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Questão 1 de 16Q1131490Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.
A pílula da inteligência Já existem medicamentos capazes de turbinar o cérebro ─ para você pensar, estudar e trabalhar mais e melhor. Mas até que ponto é seguro tomá-los? “Eu tinha que me preparar para um trabalho e resolvi tomar um comprimido. O resultado foi incrível. Consegui estudar 12 horas sem parar.” “Era uma época agitada na minha vida. Eu fazia faculdade de Direito, trabalhava num escritório e ainda estudava para concursos públicos. Comecei a usar um remédio que o neurologista havia receitado para a minha tia. Não tive nenhum efeito colateral e senti um belo aumento na minha concentração. Na época das provas, eu aumentava a dose.” “Fiquei mais inteligente, tudo o que estudo é mais bem aproveitado. Graças ao remédio, passei no vestibular de química e virei um dos melhores alunos da classe. Agora decidi prestar vestibular para economia. Consegui uma bolsa em um cursinho depois de ficar em 1º e 2º lugar em vários simulados. Tenho consciência de que outros estudantes também usam o remédio. Mas espero que ele não se popularize. Afinal, se todo mundo tomar, como vou me destacar?” Esses relatos são reais. Eles são pessoas normais, sem nenhum problema no cérebro. Entretanto, decidiram tomar medicamentos tarja-preta, desenvolvidos para tratar disfunções neurológicas – mas que, em pessoas saudáveis, podem provocar uma espécie de turbo mental: intensificar a atenção, a concentração, a memória ou certos tipos de raciocínio. Ou simplesmente ajudar a pensar mais, por mais tempo, sem cansar. E quem não quer isso, afinal? Um estudo recém-publicado no jornal científico Nature revela que 25% dos universitários tomam ou tomaram algum tipo de remédio para tentar aumentar seu desempenho cognitivo. E uma nova geração de medicamentos, supostamente mais segura, acendeu de vez o interesse pelas pílulas da inteligência – que cada vez mais médicos, executivos e até cientistas estão tomando. Tanto é que um grupo de neurologistas das Universidades da Califórnia, da Pensilvânia, de Cambridge e Harvard escreveu um manifesto explosivo, que está dividindo a comunidade científica. Ele defende que certos medicamentos, que hoje são tarja-preta (de venda e uso controlados), sejam totalmente liberados – para que todo mundo possa tomá-los e aumentar o próprio QI. “A engenhosidade humana nos deu meios de aprimorar nosso cérebro, com invenções como a escrita, a imprensa e a internet. Essas drogas deveriam ser encaradas da mesma forma: são coisas que a nossa espécie inventou para melhorar a si mesma”, afirmam os cientistas. Loucura? Talvez. Mas a verdade é que a maior parte das pessoas já consome substâncias para turbinar a cabeça. Quando você toma uma xícara de café para ficar mais ligado, está ingerindo cafeína – e, com isso, provocando alterações no próprio cérebro. Se acorda doente e toma um antigripal para trabalhar melhor, idem (vários remédios do tipo contêm um estimulante, fenilefrina). E tudo isso é plenamente aceito pela sociedade. Pode ser que, no futuro, as pílulas da inteligência sejam consideradas tão corriqueiras e inofensivas quanto um cafezinho.
Analise as afirmativas: I – Trovejou muito naquela noite? II – Amanhecia na cidade de Canela. III – Geara naquela região. IV – Ventou na sua mente uma ideia. De todas as alternativas acima, podemos afirmar :
Para atender a alta demanda em computadores, uma fábrica decidiu aumentar o número de produtos produzidos diariamente. Para isso, ela investiu em mais 3 máquinas, totalizando -se 8 máquinas. Sabendo-se que eram produzidos diariamente 750 computadores, haverá um aumento na produção diária de:
Uma torneira goteja sem parar, desperdiçando 2 litros de água a cada 48 minutos. Mantendo sempre esse mesmo gotejamento, o número aproximado de litros de água que serão desperdiçados em 4 horas será: