Na Educação Integral, o ensino do texto literário deve estar focado na literatura como
O posicionamento da autora quanto às variantes linguísticas e suas implicações para o ensino de Língua Portuguesa é de defesa da
Considere o excerto a seguir: Uma postura de genuíno respeito ao saber linguístico da(o) aluna(o) deve estar intrinsecamente ligada ao compromisso ético de garantir que[1] a(o) estudante compreenda a diversidade linguística que[2] nos constitui, e tenha a oportunidade de ter um ensino de língua de qualidade teórica, pedagógica e humana. Isso significa criar as condições adequadas para que[3] ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, e possa conhecer, apropriar-se e fazer uso do que[4] alguns autores convencionaram chamar de dialeto -padrão. Sobre a análise morfossintática dos elementos linguísticos destacados, é correto afirmar:
Leia e analise o excerto a seguir: Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015). O fragmento destacado classifica-se como oração
Considere o excerto a seguir: O que se deve buscar nessa leitura, como nos adverte o grande mestre Paulo Freire, é “uma compreensão crítica do ato de ler, [...]”. Na oração destacada, o sujeito é
Para não repetir, no ensino de literatura, as exclusões históricas denunciadas por Gina Ponte, é fundamental saber distinguir as diferentes formas como os povos indígenas foram representados – ou se autorrepresentam – na literatura brasileira. Reconhecendo as disputas de autoria, voz e perspectiva que marcam essas produções literárias, assinale a opção em que se estabelece, corretamente, a distinção entre a literatura indianista, a indigenista e a indígena.
O TEXTO 1 defende que a escola precisa romper com uma tradição pedagógica excludente e construir uma prática de ensino em sintonia com as concepções de sujeito, língua/linguagem e texto como processos históricos e sociais. Uma abordagem pedagógica alicerçada nessa perspectiva se sustenta na ideia de que a língua/linguagem
Ao propor que as(os) estudantes compreendam a gramática de sua própria língua e tenham acesso ao chamado dialeto -padrão como instrumento de cidadania e participação social, a autora revela uma concepção de gramática que
No excerto a seguir, observam-se traços de linguagem inclusiva e elementos sintáticos que se afastam das prescrições gramaticais da norma -padrão. A opção de reescrita que converge para os critérios da norma -padrão e mantém o sentido original do excerto é:
Considere o excerto a seguir: A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. Parte desta proposta pedagógica envolvia estigmatizar as(os) estudantes das camadas mais populares, desqualificando os seus dialetos, os seus registros linguísticos, e apresentando o Português como uma língua dominada apenas por um grupo seleto. Também é importante relacionar essa concepção de ensino de língua com a nossa herança colonial. Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015). A construção textual do excerto, considerando o cotexto em que ele foi inserido, orienta-se para
Considere o excerto a seguir: [...] significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, [...]. A partir desse excerto, depreende-se que o ensino de Língua Portuguesa pode
No excerto a seguir, observa-se um padrão recomendado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, no que diz respeito à citação de vozes alheias. O que se deve buscar nessa leitura, como nos adverte o grande mestre Paulo Freire, é “uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo” (Freire, 1989, p. 23). O modo de citação empregado nesse excerto é
Considere o excerto a seguir: Uma postura de genuíno respeito ao saber linguístico da(o) aluna(o) deve estar intrinsecamente ligada ao compromisso ético de garantir que a(o)[1] estudante compreenda a diversidade linguística que nos[2] constitui, e tenha a oportunidade de ter um ensino de língua de qualidade teórica, pedagógica e humana. Isso[3] significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas[4] convenções e regras de funcionamento, e possa conhecer, apropriar-se e fazer uso do que alguns autores convencionaram chamar de dialeto -padrão, não como um dialeto superior ao seu, mas como o dialeto necessário ao exercício da cidadania, necessário para que essa(esse) estudante conquiste melhores e mais amplas condições de participação social, política e cultural. Entre os elementos linguísticos em destaque, o termo encapsulador está indicado em
Analise o emprego das vírgulas destacadas nos excertos a seguir: [...] o que a humanidade foi construindo como saber ,[1] como experiência ,[1] como conhecimento ,[1] como marco civilizatório [...] Por muitos anos ,[2] o país construiu uma proposta pedagógica de ensino de Língua Portuguesa muito mais sustentada [...] [...] utilizar a própria língua de forma escrita do que para fortalecer ,[3] de fato ,[3] os seus saberes e conhecimentos sobre ela [...] Se a língua é o nosso instrumento mais importante de significação, representação e relação com o mundo ,[4] a forma como a escola ensina essa língua será decisiva [...]. Assinale a opção em que se justifica, adequada e respectivamente, o uso da vírgula nos casos numerados em cada excerto.
Considere o excerto a seguir: A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. Parte desta proposta pedagógica envolvia estigmatizar as(os) estudantes das camadas mais populares, desqualificando os seus dialetos, os seus registros linguísticos, [...] O fragmento destacado evidencia a heterogeneidade enunciativa constitutiva, pois
Sobre a literatura negra ou afro -brasileira, assinale a opção correta.
A literatura brasileira, ao longo dos séculos, tem sido reflexo das transformações sociais, históricas e culturais do país. Diversos são os autores que contribuíram, em diferentes momentos e com distintas abordagens, para a problematização de temas como gênero, identidade, relações de poder e construção social da subjetividade, revelando a complexidade da experiência humana e a necessidade de uma abordagem inclusiva no ensino de literatura. A partir dessas considerações, analise as descrições a seguir: I Suas obras inovaram a estrutura narrativa ao usar a ironia como ferramenta de crítica social, desestabilizando discursos dominantes sobre classe e poder. No conto “Pílades e Orestes”, a relação entre os personagens é apresentada com forte carga emocional e interdependência, cabendo ao leitor crítico interpretar se o que os une é o amor, o desejo ou o interesse. II Em um romance naturalista considerado pioneiro na abordagem de temas transgressores à época, o autor expõe o preconceito e a violência contra corpos dissidentes em uma sociedade rigidamente normatizada. A obra retrata a relação entre um marinheiro e um jovem grumete, sendo uma das primeiras manifestações literárias a tensionar os limites das convenções sociais do século XIX. III Explorou de forma intensa e subjetiva as experiências afetivas e existenciais de personagens marginalizados, frequentemente atravessados pela fluidez do desejo e pela incerteza identitária. Seus contos tornaram-se referência na literatura queer brasileira ao problematizar o não pertencimento e a angústia da exclusão. IV Construiu narrativas que evidenciam a opressão e a busca por autonomia feminina, utilizando personagens femininas que transitam entre o desejo e a repressão social. No romance As Meninas, o entrelaçamento de perspectivas evidencia conflitos de gênero e poder durante a ditadura militar. V Sua literatura flerta com o fantástico e com a exploração de arquétipos femininos, em um universo em que o feminino ora se impõe como resistência, ora se vê subjugado pelo patriarcado. No conto “A Moça Tecelã”, apresenta um olhar sensível sobre a complexidade das relações interpessoais e as imposições sobre as mulheres. VI Em sua obra Amora, revisita e ressignifica experiências femininas e queer por meio de contos que desafiam a heteronormatividade e evidenciam a pluralidade da experiência de ser mulher no Brasil contemporâneo. As descrições acima referem-se, respectivamente, aos seguintes autores e às suas obras:
Considere a coletânea de excertos a seguir: Fio partido Fugir à mágoa terrena, E ao sonho, que faz sofrer, Deixar o mundo sem pena Será morrer? [...] Jesus, este voo infindo, Há de me amparar nos braços, Enquanto eu direi sorrindo Quebrei meus laços! (Auta de Souza) Trovas Um passarinho no laço Prendi com satisfação... Qualquer dia estou prendendo Teu amor na minha mão. Outro dia, meu amigo, Um rico mimo te dei... Peço agora que me voltes O beijo que te mandei. (Palmyra Wanderley) Meu poema parnasiano nº 1 “Que linda manhã parnasiana... Que vontade de escrever versos metrificados Contadinhos nos dedos… Chamar de reserva todas as rimas Em - or - para rimar com amor... Todas as rimas em - ade - pra rimar com saudade... Todas as rimas em - uz - pra rimar com Jesus, cruz, luz... Enfeitar de flores de afeto um soneto ajustadinho Todo trancado na sua chave de ouro... Remexo os velhos livros... “Ah! que saudades eu tenho Da aurora da minha vida Da minha infância querida...” Zim... (ligaram um dínamo de milhares de cavalos E as polias giram e as máquinas abafam o último verso da quadrinha...)” (Jorge Fernandes) Um poema é um poema é um poema um seridó é um seridó é um seridó um potengi é o potengi é o potengi o fluminense é o fluminense é o fluminense um abc é um santa cruz é um são paulo é o abc um flamengo é um vasco é botafogo fogo fogofogo uma cidade é uma cidade é um rio natal caicó de janeiro um poema é um poema é um poema é um poema/processo um três é um quatro é um cinco é um seis é um sete é um oito (Moacy Cirne) A poesia potiguar, segundo proposta sistematizada por Constância Lima Duarte e Diva Cunha, na obra Literatura do Rio Grande do Norte, percorre quatro grandes fases: formação, transição, modernismo e vertentes contemporâneas. A partir dos excertos colacionados, é possível observar transformações temáticas e formais nesse percurso histórico -literário. Com base nesses versos e em aspectos de cada fase, assinale a opção correta.
Considere as seguintes obras representativas da prosa literária potiguar: I Opúsculo Humanitário, de Nísia Floresta. II A Princesa de Bambuluá, de Câmara Cascudo. III Rua da Estrela, de Nei Leandro de Castro. IV Francisca, de Ana Cláudia Trigueiro. Analise as afirmativas, relacionando obras e autores indicados em cada item, e assinale a opção correta.
A coerência de um texto passa pela união de fatores linguísticos, discursivos, cognitivos, culturais e interacionais. Dentro da multiplicidade de fatores encontrados no TEXTO 2,
A partir das recomendações apresentadas no TEXTO 2, infere-se que
No cenário contemporâneo, transformações nas práticas de leitura, escrita e comunicação no contexto digital se somam à diversidade de gêneros digitais e à ampliação dos espaços virtuais, exigindo do ensino de Língua Portuguesa uma reconfiguração curricular que contemple práticas multimodais e colaborativas. Considerando as implicações dessas mudanças, analise as afirmativas a seguir, sobre o conceito de letramento digital e seu impacto no ensino de Língua Portuguesa, e assinale a opção correta.

































