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Prova Ajudante de Obra - Pref. Sete Barras/SP
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Questão 1 de 27 Q1336300 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O último parágrafo do texto permite concluir que:

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Questão 2 de 27 Q1336301 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O narrador afirma que o zelador “Era um homem metódico”. Isso porque ele:

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Questão 3 de 27 Q1336303 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Segundo o texto, o zelador se apavorou porque:

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Questão 4 de 27 Q1336305 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O pronome “lhes”, que ocorre em “Alguém precisava lhes mostrar a saída!”, se refere:

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Questão 5 de 27 Q1336306 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

A palavra “bem”, que ocorre em “O zelador não entendeu bem.”, tem a função gramatical de:

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Questão 6 de 27 Q1336308 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

No excerto “Podiam adivinhar o que tinha acontecido.”, a terminação do verbo “poder” indica apenas:

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Questão 7 de 27 Q1336310 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

A palavra “aquilo”, que ocorre em “Aquilo era terrível.”, classifica-se gramaticalmente como:

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Questão 8 de 27 Q1336311 Q8 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

No excerto “Queriam saber como sair dali.”, o advérbio “ali” ocorre contraído com a preposição “de”. Esse advérbio, no contexto indicado, exprime uma circunstância de:

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Questão 9 de 27 Q1336313 Q9 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Nos excertos a seguir, retirados do texto, ocorre um verbo no particípio apenas em:

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Questão 10 de 27 Q1336315 Q10 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. O zelador do labirinto Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc. Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem. — Como sair? — A saída! Onde fica a saída? — É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo. Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil. — Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda... — Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel. Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez? O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída? A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos. VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico : meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

A expressão “o novo zelador”, que constitui o sujeito da sentença “O novo zelador não devia ter muita imaginação.”, corresponde à pessoa gramatical:

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Questão 11 de 27 Q1336316 Q11 da prova

O emprego do acento indicativo de crase está incorreto em:

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Questão 12 de 27 Q1336318 Q12 da prova

Assinale a alternativa em que se verifica o pronome átono colocado em mesóclise.

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Questão 13 de 27 Q1336319 Q13 da prova

Nas sentenças a seguir, a palavra em destaque é um adjetivo apenas em:

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Questão 14 de 27 Q1336322 Q14 da prova

A sentença a seguir que está incorreta em relação ao uso do(s) verbo(s) é:

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Questão 15 de 27 Q1336323 Q15 da prova

Assinale a alternativa em que a regência do verbo é transitiva indireta.

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Questão 16 de 27 Q1336328 Q18 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o Sexagésimo oitavo número ímpar antecessor de 407:

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Questão 17 de 27 Q1336329 Q19 da prova

Um técnico de informática leva aproximadamente 20 minutos para reparar um computador em sua loja. Ele precisa consertar 8 computadores idênticos. Supondo que ele leve o mesmo tempo de 20 minutos para consertar cada um, quantas horas o técnico levará para consertar todos os 8 computadores?

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Questão 18 de 27 Q1336336 Q23 da prova

Um pacote de macarrão tem 800 gramas. Quantos quilogramas de macarrão há nesse pacote?

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Questão 19 de 27 Q1336338 Q24 da prova

Maria tinha um cofre com algumas notas e moedas. Ao abrir o cofre, ela encontrou 15 notas de R$ 10,00 e 25 notas de R$ 20,00. Além disso, havia também 50 moedas de R$ 0,50 e 75 moedas de R$ 1,00. Qual é o valor total que Maria tinha no cofrinho?

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Questão 20 de 27 Q1336343 Q27 da prova

Uma papelaria possui 3 prateleiras, cada uma contendo 50 cadernos de desenho e 40 cadernos de música. Se cada caderno tem, em média, 50 páginas, quantas páginas de música há no total?

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Questão 21 de 27 Q1336347 Q29 da prova

Um pintor recebe um salário de R$ 3.500,00 por mês. Se ele obtiver um aumento salarial de 8% ao ano, qual será o salário aproximado desse pintor após 2 anos?

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Questão 22 de 27 Q1336348 Q30 da prova

Uma embalagem de café tem 2,5 quilogramas. Quantos gramas de café há nessa embalagem?

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Questão 23 de 27 Q1336354 Q33 da prova

Cada piso possui um tamanho mínimo de junta de assentamento, que é a espessura do rejunte que fica entre as placas. Caso essa distância não seja respeitada, poderá acontecer o:

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Questão 24 de 27 Q1336357 Q35 da prova

Os equipamentos de proteção coletiva - EPC são dispositivos utilizados no ambiente de trabalho com o objetivo de:

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Questão 25 de 27 Q1336359 Q36 da prova

A construção civil é um setor vital para o desenvolvimento econômico e social. Ela engloba a criação de infraestruturas essenciais, como edifícios residenciais, comerciais, industriais, além de obras de infraestrutura, como estradas, pontes, barragens e sistemas de saneamento. Neste sentido, assinale a alternativa que contenha materiais NÃO UTILIZADOS no processo de construção ou reforma:

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Questão 26 de 27 Q1336362 Q38 da prova

O concreto pode ser elaborado por meio de diversas metodologias, o que resulta em variedades de concreto com propriedades distintas. Observe as afirmativas a seguir, preencha as lacunas, e assinale a alternativa que representa a informação correta, respectivamente: O ________________ utiliza uma mistura de cimento, água e agregados graúdos. Por não ter aditivos, esse tipo de concreto possui consistência mais seca; O __________________ tem sua resistência auxiliada pela colocação de fios, hastes de aço ou cabos. Esses materiais juntos criam uma forte ligação e, assim, os dois resistem a diversas forças aplicadas.

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Questão 27 de 27 Q1336365 Q40 da prova

Assinale a alternativa que representa corretamente ao termo responsável para completar a lacuna: A ___________ de piso é um planejamento que estabelece como será o desenho do piso de determinado cômodo. A partir dessa etapa, é montada uma estratégia para fazer a instalação ou o assentamento da melhor forma possível, criando uma direção para que as peças se encaixem adequadamente.

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