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Prova Técnico Administrativo - Câmara de Paraíba do Sul/RJ
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Questão 1 de 36 Q2290168 Q1 da prova

Considerando o alinhamento das funções administrativas aos níveis estratégico, tático e operacional, a característica que melhor distingue a função de planejamento em nível estratégico em relação aos demais níveis é sua ênfase em:

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Questão 2 de 36 Q2290169 Q2 da prova

A Curva ABC classifica os itens de estoque em três categorias (A, B e C). A categoria A é a de maior relevância gerencial, sendo composta por itens que, geralmente, representam:

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Questão 3 de 36 Q2290171 Q3 da prova

Referente ao julgamento das contas anuais do Prefeito Municipal de Paraíba do Sul e conforme as disposições da Lei Orgânica Municipal, em hipótese de rejeição das contas pela Câmara Municipal exige-se que o voto seja proferido por:

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Questão 4 de 36 Q2290173 Q4 da prova

A Lei Orgânica do Município de Paraíba do Sul estabelece, no âmbito do Processo Legislativo, quais são os agentes com capacidade de deflagrar a fase de iniciativa de leis ordinárias e complementares, ressalvadas as hipóteses de iniciativa privativa. Tendo em vista o princípio democrático e a participação popular, a alternativa que apresenta a combinação correta dos sujeitos que são legalmente habilitados a exercer tal iniciativa é:

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Questão 5 de 36 Q2290176 Q6 da prova

De acordo com o que estabelece a Lei Orgânica do Município de Paraíba do Sul, a nomeação e a exoneração dos Secretários Municipais constituem uma atribuição de natureza política e administrativa que compete:

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Questão 6 de 36 Q2290178 Q7 da prova

No âmbito do Poder Legislativo do Município de Paraíba do Sul, a Resolução e o Decreto Legislativo são atos normativos de competência exclusiva da Câmara, sem a sanção do Prefeito. A principal diferença de conteúdo entre essas duas espécies de atos reside no fato de que a Resolução se destina a:

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Questão 7 de 36 Q2290180 Q8 da prova

A Certidão, como espécie de ato administrativo documental da Câmara Municipal de Paraíba do Sul, possui a característica de ser uma declaração:

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Questão 8 de 36 Q2290182 Q9 da prova

A gestão de documentos é um pilar da transparência e eficiência administrativa. O Plano de Classificação de Documentos (PCD) é um instrumento técnico essencial utilizado pela Câmara Municipal de Paraíba do Sul, como em outros órgãos públicos, para organizar a totalidade dos documentos produzidos e recebidos, independentemente do suporte. O principal método de organização empregado na construção e na aplicação de um Plano de Classificação de Documentos para o contexto de um órgão público do Poder Legislativo, como a Câmara, é aquele que reflete a estrutura de suas atividades, sendo fundamental para a recuperação e destinação final dos documentos. Diante disso, o princípio fundamental que orienta a organização no âmbito da gestão arquivística de uma Câmara Municipal é:

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Questão 9 de 36 Q2290184 Q10 da prova

No contexto da gestão documental da Câmara do Município de Paraíba do Sul, a principal finalidade da Tabela de Temporalidade de Documentos é:

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Questão 10 de 36 Q2290186 Q11 da prova

Um procedimento fundamental para a adequada formação e andamento de processos administrativos na Câmara Municipal de Paraíba do Sul é a juntada de documentos e processos. A técnica que consiste em reunir, de forma definitiva, um ou mais documentos a um processo principal, passando a constituir parte inseparável deste, é corretamente denominada:

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Questão 11 de 36 Q2290187 Q12 da prova

Considerando os objetivos e a aplicação do Plano de Classificação de Documentos no ambiente de trabalho da Câmara Municipal de Paraíba do Sul, o principal benefício que esse instrumento oferece à gestão arquivística é o de:

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Questão 12 de 36 Q2290191 Q14 da prova

Dentre as modalidades de inventário físico utilizadas na gestão patrimonial pública, aquela que se distingue por manter a contagem e a verificação dos bens de forma contínua e em ciclos curtos, verificando grupos específicos de bens em intervalos regulares sem a necessidade de paralisação total das atividades para uma única contagem anual é o:

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Questão 13 de 36 Q2290192 Q15 da prova

No contexto da gestão de materiais e estoques, a codificação é um processo subsequente e dependente da classificação do material. A principal finalidade da codificação de materiais é:

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Questão 14 de 36 Q2290194 Q16 da prova

Considerando o processo licitatório na Câmara Municipal de Paraíba do Sul sob a égide da Lei nº 14.133/2021, o procedimento adotado na modalidade Pregão, no qual a habilitação dos licitantes ocorre após o julgamento das propostas, é uma característica central da fase denominada:

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Questão 15 de 36 Q2290196 Q17 da prova

Dentre as modalidades licitatórias previstas na Lei nº 14.133/2021, aquela que foi extinta com a entrada em vigor da nova lei e cujas contratações, agora, se enquadram predominantemente na modalidade Concorrência ou no Pregão, a depender do objeto e do valor, era a denominada:

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Questão 16 de 36 Q2290197 Q18 da prova

O ato utilizado para atribuir título de cidadão honorário a quem atender ao disposto no Regimento Interno é:

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Questão 17 de 36 Q2290199 Q19 da prova

Havendo necessidade, as Comissões Permanentes poderão realizar reuniões extraordinárias, cuja convocação é de competência do:

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Questão 18 de 36 Q2290201 Q20 da prova

A competência para emitir parecer sobre temas relacionados à seguridade social, de acordo com o Regimento Interno, é da Comissão de:

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Questão 19 de 36 Q2290202 Q21 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

O texto apresenta traços característicos do gênero:

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Questão 20 de 36 Q2290204 Q22 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

No texto, a analogia feita à extensão geográfica ("área equivalente ao tamanho da França") serve para:

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Questão 21 de 36 Q2290206 Q23 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

“A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta” (1º parágrafo). No contexto, o verbo em destaque pode ser classificado como:

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Questão 22 de 36 Q2290207 Q24 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

“A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma” (2º parágrafo). A expressão em destaque indica a:

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Questão 23 de 36 Q2290209 Q25 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

Em “Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas” (4º parágrafo), a expressão em destaque é utilizada para:

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Questão 24 de 36 Q2290211 Q26 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

Ao afirmar que “as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração” (4º parágrafo), o autor do texto:

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Questão 25 de 36 Q2290212 Q27 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

Ao afirmar que “a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos chama atenção” (4º parágrafo), pode-se inferir que:

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Questão 26 de 36 Q2290214 Q28 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

Em “As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia” (5º parágrafo), se a forma verbal estivesse flexionada no futuro do pretérito do indicativo, seria:

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Questão 27 de 36 Q2290216 Q29 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

“Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda - 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica” (6º parágrafo). Nesse trecho, as duas palavras são, respectivamente, classificadas como:

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Questão 28 de 36 Q2290217 Q30 da prova
Texto I
Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú
A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa. A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas. A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira. De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração. As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024. Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas. Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025

“A mineração, também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas” (6º parágrafo). Em termos sintáticos, a expressão em destaque pode ser classificada como:

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Questão 29 de 36 Q2290219 Q31 da prova

No que diz respeito à organização e arquitetura de computadores, na operação com notebooks e microcomputadores, existem dispositivos que atuam exclusivamente na entrada, outros somente na saída e uma terceira categoria, que pode tanto na entrada, fornecendo dados a serem processados, como na saída, mostrando os dados já processados, em momentos distintos. Dois exemplos de dispositivos que operam exclusivamente na entrada dos dados a serem processados são:

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Questão 30 de 36 Q2290221 Q32 da prova

O Windows 11 BR disponibiliza um gerenciador de objetos com a função de facilitar a tarefa dos usuários do sistema operacional na manipulação das pastas e arquivos necessários ao processamento, de forma flexível, fácil e rápida. Desta forma, estando na Área de Trabalho desse sistema, para ter acesso ao ambiente do gerenciador, executa-se um atalho de teclado suportado pelo Windows 11 BR. Nesse contexto, o nome pelo qual é conhecido esse gerenciador e o atalho de teclado são, respectivamente:

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Questão 31 de 36 Q2290222 Q33 da prova

O sistema operacional representa um software fundamental que funciona como um intermediário entre o hardware do computador e os programas e utilizadores, gerindo recursos como memória, processador e dispositivos de entrada/saída, e fornecendo uma interface amigável para a execução de aplicações. Nesse contexto, o Linux é um termo usado para classificar o núcleo do S.O., conhecido como kernel, sendo um dos mais usados no mundo, ao lado do Windows e do MacOS/iOS. Distribuições Linux ou "distros" são sistemas operacionais completos criados a partir do kernel Linux e um conjunto de softwares adicionais como o sistema de inicialização, gerenciadores de pacotes e aplicações, que formam uma experiência personalizada para o usuário. Essas “distros” variam para atender diferentes necessidades, desde servidores e desenvolvimento de software até o uso doméstico e a segurança cibernética, combinando o kernel com diferentes interfaces gráficas e ferramentas. Dois exemplos de “distros” Linux são:

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Questão 32 de 36 Q2290226 Q36 da prova

Um funcionário da Câmara Municipal de Paraíba do Sul - RJ está trabalhando em um notebook Intel com Windows 11 BR (x64), atualizando o arquivo PALESTRA.PPTX e utiliza o software Impress do pacote LibreOffice 2.8.11 em português. No momento, encontra-se em modo de edição no slide de número 15. Tendo concluído a alteração de uma figura, executou um atalho de teclado para exibir a apresentação de slides a partir do slide atual, de número 15. Para finalizar, resolveu verificar a ortografia e gramática de todo o documento e, para isso, pressionou uma tecla de função para realizar essa tarefa. Nesse contexto, o atalho de teclado e a tecla de função são, respectivamente:

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Questão 33 de 36 Q2290227 Q37 da prova

A segurança da informação está relacionada a uma série de boas práticas focadas especialmente em garantir a proteção dos dados de instituição, a mitigação dos riscos e a adequação às leis vigentes. A segurança da informação baseia-se em pilares, sendo dois deles descritos a seguir. I. Está diretamente relacionado ao sigilo dos dados, sendo que seu princípio básico estabelece que as informações serão “tratadas” apenas pelas pessoas para as quais o acesso foi fornecido. II. Está diretamente relacionado à veracidade da informação durante todo o seu ciclo de vida, sendo que seu princípio básico estabelece que as informações permanecem imutáveis quando estão em repouso ou durante sua transmissão. Esses pilares são conhecidos, respectivamente, como:

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Questão 34 de 36 Q2290229 Q38 da prova

Atualmente, é comum os computadores e celulares utilizarem as redes de computadores para acesso à internet e navegação em sites e redes sociais. Para isso empregam dois serviços essenciais em rede de TI, configurados nos roteadores: o primeiro envia informações que os clientes precisam para se comunicarem com outras máquinas e serviços, funcionando como um protocolo de rede, que atribui dinâmica e automaticamente endereços IP e outras configurações de rede, como máscara de sub-rede e gateway padrão a dispositivos clientes. Utiliza uma arquitetura cliente-servidor, tendo como principal objetivo automatizar a gestão de endereços IP para evitar conflitos, erros manuais e o desperdício de endereços, tornando a administração de redes mais eficiente. Já o segundo serviço está diretamente associado ao nome de domínio, que é a URL que o usuário digita e que é convertida para um endereço IP em um servidor, como 192.168.100.25, por exemplo, para que seja devolvida em uma página correspondente, garantindo aos servidores, clientes e serviços serem encontrados por seus nomes ou endereços URL, como o da Câmara Muncipal de Paraíba do Sul, https://www.cmps.rj.gov.br/site/. Os serviços descritos são conhecidos, respectivamente, pelas siglas:

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Questão 35 de 36 Q2290231 Q39 da prova

Os browsers Microsoft Edge, Google Chrome e Firefox Mozilla são bastante utilizados na navegação por sites da internet em notebooks e microcomputadores. Nessa atividade, enquanto um atalho de teclado tem por objetivo adicionar ou editar um favorito, outro tem por finalidade abrir uma pequena janela, que vai possibilitar a inserção de uma “string”, seja palavra ou frase, visando a realização de uma busca ou pesquisa na página de um site que está em exibição na tela do navegador. Esses atalhos de teclado são, respectivamente:

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Questão 36 de 36 Q2290232 Q40 da prova

Redes Sociais são plataformas digitais que permitem comunicação, interação e compartilhamento de informações entre usuários conectados. São serviços baseados na web, que possibilitam a criação de um perfil público dentro de um sistema, a articulação de uma lista com outros usuários dentro de uma conexão, além da visualização e navegação da lista de conexões. Três exemplos de redes sociais, a primeira focada em comunicação, a segunda em interações e a terceira em microblogging são, respectivamente:

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