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Prova Professor I - Pref. Nova Friburgo/RJ
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Questão 1 de 17 Q1047887 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Mediação, o melhor caminho para educar

Há quem diga que educar hoje seja mais difícil do que fora nas gerações anteriores. No entanto, sabe-se que educar sempre foi uma tarefa complexa e exaustiva, que exige do educador perseverança e porosidade. Sobretudo, porque não é razoável simplesmente transferir a educação recebida para os filhos e os alunos, como também não é sábio descartar a tradição, como se ela não estivesse presente nos valores de quem educa. No entanto, não é difícil concluir que os ensinamentos que precisamos manter, como legado civilizatório para o bom convívio social, são aqueles fundamentais relacionados aos princípios básicos e aos valores humanos inegociáveis. O mundo mudou e os jovens e as crianças não são mais os mesmos de “antigamente”. Independentemente das mudanças observadas no mundo, do estilo de vida e da quantidade de informações oferecidas, ainda é basilar e necessário ensiná-los a ser honestos, éticos, justos. A respeitar o outro e a sonhar com a vida que se deseja ter, para se sentir agente da própria existência. Evidentemente que nessa mediação educacional não se pode perder de vista que educar é frustrar e também provocar desejos. E o caminho entre os dois não é nada fácil. Há momentos em que ele se bifurca, uma vez que o pressuposto saudável na educação é apresentar ao jovem a vida como ela é. E isso exige afastar a tentação de proteger a cria em demasia ou se acautelar para liberá-la para os sustos da vida ou evitar que se enfie goela abaixo o modelo de vida do educador. Por incrível que pareça, o conflito é bem-vindo no processo educativo, porque ele impõe o diálogo (adequado a cada faixa etária), a análise de pontos de vista divergentes e a tentativa de algum ponto de conciliação. A formação do caráter de um jovem bem mediada não passa, em hipótese alguma, na tentativa pretensiosa e onipotente de tentar evitar a frustração. Isso é impossível. Nem de frustrar de forma repressora como tentativa de privar o jovem do desejo para que ele sofra a duras penas para aprender a viver. A mediação educativa consistente é aquela que educa com sabedoria o desejo daquele que precisa enfrentar a vida e o mundo. E educar o desejo não é dizer o que desejar, mas ajudar a criança e o jovem a reconhecer seus desejos. O mais difícil talvez seja transmitir às crianças a coragem de desejar com sabedoria. E sonhar com sabedoria é também ensinar que viver alucinadamente em torno apenas do desejo não é liberdade, é escravidão. E não viver alguns desejos nem sempre é precaução, pode ser covardia diante da vida. Mediar a educação é talvez autorizar o educando (ou ensinar) a dizer sim e não para os momentos mais custosos e decisivos da vida em que não se pode vacilar. E também reforçar que não há na vida um desejo único, superior ou dominante. Mesmo quando a vida parece plena e alegre nunca estaremos protegidos do surgimento de desejos novos. Ajudar a reconhecer os desejos para abraçá-los ou para recusá-los, se não explica o sentido de ser e de estar no mundo, ajuda a afastar a sombra do sem-sentido.

De acordo com a leitura do texto depreende-se que

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Questão 2 de 17 Q1047888 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Mediação, o melhor caminho para educar

Há quem diga que educar hoje seja mais difícil do que fora nas gerações anteriores. No entanto, sabe-se que educar sempre foi uma tarefa complexa e exaustiva, que exige do educador perseverança e porosidade. Sobretudo, porque não é razoável simplesmente transferir a educação recebida para os filhos e os alunos, como também não é sábio descartar a tradição, como se ela não estivesse presente nos valores de quem educa. No entanto, não é difícil concluir que os ensinamentos que precisamos manter, como legado civilizatório para o bom convívio social, são aqueles fundamentais relacionados aos princípios básicos e aos valores humanos inegociáveis. O mundo mudou e os jovens e as crianças não são mais os mesmos de “antigamente”. Independentemente das mudanças observadas no mundo, do estilo de vida e da quantidade de informações oferecidas, ainda é basilar e necessário ensiná-los a ser honestos, éticos, justos. A respeitar o outro e a sonhar com a vida que se deseja ter, para se sentir agente da própria existência. Evidentemente que nessa mediação educacional não se pode perder de vista que educar é frustrar e também provocar desejos. E o caminho entre os dois não é nada fácil. Há momentos em que ele se bifurca, uma vez que o pressuposto saudável na educação é apresentar ao jovem a vida como ela é. E isso exige afastar a tentação de proteger a cria em demasia ou se acautelar para liberá-la para os sustos da vida ou evitar que se enfie goela abaixo o modelo de vida do educador. Por incrível que pareça, o conflito é bem-vindo no processo educativo, porque ele impõe o diálogo (adequado a cada faixa etária), a análise de pontos de vista divergentes e a tentativa de algum ponto de conciliação. A formação do caráter de um jovem bem mediada não passa, em hipótese alguma, na tentativa pretensiosa e onipotente de tentar evitar a frustração. Isso é impossível. Nem de frustrar de forma repressora como tentativa de privar o jovem do desejo para que ele sofra a duras penas para aprender a viver. A mediação educativa consistente é aquela que educa com sabedoria o desejo daquele que precisa enfrentar a vida e o mundo. E educar o desejo não é dizer o que desejar, mas ajudar a criança e o jovem a reconhecer seus desejos. O mais difícil talvez seja transmitir às crianças a coragem de desejar com sabedoria. E sonhar com sabedoria é também ensinar que viver alucinadamente em torno apenas do desejo não é liberdade, é escravidão. E não viver alguns desejos nem sempre é precaução, pode ser covardia diante da vida. Mediar a educação é talvez autorizar o educando (ou ensinar) a dizer sim e não para os momentos mais custosos e decisivos da vida em que não se pode vacilar. E também reforçar que não há na vida um desejo único, superior ou dominante. Mesmo quando a vida parece plena e alegre nunca estaremos protegidos do surgimento de desejos novos. Ajudar a reconhecer os desejos para abraçá-los ou para recusá-los, se não explica o sentido de ser e de estar no mundo, ajuda a afastar a sombra do sem-sentido.

Em “E isso exige afastar a tentação de proteger a cria em demasia ou se acautelar para liberá-la para os sustos da vida ou evitar que se enfie goela abaixo o modelo de vida do educador.” (3º§) A palavra “acautelar” pode ser substituída sem alteração de sentido por

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Questão 3 de 17 Q1047889 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Mediação, o melhor caminho para educar

Há quem diga que educar hoje seja mais difícil do que fora nas gerações anteriores. No entanto, sabe-se que educar sempre foi uma tarefa complexa e exaustiva, que exige do educador perseverança e porosidade. Sobretudo, porque não é razoável simplesmente transferir a educação recebida para os filhos e os alunos, como também não é sábio descartar a tradição, como se ela não estivesse presente nos valores de quem educa. No entanto, não é difícil concluir que os ensinamentos que precisamos manter, como legado civilizatório para o bom convívio social, são aqueles fundamentais relacionados aos princípios básicos e aos valores humanos inegociáveis. O mundo mudou e os jovens e as crianças não são mais os mesmos de “antigamente”. Independentemente das mudanças observadas no mundo, do estilo de vida e da quantidade de informações oferecidas, ainda é basilar e necessário ensiná-los a ser honestos, éticos, justos. A respeitar o outro e a sonhar com a vida que se deseja ter, para se sentir agente da própria existência. Evidentemente que nessa mediação educacional não se pode perder de vista que educar é frustrar e também provocar desejos. E o caminho entre os dois não é nada fácil. Há momentos em que ele se bifurca, uma vez que o pressuposto saudável na educação é apresentar ao jovem a vida como ela é. E isso exige afastar a tentação de proteger a cria em demasia ou se acautelar para liberá-la para os sustos da vida ou evitar que se enfie goela abaixo o modelo de vida do educador. Por incrível que pareça, o conflito é bem-vindo no processo educativo, porque ele impõe o diálogo (adequado a cada faixa etária), a análise de pontos de vista divergentes e a tentativa de algum ponto de conciliação. A formação do caráter de um jovem bem mediada não passa, em hipótese alguma, na tentativa pretensiosa e onipotente de tentar evitar a frustração. Isso é impossível. Nem de frustrar de forma repressora como tentativa de privar o jovem do desejo para que ele sofra a duras penas para aprender a viver. A mediação educativa consistente é aquela que educa com sabedoria o desejo daquele que precisa enfrentar a vida e o mundo. E educar o desejo não é dizer o que desejar, mas ajudar a criança e o jovem a reconhecer seus desejos. O mais difícil talvez seja transmitir às crianças a coragem de desejar com sabedoria. E sonhar com sabedoria é também ensinar que viver alucinadamente em torno apenas do desejo não é liberdade, é escravidão. E não viver alguns desejos nem sempre é precaução, pode ser covardia diante da vida. Mediar a educação é talvez autorizar o educando (ou ensinar) a dizer sim e não para os momentos mais custosos e decisivos da vida em que não se pode vacilar. E também reforçar que não há na vida um desejo único, superior ou dominante. Mesmo quando a vida parece plena e alegre nunca estaremos protegidos do surgimento de desejos novos. Ajudar a reconhecer os desejos para abraçá-los ou para recusá-los, se não explica o sentido de ser e de estar no mundo, ajuda a afastar a sombra do sem-sentido.

No trecho “[...] porque ele impõe o diálogo (adequado a cada faixa etária), a análise de pontos de vista divergentes e a tentativa de algum ponto de conciliação.” (3º§), os parênteses foram usados para

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Questão 4 de 17 Q1047890 Q4 da prova

Os pronomes são importantes na construção do texto, pois evitam a repetição de palavras, favorecendo, assim, a fluidez do texto. A partir dessa consideração, assinale a alternativa cujo pronome retoma o nome indicado.

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Questão 5 de 17 Q1047893 Q7 da prova

A partir das considerações do autor, assinale a afirmativa correta quanto à mediação.

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Questão 6 de 17 Q1047894 Q8 da prova

No fragmento “Nem de frustrar de forma repressora como tentativa de privar o jovem do desejo para que ele sofra a duras penas para aprender a viver.” (4º§), a expressão “para que” exprime a ideia de:

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Questão 7 de 17 Q1047895 Q9 da prova

A respeito do uso do acento grave, indicador de crase, em “O mais difícil talvez seja transmitir às crianças a coragem de desejar com sabedoria.” (4º§), assinale a afirmativa correta.

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Questão 8 de 17 Q1047896 Q10 da prova

O verbo haver no trecho “Há momentos em que ele se bifurca, uma vez que o pressuposto saudável na educação é apresentar ao jovem a vida como ela é.” (3º§) está no singular, pois

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Questão 9 de 17 Q1047897 Q11 da prova

Juliana comprou um celular por R$ 4.560,00 dividido em 12 vezes sem juros. Por ser muito ansiosa, resolveu pagar as parcelas do aparelho da seguinte forma: primeira parcela no valor de R$ 600,00 e as demais parcelas diminuindo seu valor conforme uma progressão aritmética (PA) até a última parcela, que terá o valor de R$ 160,00. Assim, o módulo da razão desta PA que descreve o valor das parcelas paga por Juliana é:

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Questão 10 de 17 Q1047899 Q13 da prova

Andressa encomendou uma sapateira para decorar sua casa a um marceneiro. A sapateira tem 6 prateleiras horizontais, de tamanhos diferentes, dispostas conforme a imagem. A distância vertical entre duas prateleiras vizinhas é y = 15 cm e a última prateleira tem 120 centímetros de comprimento. Neste caso, a soma do comprimento de todas as seis prateleiras é:

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Questão 11 de 17 Q1047900 Q14 da prova

Os alunos de uma turma de último ano do ensino médio fizeram um simulado para se prepararem para a prova do ENEM. Após realizarem a primeira prova, que tinha um total de 50 questões para serem feitas em um tempo de uma hora e meia, muitos alunos reclamaram com o coordenador que o tempo que tiveram para realizar a prova não havia sido suficiente e que para completar a prova precisariam de mais 30 minutos. Assim, o coordenador resolveu alterar o tempo de prova e aproveitou para adicionar mais algumas questões. Para um segundo simulado, o número de questões passou a ser 60. Sendo assim, para que se atenda a reivindicação dos alunos, de forma proporcional ao solicitado por eles no primeiro simulado, quanto tempo o coordenador deverá disponibilizar aos alunos para este segundo simulado?

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Questão 12 de 17 Q1047902 Q16 da prova

Sobre o papel do Município e sua previsão na Constituição Federal de 1988, considere as afirmativas que se seguem e assinale a correta.

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Questão 13 de 17 Q1047903 Q17 da prova

Ao futuro servidor do Município de Nova Friburgo, é imprescindível conhecer a ordem social estabelecida na Constituição Federal de 1988 e o papel que cabe à municipalidade na prestação de serviços públicos essenciais aos cidadãos. Sobre a educação, analise as afirmativas a seguir. I. O Município de Nova Friburgo tem o dever de atuar prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil. II. O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo, motivo pelo qual o Poder Judiciário pode obrigar o Município de Nova Friburgo a fornecer vaga em creche municipal. III. Pode o Município de Nova Friburgo estabelecer que, em escolas municipais, o ensino religioso, de matrícula obrigatória, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas. Está correto o que se afirma em

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Questão 14 de 17 Q1047904 Q18 da prova

No ano de 2031, o Prefeito recém-eleito de Nova Friburgo, participando de uma audiência pública no Município do Rio de Janeiro, entra em debate com certo Vereador friburguense, também presente no evento. Na acalorada discussão, o Vereador profere ataques pessoais ao Prefeito, acusando-o de desvio de dinheiro público e proferindo diversas palavras de baixo calão quanto à sua pessoa. Afirmou, ainda, que na condição de Presidente da Câmara Municipal, irá publicar resolução, de sua autoria, determinando a instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito, a fim de comprovar suas alegações e condenar o Prefeito pelos supostos crimes cometidos. Considerando a situação hipotética, mantido o regramento atual que se tem sobre os temas abordados, é correto afirmar que

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Questão 15 de 17 Q1047905 Q19 da prova

Analise as afirmativas a seguir. I. João, não sendo agente público, não estará sujeito às disposições da legislação federal que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos atos de improbidade administrativa, ainda que tenha induzido ou concorrido para a prática de tais atos. II. A Fundação Dom João VI, fundação pública do Município de Nova Friburgo, por não ser integrante da Administração Direta, não se subordina às disposições da Lei de Acesso à Informação. III. Em se tratando de processo administrativo instaurado com base na Lei de Processo Administrativo na Administração Federal, é obrigatória a assistência das partes por advogado em todos os atos. Está correto o que se afirma em

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Questão 16 de 17 Q1047906 Q20 da prova

A Lei Federal nº 14.133/2021 foi promulgada no sentido de atualizar o regramento geral sobre licitações e contratos administrativos. Uma das importantes novidades trazidas pela novel legislação foi a extinção da modalidade de licitação denominada

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Questão 17 de 17 Q1047910 Q25 da prova

A Lei Municipal nº 4.637/2018 normatiza os distritos, em sua divisão administrativa. Sobre os distritos, previstos na Lei Orgânica de Nova Friburgo -RJ, analise as afirmativas a seguir. I. Distrito é a parte do território do município com extensão relativamente representativa e com condições específicas, dividida para fins administrativos de circunscrição territorial e de jurisdição municipal, geograficamente delimitada e com denominação específica. II. São distritos do município de Nova Friburgo -RJ, dentre outros: Riograndina; Campo do Coelho; Amparo; Lumiar; Conselheiro Paulino; e, São Pedro da Serra. III. São requisitos para a criação de distritos no Município de Nova Friburgo -RJ população, eleitorado e arrecadação não inferiores à sexta parte exigida para a criação do Município; existência, na povoação-sede, de pelo menos quatro mil e quinhentas moradias, escola pública, posto de saúde e posto policial. IV. A criação, organização, supressão ou fusão de distritos depende de lei, independentemente de consulta plebiscitária às populações interessadas. Está correto o que se afirma em

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