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Prova Agente de Vigilância Sanitária - Pref. Bragança/PA
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Questão 1 de 15 Q1591258 Q1 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Sobre o conceito de ritmo circadiano só é correto se afirmar que:

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Questão 2 de 15 Q1591260 Q2 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Segundo o texto, o mecanismo circadiano:

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Questão 3 de 15 Q1591261 Q3 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

O especialista Russell Foster utiliza um recurso figurativo de linguagem na passagem da opção:

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Questão 4 de 15 Q1591264 Q4 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Para Russell Foster, quem nos orienta a entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia é:

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Questão 5 de 15 Q1591265 Q5 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

O gênero textual a que pertence o texto foi corretamente mencionado na opção:

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Questão 6 de 15 Q1591267 Q6 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

A finalidade desse gênero textual apontado por você na questão anterior é, portanto:

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Questão 7 de 15 Q1591269 Q7 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Temos uma passagem em discurso direto reproduzida no:

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Questão 8 de 15 Q1591270 Q8 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Essa passagem em discurso direto foi reproduzida com a finalidade de:

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Questão 9 de 15 Q1591272 Q9 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Em “Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo” (5º parágrafo), a opção que contém uma palavra relacional que liga as orações é:

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Questão 10 de 15 Q1591273 Q10 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Sobre a passagem “Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente.” (4º parágrafo), transpondo a oração para a voz passiva analítica a nova redação será:

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Questão 11 de 15 Q1591275 Q11 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Ainda sobre o trecho “Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente.” (4º parágrafo), a correta transitividade do termo destacado é:

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Questão 12 de 15 Q1591276 Q12 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Assinale a única opção em que a ocorrência da crase foi utilizada totalmente incorreta:

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Questão 13 de 15 Q1591278 Q13 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Em uma das opções abaixo, a regência verbal está inapelavelmente inadequada de acordo com a norma-padrão, assinale-a:

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Questão 14 de 15 Q1591280 Q14 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

Assinale a opção abaixo em que ocorreu um erro de colocação pronominal:

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Questão 15 de 15 Q1591281 Q15 da prova
Ritmo circadiano: o que é e como funciona
Por que temos fome perto da hora do almoço e sentimos sono ao anoitecer?
1 A resposta está no nosso ritmo circadiano — popularmente conhecido como relógio biológico —, que regula as atividades diárias do organismo num período de (aproximadamente) 24 horas.
2 Este mecanismo interno está presente em todos os seres vivos — e mantém nosso corpo funcionando dentro de um cronograma, dia e noite, onde quer que você esteja.
3 "Essencialmente, é a representação biológica interna de um dia", explica Russell Foster, professor de neurociência circadiana da Universidade de Oxford, no Reino Unido, à BBC Radio 4.
4 "Ele oferece uma estrutura temporal para nossa biologia funcionar efetivamente. Temos que entregar a substância certa, nas concentrações certas, para os órgãos certos, na hora certa do dia. E é nosso relógio biológico, nosso sistema circadiano, que nos permite essa organização temporal, essa estrutura temporal."
5 Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações que acontecem no nosso organismo — na temperatura corporal, na pressão arterial, nos níveis de hormônio, na produção de urina, na frequência cardíaca, e por aí vai.
6 E assim nos orienta em relação à melhor hora do dia para determinadas atividades, como dormir, comer e pensar.
7 Nosso ritmo circadiano é regido por um relógio-mestre localizado no cérebro — mais especificamente, no núcleo supraquiasmático (NSQ), dentro do hipotálamo.
8 E cada célula do corpo, por sua vez, tem seu próprio relógio, os chamados relógios periféricos, que seguem o ritmo do relógio-mestre.
9 "O relógio-mestre age um pouco como o maestro de uma orquestra, produzindo uma batida temporal regular, a partir da qual todas as bilhões de células do corpo, em todos os sistemas de órgãos do corpo, coordenam esta atividade rítmica e a alinham à rotação da Terra de 24 horas", explica o especialista.
10 Mas nosso relógio interno não tem exatamente 24 horas. De acordo com Foster, os ponteiros giram um pouco mais rápido ou devagar, dependendo do indivíduo.
11 Para sermos mais precisos, um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, mostrou que o ritmo circadiano tem em média 24 horas e 11 minutos — com base no monitoramento diário dos hormônios e da temperatura corporal dos participantes.
12 Por isso, é preciso acertar diariamente os ponteiros do nosso relógio-mestre, de modo que fiquem em sincronia com as 24 horas do dia.
13 E é a nossa exposição diária à luz do Sol — ou melhor, ao ciclo natural claro (dia) / escuro (noite) — que nos mantém sincronizados com o mundo exterior, ajustando nosso relógio interno.
14 A vantagem adaptativa de ter um relógio interno é permitir que nosso organismo antecipe certos eventos previsíveis — como o ciclo de sono-vigília e as refeições, por exemplo — e se prepare para eles.
15 Quando anoitece, nosso corpo se prepara para descansar, e começa a produzir melatonina, o hormônio do sono. Ao amanhecer, no entanto, libera cortisol para que a gente desperte.

No trecho “Ele dita, portanto, o ritmo de praticamente todas as oscilações...” (5º parágrafo), o valor semântico do termo em destaque é:

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