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Prova Analista de Orçamento e Planejamento - Pref. Sertãozinho/SP
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Questão 1 de 21 Q1799087 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03. Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismãs para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos. Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação-contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival. Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”. (Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)

Em relação ao que classifica como preconceitos individuais, o autor

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Questão 2 de 21 Q1799089 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03. Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismãs para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos. Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação-contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival. Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”. (Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)

Afirma-se no texto que a intensidade dos preconceitos individuais

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Questão 3 de 21 Q1799091 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03. Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismãs para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos. Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação-contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival. Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”. (Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)

Nos trechos do 1º parágrafo “Uma primeira distinção útil...” e “... são crenças mais ou menos inócuas...”, os vocábulos destacados apresentam, respectivamente, como sinônimos:

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Questão 4 de 21 Q1799095 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 05 a 08. A humanidade se divide em dois grupos. Um com bilhões de pessoas, que sabem que o futuro da espécie está fadado a ocorrer aqui na superfície da Terra. O outro grupo, minúsculo, acredita que nosso futuro está em outros planetas, talvez Marte, onde deveríamos estabelecer colônias. Construir o foguete e pousar em Marte é factível com a tecnologia atual. Mas será que o ser humano aguenta a viagem de meses? Se não aguentar, o plano vai por água abaixo, pois não existe no horizonte engenharia capaz de criar um ser humano adaptado à vida no foguete ou em Marte. A novidade é um estudo que demonstrou que nosso coração já começa a deteriorar com menos de um mês funcionando sem gravidade. Para esse estudo foram construídos pequenos corações humanos capazes de funcionar fora do corpo. São feitos de tecido cardíaco vivo, ligados a dois pontos de fixação dentro de um aparelho que tem um reservatório de alimentos. Como o tecido muscular cardíaco está ligado a sensores presentes nos pontos de fixação, a frequência e a força de cada batimento cardíaco podem ser medidas. Tudo em tempo real. O resultado é uma caixa lacrada contendo um pequeno coração vivo. Os cientistas enviaram para a estação espacial uma dessas caixas e mantiveram outra idêntica na Terra. A única diferença entre as duas é que uma operava na ausência de gravidade e a outra, com gravidade normal. A que foi para o espaço ficou 30 dias sem gravidade e retornou à Terra. Durante esses 30 dias, o funcionamento desses dois pequenos corações pôde ser comparado. A conclusão é que o coração humano deteriora e envelhece rapidamente na ausência de gravidade. Isso, é claro, se torna um grande risco para viagens que duram meses, como a que pretende levar seres humanos até Marte. Problemas semelhantes ocorrem nos rins dos astronautas e no sistema imune, mas ainda não foram bem estudados. Me parece que resolver esses problemas antes de enviar pessoas a Marte é um desafio mais complicado do que construir os foguetes. E pode atrasar muito, ou mesmo tornar impossível, longas viagens espaciais. (Fernando Reinach. www.estadao.com.br, 28.10.2024. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que o estudo nele mencionado

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Questão 5 de 21 Q1799097 Q6 da prova

Assinale a alternativa cuja frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.

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Questão 6 de 21 Q1799101 Q8 da prova

Depois de algumas aulas sobre números racionais e radiciação, três alunos fizeram as seguintes afirmações: (André) – Existem números racionais que somados resultam em número que não é racional. (Bruno) – Existem números que não são racionais e que somados resultam em número racional. (Cláudio) – O quadrado de um número que não é racional pode ser um número racional. A respeito dessas afirmações,

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Questão 7 de 21 Q1799104 Q10 da prova

Uma herança de R$120.000,00 deve ser dividida entre três herdeiros (Arnaldo, Bernardo, Cléber), de forma proporcional às suas idades. Bernardo tem 3 anos a mais do que Arnaldo que, por sua vez, tem da idade de Cléber. Sabendo-se que a soma das idades dos três é igual a 75 anos, a parte da herança que caberá ao mais velho entre eles é de

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Questão 8 de 21 Q1799106 Q11 da prova

Toda equação algébrica do 2º grau pode ser escrita na forma ax² + bx + c = 0 com a, b e c sendo números reais, e a ≠ 0. Em uma aula sobre a fórmula de resolução de equações polinomiais do 2º grau, a professora Marli pediu que seus alunos alterassem apenas um dos coeficientes (ou a, ou b, ou c) da equação x² + 3x + 4 = 0, de modo que a nova equação tenha apenas soluções no conjunto dos números inteiros. Quatro alunas propuseram as seguintes alterações: (Ana) — Mudar o valor de a para 2; (Beatriz) — Mudar o valor de c para 0; (Camila) — Mudar o valor de b para 5; (Daniela) — Mudar o valor de b para –5. Das quatro alunas, responderam corretamente o problema proposto pela professora Marli apenas

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Questão 9 de 21 Q1799108 Q12 da prova

O tema proporcionalidade é central no ensino de matemática. Em uma aula sobre esse tema, a professora Maria afirmou que não é correto dizer que duas grandezas são diretamente proporcionais apenas quando “uma aumenta e a outra também aumenta” ou quando uma “diminui e a outra também diminui”. Para exemplificar isso, ela apresentou uma tabela para os alunos com dados de duas grandezas que não são diretamente proporcionais. Uma tabela que pode ter sido aquela que a professora Maria apresentou aos seus alunos é:

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Questão 10 de 21 Q1799114 Q16 da prova

O preço de uma mercadoria foi reajustado em 15% de junho para julho. De julho para agosto, como as vendas não estavam indo bem, o dono do comércio passou a vender a mercadoria por do preço de julho. Na situação descrita, comparando-se o preço da mercadoria de junho com o de agosto, houve uma queda de

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Questão 11 de 21 Q1799116 Q17 da prova

Alzira trabalha em uma loja de jardinagem e recebeu um grande pedido de 0,48 hm² de grama esmeralda. Ela ficou confusa com a unidade de medida e descobriu, fazendo uma pesquisa na internet, que hm é o símbolo de hectômetro que, por sua vez, é a medida de comprimento que corresponde a 100 metros. No caso da unidade de medida do pedido que ela recebeu, hm² significa “hectômetro quadrado”. Se o preço do m² da grama esmeralda é de R$ 4,50, o preço correto do pedido que Alzira recebeu será de

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Questão 12 de 21 Q1799122 Q21 da prova

Sobre animações de AutoFormas no Microsoft PowerPoint 2016, em sua configuração original, assinale a alternativa correta, considerando que as AutoFormas estão dentro da área visível do slide.

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Questão 13 de 21 Q1799124 Q22 da prova

Um usuário abriu com sucesso o site da Fundação Vunesp em seu navegador Google Chrome, versão 129.0, em sua configuração original, e o gravou nos Favoritos, atribuindo o nome Vunesp, e desligou o seu computador. No dia seguinte, depois de ligar seu computador, abriu o Google Chrome, cuja página inicial é about:blank, acessou os Favoritos e clicou com o botão principal do mouse sobre o item Vunesp, adicionado no dia anterior. Considerando que o computador não está neste momento conectado à Internet, assinale a alternativa correta.

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Questão 14 de 21 Q1799126 Q23 da prova

A transposição e remanejamento de recursos é vedado sem prévia autorização legislativa, exceto nas atividades

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Questão 15 de 21 Q1799134 Q27 da prova

Por meio de parceria público-privada (PPP), o Governo de São Paulo, Governo Federal e a futura concessionária, irão construir um túnel de 870 metros de extensão entre as cidades de Santos e Guarujá, instalado embaixo do mar. Atualmente, a travessia é feita por balsa ou por cerca de 40 km de rodovia. Trata-se de uma das funções do setor público, qual seja,

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Questão 16 de 21 Q1799138 Q29 da prova

Todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público deverão constar na Lei Orçamentária Anual (LOA). Trata-se do princípio orçamentário denominado

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Questão 17 de 21 Q1799140 Q30 da prova

Uma das características da evolução do orçamento público no Brasil está na Lei Complementar nº 101/2000 ao dedicar um capítulo inteiro ao tema

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Questão 18 de 21 Q1799144 Q32 da prova

Trata-se de uma forma de renúncia de receita, nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal, o chamado

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Questão 19 de 21 Q1799152 Q36 da prova

Quando o valor real a ser pago for superior ao valor inscrito em restos a pagar, a diferença deverá ser empenhada a conta de

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Questão 20 de 21 Q1799168 Q44 da prova

Diante dos diferentes métodos e técnicas de elaboração do orçamento público, existe um modelo que simplesmente incrementa o orçamento passado. Refere-se ao modelo

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Questão 21 de 21 Q1799174 Q47 da prova

Em uma das etapas da receita orçamentária ocorre a transferência para conta única do ente federado, qual seja:

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