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Prova Motorista de Veículos Leves - Pref. Maravilha/SC
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Questão 1 de 22 Q2246452 Q2 da prova

Num deslocamento para entregar documentos oficiais, Júlia dirige por um túnel urbano ao meio-dia sob chuva leve. Parte da equipe pergunta se o uso das luzes é obrigatório mesmo de dia e qual luz utilizar naquele ambiente. O objetivo é padronizar a conduta dos motoristas da frota municipal para evitar autuações e aumentar a visibilidade. Durante o dia, ao transitar em túnel e sob chuva, a condutora deve manter:

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Questão 2 de 22 Q2246453 Q3 da prova

Para distribuir ofícios e insumos, a frota usa automóveis leves e, eventualmente, vans. A chefia quer confirmar as categorias mínimas de habilitação exigidas para cada veículo, evitando alocação indevida de motoristas em tarefas além da sua categoria. Observe as afirmativas.

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Questão 3 de 22 Q2246455 Q4 da prova

A oficina terceirizada entrega veículos de reserva à prefeitura. O gestor solicita que os motoristas confirmem itens essenciais antes de assumir o carro, especialmente em turnos noturnos com chuva, quando a visibilidade e a comunicação com os demais usuários dependem do bom funcionamento de alguns sistemas. Qual conjunto expressa itens/equipamentos obrigatórios a serem verificados?

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Questão 4 de 22 Q2246457 Q5 da prova

Antes de sair para uma rota de visitas domiciliares, Ana segue um checklist simples: observa pneus, verifica luzes, confere triângulo e nível de combustível. Em outra equipe, um veículo ficou imobilizado por falta de combustível, provocando transtorno no trânsito local. De acordo com o CTB, antes de circular, o condutor deve:

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Questão 5 de 22 Q2246459 Q6 da prova

Em uma operação noturna, um agente de trânsito orienta o fluxo manualmente devido a obras. O semáforo indica vermelho para a via principal, mas o agente acena para seguir. Um servidor recém-empossado pergunta se isso poderia gerar multa por 'avançar o vermelho'. Marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para afirmativas falsas.

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Questão 6 de 22 Q2246463 Q8 da prova

A equipe de motoristas da secretaria municipal recebeu orientação para operar durante um evento com ruas parcialmente bloqueadas. Em um cruzamento, há semáforo funcionando, marcações no pavimento recém-pintadas e um agente de trânsito dando ordens para desviar o fluxo por uma rua lateral. Alguns condutores demonstraram dúvida sobre qual indicação seguir primeiro quando ocorrer conflito entre sinais e ordens. Considerando a ordem de prevalência prevista no Código de Trânsito Brasileiro - CTB, avalie:

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Questão 7 de 22 Q2246465 Q9 da prova

Em serviço, Marina usa o carro da prefeitura para levar materiais a uma escola. No trajeto, o telefone toca. Um colega sugere 'só dar uma olhadinha rápida na tela'. Marina lembra que há diferença entre falar no viva-voz e 'manusear' o aparelho com o veículo em movimento. Segundo o CTB, dirigir segurando ou manuseando telefone celular caracteriza:

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Questão 8 de 22 Q2246467 Q10 da prova

Roberto conduz um carro oficial com dois servidores e um munícipe. No briefing, reforçou-se o uso do cinto inclusive no banco traseiro. Um passageiro questiona se a multa é gravíssima e se o veículo pode ser retido até todos colocarem o cinto. A chefia pede que o motorista esclareça com base na lei. Marque (V), para as afirmativas verdadeiras, e (F), para as afirmativas falsas.

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Questão 9 de 22 Q2246469 Q11 da prova

Durante uma rota para entrega de medicamentos, um veículo oficial para no meio da via por ter ficado sem combustível, gerando filas e risco de colisão. A gestão reforça a necessidade de planejamento e quer esclarecer a natureza da infração para fins educativos. Ter o veículo imobilizado na via por falta de combustível configura:

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Questão 10 de 22 Q2246471 Q12 da prova

Durante ação de vacinação móvel, carros oficiais param próximos a uma faixa elevada. Há pedestres terminando a travessia quando o semáforo abre para os veículos. Um motorista recém-contratado pergunta como agir, inclusive quando a travessia se inicia fora da faixa, mas em área sem sinalização. Quais afirmativas são corretas.

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Questão 11 de 22 Q2246473 Q13 da prova

Em área hospitalar, motoristas oficiais recebem reclamações por uso excessivo de buzina. Ao mesmo tempo, alguns não sinalizam conversões por 'pressa'. A coordenação pede observância às regras para preservar o sossego público e a segurança nas manobras. Observe as afirmativas abaixo.

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Questão 12 de 22 Q2246475 Q14 da prova

Ao deixar usuários em um posto de saúde, um motorista fica em dúvida se pode 'só esperar um minutinho' em local com placa 'Proibido Estacionar'. Outro colega lembra que embarque e desembarque têm tratamento diferente de carga e descarga e que, em alguns casos, permanecer parado pode atrapalhar o fluxo e gerar infração. Marque (V), para as afirmativas verdadeiras, e (F), para as afirmativas falsas.

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Questão 13 de 22 Q2246477 Q15 da prova

Num acesso ao prédio da prefeitura, um veículo oficial pretende dobrar à esquerda em via de duplo sentido. Há pedestres próximos à esquina e um ciclista se aproxima no sentido contrário. O condutor precisa cumprir a prioridade adequada antes de executar a conversão. Ao mudar de direção, o condutor deve:

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Questão 14 de 22 Q2246479 Q16 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 16 a 21. O chupa-cabra Já era quase noite no sítio do Seu Lobo. Estava frio, então ele, sua mulher e seus três filhos entraram para se aquecer. Parecia prudente ficar em casa mesmo. Afinal, por aquelas bandas, circulava uma história muito estranha, dessas de arrepiar os cabelos! Diziam que um ser sinistro se aproveitava da escuridão da noite para sugar o sangue de cabras, bodes, vacas, bois ou de qualquer outro animal que andasse solto. Nem gatos, cachorros e galinhas escapavam da criatura, que ninguém sabia ao certo o que era. Pelos rastros deixados no chão e na pele dos animais atacados, parecia se tratar de um bicho grande, com garras e dentes afiados. Mas o que realmente impressionava era que suas vítimas morriam sequinhas. Não lhes sobrava uma única gota de sangue! Seu Lobo tinha uma vaquinha leiteira e mais alguns poucos animais. Era o suficiente para fazer algumas trocas, ter leite fresco de manhã e seguir com sua vida no sítio. Claro que ele não queria que nenhum dos bichos da sua criação acabasse nas garras do tal... do tal... do tal chupa-cabra! Sim, assim foi apelidada a temida criatura. Era preciso fazer alguma coisa! Certa noite, Seu Lobo e seu filho mais velho, Lobinho, decidiram ficar de tocaia. As notícias eram as piores: o sítio vizinho tinha sido atacado. A coisa estava chegando perto demais. Atrás da cerca de onde os animais descansavam, pai e filho espiavam, bem escondidos. De repente, muuu... Mimosa, a vaca querida, deu o alarme. Os dois espiões deram um pulo para trás e sentiram um vento passando perto deles. Ai que medo! Tudo se deu em uma fração de segundo. Mas, rapidamente, o pai percebeu que era um ser alado. O filho viu que tinha asas de dragão. E os dois podiam jurar que a criatura apresentava pele de jacaré, pés de gente e um bico de onde saíam dois dentes caninos! Claro que era o chupa-cabra! Sem pensar duas vezes, Seu Lobo e Lobinho começaram a fazer muito barulho, ouviram dizer que os chupa-cabras tinham audição sensível, não suportavam ruídos altos. O terrível monstro deve ter se assustado realmente, porque se escondeu. Lobinho aproveitou, correu na casa e pediu para todos trazerem tampas de panelas e objetos bem barulhentos. O cortejo da família Lobo saiu decidido a combater o inimigo, que estava prestes a atacar Mimosa. Deu tudo certo, felizmente! Uns viram, outros não. Mas a história que correu foi a de que, assustado com os sons desafinados, o chupa-cabra saiu voando com suas asas que faziam um barulho de plástico no vento. Consegue imaginar?

Nesse contexto, a palavra 'realmente' tem a função de:

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Questão 15 de 22 Q2246483 Q18 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 16 a 21. O chupa-cabra Já era quase noite no sítio do Seu Lobo. Estava frio, então ele, sua mulher e seus três filhos entraram para se aquecer. Parecia prudente ficar em casa mesmo. Afinal, por aquelas bandas, circulava uma história muito estranha, dessas de arrepiar os cabelos! Diziam que um ser sinistro se aproveitava da escuridão da noite para sugar o sangue de cabras, bodes, vacas, bois ou de qualquer outro animal que andasse solto. Nem gatos, cachorros e galinhas escapavam da criatura, que ninguém sabia ao certo o que era. Pelos rastros deixados no chão e na pele dos animais atacados, parecia se tratar de um bicho grande, com garras e dentes afiados. Mas o que realmente impressionava era que suas vítimas morriam sequinhas. Não lhes sobrava uma única gota de sangue! Seu Lobo tinha uma vaquinha leiteira e mais alguns poucos animais. Era o suficiente para fazer algumas trocas, ter leite fresco de manhã e seguir com sua vida no sítio. Claro que ele não queria que nenhum dos bichos da sua criação acabasse nas garras do tal... do tal... do tal chupa-cabra! Sim, assim foi apelidada a temida criatura. Era preciso fazer alguma coisa! Certa noite, Seu Lobo e seu filho mais velho, Lobinho, decidiram ficar de tocaia. As notícias eram as piores: o sítio vizinho tinha sido atacado. A coisa estava chegando perto demais. Atrás da cerca de onde os animais descansavam, pai e filho espiavam, bem escondidos. De repente, muuu... Mimosa, a vaca querida, deu o alarme. Os dois espiões deram um pulo para trás e sentiram um vento passando perto deles. Ai que medo! Tudo se deu em uma fração de segundo. Mas, rapidamente, o pai percebeu que era um ser alado. O filho viu que tinha asas de dragão. E os dois podiam jurar que a criatura apresentava pele de jacaré, pés de gente e um bico de onde saíam dois dentes caninos! Claro que era o chupa-cabra! Sem pensar duas vezes, Seu Lobo e Lobinho começaram a fazer muito barulho, ouviram dizer que os chupa-cabras tinham audição sensível, não suportavam ruídos altos. O terrível monstro deve ter se assustado realmente, porque se escondeu. Lobinho aproveitou, correu na casa e pediu para todos trazerem tampas de panelas e objetos bem barulhentos. O cortejo da família Lobo saiu decidido a combater o inimigo, que estava prestes a atacar Mimosa. Deu tudo certo, felizmente! Uns viram, outros não. Mas a história que correu foi a de que, assustado com os sons desafinados, o chupa-cabra saiu voando com suas asas que faziam um barulho de plástico no vento. Consegue imaginar?

Considerando as regras de acentuação, analise os vocábulos presentes no trecho e marque com (V) as afirmativas verdadeiras e (F) as falsas:

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Questão 16 de 22 Q2246487 Q20 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 16 a 21. O chupa-cabra Já era quase noite no sítio do Seu Lobo. Estava frio, então ele, sua mulher e seus três filhos entraram para se aquecer. Parecia prudente ficar em casa mesmo. Afinal, por aquelas bandas, circulava uma história muito estranha, dessas de arrepiar os cabelos! Diziam que um ser sinistro se aproveitava da escuridão da noite para sugar o sangue de cabras, bodes, vacas, bois ou de qualquer outro animal que andasse solto. Nem gatos, cachorros e galinhas escapavam da criatura, que ninguém sabia ao certo o que era. Pelos rastros deixados no chão e na pele dos animais atacados, parecia se tratar de um bicho grande, com garras e dentes afiados. Mas o que realmente impressionava era que suas vítimas morriam sequinhas. Não lhes sobrava uma única gota de sangue! Seu Lobo tinha uma vaquinha leiteira e mais alguns poucos animais. Era o suficiente para fazer algumas trocas, ter leite fresco de manhã e seguir com sua vida no sítio. Claro que ele não queria que nenhum dos bichos da sua criação acabasse nas garras do tal... do tal... do tal chupa-cabra! Sim, assim foi apelidada a temida criatura. Era preciso fazer alguma coisa! Certa noite, Seu Lobo e seu filho mais velho, Lobinho, decidiram ficar de tocaia. As notícias eram as piores: o sítio vizinho tinha sido atacado. A coisa estava chegando perto demais. Atrás da cerca de onde os animais descansavam, pai e filho espiavam, bem escondidos. De repente, muuu... Mimosa, a vaca querida, deu o alarme. Os dois espiões deram um pulo para trás e sentiram um vento passando perto deles. Ai que medo! Tudo se deu em uma fração de segundo. Mas, rapidamente, o pai percebeu que era um ser alado. O filho viu que tinha asas de dragão. E os dois podiam jurar que a criatura apresentava pele de jacaré, pés de gente e um bico de onde saíam dois dentes caninos! Claro que era o chupa-cabra! Sem pensar duas vezes, Seu Lobo e Lobinho começaram a fazer muito barulho, ouviram dizer que os chupa-cabras tinham audição sensível, não suportavam ruídos altos. O terrível monstro deve ter se assustado realmente, porque se escondeu. Lobinho aproveitou, correu na casa e pediu para todos trazerem tampas de panelas e objetos bem barulhentos. O cortejo da família Lobo saiu decidido a combater o inimigo, que estava prestes a atacar Mimosa. Deu tudo certo, felizmente! Uns viram, outros não. Mas a história que correu foi a de que, assustado com os sons desafinados, o chupa-cabra saiu voando com suas asas que faziam um barulho de plástico no vento. Consegue imaginar?

Analise a concordância verbal no trecho acima e julgue as afirmativas a seguir: I. O verbo 'decidir' está flexionado no plural para concordar com o sujeito formado por dois núcleos. II. A forma verbal 'eram' está no plural para concordar com o sujeito 'as piores', que também está flexionado no plural. III. Os verbos 'descansar' e 'espiar' apresentam sujeito simples, mas não compartilham o mesmo sujeito. IV. As formas verbais 'deram' e 'sentiram' compartilham um mesmo sujeito. É correto o que se afirma em:

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Questão 17 de 22 Q2246489 Q21 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 16 a 21. O chupa-cabra Já era quase noite no sítio do Seu Lobo. Estava frio, então ele, sua mulher e seus três filhos entraram para se aquecer. Parecia prudente ficar em casa mesmo. Afinal, por aquelas bandas, circulava uma história muito estranha, dessas de arrepiar os cabelos! Diziam que um ser sinistro se aproveitava da escuridão da noite para sugar o sangue de cabras, bodes, vacas, bois ou de qualquer outro animal que andasse solto. Nem gatos, cachorros e galinhas escapavam da criatura, que ninguém sabia ao certo o que era. Pelos rastros deixados no chão e na pele dos animais atacados, parecia se tratar de um bicho grande, com garras e dentes afiados. Mas o que realmente impressionava era que suas vítimas morriam sequinhas. Não lhes sobrava uma única gota de sangue! Seu Lobo tinha uma vaquinha leiteira e mais alguns poucos animais. Era o suficiente para fazer algumas trocas, ter leite fresco de manhã e seguir com sua vida no sítio. Claro que ele não queria que nenhum dos bichos da sua criação acabasse nas garras do tal... do tal... do tal chupa-cabra! Sim, assim foi apelidada a temida criatura. Era preciso fazer alguma coisa! Certa noite, Seu Lobo e seu filho mais velho, Lobinho, decidiram ficar de tocaia. As notícias eram as piores: o sítio vizinho tinha sido atacado. A coisa estava chegando perto demais. Atrás da cerca de onde os animais descansavam, pai e filho espiavam, bem escondidos. De repente, muuu... Mimosa, a vaca querida, deu o alarme. Os dois espiões deram um pulo para trás e sentiram um vento passando perto deles. Ai que medo! Tudo se deu em uma fração de segundo. Mas, rapidamente, o pai percebeu que era um ser alado. O filho viu que tinha asas de dragão. E os dois podiam jurar que a criatura apresentava pele de jacaré, pés de gente e um bico de onde saíam dois dentes caninos! Claro que era o chupa-cabra! Sem pensar duas vezes, Seu Lobo e Lobinho começaram a fazer muito barulho, ouviram dizer que os chupa-cabras tinham audição sensível, não suportavam ruídos altos. O terrível monstro deve ter se assustado realmente, porque se escondeu. Lobinho aproveitou, correu na casa e pediu para todos trazerem tampas de panelas e objetos bem barulhentos. O cortejo da família Lobo saiu decidido a combater o inimigo, que estava prestes a atacar Mimosa. Deu tudo certo, felizmente! Uns viram, outros não. Mas a história que correu foi a de que, assustado com os sons desafinados, o chupa-cabra saiu voando com suas asas que faziam um barulho de plástico no vento. Consegue imaginar?

Observe a pontuação utilizada no trecho acima e identifique a alternativa INCORRETA.

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Questão 18 de 22 Q2246493 Q23 da prova

Uma piscina estava com 125,75 m³ de água. Após um vazamento, perdeu 38,6 m³. Em seguida, foram adicionados 12,25 m³ de água. Qual foi o volume final de água da piscina?

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Questão 19 de 22 Q2246497 Q25 da prova

Um parque de diversões cobra uma entrada fixa de R$ 5,00 por visitante e, além disso, R$ 3,00 por cada brinquedo utilizado. Um jovem gastou R$ 26,00 em sua visita. Quantos brinquedos ele utilizou?

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Questão 20 de 22 Q2246501 Q27 da prova

Durante uma expedição no inverno, um grupo de pesquisadores registrou as temperaturas ao longo de quatro dias. No primeiro dia, a temperatura foi de - 5 °C; no segundo, subiu 7 °C; no terceiro, caiu 10 °C; e, no quarto, aumentou 4 °C. Qual foi a temperatura registrada ao final do quarto dia?

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Questão 21 de 22 Q2246505 Q29 da prova

Sobre conceitos básicos, ferramentas, aplicativos e procedimentos relacionados à Internet, analise as afirmativas a seguir: I. O navegador de Internet (como Google Chrome ou Microsoft Edge) é usado para acessar páginas e sites da Web. II. O e-mail é uma ferramenta que permite enviar e receber mensagens eletrônicas, podendo anexar arquivos como fotos e documentos. III. Redes sociais e aplicativos de mensagens não fazem parte da Internet, pois funcionam apenas por meio de programas instalados no computador. IV. Ao navegar na Internet, é importante adotar cuidados de segurança, como não clicar em links suspeitos e manter um antivírus atualizado. Assinale a alternativa correta:

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Questão 22 de 22 Q2246507 Q30 da prova

O Gerenciador de Tarefas no ambiente Windows é uma ferramenta essencial para monitorar e controlar os processos e recursos do sistema. Considerando suas funcionalidades, é correto afirmar que:

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