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Prova Fiscal - CORE/MA
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Questão 1 de 9 Q1848106 Q1 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascido entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

Com base nas informações do texto, é correto concluir que

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Questão 2 de 9 Q1848108 Q2 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascido entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

No trecho "Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo" (linhas 1-2), a expressão "o tempo é relativo” veicula a ideia de que

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Questão 3 de 9 Q1848109 Q4 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascidas entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

Sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto, o termo “Dessa forma” (linha 33) poderia ser substituído por

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Questão 4 de 9 Q1848111 Q5 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascidas entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

Os vocábulos “cientista” (linha 15) e “especialmente” (linha 60) são exemplos de

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Questão 5 de 9 Q1848113 Q6 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascidas entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

Assinale a alternativa em que a crase foi empregada corretamente.

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Questão 6 de 9 Q1848114 Q7 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascidas entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

Assinale a alternativa em que o uso do hífen está correto.

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Questão 7 de 9 Q1848116 Q8 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascidas entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

O verbo “mudaram” (linha 25) está flexionado no tempo

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Questão 8 de 9 Q1848118 Q9 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascidas entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

Assinale a alternativa em que a oração destacada do texto tem sentido adversativo.

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Questão 9 de 9 Q1848119 Q10 da prova
Texto para as questões de 1 a 10.

Velho, eu?

Nós crescemos ouvindo dizer que, segundo Einstein, o tempo é relativo. Com base nisso, será que há uma idade específica a partir da qual podemos chamar alguém de velho? Parece uma questão simples à primeira vista, mas a verdade é que a resposta está longe de ser exata. Ao longo das décadas, a nossa percepção de velhice tem mudado bastante e, o que antes era considerado o início da terceira idade, hoje pode ser apenas o começo de uma nova fase da vida. Para isso, basta imaginar que você pode, aos 45 anos, sentir-se mais jovem do que quando tinha 30. Parece estranho? Pois é exatamente o que está acontecendo com muitas pessoas nos dias de hoje. Um estudo realizado por cientistas da Alemanha, Estados Unidos e Luxemburgo revelou que a nossa ideia sobre o início da velhice está sendo esticada como um elástico. Quanto mais vivemos, mais tarde achamos que a velhice começa. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 14 mil pessoas ao longo de 25 anos, tendo elas nascidas entre 1911 e 1974, fazendo ao longo dos anos perguntas como: “com que idade você descreveria alguém como velho?”. Para a surpresa dos pesquisadores, as respostas mudaram ao longo do tempo, como se acompanhassem o ritmo dos anos que se passavam. Para se ter uma ideia, quando os voluntários estavam com 64 anos e lhes era perguntado quando a velhice chegava, a média de resposta foi de 74,7 anos, ou seja, quase 75 anos. Porém, quando essas mesmas pessoas foram questionadas aos 74 anos, a média de resposta sobre o início da velhice foi de 76,8, praticamente 77 anos. Dessa forma, nota-se que as pessoas estenderam a percepção de velhice ao se aproximar do número. O estudo também mostrou que a noção de velhice muda conforme as gerações. Enquanto os nascidos em 1911 consideravam a velhice aos 71 anos, os nascidos em 1956 esticaram essa linha para os 74. E aqui entra um detalhe curioso: as mulheres, em média, enxergam a velhice chegando cerca de dois anos e meio mais tarde do que os homens. Para essas mudanças na forma de ver o começo da velhice, os cientistas têm algumas teorias interessantes. A primeira é sobre a esperança de vida, que aumentou significativamente nas últimas décadas. No Brasil, por exemplo, há um projeto de lei defendendo que deve ser considerado idoso aquele com idade igual ou superior aos 65 anos — atualmente é 60. Uma das razões dessa proposta de mudança é a de que hoje você pode viver por muito mais tempo. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que viver mais faz com que a ideia de ser velho pareça mais distante. Um segundo ponto colocado é que as melhorias na saúde e no bem-estar contribuem para nos sentirmos mais jovens por mais tempo. Mas, como tudo na vida, nem tudo é um mar de rosas. Algumas pessoas, especialmente aquelas que se sentem mais solitárias ou enfrentam problemas de saúde, tendem a ver a velhice chegando mais cedo. E isso pode ter um impacto não só na nossa mente, mas também no nosso corpo. Estudos mostram que a forma como percebemos o envelhecimento pode afetar a nossa saúde física e mental. Portanto, para se ter uma chegada à velhice e à própria velhice em si com qualidade de vida, é importante cuidar da saúde física e mental. Isso ajudará na forma como vemos o mundo e, sobretudo, nós mesmos.

De acordo com Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa que apresenta o pronome de tratamento correto no endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades, como governadores e ministros.

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