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Prova Enfermeiro - Pref. Sorocaba/SP
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Questão 1 de 15 Q2318428 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10:

Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há 35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele abrange desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O levantamento considerou recomendações de profissionais de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário – voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política. É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.

Ao analisar o Sistema Único de Saúde (SUS), o editorial deixa evidente que

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Questão 2 de 15 Q2318430 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10:

Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há 35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele abrange desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O levantamento considerou recomendações de profissionais de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário – voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política. É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.

Assinale a alternativa que traz informação coerente com o texto, em conformidade com a norma-padrão de concordância.

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Questão 3 de 15 Q2318431 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10:

Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há 35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele abrange desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O levantamento considerou recomendações de profissionais de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário – voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política. É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.

Com a passagem do 3o parágrafo “Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições...”, conclui-se corretamente que

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Questão 4 de 15 Q2318433 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10:

Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há 35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele abrange desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O levantamento considerou recomendações de profissionais de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário – voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política. É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.

Considere as passagens:
• “... o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.” (1o parágrafo)
• “O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).” (4o parágrafo)
Sem que haja prejuízo de sentido ao texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:

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Questão 5 de 15 Q2318435 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10:

Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há 35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele abrange desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O levantamento considerou recomendações de profissionais de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário – voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política. É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.

Considere as passagens:
• “[O SUS] tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.” (1o parágrafo)
• “No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades.” (5o parágrafo)
• “... e colocar a vida acima do lucro.” (7o parágrafo)
Sem prejuízo de sentido, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:

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Questão 6 de 15 Q2318436 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10:

Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há 35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele abrange desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O levantamento considerou recomendações de profissionais de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário – voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política. É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.

Assinale a alternativa em que entre as preposições destacadas se estabelece o sentido de intervalo.

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Questão 7 de 15 Q2318438 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 11 a 15:

Vim. Não nego que, ao avistar a cidade natal, tive uma sensação nova. Nada menos que uma renascença. O espírito, como um pássaro, não se lhe deu da corrente dos anos, arrepiou o voo na direção da fonte original, e foi beber da água fresca e pura, ainda não mesclada do enxurro* da vida.
Reparando bem, há aí um lugar-comum. Outro lugar-comum, tristemente comum, foi a consternação da família. Meu pai abraçou-me com lágrimas.
— Tua mãe não pode viver, disse-me ele.
Com efeito, não era já o reumatismo que a matava, era um cancro no estômago. A infeliz padecia de um modo cru, porque o cancro é indiferente às virtudes do sujeito; quando rói, rói; roer é o seu ofício. Minha irmã Sabina, já então casada com o Cotrim, andava a cair de fadiga. Pobre moça! dormia três horas por noite, nada mais. O próprio tio João estava abatido e triste. D. Eusébia e algumas outras senhoras lá estavam também, não menos tristes e não menos dedicadas.
— Meu filho!
A dor suspendeu por um pouco as tenazes; um sorriso alumiu o rosto da enferma, sobre o qual a morte batia a asa eterna. Era menos um rosto do que uma caveira: a beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca. Mal poderia conhecê-la; havia oito ou nove anos que nos não víamos. Ajoelhado, ao pé da cama, com as mãos dela entre as minhas, fiquei mudo e quieto, sem ousar falar, porque cada palavra seria um soluço, e nós temíamos avisá-la do fim. Vão temor! Ela sabia que estava prestes a acabar; disse-mo; verificamo-lo na seguinte manhã.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas, 2018. Adaptado)
*Enxurro: conjunto de eventos degradantes.

A leitura do texto permite concluir que o narrador

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Questão 8 de 15 Q2318439 Q8 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 11 a 15:

Vim. Não nego que, ao avistar a cidade natal, tive uma sensação nova. Nada menos que uma renascença. O espírito, como um pássaro, não se lhe deu da corrente dos anos, arrepiou o voo na direção da fonte original, e foi beber da água fresca e pura, ainda não mesclada do enxurro* da vida.
Reparando bem, há aí um lugar-comum. Outro lugar-comum, tristemente comum, foi a consternação da família. Meu pai abraçou-me com lágrimas.
— Tua mãe não pode viver, disse-me ele.
Com efeito, não era já o reumatismo que a matava, era um cancro no estômago. A infeliz padecia de um modo cru, porque o cancro é indiferente às virtudes do sujeito; quando rói, rói; roer é o seu ofício. Minha irmã Sabina, já então casada com o Cotrim, andava a cair de fadiga. Pobre moça! dormia três horas por noite, nada mais. O próprio tio João estava abatido e triste. D. Eusébia e algumas outras senhoras lá estavam também, não menos tristes e não menos dedicadas.
— Meu filho!
A dor suspendeu por um pouco as tenazes; um sorriso alumiu o rosto da enferma, sobre o qual a morte batia a asa eterna. Era menos um rosto do que uma caveira: a beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca. Mal poderia conhecê-la; havia oito ou nove anos que nos não víamos. Ajoelhado, ao pé da cama, com as mãos dela entre as minhas, fiquei mudo e quieto, sem ousar falar, porque cada palavra seria um soluço, e nós temíamos avisá-la do fim. Vão temor! Ela sabia que estava prestes a acabar; disse-mo; verificamo-lo na seguinte manhã.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas, 2018. Adaptado)
*Enxurro: conjunto de eventos degradantes.

As informações do 4o parágrafo permitem concluir corretamente que

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Questão 9 de 15 Q2318441 Q9 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 11 a 15:

Vim. Não nego que, ao avistar a cidade natal, tive uma sensação nova. Nada menos que uma renascença. O espírito, como um pássaro, não se lhe deu da corrente dos anos, arrepiou o voo na direção da fonte original, e foi beber da água fresca e pura, ainda não mesclada do enxurro* da vida.
Reparando bem, há aí um lugar-comum. Outro lugar-comum, tristemente comum, foi a consternação da família. Meu pai abraçou-me com lágrimas.
— Tua mãe não pode viver, disse-me ele.
Com efeito, não era já o reumatismo que a matava, era um cancro no estômago. A infeliz padecia de um modo cru, porque o cancro é indiferente às virtudes do sujeito; quando rói, rói; roer é o seu ofício. Minha irmã Sabina, já então casada com o Cotrim, andava a cair de fadiga. Pobre moça! dormia três horas por noite, nada mais. O próprio tio João estava abatido e triste. D. Eusébia e algumas outras senhoras lá estavam também, não menos tristes e não menos dedicadas.
— Meu filho!
A dor suspendeu por um pouco as tenazes; um sorriso alumiu o rosto da enferma, sobre o qual a morte batia a asa eterna. Era menos um rosto do que uma caveira: a beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca. Mal poderia conhecê-la; havia oito ou nove anos que nos não víamos. Ajoelhado, ao pé da cama, com as mãos dela entre as minhas, fiquei mudo e quieto, sem ousar falar, porque cada palavra seria um soluço, e nós temíamos avisá-la do fim. Vão temor! Ela sabia que estava prestes a acabar; disse-mo; verificamo-lo na seguinte manhã.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas, 2018. Adaptado)
*Enxurro: conjunto de eventos degradantes.

Sem prejuízo de sentido ao texto, a passagem do 6o parágrafo “... a beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca.” admite corretamente a reescrita:

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Questão 10 de 15 Q2318442 Q10 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 11 a 15:

Vim. Não nego que, ao avistar a cidade natal, tive uma sensação nova. Nada menos que uma renascença. O espírito, como um pássaro, não se lhe deu da corrente dos anos, arrepiou o voo na direção da fonte original, e foi beber da água fresca e pura, ainda não mesclada do enxurro* da vida.
Reparando bem, há aí um lugar-comum. Outro lugar-comum, tristemente comum, foi a consternação da família. Meu pai abraçou-me com lágrimas.
— Tua mãe não pode viver, disse-me ele.
Com efeito, não era já o reumatismo que a matava, era um cancro no estômago. A infeliz padecia de um modo cru, porque o cancro é indiferente às virtudes do sujeito; quando rói, rói; roer é o seu ofício. Minha irmã Sabina, já então casada com o Cotrim, andava a cair de fadiga. Pobre moça! dormia três horas por noite, nada mais. O próprio tio João estava abatido e triste. D. Eusébia e algumas outras senhoras lá estavam também, não menos tristes e não menos dedicadas.
— Meu filho!
A dor suspendeu por um pouco as tenazes; um sorriso alumiu o rosto da enferma, sobre o qual a morte batia a asa eterna. Era menos um rosto do que uma caveira: a beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca. Mal poderia conhecê-la; havia oito ou nove anos que nos não víamos. Ajoelhado, ao pé da cama, com as mãos dela entre as minhas, fiquei mudo e quieto, sem ousar falar, porque cada palavra seria um soluço, e nós temíamos avisá-la do fim. Vão temor! Ela sabia que estava prestes a acabar; disse-mo; verificamo-lo na seguinte manhã.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas, 2018. Adaptado)
*Enxurro: conjunto de eventos degradantes.

Assinale a alternativa em que o uso de vírgula em passagem reescrita do texto tem função de enfatizar uma informação e está em conformidade com a norma-padrão.

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Questão 11 de 15 Q2318452 Q16 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 16 a 20:

No Sistema Único de Saúde (SUS), o conceito de saúde adotado orienta a formulação das políticas públicas e a organização das ações e serviços. De acordo com esse entendimento, a saúde é compreendida como

No Sistema Único de Saúde (SUS), o conceito de saúde adotado orienta a formulação das políticas públicas e a organização das ações e serviços. De acordo com esse entendimento, a saúde é compreendida como

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Questão 12 de 15 Q2318453 Q17 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 16 a 20:

No Sistema Único de Saúde (SUS), o conceito de saúde adotado orienta a formulação das políticas públicas e a organização das ações e serviços. De acordo com esse entendimento, a saúde é compreendida como

No âmbito do SUS, os recursos financeiros federais destinados aos estados e municípios podem ser transferidos de forma regular e automática, desde que observados requisitos legais relacionados à gestão e ao controle social. Sobre os critérios estabelecidos na legislação que rege esse processo de transferência, é correto afirmar que

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Questão 13 de 15 Q2318455 Q18 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 16 a 20:

No Sistema Único de Saúde (SUS), o conceito de saúde adotado orienta a formulação das políticas públicas e a organização das ações e serviços. De acordo com esse entendimento, a saúde é compreendida como

Ao tratar da questão da Saúde, a Constituição Federal de 1988, entre outros princípios e diretrizes, estabelece que

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Questão 14 de 15 Q2318456 Q19 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 16 a 20:

No Sistema Único de Saúde (SUS), o conceito de saúde adotado orienta a formulação das políticas públicas e a organização das ações e serviços. De acordo com esse entendimento, a saúde é compreendida como

A gestão municipal do SUS identifica sobrecarga no pronto atendimento causada por usuários que o procuram para demandas simples, como renovação de receitas, acompanhamento de doenças crônicas e emissão de atestados. Para enfrentar essa situação, conforme os princípios da Organização da Atenção Básica, a medida prioritária deve ser

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Questão 15 de 15 Q2318458 Q20 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 16 a 20:

No Sistema Único de Saúde (SUS), o conceito de saúde adotado orienta a formulação das políticas públicas e a organização das ações e serviços. De acordo com esse entendimento, a saúde é compreendida como

A equipe interdisciplinar de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), ao analisar os dados epidemiológicos da área adscrita, identificou um aumento expressivo nos casos de hipertensão arterial não controlada, especialmente entre a população idosa. Para responder a essa situação e cumprir suas competências na gestão do cuidado, assinale a alternativa que corresponde corretamente às atribuições do enfermeiro.

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