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Questão 1 de 10Q1421744Q1 da prova
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
A oposição entre duas palavras ou ideias como em “morte em vida ” e “vida em morte” caracteriza uma figura de estilo chamada
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
O autor não acreditava que a água fosse fácil e abundante porque
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
[...] trabalhar todas as horas do dia ” traz a ideia de
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O autor mostra ternura com a terra usando as palavras
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
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Morte e vida severina - Bem me diziam que a terra se faz mais branda e macia quanto mais do litoral a viagem se aproxima. Agora afinal cheguei nessa terra que diziam. Como ela é uma terra doce para os pés e para a vista. Os rios que correm aqui têm a água vitalícia. Cacimbas por todo lado; cavando o chão a água mina. Vejo agora que é verdade o que pensei ser mentira. Quem sabe se nesta terra não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra (cavei pedra toda a vida) e para quem lutou a braço contra a piçarra da Caatinga será fácil amansar esta aqui, tão feminina. Mas não avisto ninguém: só folhas de cana fina: somente ali à distância aquele bueiro de usina; somente naquela várzea um bangüê velho em ruína. Por onde andará a gente que tantas canas cultiva? Feriando: que nessa terra tão fácil, tão doce e rica, não é preciso trabalhar todas as horas do dia, os dias todos do mês, os meses todos da vida. Decerto a gente daqui jamais envelhece aos trinta nem sabe a morte em vida, vida em morte, severina; e aquele cemitério ali, branco na verde colina, raramente funciona e poucas covas aninha João Cabral de Melo Neto Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
A função sintática das palavras retiradas do texto está CORRETA em