Paciente de 42 anos apresenta-se com queixas de dores difusas pelo corpo, fadiga, sono não-repousante, parestesias de extremidades e cefaleia há cerca de 1 ano. Em relação a esse caso, cuja principal hipótese é fibromialgia,
Homem de 35 anos vem à consulta para mostrar resultado de ressonância magnética de coluna, que mostra hérnia de disco L5-S1. Ao realizar-se anamnese e exame físico, evidencia-se dor lombar baixa irradiada para
Homem de 30 anos, sem comorbidades, refere dor em região lombar à direita, após movimentar um sofá, há 3 dias. Nega febre, emagrecimento ou qualquer outra queixa. Apresenta dor e dificuldade à lateralidade e à flexão da coluna. O exame neurológico é normal. A conduta terapêutica imediata é:
O caso a seguir serve de referência para responder às questões 20 e 21.
| Mulher de 42 anos, auxiliar de produção em indústria têxtil, queixa-se de dor no ombro direito nos últimos 3 meses, de moderada a intensa, relacionada à movimentação do membro superior direito, especialmente acima de 90 graus. Procurou ajuda médica em várias ocasiões, sendo realizadas radiografias, com diagnóstico de “bursite”. Fez uso de AINHs e fisioterapia(crioterapia e TENS) com resposta temporária. Ao exame físico, apresenta dor à movimentação ativa e passiva do membro superior direito, particularmente durante a abdução e rotações, com limitação desses movimentos. O teste do “impingement” é positivo à D. |
O caso a seguir serve de referência para responder às questões 20 e 21.
| Mulher de 42 anos, auxiliar de produção em indústria têxtil, queixa-se de dor no ombro direito nos últimos 3 meses, de moderada a intensa, relacionada à movimentação do membro superior direito, especialmente acima de 90 graus. Procurou ajuda médica em várias ocasiões, sendo realizadas radiografias, com diagnóstico de “bursite”. Fez uso de AINHs e fisioterapia(crioterapia e TENS) com resposta temporária. Ao exame físico, apresenta dor à movimentação ativa e passiva do membro superior direito, particularmente durante a abdução e rotações, com limitação desses movimentos. O teste do “impingement” é positivo à D. |
Um paciente de 48 anos procura o pronto-socorro com crise aguda de artrite de primeiro metatarso do pé esquerdo. É hipertenso com bom controle e é diabético há 1 ano, também bem controlado. Relata que é seu primeiro episódio. A conduta imediata para o caso é prescrever
Mulher de 70 anos, com osteoartrite de joelhos, queixa-se de dor proto cinética e rigidez articular breve. Ao exame, IMC=31Kg/m2, varismo de joelhos, com dor e crepitação à palpação e hipotrofia de quadríceps. Em relação ao tratamento não farmacológico,
Mulher de 66 anos, com história prévia de síndrome do túnel do carpo e dedos em gatilho, evolui com síndrome do manguito rotador. Entre as comorbidades que apresenta, a que se correlaciona mais fortemente com os “reumatismos de partes moles” relatados é
Mulher de 78 anos de idade, branca, fumante, em menopausa desde os 43 anos, queixa -sede dor de forte intensidade na região lombar, ao tentar fechar uma janela emperrada, sendo levada ao Pronto Socorro. Ao exame, apresenta grande dificuldade para mover-se na cama e dor à palpação de 2 a apófise espinhosa lombar. O diagnóstico mais provável é
Em 2012, o grupo Systemic Lupus International Collaborating Clinics (SLICC) revisou e validou os critérios de classificação do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) do Colégio Americano de Reumatologia de 1997, no sentido de melhorar a relevância clínica, atendera os rigorosos requisitos metodológicos e incorporar novos conhecimentos em imunologia no LES. Com base no exposto, considere as afirmativas a seguir.
A artrite reumatoide, pelo acometimento inflamatório crônico de pequenas e gram desarticulações, pode envolver as estruturas articulares e adjacentes levando a graves perdas na funcionalidade. Dessa forma, estabelecido o diagnóstico, o tratamento deve ser iniciado o mais precocemente possível e, nesse contexto, a fisioterapia é fundamental em todas as fases da doença, pois objetiva a preservação e restauração da habilidade funcional geral, melhorando a mobilidade articular, força muscular, resistência e capacidade aeróbia. Sobre a reabilitação na artrite reumatoide,
A doença intersticial pulmonar (DIP) e a hipertensão arterial pulmonar (HAP) são complicações prevalentes na esclerose sistêmica e constituem atualmente as principais causas de morte relacionadas à doença. O reconhecimento preciso dessas condições é, portanto, de fundamental importância no manejo dos pacientes. Sobre a investigação diagnóstica dessas manifestações,
Mulher de 46 anos, iniciou um quadro de poliartrite envolvendo metacarpo falangeanas(MCFs), punhos, metatarso-falangeanas e joelhos, há 2 meses, acompanhada de rigidez matinal prologada. Procurou o reumatologista quando foi feito o diagnóstico de atrite reumatóide soronegativa (anti CCP e fator reumatoide negativos), afastadas outras possibilidades diagnósticas (DAS28 = 4.68). Iniciado metotrexato (MTX) 20mg/semana +prednisona 10mg/dia + ácido fólico 5mg/dia, retorna, após 40 dias, referindo melhora, porém ainda com artrite em 3 MCFs e no joelho direito (DAS28 = 3.84). Aumentado MTX para 25mg/semana, retorna, após 2 meses, mantendo ainda artrite na terceira MCF e no joelho direito. Seguindo as recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia 2017, aconduta mais adequada nesse caso é
Mulher, 26 anos, apresenta diagnóstico de LES cutâneo/articular há 2 anos, quando iniciou prednisona 40mg/dia e antimalárico; porém, após 4 meses, abandonou o tratamento por sentir-se bem. Retorna à consulta após 2 anos, com história de edema de membros inferiores ascendente de início há 1 mês, associado a urina espumosa. Relata estar grávida de 4 meses e, nos últimos dias, vem apresentando náuseas, vômitos e cefaléia. Ao exame, apresenta anasarca, com dificuldade de deambular, eupneica, hipocorada. Ausculta cardio -pulmonar normal, abdome sem dor à palpação, altura uterina normal para a idade gestacional estimada.Internada para avaliação clínica-laboratorial: FC = 110bpm; PA = 160 x 110mmHg. Ultrassonografia pélvica = idade gestacional de 19 semanas: Hct = 29,0%; Hb = 9,0g/dL; plaquetas = 98.000; uréia = 147mg/dL; creatinina = 3,7mg/dL; K = 5,7mEq/L; inter-relação/creatinina = 8,58; EAS: prot +++, cilindros granulosos, céreos, corpúsculos ovais; C3= 30 (40-180); C4 = 8,1 (10-40). Diante desse caso, a conduta a ser tomada pelo médico assistente é:
A compreensão da fisiopatogenia da artrite reumatoide incluindo a participação dos linfócitos Te B e citocinas pró-inflamatórias permitiu o desenvolvimento de estratégias terapêuticas eficazes, com alvos específicos nos seus mecanismos inflamatórios e autoimunes. Nesse contexto, destacam-se os medicamentos modificadores do curso da doença (MMCDs),denominados biológicos. Recentemente, surgiu um MMCD sintético, o tofacitinibe, cujo mecanismo de ação está baseado em
Homem de 25 anos, com espondilite anquilosante há 6 anos, com componente predominantemente axial, vem em uso de golimumabe há 3 anos, após ter apresentado falha terapêutica com adalimumabe após 2 anos de uso. Nos últimos 6 meses, voltou a apresem tardor lombar inflamatória, que persiste, embora pratique exercícios regularmente, necessitando usar AINHs com freqência. Diante desse quadro, a opção terapêutica mais indicada é prescrever
O lúpus eritematoso sistêmico tem uma patogênese complexa e alguns alvos terapêuticos foram descobertos nos últimos anos, permitindo avanços no tratamento da doença. Ao longo desse percurso, é sabido que imunobiológicos, a partir dos seus mecanismos de ação, eventualmente são utilizados off label em casos de LES, alguns com sucesso quando avaliados individualmente. O imunobiológico aprovado para adultos com LES ativo, mantendo a terapia padrão concomitante, é
Mulher de 20 anos vem à consulta queixando-se de poliartrite de mãos e joelhos há 3 meses, com episódios de febre não aferida e astenia. Traz alguns exames laboratoriais: anemia (Hb= 8,0g/dL) com reticulócitos normais; leucócitos 2500; linfócitos 880; plaquetas = 110.000;VHS = 58 mm/1h; FAN positivo 1:160 padrão homogêneo; Fator Reumatoide negativo; sumário de urina: proteínas (+++), cilindros granulosos e hemáticos. Os dados clínicos e laboratoriais prioritários a serem pesquisados para avaliação do estado atual dessa paciente são:
A ressonância magnética (RM) e a ultrassonografia (US) com Doppler são cada vez mai sutilizadas na avaliação por imagem da artrite reumatoide, na pesquisa e na prática clínica, por fornecerem informações que identificam as principais características patológicas da doença mais cedo do que a radiografia. Ambas as modalidades são caracterizadas por alta sensibilidade na representação de inflamação local e podem ajudar a estabelecer um diagnóstico precoce da doença. Considere as afirmativas abaixo com relação aos dois métodos para o diagnóstico de artrite reumatoide.



























