hoje. Internet: (com adaptações).

Na linha 27, o trecho “O apoio financeiro e o espírito empreendedor da burguesia” contém a conjunção “e”, que

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Questão 8 de 34 Q1757985 Q8 da prova

Para identificar os fios de cabos de telecomunicação, foi criado um sistema que combina duas cores para cada condutor. Cada fio é identificado por uma cor principal e uma cor secundária. As cores principais disponíveis são branco, vermelho, preto, amarelo e violeta, enquanto as cores secundárias são azul, laranja, verde, marrom e cinza. Assinale a opção que apresenta o número total de pares diferentes de cores que podem ser formados nesse sistema.

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Questão 9 de 34 Q1757987 Q9 da prova

Um número é chamado de esfênico, se ele for um número composto que possa ser escrito como o produto de exatamente três números primos distintos. Por exemplo, o número 30 é esfênico, pois 30 = 2 × 3 × 5, sendo 2, 3 e 5 números primos distintos. Com base nessa definição, assinale a opção que apresenta um número esfênico.

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Questão 10 de 34 Q1757992 Q12 da prova

Um exemplo de computador portátil é o

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Questão 11 de 34 Q1757993 Q13 da prova

Um exemplo de periférico de entrada é o(a)

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Questão 12 de 34 Q1757994 Q14 da prova

O principal objetivo de um software antivírus é

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Questão 13 de 34 Q1757996 Q15 da prova

A função de um servidor de arquivos em uma empresa é

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Questão 14 de 34 Q1757998 Q18 da prova
A vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais de 2024, nos Estados Unidos, pode resultar em uma mudança drástica na política do país, já que, durante seu primeiro mandato, Trump retirou os Estados Unidos dos Acordos de Paris, uma decisão que foi revertida pelo atual presidente, Joe Biden. Agora, com a perspectiva de um novo governo Trump, há preocupações de que o país possa, mais uma vez, abandonar esse importante compromisso internacional. Internet: (com adaptações).

O texto refere‑se à política norte‑americana em relação ao(à)

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Questão 15 de 34 Q1757999 Q19 da prova
Um tribunal russo multou o Google em dois undecilhões de rublos – um “2” seguido de 36 zeros – por restringir canais de mídia estatais russos no YouTube. Isso é equivalente a US$ 2,5 decilhões, ou R$ 14,45 decilhões, ou seja, um valor maior que todo o dinheiro que existe no mundo. Internet: (com adaptações).

Com base no texto apresentado, assinale a opção correta.

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Questão 16 de 34 Q1758001 Q21 da prova

Com base no conceito de soberania e autonomia no federalismo, assinale a opção que apresenta a relação entre o Estado Federal e os estados‑membros no Brasil.

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Questão 17 de 34 Q1758003 Q22 da prova

Acerca das características essenciais do Estado Federal, assinale a opção correta.

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Questão 18 de 34 Q1758005 Q23 da prova

A respeito dos remédios constitucionais, assinale a opção correta.

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Questão 19 de 34 Q1758007 Q24 da prova

A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), em seu artigo 5º, prevê que é dever do Estado garantir o direito de acesso à informação, que será franqueada, mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão. Além disso, o artigo 37, § 2º, inciso II, da Constituição Federal de 1988, disciplina que a lei disciplinará as formas de participação do usuário na Administração Pública Direta e administração indireta, regulando especialmente o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo, na forma do texto constitucional. Com base nessas informações, assinale a opção que apresenta o princípio da Administração Pública que assegura a divulgação dos atos estatais para conhecimento público.

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Questão 20 de 34 Q1758008 Q25 da prova

Acerca dos tipos de contrato, assinale a opção que apresenta um tipo de contrato não previsto no Código Civil.

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Questão 21 de 34 Q1758010 Q26 da prova

A respeito da aplicação de cláusula penal decorrente de inadimplemento de obrigação, em casos de multa manifestamente excessiva, assinale a opção que apresenta como o juiz deve prosseguir, quando provocado, nos moldes do Código Civil.

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Questão 22 de 34 Q1758013 Q28 da prova

Com base no Código de Processo Civil, assinale a opção correta.

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Questão 23 de 34 Q1758015 Q29 da prova

O tribunal de justiça de determinado estado, ao julgar em única instância um mandado de segurança, proferiu uma decisão denegatória da segurança. Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta o recurso cabível contra a decisão mencionada.

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Questão 24 de 34 Q1758016 Q30 da prova

De acordo com o Código Tributário Nacional, assinale a opção que apresenta a característica essencial do imposto como espécie tributária.

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Questão 25 de 34 Q1758018 Q31 da prova

Com base na natureza jurídica e no fato gerador das taxas, assinale a opção correta.

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Questão 26 de 34 Q1758020 Q32 da prova

A respeito das hipóteses de suspensão e interrupção do contrato de trabalho, assinale a opção correta.

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Questão 27 de 34 Q1758022 Q33 da prova

Quanto ao depósito recursal, assinale a opção correta.

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Questão 28 de 34 Q1758023 Q34 da prova

Em relação à Lei Federal nº 4.886/1965, assinale a opção que indica quem não pode ser representante comercial.

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Questão 29 de 34 Q1758025 Q35 da prova

À luz da Lei Federal nº 4.886/1965, assinale a opção que apresenta uma competência privativa do Conselho Federal.

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Questão 30 de 34 Q1758027 Q36 da prova

De acordo com a Resolução CONFERE nº 2.118/2024, que trata do Plano Nacional de Fiscalização do Exercício Profissional da Representação Comercial, assinale a opção que apresenta uma ação de fiscalização de natureza educativa.

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Questão 31 de 34 Q1758028 Q37 da prova

De acordo com o Código de Ética e Disciplina dos Representantes Comerciais, assinale a opção que apresenta um dever ético do representante comercial.

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Questão 32 de 34 Q1758030 Q38 da prova

De acordo com o Código de Ética e Disciplina dos Representantes Comerciais, assinale a opção que apresenta uma infração disciplinar grave cometida pelo representante comercial.

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Questão 33 de 34 Q1758031 Q39 da prova

De acordo com o Código de Ética e Disciplina dos Representantes Comerciais, assinale a opção correta a respeito das sanções administrativas.

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Questão 34 de 34 Q1758033 Q40 da prova

De acordo com a Resolução Confere nº 2.118/2024, que dispõe sobre o Plano Nacional de Fiscalização do Exercício Profissional da Representação Comercial, assinale a opção que apresenta uma competência do Conselho Federal.

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