Um novo concurso do Banco Central deve ser autorizado em breve. De acordo com informações internas no governo, o Ministério da Gestão e da Inovação prepara a liberação de 140 vagas para a autarquia.
Do total, 20 serão para a carreira de procurador do Banco Central, em seleção unificada com outras carreiras jurídicas da Advocacia-Geral da União. As demais 120 oportunidades serão destinadas ao quadro técnico do banco.
As 120 vagas devem contemplar a carreira de auditor (antigo cargo de analista). O requisito é nível superior e, após o reajuste mais recente, a remuneração inicial é de R$ 18.033,52.
A expectativa é que a portaria de autorização seja publicada junto com outros concursos federais já previstos, com divulgação até 3 de julho.
Outros órgãos que podem receber aval
- Receita Federal: 100 vagas;
- Advocacia-Geral da União (AGU): 150 vagas;
- Controladoria-Geral da União (CGU): 60 vagas;
- Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD): 50 vagas.
Também há estudos para novos provimentos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em paralelo, seguem processos para nomeação de excedentes para o cargo de analista por meio da segunda edição do Concurso Nacional Unificado, além de tratativas para um novo edital.
Último concurso do Banco Central
O edital mais recente do Banco Central foi publicado em 2024, com 300 vagas no total: 100 imediatas e 200 para cadastro de reserva.
As oportunidades foram distribuídas entre as seguintes áreas do então cargo de analista (atual auditor):
- Economia e Finanças Públicas: 50 vagas imediatas e 100 para cadastro de reserva;
- Tecnologia da Informação (TI): 50 vagas imediatas e 100 para cadastro de reserva.
Em ambas as áreas, exigiu-se nível superior em qualquer formação. A banca organizadora foi o Cebraspe, e a seleção incluiu prova objetiva, prova discursiva, sindicância de vida pregressa, avaliação de títulos e o Programa de Capacitação (Procap).
Concurso para procurador: última seleção
O último concurso para procurador do Banco Central ocorreu em 2013, com 15 vagas no total: 14 para Brasília (DF) e uma para Belém (PA). A organização também ficou a cargo do Cebraspe (à época, Cespe/UnB).
A avaliação contemplou prova objetiva, inscrição definitiva, três provas discursivas, prova oral, títulos e curso de formação. A prova objetiva cobrou conteúdos em três grupos:
- Grupo 1: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Econômico, Direito Financeiro e Direito Tributário - 40 questões;
- Grupo 2: Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Empresarial, Direito Internacional Público e Privado - 35 questões;
- Grupo 3: Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho e Direito Previdenciário - 25 questões.
As informações podem ser atualizadas até a publicação das portarias oficiais.
































