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Prova Professor de Educação Básica II - História - Pref. Brejo dos Santos/PB
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Questão 1 de 6 Q2284704 Q43 da prova

O período da história do Brasil posterior a 1945 e, mais especialmente, após 1961, foi marcado pelo amadurecimento da participação social e por medidas nacionalistas por parte do Estado. Setores conservadores e alinhados ao capital estrangeiro reagiram e disso resultou o Golpe Civil-Militar de 1964. Para abordar tais questões em sala de aula, algumas questões devem ser consideradas, entre as quais:

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Questão 2 de 6 Q2284708 Q45 da prova

O financiamento da educação no Brasil é um tema que envolve muitos debates. A mobilização social tem sido responsável por avanços, os quais, no entanto, são periodicamente ameaçados por políticas privatistas. Sobre tais questões, é correto afirmar que:

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Questão 3 de 6 Q2284711 Q47 da prova

“Os grupos subalternizados não foram simples objetos da colonização, mas sujeitos históricos ativos, que reelaboraram práticas culturais, religiosas e políticas em contextos de dominação.” (DARCY RIBEIRO; SÉRGIO BUARQUE DE HOLANDA; ALENCASTRO). Com base nas interpretações historiográficas clássicas (Francisco Adolfo de Varnhagen, Capistrano de Abreu, Gilberto Freyre, Caio Prado Júnior, Florestan Fernandes e Nelson Werneck Sodré) e nas perspectivas críticas contemporâneas (História Social, Cultural e estudos subalternos), analise as proposições: I. A historiografia de Varnhagen, marcada pelo paradigma imperial e eurocêntrico do século XIX, concebeu indígenas e africanos como elementos secundários ou obstáculos ao “projeto civilizador” português, negando-lhes agência histórica. II. Capistrano de Abreu avançou ao reconhecer a importância dos indígenas e africanos para a formação histórica brasileira, mas manteve um enfoque estrutural centrado na colonização portuguesa, sem incorporar plenamente as experiências subalternas como sujeitos históricos autônomos. III. Gilberto Freyre destacou a centralidade das relações culturais entre portugueses, indígenas e africanos, valorizando a mestiçagem e os processos de adaptação mútua. Contudo, sua interpretação tende a suavizar as violências coloniais, privilegiando uma leitura harmonizadora das relações raciais. IV. Caio Prado Júnior, Florestan Fernandes e Nelson Werneck Sodré romperam com as interpretações anteriores ao enfatizarem as estruturas econômicas, sociais e raciais da colonização, destacando a formação dependente e a permanência das hierarquias raciais como elementos estruturantes da sociedade brasileira. V. As perspectivas contemporâneas da História Social e Cultural — influenciadas por E. P. Thompson, Roger Chartier e pelos estudos subalternos e pós-coloniais — radicalizaram a crítica ao centro colonial, evidenciando estratégias de resistência, agência política e reelaboração cultural de indígenas, africanos e seus descendentes, conectando passado colonial e racismo estrutural contemporâneo. VI. A historiografia brasileira do século XX, de modo geral, ignorou a temática da resistência subalterna, tratando-a apenas como fenômeno folclórico, sem impacto na formação nacional. Após análise das proposições, é correto o que se afirma em:

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Questão 4 de 6 Q2284712 Q48 da prova

A história dos movimentos sociais brasileiros revela articulações entre lutas locais e processos globais, atravessando temporalidades coloniais, imperiais e republicanas, e transformando o espaço público por meio de estratégias coletivas. Analise as afirmativas a seguir: I. Rebeliões escravas e indígenas no período colonial e movimentos sociais no Império (como a Sabinada e a Balaiada) já evidenciavam formas de resistência coletiva anteriores ao século XX, desmentindo a visão evolucionista de movimentos sociais “modernos”. II. O Movimento Operário (fins do XIX e início do XX), Negro (1930 –1970), Feminista (1910 –1980), Indígena e Ambientalista (1970) e MST (1984) expressam agendas distintas, mas articuladas por demandas por cidadania, redistribuição e reconhecimento. III. Esses movimentos contribuíram para a Constituição de 1988, para políticas públicas de saúde, educação e igualdade racial, e para a ampliação da esfera pública democrática. IV. Os movimentos sociais foram incapazes de formar alianças amplas e produzir efeitos duradouros, mantendo-se restritos a reivindicações setoriais e episódicas. V. A redemocratização dos anos 1980 consolidou um campo de ação coletiva no qual movimentos se articularam em frentes amplas, como na campanha Diretas Já. Após análise das afirmativas, é correto o que se afirma em:

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Questão 5 de 6 Q2284714 Q49 da prova

“O regime instaurado em 1964 conjugou autoritarismo político e modernização econômica, gerando um modelo de desenvolvimento concentrador e repressivo.” (FAUSTO; FERREIRA & DELGADO; SKIDMORE). Analise as proposições a seguir: I. O regime utilizou Atos Institucionais, especialmente o AI-5 (1968), para concentrar poderes no Executivo, fechar o Congresso e institucionalizar a censura e a repressão. II. A censura não foi apenas restritiva: ao incentivar metáforas, ironias e linguagens indiretas, gerou um campo de produção cultural resistente e sofisticado. III. O “Milagre Econômico” (1968 –1973) promoveu crescimento acelerado e infraestrutura, mas aprofundou desigualdades regionais e dependência externa, sem democratização econômica. IV. A abertura política foi ampla, irrestrita e participativa desde os primeiros anos da ditadura, expressando um modelo de transição de base popular. V. A repressão e a vigilância cotidiana produziram formas de autocensura e controle social, redefinindo sociabilidades públicas e privadas. É correto o que se afirma em:

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Questão 6 de 6 Q2284716 Q50 da prova

“A Constituição de 1988 assegura a liberdade de consciência e crença, garantindo proteção aos cultos religiosos” (CF/1988, art. 5º). “O movimento Diretas Já mobilizou amplos setores sociais, evidenciando a reconfiguração do espaço público e o protagonismo da sociedade civil.” Analise as afirmativas a seguir: I. A liberdade religiosa de 1988 institucionaliza o princípio da laicidade estatal, mas não elimina tensões históricas entre religião e esfera pública, sobretudo em um país marcado pela hegemonia católica e pela expansão de novas denominações. II. Setores religiosos tiveram atuação ambígua no processo de redemocratização, participando tanto de mobilizações progressistas (como setores da Igreja Católica ligados à Teologia da Libertação) quanto de resistências conservadoras. III. A Constituição de 1988 não impede o debate público de temas religiosos, permitindo que religiões influenciem discussões legislativas, educacionais e morais — o que gera tensões entre liberdade e laicidade. IV. A redemocratização foi um processo linear, sem resistência militar ou desigualdades regionais, garantindo a aplicação imediata dos direitos constitucionais. V. As religiões atuam no Brasil contemporâneo como atores políticos relevantes, disputando espaços institucionais e legislativos. Após análise das proposições, é correto o que se afirma em:

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