Provas para Download

Prova Arquiteto - Pref. Paraipaba/CE
Visualizar os arquivos PDF
Ver arquiteto.pdf
PDF
arquiteto.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar arquiteto.pdf
PDF
arquiteto.pdf
Baixar gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 10 Q1421744 Q1 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

Os rios têm água vitalícia porque são:

Reportar Erro
Questão 2 de 10 Q1421746 Q2 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

A caatinga é uma vegetação típica do

Reportar Erro
Questão 3 de 10 Q1421748 Q3 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

[...] bueiro” (l.26), no texto, significa

Reportar Erro
Questão 4 de 10 Q1421750 Q4 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

A oposição entre duas palavras ou ideias como em “morte em vida ” e “vida em morte” caracteriza uma figura de estilo chamada

Reportar Erro
Questão 5 de 10 Q1421752 Q5 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

O autor não acreditava que a água fosse fácil e abundante porque

Reportar Erro
Questão 6 de 10 Q1421754 Q6 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

Pela leitura do texto, percebe-se que o autor

Reportar Erro
Questão 7 de 10 Q1421756 Q7 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

[...] trabalhar todas as horas do dia ” traz a ideia de

Reportar Erro
Questão 8 de 10 Q1421760 Q9 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

O autor mostra ternura com a terra usando as palavras

Reportar Erro
Questão 9 de 10 Q1421762 Q10 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

No primeiro período do poema, há

Reportar Erro
Questão 10 de 10 Q1421764 Q11 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

A função sintática das palavras retiradas do texto está CORRETA em

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota