A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) estabelece que as atribuições dos profissionais das equipes que atuam nesse nível de atenção deverão seguir normativas específicas do Ministério da Saúde, bem como as definições de escopo de práticas, protocolos, diretrizes clínicas e terapêuticas, além de outras normativas técnicas estabelecidas pelos gestores federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal (BRASIL, 2017). Sobre essa temática, analise as afirmativas abaixo.
Josefa 51 anos, G3P2A1, em uma consulta ao médico ginecologista, relata descarga papilar bilateral há 6 meses. Ao exame clínico das mamas, não há evidencia de nodulações, mas detecta-se derrame papilar, poliductal, bilateral, de coloração marrom -esverdeada. A paciente apresenta mamografia recente com aumento da densidade retroareolar bilateral. Diante desse quadro, o diagnóstico provável é de
Jovem de 24 anos, hirsuta, obesa, queixa-se, há 2 anos, de ciclos menstruais oligomenorreicos, com episódios de amenorreia de até 4 meses. O diagnóstico clínico foi de síndrome dos ovários policísticos. Nesse caso, nos exames laboratoriais , poderá ser evidenciado
Jovem de 15 anos de idade, menarca há dois anos e seis meses, vai ao ginecologista queixando-se de que sua menstruação não regularizou. Passa até quatro meses sem apresentar fluxo menstrual e, outras vezes, o fluxo surge a cada 20-25 dias. O fluxo é intenso e dura mais de 8 dias. O exame físico é completamente normal, porém a paciente apresenta sobrepeso. O diagnóstico mais provável para esse caso e a conduta correta a ser tomada são, respectivamente,
Mulher, nuligesta de 29 anos, consultou-se por apresentar dor pélvica e dismenorreia progressiva após suspender o uso de anticoncepcional, há 6 meses, para engravidar. Questionada sobre sintomas gastrointestinais, referiu evacuação dolorosa cíclica e tenesmo. Ao exame ginecológico, foram constatados útero com mobilidade reduzida e nodulações em fundo de saco vaginal posterior. O exame inicial mais indicado, nesse caso, é a
Na área da ginecologia infanto puberal, o conhecinemento por parte do especialista dos estágios do desenvolvimento puberal possibilita o diagnóstico de puberdade precoce outar dia. Em relação aos processos fisiológicos do desenvolvimento puberal, analise as afirmações abaixo
Mulher de 27 anos de idade procura atendimento médico e informa ter tido relações sexuais no dia anterior de forma desprotegida. Assim, busca orientação sobre o uso de contracepção do dia seguinte. Suas menstruações são regulares e relata que seu último ciclo ocorreu há 22 dias. Diante desse caso, a melhor conduta será
Mulher de 40 anos, G3P3, tabagista (20 cigarros/dia), com história prévia de enxaqueca sem aura, comparece ao ginecologista buscando anticoncepcional. Faz uso regular de preservativos, mas refere insegurança com a utilização de um único método. Para essa paciente, o método anticoncepcional CONTRAINDICADO é o
Mulher de 62 anos está apresentando prurido vulvar, ardor ao urinar e dispareunia há 2 anos. É portadora de vitiligo na região genital há cerca de 20 anos. À inspeção, foram identificadas mácula acrômica na região pubiana e área hipo pigmentada e atrófica envolvendo os grandes lábios, os pequenos lábios e a região perianal, com periferia rosada centrada por erosões.Tem como antecedentes patológicos tireoidite de Hashimoto e atualmente faz uso de levotiroxina. Considerando o histórico apresentado pela paciente e o exame físico, a doença a ser primariamente investigada é
Mulher de 21 anos, vida sexual ativa sem parceiro fixo, é atendida em unidade básica de saúde, queixando-se de corrimento genital. Ao exame especular foi evidenciado colo friável com mucopus endocervical. A conduta a ser tomada pelo médico ginecologista será
Mulher de 45 anos, G2P3, comparece à unidade básica de saúde para consulta ginecológica de rotina. Tem história prévia de lesão intra-epitelial de baixo grau, mas seus últimos 3 exames citopatológicos (CP) com intervalo de 1 ano foram normais. Quanto ao acompanhamento preventivo da paciente, o ginecologista a orientará a realizar exames citopatológicos em períodos
De acordo com a classificação proposta por Bump e, posteriormente, padronizada pelaSociedade Internacional de Continência, cinco estádios de suporte de órgãos pélvicos podemser definidos. O estádio em que a porção mais distal do prolapso está acima da posição -1 cmem relação ao hímem corresponde ao estádio
Para que ocorra a esteroidogênese ovariana, as gonadotrofinas agem nas células do ovário. As gonadotrofinas que agem nas células da teca e da granulosa são, respectivamente,
Em pacientes com síndrome da insensibilidade androgênica de forma completa, a genitália externa, a genitália interna e as gônadas, serão, respectivamente,
M.R.R., 50 anos, procura o ginecologista com queixas de fogachos com grande desconforto, insônia, irritabilidade e disparunia. Como antecedentes ginecológicos e obstétricos apresentou: Gesta II Para II, histerectomia há dez anos por miomas uterinos, menopausa há dois anos, sem comorbidades. Diante desse quadro, a opção terapêutica mais adequada é
A úlcera de Hunner é parte do diagnóstico da condição clínica denominada
Sylvia, 34 anos, vai à consulta médica referindo que, há 6 dias, terminou a cartela de anticoncepcional oral e, há 3 dias, está com fluxo menstrual muito intenso, chegando a ultrapassar os limites do absorvente. Diz que utiliza levonorgestrel 0,15 mg + etinilestradiol 0,03 mg há 5 anos. Refere que usa regularmente esse método e nega esquecimento de algum comprimido. Diz que, depois que iniciou o uso desses medicamentos, seu fluxo tinha diminuído bastante, durando habitualmente 2 dias. Nega febre ou corrimento. Analisando os dados do prontuário eletrônico, o ginecologista observa que Sylvia iniciou o uso de fluoxetina há 3 meses por sintomas depressivos e que está em tratamento, há 5 dias, com amoxicilina 500 mg, 8/8 horas, e ibuprofeno 600 mg, 8/8 horas, devido a um tratamento dentário. Com base nessas informações, o aumento do fluxo pode estar relacionado à
M.Q.S., sexo feminino, 30 anos, em consulta médica, informa que, após parto vaginal do seu último filho há 2 anos, vem apresentando quadro de amenorreia, atrofia dos órgãos genitais externos, queda de pelos, astenia e fenômenos distróficos cutâneos. Quando interrogada sobre o parto, informa que o mesmo foi complicado por atonia uterina com hemorragia volumosa, necessitando histerectomia puerperal. Diante dessa sintomatologia, o diagnóstico da paciente será de



























