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Prova Assessor do Legislativo - Câmara de Novo Horizonte/SC
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Questão 1 de 36 Q1988533 Q1 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit”, a autora utiliza a expressão “mesmo que raso” para qualificar a própria experiência. Considerando o efeito de sentido provocado por essa escolha, é correto afirmar que a autora:

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Questão 2 de 36 Q1988535 Q2 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Ao mencionar a palestra de Luiza Trajano, a autora destaca elementos como “determinação”, “consciência social” e “sotaque mineiro que ela considera meio brega”. Com base nesse trecho e em sua função argumentativa no texto, é correto afirmar que:

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Questão 3 de 36 Q1988537 Q3 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Considere o seguinte excerto do texto: “É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo.” Nesse trecho, a autora contrapõe:

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Questão 4 de 36 Q1988538 Q4 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

O texto constrói uma crítica à exclusão digital e à elitização dos debates sobre tecnologia. Nesse sentido, o episódio do motorista de Uber que não conhecia o evento serve para:

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Questão 5 de 36 Q1988540 Q5 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram...”, a palavra “avançadas” contribui para o sentido geral do texto ao:

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Questão 6 de 36 Q1988542 Q6 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Observe o trecho: “Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit (...). Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas (...), mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo.” A conjunção “mas” expressa, no contexto, uma ideia de:

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Questão 7 de 36 Q1988544 Q7 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No período: “O motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo.”, a oração subordinada “que me levou para o evento na sexta” exerce função de:

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Questão 8 de 36 Q1988545 Q8 da prova
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matéria-prima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas. Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou com o um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta”, o vocábulo destacado é formado por:

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Questão 9 de 36 Q1988548 Q10 da prova

Em um levantamento estatístico sobre a frequência de servidores da Câmara ao longo de duas semanas, foram registrados os seguintes dados (número de dias trabalhados por cada servidor): 6, 8, 8, 9, 10, 10, 10, 11, 12. Com base nessa amostra, qual é a moda dessa distribuição?

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Questão 10 de 36 Q1988552 Q12 da prova

Em uma reunião da comissão de finanças, foi dito que 3 vereadores representavam 15% do total de membros da Câmara. Com base nessa informação, qual é o número total de vereadores?

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Questão 11 de 36 Q1988553 Q13 da prova

Durante o mês de abril, cinco assessores da Câmara registraram as seguintes quantidades de atendimentos: 12, 15, 18, 20 e 25. Qual foi a média aritmética simples de atendimentos por assessor nesse período?

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Questão 12 de 36 Q1988555 Q14 da prova

A média salarial dos servidores de um setor da Câmara foi calculada com os seguintes dados:
- 2 funcionários recebem R$ 1.200,00
- 3 funcionários recebem R$ 1.500,00
- 1 funcionário recebe R$ 2.000,00
Qual é a média ponderada desses salários?

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Questão 13 de 36 Q1988557 Q15 da prova

Uma sala de reuniões da Câmara tem formato de paralelepípedo retangular, com dimensões de 6 m de comprimento, 5 m de largura e 4 m de altura. Qual é o volume total da sala, em metros cúbicos?

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Questão 14 de 36 Q1988559 Q16 da prova

Ao longo da colonização de Santa Catarina, diferentes nomes e ocupações marcaram a identidade da região e refletiram os interesses de navegadores europeus e colonizadores. Com base nos dados históricos do processo de nomeação e ocupação da Ilha de Santa Catarina, assinale a alternativa correta sobre a evolução toponímica e política do território catarinense.

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Questão 15 de 36 Q1988560 Q17 da prova

As transformações políticas, culturais e territoriais ocorridas em Santa Catarina revelam os diferentes ciclos de colonização, conflitos e reorganizações ao longo dos séculos. Com base no texto, analise as assertivas a seguir:

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Questão 16 de 36 Q1988562 Q18 da prova

Durante o período colonial, o Brasil passou por diversas formas de exploração econômica. A principal atividade econômica desenvolvida nos séculos XVI e XVII, responsável pela ocupação do litoral nordestino e pela utilização intensiva da mão de obra escravizada africana, foi:

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Questão 17 de 36 Q1988563 Q19 da prova

A dinâmica geopolítica mundial se reorganizou significativamente após a Segunda Guerra Mundial, influenciando a constituição de blocos econômicos e o reposicionamento das potências globais. Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:

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Questão 18 de 36 Q1988565 Q20 da prova

O Brasil possui destaque em diversas modalidades esportivas, sendo conhecido mundialmente principalmente pelo futebol. No entanto, outras modalidades vêm conquistando espaço e incentivando a formação de novos atletas. Dentre os exemplos a seguir, assinale a alternativa que não corresponde a uma modalidade olímpica em que o Brasil já conquistou medalhas:

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Questão 19 de 36 Q1988568 Q22 da prova

O Poder Legislativo é exercido pela Câmara Municipal de Vereadores, eleitos pelo sistema proporcional, com mandato de _________. Cada legislatura tem duração de ________, correspondendo cada ano a uma sessão legislativa. Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

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Questão 20 de 36 Q1988571 Q23 da prova

São condições de elegibilidade para o exercício do mandato de vereador, EXCETO:

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Questão 21 de 36 Q1988573 Q24 da prova

A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer Vereador, Comissão Permanente da Câmara, ao Prefeito e aos cidadãos, que a exercerão sob forma de moção articulada, subscrita, no mínimo, por quantos por cento do total do número de eleitores do Município?

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Questão 22 de 36 Q1988575 Q25 da prova

O Prefeito e o Vice-Prefeito, quando no exercício do cargo, não poderão, sem licença da Câmara Municipal, ausentar-se do Município (para dentro do país) por período superior a:

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Questão 23 de 36 Q1988577 Q26 da prova

Acerca dos líderes e vice-líderes, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 24 de 36 Q1988578 Q27 da prova

As Comissões da Câmara são:
I - Permanentes;
II - Temporárias.
Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 25 de 36 Q1988580 Q28 da prova

Parecer é o pronunciamento da Comissão Permanente sobre qualquer matéria sujeita ao seu estudo. Ele deve ser escrito e constar de:

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Questão 26 de 36 Q1988582 Q29 da prova

As Comissões de Investigação e Processante serão constituídas com as seguintes finalidades, EXCETO:

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Questão 27 de 36 Q1988584 Q30 da prova

O expediente destina-se à leitura e votação da ata da sessão anterior, à leitura das matérias recebidas, à leitura, discussão e votação de pareceres e de requerimentos e moções, à apresentação de proposições pelos Vereadores e ao uso da tribuna. O expediente terá a duração máxima e improrrogável de ________, a partir da hora fixada para o início da sessão. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

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Questão 28 de 36 Q1988585 Q31 da prova

A redação oficial exige precisão, impessoalidade e linguagem padronizada. Sobre essas características, analise as assertivas abaixo:
I. A impessoalidade garante que o texto oficial seja elaborado com base na função institucional, e não em preferências pessoais.
II. O padrão de linguagem deve ser informal e objetivo, garantindo maior identificação com o público.
III. A clareza e a concisão são princípios que visam à compreensão imediata e sem ambiguidades.
É correto o que se afirma em:

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Questão 29 de 36 Q1988588 Q32 da prova

A Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) estabelece os procedimentos para garantir o direito constitucional de acesso às informações públicas. De acordo com a referida lei, a classificação da informação como reservada garante o sigilo pelo prazo máximo de:

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Questão 30 de 36 Q1988590 Q33 da prova

Na técnica legislativa, os princípios da clareza, precisão e ordem lógica visam:

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Questão 31 de 36 Q1988591 Q34 da prova

A execução orçamentária no setor público depende da compreensão precisa de seus conceitos. Considerando os princípios da Contabilidade Aplicada ao Setor Público, o empenho de despesa caracteriza:

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Questão 32 de 36 Q1988593 Q35 da prova

A organização eficiente de um arquivo público depende da aplicação de princípios arquivísticos que assegurem a autenticidade, acessibilidade e preservação dos documentos. No contexto da gestão documental, assinale a alternativa que melhor descreve a aplicação do princípio da proveniência:

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Questão 33 de 36 Q1988595 Q36 da prova

No exercício da função pública, o atendimento ao cidadão deve respeitar os princípios da eficiência, urbanidade e equidade. Dentre os procedimentos recomendados para o atendimento telefônico de qualidade, está:

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Questão 34 de 36 Q1988598 Q38 da prova

A lei de licitações e contratos administrativos define como ___________ o documento constitutivo da primeira etapa do planejamento de uma contratação que caracteriza o interesse público envolvido e a sua melhor solução e dá base ao anteprojeto, ao termo de referência ou ao projeto básico a serem elaborados caso se conclua pela viabilidade da contratação.

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Questão 35 de 36 Q1988600 Q39 da prova

No contexto da técnica legislativa, pode-se afirmar que a lei deve ser estruturada em 3 partes básicas. Uma delas, é a parte preliminar, a qual compreende, EXCETO:

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Questão 36 de 36 Q1988602 Q40 da prova

No âmbito da técnica legislativa, assinale a única alternativa INCORRETA acerca da articulação e redação das leis.

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