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Questão 1 de 11Q1677167Q1 da prova
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Com base nas ideias do texto, assinale a alternativa correta.
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
De acordo com as ideias do texto, conclui-se que a resposta deontológica ao dilema do bonde é baseada em uma atitude
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Considerando a ortografia oficial em vigor, assinale a opção que apresenta o verbo no infinitivo registrado corretamente.
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Assinale a alternativa que apresenta o termo que desencadeia a concordância verbal no trecho “diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes” (linhas 5 -6).
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Seria gramaticalmente correto substituir a expressão “na qual” (linha 13) por
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto, seria correto substituir
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
O pronome “disto” (linha 43) está empregado em referência à
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Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
A oração “porque se baseia no menor mal” (linhas 10 -11) expressa uma
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Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma palavra que é grafada com hífen em razão da mesma regra que justifica o seu uso em “custo -benefício” (linha 24).
Texto para as questões de 1 a 11.
Você sacrificaria uma pessoa para salvar cinco? Essa é a pergunta do clássico dilema do bonde, no qual um trem desgovernado segue em direção a cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos. Foi demonstrado que diferentes características dos dilemas morais levam a respostas diferentes. Uma resposta que é aceitável para muita gente é puxar uma alavanca para desviar o trem para outro trilho, onde há apenas uma pessoa trabalhando. Isso é o que se chama de resposta utilitarista, porque se baseia no menor mal. Aceitamos a morte de um trabalhador para evitar a morte de cinco. O dilema do bonde tem outra versão, na qual as opções são deixar o trem seguir seu curso e atropelar as cinco pessoas que estão trabalhando nos trilhos, ou empurrar uma única pessoa nos trilhos para que o trem descarrile antes. Esta segunda opção envolve uma atuação mais pessoal do que puxar uma alavanca, por isso essa outra versão do dilema costuma levar a uma resposta deontológica: a maioria das pessoas decide não fazer nada e deixar o vagão seguir seu curso. Como são duas abordagens éticas diferentes, não há de fato uma resposta certa. A resposta depende da avaliação individual de custo-benefício. Por exemplo, as pessoas religiosas tendem a dar uma resposta deontológica, talvez porque causar danos voluntariamente seja mais oneroso do que permitir que "seja o que Deus quiser". Em algumas variações do dilema, também pode ser que a pessoa sozinha no trilho seja um ente querido, e aí a avaliação de custo-benefício também muda. As características de cada pessoa também influenciam nessas decisões. Por exemplo, descobriu-se que as pessoas bilíngues respondem de maneira diferente, dependendo se usam sua primeira ou segunda língua quando confrontadas com um dilema moral. Se o dilema for apresentado na sua língua materna, elas tendem a dar uma resposta deontológica. Por outro lado, na sua segunda língua, tendem a responder de forma utilitarista. Embora talvez não tenhamos plena consciência disto, nossa resposta aos dilemas morais depende não apenas do nosso raciocínio, mas também das nossas emoções, da nossa linguagem e da nossa personalidade. Saber disso pode não nos levar a tomar decisões melhores, porque não há uma decisão mais correta do que outras, mas pode nos ajudar a entender nossas respostas.
Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o último parágrafo do texto. Assinale a alternativa em que a proposta apresentada é gramaticalmente correta e preserva a coerência das ideias originais do texto.