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Prova Agente Educacional - Cuidador de Crianças, Jovens, Adultos e Idosos - Pref. Bauru/SP
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Questão 1 de 40 Q1796586 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

Com base na leitura e interpretação do texto, assinale a alternativa CORRETA:

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Questão 2 de 40 Q1796588 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

Assinale a alternativa CORRETA:

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Questão 3 de 40 Q1796590 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

No trecho do primeiro parágrafo do texto “A primeira provocação ele aguentou calado.” O termo em destaque exerce a função de:

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Questão 4 de 40 Q1796592 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

No fragmento do primeiro parágrafo do texto “Na verdade, gritou e esperneou.” Os verbos em destaque se classificam RESPECTIVAMENTE como:

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Questão 5 de 40 Q1796594 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

A oração em destaque “Não reclamou porque não era disso.” Acarreta a ideia de:

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Questão 6 de 40 Q1796596 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

No fragmento do primeiro parágrafo “E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão”, as vírgulas estão sendo empregadas porque:

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Questão 7 de 40 Q1796598 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

No enunciado “Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça..”, o verbo em destaque está flexionado em qual modo e tempo verbais?

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Questão 8 de 40 Q1796600 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões 01 a 08.

PROVOCAÇÕES

A primeira provocação ele aguentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.
A segunda provocação foi a alimentação que lhe deram, depois do leite da mãe. Uma porcaria. Não reclamou porque não era disso.
Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme.
Era de boa paz.
Foram lhe provocando por toda a vida.
Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.
Na cidade, para onde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme, firme.
Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. E a ajuda não ajudava.
Estavam lhe provocando.
Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça. Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa. Terra era o que não faltava.
Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo.
Concluiu que era provocação. Mais uma.
Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto a aceitar provocação.
Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.
Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, horrorizadas com ele:
- Violência, não.

Assinale a alternativa em que as palavras completam CORRETAMENTE e RESPECTIVAMENTE os espaços em branco.

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Questão 9 de 40 Q1796601 Q9 da prova

Assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE e RESPECTIVAMENTE a acentuação dos vocábulos em destaque: “Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo ano... Então protestou.”

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Questão 10 de 40 Q1796603 Q10 da prova

Assinale a alternativa que explica o uso da crase no fragmento: “Não pôde ir à escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. Mas aí lhe tiraram a roça.”

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Questão 11 de 40 Q1796605 Q11 da prova

No Pronto Socorro do Hospital Boa Saúde há 15 pacientes para serem atendidas, 02 secretárias para preencherem as fichas de atendimento, 01 médico para atender os pacientes e 02 enfermeiras. Se escolhermos 01 pessoa destas citadas aleatoriamente, qual é a probabilidade de ser um paciente para o atendimento?

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Questão 12 de 40 Q1796607 Q12 da prova

Dona Isabel trabalha de voluntária em uma creche e está confeccionando presentes para o Natal das crianças. Ela e três amigas estão trabalhando na confecção 04 dias na semana, e conseguem produzir 140 presentes. Se dona Isabel convidar mais três amigas para ajudar e trabalharem mais um dia por semana, quantos presentes conseguirão produzir aproximadamente?

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Questão 13 de 40 Q1796609 Q13 da prova

Cuidadores são profissionais de extrema relevância às escolas e às famílias. Dessa forma, 10 profissionais cuidadores precisam de 24 dias para visitarem todas as casas de 04 bairros de uma cidade, que a empresa Alfa atende, em quanto tempo um quinto da equipe consegue visitar as mesmas casas?

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Questão 14 de 40 Q1796611 Q14 da prova

Uma garrafa de certa bebida possui 2,4 litros, desta bebida que será servida aos convidados participantes de um ensaio teatral. A bebida será servida em copos de 80 ml. Qual será a quantidade necessária de copos?

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Questão 15 de 40 Q1796613 Q15 da prova

Na Escola Municipal Cora Coralina, Vera é cuidadora de uma adolescente. As aulas são de 45 minutos e são 06 aulas diárias, durante 05 dias da semana. Lembrando que a cuidadora Vera acompanha a aluna no intervalo da escola que corresponde a 15min diários e, também acompanha a aluna na saída da escola para aguardar a mãe que busca a aluna, também é uma espera de 15 minutos diários. Quantas horas Vera estará com a aluna na escola semanalmente?

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Questão 16 de 40 Q1796615 Q16 da prova

Em uma Empresa que confecciona uniformes para cuidadores, há tecidos com cores e medidas diferentes para fazer alguns detalhes nos uniformes: tecido branco com 240 cm; tecido bege com 180 cm e tecido azul claro com 280 cm. Será necessário cortar os tecidos em pedaços iguais e maiores possíveis, e não deixar sobrar. Qual deverá ser o comprimento máximo de cada tecido?

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Questão 17 de 40 Q1796617 Q17 da prova

A Escola Municipal Alfa.Ômega comprou produtos de limpeza em grande quantidade. Assim, a diretora da escola solicitou às funcionárias que dividissem o desinfetante e o sabão líquido em pequenos frascos. Em cada frasco com 1 só tipo de produto e todos os frascos contendo a mesma quantidade de ingredientes, sendo essa quantidade a maior possível. Assim, os dois produtos foram divididos em frascos pequenos. Sabendo que a quantidade a ser dividida é de 1,8 litros de desinfetante e 3,8 litros de sabão líquido. O número de frascos de sabão líquido irá superar o número de frascos com desinfetante em quantos frascos?

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Questão 18 de 40 Q1796619 Q18 da prova

Alice foi para a rodoviária, pois iria viajar para o Rio de Janeiro. Chegando na rodoviária percebeu que havia 03 Empresas de Ônibus que faziam o percurso para o seu destino. O ônibus da Empresa Ouro chega a cada 50 minutos; Da Empresa Cobre chega a cada 60 minutos; Da Empresa Diamante chega a cada 45 minutos. Neste dia que Alice estava na rodoviária às 7 horas chegaram os ônibus das 03 Empresas ao mesmo tempo. A que horas esta situação será repetida, neste mesmo dia?

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Questão 19 de 40 Q1796621 Q19 da prova

Considerando a PA (a1, a2, ......... a 11) a soma dos termos é igual a 88, assim qual é o valor de a 6?

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Questão 20 de 40 Q1796623 Q20 da prova

Carmem olhou no relógio que representava uma circunferência e percebeu que estava atrasada para seu compromisso. O relógio de ponteiro marcava 15h35min. Qual é a medida do menor ângulo formado entre os ponteiros do relógio?

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Questão 21 de 40 Q1796625 Q21 da prova

Sobre os servidores públicos, assinale a alternativa CORRETA, de acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil:

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Questão 22 de 40 Q1796628 Q22 da prova

Sobre o processo administrativo no âmbito municipal, assinale a alternativa CORRETA:

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Questão 23 de 40 Q1796629 Q23 da prova

Marque a alternativa CORRETA a respeito do regime disciplinar, previsto pela Lei Municipal nº 3.781/94:

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Questão 24 de 40 Q1796631 Q24 da prova

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a Lei nº 1.574/1971, que estabelece o regime jurídico dos funcionários do Município de Bauru:

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Questão 25 de 40 Q1796634 Q25 da prova

Marque a alternativa CORRETA de acordo com a Lei Municipal nº 3.781/1994, que dispõe sobre o regime disciplinar do servidor público do Município de Bauru:

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Questão 26 de 40 Q1796636 Q26 da prova

Marque a alternativa CORRETA de acordo com a Lei Municipal nº 5.804/2009, que regula os atos e processos administrativos no âmbito da Administração Pública Municipal:

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Questão 27 de 40 Q1796638 Q27 da prova

De acordo com a Lei nº 1.574/1971, que estabelece o regime jurídico dos funcionários do Município de Bauru, assinale a alternativa CORRETA:

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Questão 28 de 40 Q1796640 Q28 da prova

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a Lei nº 4.830/2002, que regulamenta o Regime de Previdência Social dos Servidores Públicos Efetivos do Município de Bauru:

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Questão 29 de 40 Q1796642 Q29 da prova

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, assinale a alternativa CORRETA:

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Questão 30 de 40 Q1796644 Q30 da prova

De acordo com a Lei Municipal nº 5.999/2010, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Salário - PCCS, dos servidores específicos da área da educação do município, bem como reenquadra os respectivos cargos, reconfigura as carreiras, cria nova grade salarial, dispõe sobre a cessação do pagamento das gratificações e adicionais e institui jornadas de trabalho, assinale a alternativa CORRETA:

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Questão 31 de 40 Q1796645 Q31 da prova

“O azeite de oliva tem sido um dos vilões da lista do supermercado dos brasileiros nos últimos meses. O item, que é essencial para preparo de pratos ou temperar saladas, acumula alta de até 80% em importadoras do produto nos últimos 12 meses.” O texto acima faz referência aos preços elevados do azeite de oliva no mercado, ao longo do ano 2023, potencializado:

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Questão 32 de 40 Q1796648 Q32 da prova

“No final de semana, dias 8 e 9 de junho de 2024, o Aeródromo Municipal Comandante João Ribeiro de Barros, onde fica o Aeroclube de Bauru, no interior de São Paulo, sediou o tradicional evento Arraiá Aéreo – Inspirando Gerações, desta vez com o tema “Voando junto com o Rio Grande do Sul”. O texto acima refere-se ao Arraiá Aéreo, que neste ano completou sua:

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Questão 33 de 40 Q1796650 Q33 da prova

“O sonho de milhares de torcedores e o objetivo do Noroeste de retornar à Primeira Divisão, desde a sua última passagem, em 2011, virou realidade. O Norusca carimbou seu passaporte à Série A1 em 2025, a Elite do Paulistão, após vencer jogo nos pênaltis, depois de um empate de 1 a 1 no tempo normal. Nos pênaltis, o Alvirrubro venceu por 4 a 3.” Contra qual clube de futebol o Noroeste conquistou a vaga para retornar a Série A1 do Paulistão?

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Questão 34 de 40 Q1796651 Q34 da prova

“O Palmeiras concretizou a venda de Estêvão ao Chelsea na manhã deste sábado 22 de junho de 2024. O alto valor da negociação, incluindo metas, é histórica para o Verdão e supera a negociação que levou Endrick ao Real Madrid. O valor da negociação, incluindo metas, chega a cerca de:

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Questão 35 de 40 Q1796653 Q35 da prova

“O dono do Twitter, anunciou na segunda-feira, 24 de julho de 2023, a implementação de mais uma atualização na plataforma. Agora, o Twitter muda de nome e passa a se chamar X. A rede será potencializada por inteligência artificial. O Twitter mudou de nome, pois o dono da plataforma, planeja alterar toda a identidade visual da rede social e criar um “Super App”. A vontade de le é de que a X seja uma rede integrada de vídeos, áudios, mensagens, compras online etc.” Qual o nome do dono da rede social citada acima?

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Questão 36 de 40 Q1796655 Q36 da prova

“Onda de calor: classificada como uma das mais intensas, ocorrida em novembro de 2023, com temperatura de até 5°C acima da média, cidades do centro-oeste paulista superam 40°C e ficam entre as mais quentes do país.” Na onda de calor citada acima, o centro-oeste paulista teve duas cidades entre as mais quentes do Brasil, as quais superaram a barreira dos 40ºC. Foram elas:

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Questão 37 de 40 Q1796657 Q37 da prova

“As incomuns chuvas torrenciais em Dubai causaram inundações nas modernas rodovias e caos no aeroporto em abril deste ano, depois que uma tempestade provocou um recorde de precipitação.” Qual o principal motivo apontado por climatologista para que tenha piorado as condições da tempestade em 2024?

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Questão 38 de 40 Q1796659 Q38 da prova

“Moradores do centro de São Paulo relatam falta de energia na manhã da 5ª feira (21.mar.2024). O apagão, na 2ª feira (18.mar), afetou a Santa Casa e bairros na capital paulista. A empresa responsável pelo fornecimento de energia, disse ter normalizado o serviço na 3ª feira (19.mar), mas informou ainda trabalhar na estabilização do serviço para algumas residências.” O texto refere-se ao apagão ocorrido na cidade de São Paulo em março deste ano de 2024. Qual a empresa responsável pelo fornecimento de energia na capital paulista?

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Questão 39 de 40 Q1796661 Q39 da prova

“Após semanas de intensa atividade sísmica, um vulcão entrou em erupção na península de Reykjanes. Cerca de 4 mil pessoas foram evacuadas da cidade pesqueira de Grindavik, e o spa geotérmico Blue Lagoon, nas proximidades do local, foi fechado.” No fim de 2023, foi declarado estado de emergência na região acima citada, após uma série de tremores ter despertado uma erupção vulcânica. Qual país o texto se refere?

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Questão 40 de 40 Q1796663 Q40 da prova

O terremoto principal teve uma magnitude de 7,6 e causou o desabamento de casas, além de destruir estradas. As autoridades do país acionaram alertas de tsunami e instruíram dezenas de milhares de pessoas que vivem na região costeira a abandonarem suas casas e buscarem locais mais elevados. O texto refere-se ao evento ocorrido em janeiro de 2024, na cidade de Kanazawa, província de Ishikawa, localizada:

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