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Questão 1 de 6Q2231425Q1 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Você teria um tempinho?
— Não? Nem quinze minutos para tomarmos um café?
Ah, entendo, o trabalho te chama, apesar de ter terminado o
expediente. Fica para outro momento, então. Tchau!
Diálogos do gênero passaram a fazer parte das conversas
entre amigos. Querem-se bem, sentem saudade, adorariam
partilhar o que está acontecendo... mas ausentam-se.
Qualquer eventual disponibilidade será para colocar algumas
coisas em dia, pois seu chefe insiste para você pôr de lado o
que lhe parece não ter importância: sua vida pessoal. O
adiantado da noite parece um bom horário para enviar um
whats. Na expectativa de resposta rápida, claro. E assim tudo
vai seguindo e ficamos cada vez mais pobres interiormente, por
nos desfazermos do saudável propósito de gastar como
desejamos o que nos pertence de fato e de direito.
No extremo da escala econômica, a dos ricos, o luxo maior
passou a ser a ostentação de longos períodos sem fazer nada.
Importante: o silêncio faz parte do pacote. Mostrar poder
passou a incluir a chance de continuar inserido no sistema;
porém, com largos intervalos dedicados a si. Considero-me
afortunado por ter amigos receptivos, acostumados a acolher
os meus convites. Finais de tarde geralmente são destinados
para garimpar os seres que me são queridos e estão dispostos
a sentar ao meu lado, se possível sem olhar de maneira
obsessiva para o celular. Atribuo a tal escolha um bom
percentual da minha saúde mental. Dar-se de presente isso é
uma declaração de amor próprio. Uma ideia revolucionária em
um mundo utilitarista. É possível abrir essas brechas, apesar da
agenda estar abarrotada. A ideia não é original e nem pretende
ser. Aliás, tem-me parecido cada vez mais importante resgatar
o natural, como nossos pais e avós faziam. Seguir o fluxo. O
corpo e a mente darão o norte.
Mudar é simples e complexo, ao mesmo tempo. Pode-se
começar com modestas doses semanais, dando ________ a um
projeto que qualifica a existência. Pense em alguém ausente há
muito e o surpreenda, manifestando a vontade de saber como
está. Depois virão outros, numa sucessão repleta de abraços,
agregada ____ delicadeza da escuta atenta, bem como do
acolhimento das suas experiências. Chama-se a isso educação
para os sentidos. Reformular o que causa desconforto,
ajustando, em doses iguais, compromisso e prazer. Não quero
parecer simplista, mas repousa nas mãos de cada um a
possibilidade de abrir _______ no calendário pessoal. Liste o
essencial e mantenha-se fiel a ele. O dia só é curto quando mal
aproveitado.
A sabedoria está em encontrar boas soluções, sem brigar
com aquilo que nos é oferecido. A serenidade não precisa ser
buscada no topo de uma montanha. O caos vai tentar te
alcançar. Caminhe por ele, deixando-se afetar o mínimo
possível. Ao agir dessa forma, estará na companhia dos
melhores. E ainda vão lhe sobrar horas para fazer o que bem
entender.
Desfrute sem culpa.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado).
O texto de Gilmar Marcílio reflete sobre a forma como o tempo tem sido utilizado nas relações humanas contemporâneas. O narrador observa que, diante da rotina acelerada e das exigências profissionais, as pessoas acabam abrindo mão de momentos simples de convivência e descanso. Nesse contexto, o autor associa a “pobreza interior” à atitude de quem :
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Você teria um tempinho?
— Não? Nem quinze minutos para tomarmos um café?
Ah, entendo, o trabalho te chama, apesar de ter terminado o
expediente. Fica para outro momento, então. Tchau!
Diálogos do gênero passaram a fazer parte das conversas
entre amigos. Querem-se bem, sentem saudade, adorariam
partilhar o que está acontecendo... mas ausentam-se.
Qualquer eventual disponibilidade será para colocar algumas
coisas em dia, pois seu chefe insiste para você pôr de lado o
que lhe parece não ter importância: sua vida pessoal. O
adiantado da noite parece um bom horário para enviar um
whats. Na expectativa de resposta rápida, claro. E assim tudo
vai seguindo e ficamos cada vez mais pobres interiormente, por
nos desfazermos do saudável propósito de gastar como
desejamos o que nos pertence de fato e de direito.
No extremo da escala econômica, a dos ricos, o luxo maior
passou a ser a ostentação de longos períodos sem fazer nada.
Importante: o silêncio faz parte do pacote. Mostrar poder
passou a incluir a chance de continuar inserido no sistema;
porém, com largos intervalos dedicados a si. Considero-me
afortunado por ter amigos receptivos, acostumados a acolher
os meus convites. Finais de tarde geralmente são destinados
para garimpar os seres que me são queridos e estão dispostos
a sentar ao meu lado, se possível sem olhar de maneira
obsessiva para o celular. Atribuo a tal escolha um bom
percentual da minha saúde mental. Dar-se de presente isso é
uma declaração de amor próprio. Uma ideia revolucionária em
um mundo utilitarista. É possível abrir essas brechas, apesar da
agenda estar abarrotada. A ideia não é original e nem pretende
ser. Aliás, tem-me parecido cada vez mais importante resgatar
o natural, como nossos pais e avós faziam. Seguir o fluxo. O
corpo e a mente darão o norte.
Mudar é simples e complexo, ao mesmo tempo. Pode-se
começar com modestas doses semanais, dando ________ a um
projeto que qualifica a existência. Pense em alguém ausente há
muito e o surpreenda, manifestando a vontade de saber como
está. Depois virão outros, numa sucessão repleta de abraços,
agregada ____ delicadeza da escuta atenta, bem como do
acolhimento das suas experiências. Chama-se a isso educação
para os sentidos. Reformular o que causa desconforto,
ajustando, em doses iguais, compromisso e prazer. Não quero
parecer simplista, mas repousa nas mãos de cada um a
possibilidade de abrir _______ no calendário pessoal. Liste o
essencial e mantenha-se fiel a ele. O dia só é curto quando mal
aproveitado.
A sabedoria está em encontrar boas soluções, sem brigar
com aquilo que nos é oferecido. A serenidade não precisa ser
buscada no topo de uma montanha. O caos vai tentar te
alcançar. Caminhe por ele, deixando-se afetar o mínimo
possível. Ao agir dessa forma, estará na companhia dos
melhores. E ainda vão lhe sobrar horas para fazer o que bem
entender.
Desfrute sem culpa.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado).
No trecho em que o autor menciona “No extremo da escala econômica, a dos ricos, o luxo maior passou a ser a ostentação de longos períodos sem fazer nada”, o termo “luxo maior” indica que, para essa classe social, o verdadeiro sinal de status consiste em:
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Você teria um tempinho?
— Não? Nem quinze minutos para tomarmos um café?
Ah, entendo, o trabalho te chama, apesar de ter terminado o
expediente. Fica para outro momento, então. Tchau!
Diálogos do gênero passaram a fazer parte das conversas
entre amigos. Querem-se bem, sentem saudade, adorariam
partilhar o que está acontecendo... mas ausentam-se.
Qualquer eventual disponibilidade será para colocar algumas
coisas em dia, pois seu chefe insiste para você pôr de lado o
que lhe parece não ter importância: sua vida pessoal. O
adiantado da noite parece um bom horário para enviar um
whats. Na expectativa de resposta rápida, claro. E assim tudo
vai seguindo e ficamos cada vez mais pobres interiormente, por
nos desfazermos do saudável propósito de gastar como
desejamos o que nos pertence de fato e de direito.
No extremo da escala econômica, a dos ricos, o luxo maior
passou a ser a ostentação de longos períodos sem fazer nada.
Importante: o silêncio faz parte do pacote. Mostrar poder
passou a incluir a chance de continuar inserido no sistema;
porém, com largos intervalos dedicados a si. Considero-me
afortunado por ter amigos receptivos, acostumados a acolher
os meus convites. Finais de tarde geralmente são destinados
para garimpar os seres que me são queridos e estão dispostos
a sentar ao meu lado, se possível sem olhar de maneira
obsessiva para o celular. Atribuo a tal escolha um bom
percentual da minha saúde mental. Dar-se de presente isso é
uma declaração de amor próprio. Uma ideia revolucionária em
um mundo utilitarista. É possível abrir essas brechas, apesar da
agenda estar abarrotada. A ideia não é original e nem pretende
ser. Aliás, tem-me parecido cada vez mais importante resgatar
o natural, como nossos pais e avós faziam. Seguir o fluxo. O
corpo e a mente darão o norte.
Mudar é simples e complexo, ao mesmo tempo. Pode-se
começar com modestas doses semanais, dando ________ a um
projeto que qualifica a existência. Pense em alguém ausente há
muito e o surpreenda, manifestando a vontade de saber como
está. Depois virão outros, numa sucessão repleta de abraços,
agregada ____ delicadeza da escuta atenta, bem como do
acolhimento das suas experiências. Chama-se a isso educação
para os sentidos. Reformular o que causa desconforto,
ajustando, em doses iguais, compromisso e prazer. Não quero
parecer simplista, mas repousa nas mãos de cada um a
possibilidade de abrir _______ no calendário pessoal. Liste o
essencial e mantenha-se fiel a ele. O dia só é curto quando mal
aproveitado.
A sabedoria está em encontrar boas soluções, sem brigar
com aquilo que nos é oferecido. A serenidade não precisa ser
buscada no topo de uma montanha. O caos vai tentar te
alcançar. Caminhe por ele, deixando-se afetar o mínimo
possível. Ao agir dessa forma, estará na companhia dos
melhores. E ainda vão lhe sobrar horas para fazer o que bem
entender.
Desfrute sem culpa.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado).
Considerando a ortografia da língua portuguesa, qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, as lacunas do antepenúltimo parágrafo do texto?
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Você teria um tempinho?
— Não? Nem quinze minutos para tomarmos um café?
Ah, entendo, o trabalho te chama, apesar de ter terminado o
expediente. Fica para outro momento, então. Tchau!
Diálogos do gênero passaram a fazer parte das conversas
entre amigos. Querem-se bem, sentem saudade, adorariam
partilhar o que está acontecendo... mas ausentam-se.
Qualquer eventual disponibilidade será para colocar algumas
coisas em dia, pois seu chefe insiste para você pôr de lado o
que lhe parece não ter importância: sua vida pessoal. O
adiantado da noite parece um bom horário para enviar um
whats. Na expectativa de resposta rápida, claro. E assim tudo
vai seguindo e ficamos cada vez mais pobres interiormente, por
nos desfazermos do saudável propósito de gastar como
desejamos o que nos pertence de fato e de direito.
No extremo da escala econômica, a dos ricos, o luxo maior
passou a ser a ostentação de longos períodos sem fazer nada.
Importante: o silêncio faz parte do pacote. Mostrar poder
passou a incluir a chance de continuar inserido no sistema;
porém, com largos intervalos dedicados a si. Considero-me
afortunado por ter amigos receptivos, acostumados a acolher
os meus convites. Finais de tarde geralmente são destinados
para garimpar os seres que me são queridos e estão dispostos
a sentar ao meu lado, se possível sem olhar de maneira
obsessiva para o celular. Atribuo a tal escolha um bom
percentual da minha saúde mental. Dar-se de presente isso é
uma declaração de amor próprio. Uma ideia revolucionária em
um mundo utilitarista. É possível abrir essas brechas, apesar da
agenda estar abarrotada. A ideia não é original e nem pretende
ser. Aliás, tem-me parecido cada vez mais importante resgatar
o natural, como nossos pais e avós faziam. Seguir o fluxo. O
corpo e a mente darão o norte.
Mudar é simples e complexo, ao mesmo tempo. Pode-se
começar com modestas doses semanais, dando ________ a um
projeto que qualifica a existência. Pense em alguém ausente há
muito e o surpreenda, manifestando a vontade de saber como
está. Depois virão outros, numa sucessão repleta de abraços,
agregada ____ delicadeza da escuta atenta, bem como do
acolhimento das suas experiências. Chama-se a isso educação
para os sentidos. Reformular o que causa desconforto,
ajustando, em doses iguais, compromisso e prazer. Não quero
parecer simplista, mas repousa nas mãos de cada um a
possibilidade de abrir _______ no calendário pessoal. Liste o
essencial e mantenha-se fiel a ele. O dia só é curto quando mal
aproveitado.
A sabedoria está em encontrar boas soluções, sem brigar
com aquilo que nos é oferecido. A serenidade não precisa ser
buscada no topo de uma montanha. O caos vai tentar te
alcançar. Caminhe por ele, deixando-se afetar o mínimo
possível. Ao agir dessa forma, estará na companhia dos
melhores. E ainda vão lhe sobrar horas para fazer o que bem
entender.
Desfrute sem culpa.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado).
No encerramento do texto, o autor aconselha o leitor com a frase: “Desfrute sem culpa.” Neste caso, a forma nominal do verbo é denominada:
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Você teria um tempinho?
— Não? Nem quinze minutos para tomarmos um café?
Ah, entendo, o trabalho te chama, apesar de ter terminado o
expediente. Fica para outro momento, então. Tchau!
Diálogos do gênero passaram a fazer parte das conversas
entre amigos. Querem-se bem, sentem saudade, adorariam
partilhar o que está acontecendo... mas ausentam-se.
Qualquer eventual disponibilidade será para colocar algumas
coisas em dia, pois seu chefe insiste para você pôr de lado o
que lhe parece não ter importância: sua vida pessoal. O
adiantado da noite parece um bom horário para enviar um
whats. Na expectativa de resposta rápida, claro. E assim tudo
vai seguindo e ficamos cada vez mais pobres interiormente, por
nos desfazermos do saudável propósito de gastar como
desejamos o que nos pertence de fato e de direito.
No extremo da escala econômica, a dos ricos, o luxo maior
passou a ser a ostentação de longos períodos sem fazer nada.
Importante: o silêncio faz parte do pacote. Mostrar poder
passou a incluir a chance de continuar inserido no sistema;
porém, com largos intervalos dedicados a si. Considero-me
afortunado por ter amigos receptivos, acostumados a acolher
os meus convites. Finais de tarde geralmente são destinados
para garimpar os seres que me são queridos e estão dispostos
a sentar ao meu lado, se possível sem olhar de maneira
obsessiva para o celular. Atribuo a tal escolha um bom
percentual da minha saúde mental. Dar-se de presente isso é
uma declaração de amor próprio. Uma ideia revolucionária em
um mundo utilitarista. É possível abrir essas brechas, apesar da
agenda estar abarrotada. A ideia não é original e nem pretende
ser. Aliás, tem-me parecido cada vez mais importante resgatar
o natural, como nossos pais e avós faziam. Seguir o fluxo. O
corpo e a mente darão o norte.
Mudar é simples e complexo, ao mesmo tempo. Pode-se
começar com modestas doses semanais, dando ________ a um
projeto que qualifica a existência. Pense em alguém ausente há
muito e o surpreenda, manifestando a vontade de saber como
está. Depois virão outros, numa sucessão repleta de abraços,
agregada ____ delicadeza da escuta atenta, bem como do
acolhimento das suas experiências. Chama-se a isso educação
para os sentidos. Reformular o que causa desconforto,
ajustando, em doses iguais, compromisso e prazer. Não quero
parecer simplista, mas repousa nas mãos de cada um a
possibilidade de abrir _______ no calendário pessoal. Liste o
essencial e mantenha-se fiel a ele. O dia só é curto quando mal
aproveitado.
A sabedoria está em encontrar boas soluções, sem brigar
com aquilo que nos é oferecido. A serenidade não precisa ser
buscada no topo de uma montanha. O caos vai tentar te
alcançar. Caminhe por ele, deixando-se afetar o mínimo
possível. Ao agir dessa forma, estará na companhia dos
melhores. E ainda vão lhe sobrar horas para fazer o que bem
entender.
Desfrute sem culpa.
Autor: Gilmar Marcílio – GZH (adaptado).
No trecho do texto “ Você teria um tempinho? ” — “Uma ideia revolucionária em um mundo utilitarista” — o autor utiliza diferentes classes de palavras que compõem a estrutura do enunciado. Considerando a classificação gramatical dos vocábulos, assinale a alternativa que indica a classe gramatical que NÃO está presente nesse trecho.
Durante uma gincana, os alunos do 6º ano foram divididos em dois grupos:
- O Grupo A resolveu corretamente os problemas representados pelos números naturais pares menores que 10;
- O Grupo B resolveu corretamente os problemas representados pelos números naturais múltiplos de 3 menores que 10.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a união e a interseção desses conjuntos.