O uso de agentes trombolíticos (como o rt -PA) no manejo agudo do acidente vascular cerebral isquêmico é uma das principais estratégias na terapia de reperfusão cerebral. São contraindicações para realizar o tratamento com trombolítoco, EXCETO:
Paciente com acidente vascular cerebral isquêmico ocasionado por fibrilação atrial é extremamente comum em atendimentos ambulatoriais. A melhor estratégia de prevenção secundária para esses casos é:
Paciente de 65 anos , com história de hipertensão arterial sistêmica, diabetes e acidente vascular cerebral isquêmico em território de artéria cerebral média esquerda , apresenta estenose em bifurcação carotídea superior a 80% no início da artéria carótida interna esquerda. Deve ser tratado para evitar novos episódios. A melhor abordagem para esse caso é:
Um paciente de 54 anos apresenta quadro de paralisia facial apenas no quadrante inferior de sua face esquerda. Ao exame neurológico, consegue enrugar a musculatura da fronte, mas sua boca encontra-se com desvio de comissura labial para direita. Qual o local da possível lesão desse paciente?
Um paciente de 67 anos apresenta quadro demencial rapidamente progressivo, associado a mioclonias precipitadas por estímulos sonoros e, por vezes, espontâneas. Evoluiu em menos de 6 meses para quadro comatoso. O possível diagnóstico é:
Um paciente de 65 anos vem à emergência devido a quadro de cefaleia de forte intensidade na região temporal esquerda associada à alteração visual em olho esquerdo. Ao exame físico, palpa-se no tecido subcutâneo um cordão endurecido na região temporal esquerda. O valor de hemossedimentação (VSG) coletado tem como resultado 120mm. A melhor abordagem para esse caso é o uso de:
Crianças que desenvolvem puberdade precoce associada à dificuldade de movimentação do globo ocular na mirada vertical apresentam:
Nos traumatismos crânio encefálicos em que ocorre fratura do osso temporal com hematoma extradural sob a fratura, o vaso mais comumente acometido que gera o hematoma é:






























