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Prova P II - História - Pref. São José dos Campos/SP
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Questão 1 de 29 Q2212000 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A moça tecelã
A moça acordava cedo e tecia com fios mágicos tudo o que precisava: luz, comida, água e até o clima. Sua vida era tranquila, e o tear era sua única companhia. Com ele, criava dias ensolarados ou chuvosos, conforme sua vontade, e vivia em paz.
Um dia, sentindo-se só, teceu um marido. No início, foi feliz, mas ele passou a exigir cada vez mais: uma casa, depois um palácio, riquezas e luxos. A moça tecia sem parar, perdendo sua alegria e liberdade. Presa à torre mais alta, ela percebeu que sua tristeza era maior que tudo o que havia criado.
Então, decidiu desfazer tudo. Desteceu o palácio, os cavalos, os criados e até o marido. Voltou à sua casa simples, onde reencontrou a paz. Escolheu uma linha clara e recomeçou seu dia, livre, serena e dona de si mesma.
Marina Colasanti, Texto Adaptado

COLASANTI, Marina. In: Contos brasileiros contemporâneos. São Paulo: Moderna, 1991

A partir da leitura do texto "A moça tecelã", é possível inferir que a protagonista vivencia um processo de transformação existencial. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta sobre o papel simbólico da "linha clara" escolhida ao final da narrativa.

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Questão 2 de 29 Q2212002 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A moça tecelã
A moça acordava cedo e tecia com fios mágicos tudo o que precisava: luz, comida, água e até o clima. Sua vida era tranquila, e o tear era sua única companhia. Com ele, criava dias ensolarados ou chuvosos, conforme sua vontade, e vivia em paz.
Um dia, sentindo-se só, teceu um marido. No início, foi feliz, mas ele passou a exigir cada vez mais: uma casa, depois um palácio, riquezas e luxos. A moça tecia sem parar, perdendo sua alegria e liberdade. Presa à torre mais alta, ela percebeu que sua tristeza era maior que tudo o que havia criado.
Então, decidiu desfazer tudo. Desteceu o palácio, os cavalos, os criados e até o marido. Voltou à sua casa simples, onde reencontrou a paz. Escolheu uma linha clara e recomeçou seu dia, livre, serena e dona de si mesma.
Marina Colasanti, Texto Adaptado

COLASANTI, Marina. In: Contos brasileiros contemporâneos. São Paulo: Moderna, 1991

Com base na leitura do texto "A moça tecelã", analise as afirmativas a seguir:
I.O ato de tecer elementos como luz, comida e clima representa uma metáfora da autossuficiência da protagonista, sugerindo que sua existência está desvinculada de qualquer dependência externa, inclusive emocional.
II.A criação do marido, seguida pela sua exigência crescente, simboliza a transformação de um desejo legítimo de companhia em uma relação de dominação, revelando como vínculos afetivos podem se tornar opressivos quando não respeitam a individualidade.
III.Ao desfazer tudo o que havia tecido, inclusive o marido, a personagem demonstra uma negação completa da experiência vivida, optando por apagar o passado em vez de integrá-lo como parte de seu processo de amadurecimento.
Está correto o que se afirma em:

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Questão 3 de 29 Q2212004 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A moça tecelã
A moça acordava cedo e tecia com fios mágicos tudo o que precisava: luz, comida, água e até o clima. Sua vida era tranquila, e o tear era sua única companhia. Com ele, criava dias ensolarados ou chuvosos, conforme sua vontade, e vivia em paz.
Um dia, sentindo-se só, teceu um marido. No início, foi feliz, mas ele passou a exigir cada vez mais: uma casa, depois um palácio, riquezas e luxos. A moça tecia sem parar, perdendo sua alegria e liberdade. Presa à torre mais alta, ela percebeu que sua tristeza era maior que tudo o que havia criado.
Então, decidiu desfazer tudo. Desteceu o palácio, os cavalos, os criados e até o marido. Voltou à sua casa simples, onde reencontrou a paz. Escolheu uma linha clara e recomeçou seu dia, livre, serena e dona de si mesma.
Marina Colasanti, Texto Adaptado

COLASANTI, Marina. In: Contos brasileiros contemporâneos. São Paulo: Moderna, 1991

Com base na análise sintática e semântica da frase "Presa à torre mais alta, ela percebeu que sua tristeza era maior que tudo o que havia criado", assinale a alternativa correta quanto ao uso da crase e à regência verbal.

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Questão 4 de 29 Q2212006 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A moça tecelã
A moça acordava cedo e tecia com fios mágicos tudo o que precisava: luz, comida, água e até o clima. Sua vida era tranquila, e o tear era sua única companhia. Com ele, criava dias ensolarados ou chuvosos, conforme sua vontade, e vivia em paz.
Um dia, sentindo-se só, teceu um marido. No início, foi feliz, mas ele passou a exigir cada vez mais: uma casa, depois um palácio, riquezas e luxos. A moça tecia sem parar, perdendo sua alegria e liberdade. Presa à torre mais alta, ela percebeu que sua tristeza era maior que tudo o que havia criado.
Então, decidiu desfazer tudo. Desteceu o palácio, os cavalos, os criados e até o marido. Voltou à sua casa simples, onde reencontrou a paz. Escolheu uma linha clara e recomeçou seu dia, livre, serena e dona de si mesma.
Marina Colasanti, Texto Adaptado

COLASANTI, Marina. In: Contos brasileiros contemporâneos. São Paulo: Moderna, 1991

Considerando os aspectos sintáticos e semânticos da pontuação empregada na frase "A moça acordava cedo e tecia com fios mágicos tudo o que precisava: luz, comida, água e até o clima.", assinale a alternativa correta.

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Questão 5 de 29 Q2212008 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A moça tecelã
A moça acordava cedo e tecia com fios mágicos tudo o que precisava: luz, comida, água e até o clima. Sua vida era tranquila, e o tear era sua única companhia. Com ele, criava dias ensolarados ou chuvosos, conforme sua vontade, e vivia em paz.
Um dia, sentindo-se só, teceu um marido. No início, foi feliz, mas ele passou a exigir cada vez mais: uma casa, depois um palácio, riquezas e luxos. A moça tecia sem parar, perdendo sua alegria e liberdade. Presa à torre mais alta, ela percebeu que sua tristeza era maior que tudo o que havia criado.
Então, decidiu desfazer tudo. Desteceu o palácio, os cavalos, os criados e até o marido. Voltou à sua casa simples, onde reencontrou a paz. Escolheu uma linha clara e recomeçou seu dia, livre, serena e dona de si mesma.
Marina Colasanti, Texto Adaptado

COLASANTI, Marina. In: Contos brasileiros contemporâneos. São Paulo: Moderna, 1991

Considere as afirmativas relacionadas à acentuação das palavras encontradas no texto. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( )ATÉ e SÓ são acentuadas por serem oxítonas terminadas em E e O, respectivamente, conforme regra geral de acentuação.
( )As palavras ÁGUA e PALÁCIO podem ser consideradas proparoxítonas aparentes, pois a sílaba tónica é seguida de um ditongo crescente.
( )MÁGICOS é acentuada por ser uma proparoxítona, ou seja, tem a antepenúltima sílaba como sílaba tônica, o que justifica o uso do acento gráfico.
Assinale a alternativa com a sequência correta:

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Questão 6 de 29 Q2212010 Q6 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 6 a 10.

A Infinita Fiadeira
A jovem aranha era diferente das outras: tecia sem parar, criando teias de beleza única, mas sem nenhuma utilidade prática. Ignorava os costumes de sua espécie, que usava as teias para caçar ou se reproduzir. Para ela, tecer era arte, não instinto. Seus pais, preocupados, tentaram fazê-la seguir os caminhos tradicionais, mas ela continuava a criar por puro prazer.
Acreditando que o problema era falta de amor, os pais organizaram um encontro. A aranha se apaixonou e mostrou ao namorado sua coleção de teias, oferecendo uma como prova de afeto. A família, frustrada, apelou ao Deus dos bichos, pedindo que ela fosse transformada em humana. E assim aconteceu: a aranha virou gente, mas continuou dizendo que fazia arte.
No mundo dos humanos, ninguém entendia o que era arte. Alguns lembravam vagamente de tempos antigos em que isso existia, mas já haviam esquecido. Ironicamente, os poucos artistas que restavam tinham sido transformados em bichos... talvez em aranhas. E assim, a fiadeira seguiu tecendo, agora como humana, sua arte sem fim.
Mia Couto − Texto Adaptado.

COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

A narrativa "A Infinita Fiadeira" apresenta uma personagem que desafia os padrões de sua espécie e, posteriormente, da sociedade humana. A partir da leitura do texto, assinale a alternativa que interpreta corretamente o papel simbólico da transformação da aranha em humana.

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Questão 7 de 29 Q2212012 Q7 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 6 a 10.

A Infinita Fiadeira
A jovem aranha era diferente das outras: tecia sem parar, criando teias de beleza única, mas sem nenhuma utilidade prática. Ignorava os costumes de sua espécie, que usava as teias para caçar ou se reproduzir. Para ela, tecer era arte, não instinto. Seus pais, preocupados, tentaram fazê-la seguir os caminhos tradicionais, mas ela continuava a criar por puro prazer.
Acreditando que o problema era falta de amor, os pais organizaram um encontro. A aranha se apaixonou e mostrou ao namorado sua coleção de teias, oferecendo uma como prova de afeto. A família, frustrada, apelou ao Deus dos bichos, pedindo que ela fosse transformada em humana. E assim aconteceu: a aranha virou gente, mas continuou dizendo que fazia arte.
No mundo dos humanos, ninguém entendia o que era arte. Alguns lembravam vagamente de tempos antigos em que isso existia, mas já haviam esquecido. Ironicamente, os poucos artistas que restavam tinham sido transformados em bichos... talvez em aranhas. E assim, a fiadeira seguiu tecendo, agora como humana, sua arte sem fim.
Mia Couto − Texto Adaptado.

COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

Considerando os elementos narrativos e simbólicos do conto "A Infinita Fiadeira", assinale a alternativa que apresenta a leitura correta sobre o contraste entre a aranha e sua espécie, e entre ela e os humanos.

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Questão 8 de 29 Q2212014 Q8 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 6 a 10.

A Infinita Fiadeira
A jovem aranha era diferente das outras: tecia sem parar, criando teias de beleza única, mas sem nenhuma utilidade prática. Ignorava os costumes de sua espécie, que usava as teias para caçar ou se reproduzir. Para ela, tecer era arte, não instinto. Seus pais, preocupados, tentaram fazê-la seguir os caminhos tradicionais, mas ela continuava a criar por puro prazer.
Acreditando que o problema era falta de amor, os pais organizaram um encontro. A aranha se apaixonou e mostrou ao namorado sua coleção de teias, oferecendo uma como prova de afeto. A família, frustrada, apelou ao Deus dos bichos, pedindo que ela fosse transformada em humana. E assim aconteceu: a aranha virou gente, mas continuou dizendo que fazia arte.
No mundo dos humanos, ninguém entendia o que era arte. Alguns lembravam vagamente de tempos antigos em que isso existia, mas já haviam esquecido. Ironicamente, os poucos artistas que restavam tinham sido transformados em bichos... talvez em aranhas. E assim, a fiadeira seguiu tecendo, agora como humana, sua arte sem fim.
Mia Couto − Texto Adaptado.

COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

Assinale a alternativa que apresenta ocorrência de desvio em relação à norma culta da língua portuguesa, considerando a modalidade escrita formal do idioma.

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Questão 9 de 29 Q2212016 Q9 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 6 a 10.

A Infinita Fiadeira
A jovem aranha era diferente das outras: tecia sem parar, criando teias de beleza única, mas sem nenhuma utilidade prática. Ignorava os costumes de sua espécie, que usava as teias para caçar ou se reproduzir. Para ela, tecer era arte, não instinto. Seus pais, preocupados, tentaram fazê-la seguir os caminhos tradicionais, mas ela continuava a criar por puro prazer.
Acreditando que o problema era falta de amor, os pais organizaram um encontro. A aranha se apaixonou e mostrou ao namorado sua coleção de teias, oferecendo uma como prova de afeto. A família, frustrada, apelou ao Deus dos bichos, pedindo que ela fosse transformada em humana. E assim aconteceu: a aranha virou gente, mas continuou dizendo que fazia arte.
No mundo dos humanos, ninguém entendia o que era arte. Alguns lembravam vagamente de tempos antigos em que isso existia, mas já haviam esquecido. Ironicamente, os poucos artistas que restavam tinham sido transformados em bichos... talvez em aranhas. E assim, a fiadeira seguiu tecendo, agora como humana, sua arte sem fim.
Mia Couto − Texto Adaptado.

COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

Assinale a alternativa em que o termo "que" exerce, em relação à sua classe gramatical, papel equivalente ao do termo destacado em "Ignorava os costumes de sua espécie, QUE usava as teias para caçar ou se reproduzir":

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Questão 10 de 29 Q2212018 Q10 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 6 a 10.

A Infinita Fiadeira
A jovem aranha era diferente das outras: tecia sem parar, criando teias de beleza única, mas sem nenhuma utilidade prática. Ignorava os costumes de sua espécie, que usava as teias para caçar ou se reproduzir. Para ela, tecer era arte, não instinto. Seus pais, preocupados, tentaram fazê-la seguir os caminhos tradicionais, mas ela continuava a criar por puro prazer.
Acreditando que o problema era falta de amor, os pais organizaram um encontro. A aranha se apaixonou e mostrou ao namorado sua coleção de teias, oferecendo uma como prova de afeto. A família, frustrada, apelou ao Deus dos bichos, pedindo que ela fosse transformada em humana. E assim aconteceu: a aranha virou gente, mas continuou dizendo que fazia arte.
No mundo dos humanos, ninguém entendia o que era arte. Alguns lembravam vagamente de tempos antigos em que isso existia, mas já haviam esquecido. Ironicamente, os poucos artistas que restavam tinham sido transformados em bichos... talvez em aranhas. E assim, a fiadeira seguiu tecendo, agora como humana, sua arte sem fim.
Mia Couto − Texto Adaptado.

COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

No trecho "Alguns lembravam vagamente de tempos antigos em que isso existia, mas já haviam esquecido", o pronome "isso" desempenha papel importante na coesão textual. Com base na norma culta da língua portuguesa e nos mecanismos de referência textual, assinale a alternativa correta.

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Questão 11 de 29 Q2212020 Q11 da prova

Em um condomínio, 30 moradores querem que seja feita uma pintura externa nos prédios, 25 querem que seja construído um depósito de coleta seletiva e 10 querem as duas coisas. Quantos moradores querem pelo menos uma dessas duas coisas?

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Questão 12 de 29 Q2212023 Q13 da prova

Durante a organização de uma campanha do agasalho, uma ONG separou as doações em duas pilhas: a pilha A com um certo número de cobertores e a pilha B com exatamente o triplo da quantidade da pilha A. Ao final da triagem, somando as duas pilhas, havia 64 cobertores prontos para entrega. Considerando essa relação entre as pilhas, quantos cobertores estão na pilha A?

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Questão 13 de 29 Q2212028 Q16 da prova

Um professor de Ciências deseja criar um relatório experimental em Word 2016 com imagens de microscopia. Para garantir que as figuras fiquem numeradas e citadas corretamente no texto, é correto afirmar que deve-se utilizar:

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Questão 14 de 29 Q2212030 Q20 da prova

Um professor deseja criar um relatório escolar com gráficos de desempenho dos alunos. Ele quer que os gráficos sejam atualizados automaticamente sempre que os dados do Excel forem alterados. É correto afirmar que, para isso, ele deve:

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Questão 15 de 29 Q2212032 Q21 da prova

Chrispino em A mediação do conflito escolar, desenvolve uma epistemologia da mediação fundamentada na distinção entre conflito destrutivo (que fragmenta relações) e conflito construtivo (que gera aprendizagem relacional). Assinale a alternativa que apresenta uma análise consistente com o referencial proposto no contexto dessa epistemologia.

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Questão 16 de 29 Q2212033 Q22 da prova

Considere o seguinte cenário:
Uma professora, ao longo do bimestre, coleta informações sistemáticas sobre o desempenho dos estudantes por meio de registros de observação, devolutivas individuais, autoavaliações e atividades diagnósticas. Em vez de utilizar os resultados apenas para atribuição de notas finais, ela reorganiza estratégias de ensino, propõe atividades diferenciadas e fornece feedback contínuo, favorecendo a autorregulação dos alunos e a melhoria progressiva de suas aprendizagens.
Essa prática caracteriza-se, conceitualmente, como:

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Questão 17 de 29 Q2212035 Q24 da prova

Uma diretora de escola municipal identifica que os índices de proficiência em matemática do 9º ano estão abaixo da média nacional. Decidida a implementar uma gestão orientada para resultados, ela elabora um plano estratégico que inclui: definição de metas claras para cada turma, acompanhamento sistemático do desempenho dos alunos, reuniões periódicas de monitoramento com professores, uso de indicadores objetivos para tomada de decisão e responsabilização da equipe pedagógica pelos resultados alcançados.
Com base nos princípios da Gestão para Resultados na Educação, essa ação da diretora caracteriza:

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Questão 18 de 29 Q2212037 Q25 da prova

A educação é responsabilidade compartilhada: escola, família e comunidade são coautores do desenvolvimento integral dos estudantes. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo.
I. A família não deve apenas acompanhar tarefas ou cobrar rendimento, mas envolver-se nos projetos pedagógicos e compreender o papel formador da escola.
II. A escola deve abrir canais permanentes de comunicação e criar espaços de participação efetiva, indo além da reunião formal e burocrática.
III. A comunidade deve trazer saberes locais, demandas sociais e práticas culturais que ampliam a visão de mundo do estudante.
Está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s) proposição(ões):

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Questão 19 de 29 Q2212039 Q26 da prova

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), instituída pela Resolução CNE/CP nº 2/2017, organiza o currículo escolar brasileiro em competências gerais e em unidades progressivas que devem orientar os objetivos de aprendizagem de cada área do conhecimento. Essas unidades correspondem à mobilização de conhecimentos, atitudes e valores em práticas cognitivas e socioemocionais que podem ser observadas e desenvolvidas pelo estudante em cada etapa da Educação Básica. Esse elemento da BNCC é denominado(a):

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Questão 20 de 29 Q2212041 Q29 da prova

Uma diretora de escola pública afirma em reunião pedagógica que a Constituição Federal de 1988 estabelece a educação como direito de todos e dever do Estado e da família, devendo ser promovida com a colaboração da sociedade. Ela ressalta que esse direito está diretamente vinculado a objetivos fundamentais, como o desenvolvimento pleno da pessoa, a cidadania e a qualificação para o trabalho, e lembra que o texto constitucional também elenca princípios que devem orientar o ensino. Considerando os dispositivos constitucionais, assinale a alternativa que expressa corretamente um desses princípios.

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Questão 21 de 29 Q2212043 Q30 da prova

O Conselho Tutelar é um órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente (art. 131 do ECA). O conselheiro tutelar, portanto, exerce função pública relevante, representando a comunidade na defesa e garantia desses direitos. De acordo com a Lei nº 8069/90 − Estatuto da Criança e do Adolescente, o exercício efetivo da função de conselheiro constituirá serviço público relevante e estabelecerá presunção de:

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Questão 22 de 29 Q2212044 Q31 da prova

No Brasil Colonial, a escravidão africana tornou-se central para a economia açucareira. Qual foi uma forma significativa de resistência dos escravizados?

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Questão 23 de 29 Q2212046 Q32 da prova

O Iluminismo influenciou decisivamente movimentos políticos no século XVIII. Qual ideia central dessa corrente pode ser observada nas revoluções burguesas?

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Questão 24 de 29 Q2212049 Q33 da prova

O fim do Império e a proclamação da República no Brasil, em 1889, resultaram de múltiplos fatores. Qual elemento teve papel decisivo nesse processo?

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Questão 25 de 29 Q2212050 Q34 da prova

Durante o Segundo Reinado, o Brasil viveu estabilidade política relativa e crescimento econômico. Qual o fator que contribuiu para essa estabilidade?

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Questão 26 de 29 Q2212052 Q35 da prova

A Primeira e a Segunda Guerra Mundial tiveram consequências políticas e econômicas globais. Qual desdobramento foi resultado direto da Segunda Guerra?

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Questão 27 de 29 Q2212054 Q36 da prova

A globalização intensificou os fluxos econômicos, culturais e ambientais em escala mundial. Qual o desafio ambiental que se destaca como consequência direta desse processo?

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Questão 28 de 29 Q2212056 Q38 da prova

Com base nas reflexões de Leila Leite Hernandez em A África na Sala de Aula: Visita à História Contemporânea, analise as assertivas a seguir.
I. A partilha da África, formalizada na Conferência de Berlim (1884-1885), impôs fronteiras artificiais que desconsideravam as divisões étnicas, culturais e linguísticas existentes no continente.
II. A colonização europeia na África teve como única motivação a "missão civilizadora", visando difundir a cultura europeia e melhorar as condições de vida das populações locais.
III. Os movimentos de independência africanos do século XX foram influenciados tanto por ideais pan-africanistas quanto pela conjuntura internacional do pós Segunda Guerra Mundial.
IV. A descolonização africana resultou em Estados politicamente estáveis e economicamente autossuficientes desde o início, sem heranças negativas do colonialismo.
Estão corretas:

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Questão 29 de 29 Q2212058 Q39 da prova

Leia os excertos a seguir sobre o trabalho com fontes históricas e, em seguida, assinale a alternativa que expressa corretamente a concepção defendida por Circe Maria Fernandes Bittencourt.
Excerto I
"As fontes históricas não são apenas documentos escritos, mas também objetos, imagens, relatos orais e materiais digitais, que precisam ser analisados em relação ao contexto de sua produção e circulação."
(BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2018, p. 168.)
Excerto II
"O trabalho com fontes históricas não pode se reduzir a uma leitura ingênua, neutra ou meramente descritiva, pois toda fonte é resultado de relações sociais e culturais específicas."
(BITTENCOURT, 2018, p. 170.)
Com base nos excertos, assinale a alternativa correta.

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