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Prova Auxiliar de Administração - Pref. São José do Ouro/RS
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Questão 1 de 22 Q2264622 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total. A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h. A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo. Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show. E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.

Considerando as informações apresentadas no texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

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Questão 2 de 22 Q2264624 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total. A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h. A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo. Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show. E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.

No 3º parágrafo do texto, a autora menciona que "a tendência viajou na velocidade do som”. Isso indica que a tendência...

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Questão 3 de 22 Q2264626 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total. A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h. A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo. Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show. E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.

Considerar o excerto abaixo, retirado do 4º parágrafo do texto.

O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro.

Assinalar a alternativa que poderia substituir “portanto” sem causar prejuízo de sentido no trecho.

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Questão 4 de 22 Q2264628 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total. A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h. A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo. Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show. E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.

As palavras sublinhadas no 1º parágrafo do texto (“social”, “um”, “que”, “simples” e “reúne”) são classificadas, respectivamente, em:

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Questão 5 de 22 Q2264630 Q5 da prova

Assinalar a alternativa que apresenta o mesmo tipo de complemento verbal que o da oração “O horário garante um bom início de semana” (2º parágrafo).

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Questão 6 de 22 Q2264632 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total. A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h. A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo. Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show. E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.

No texto, há o termo “pós-pandemia” (2º parágrafo), que é hifenizado. Considerando o uso do hífen, assinalar a alternativa INCORRETA.

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Questão 7 de 22 Q2264634 Q7 da prova

Considerando as palavras fornecidas abaixo e a sua classificação quanto ao número de sílabas, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Monossílaba.
(2) Dissílaba.
(3) Trissílaba.
(4) Polissílaba.

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Questão 8 de 22 Q2264638 Q9 da prova

Para decidir quem começará um jogo, dois amigos escolhem os números 4 e 6 antes de lançar um dado cúbico de seis faces numeradas de um a seis. Se o dado cair em um dos números escolhidos, um deles será escolhido. Qual é a chance de o dado cair no número 6?

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Questão 9 de 22 Q2264640 Q10 da prova

Assinalar a alternativa que apresenta o resultado da expressão numérica abaixo.

3 + {12 + [3 + (4²)]} - 2

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Questão 10 de 22 Q2264647 Q14 da prova

Em uma feira, um vendedor tem 180 laranjas e 240 peras. Ele quer dividir o estoque em caixas com igual quantidade, com o maior número possível de frutas em cada caixa e sem que sobre nenhuma fruta. Qual será o número de frutas em cada caixa?

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Questão 11 de 22 Q2264648 Q15 da prova

Considerando-se a equivalência entre os números, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) 20% equivale a 1/5
( ) 1/4 equivale a 50%
( ) 5% equivale a 1/50

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Questão 12 de 22 Q2264655 Q18 da prova

O cinto de segurança é um dispositivo de segurança essencial para proteger a vida e reduzir as consequências de acidentes de trânsito. Seu uso adequado diminui consideravelmente o risco de lesões graves ou morte em ocorrências de trânsito. No Brasil, o uso do cinto de segurança em veículos automotores que circulam em vias urbanas e rodovias:

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Questão 13 de 22 Q2264659 Q20 da prova

Conforme a Lei Orgânica do Município, sobre os bens municipais, assinalar a alternativa INCORRETA.

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Questão 14 de 22 Q2264660 Q21 da prova

Segundo a Lei Municipal nº 1.601/2002 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos, conceder-se-á licença ao servidor ocupante de cargo efetivo:

I. Para concorrer a cargo eletivo.
II. Para cumprimento de pena disciplinar.
III. Por motivo de doença em pessoa da família.

Está CORRETO o que se afirma:

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Questão 15 de 22 Q2264663 Q22 da prova

Tratando-se da Lei Municipal nº 1.601/2002 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos, sobre as penalidades, assinalar a alternativa CORRETA.

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Questão 16 de 22 Q2264665 Q23 da prova

Conforme a Lei nº 14.133/2021 - Lei de Licitações e Contratos Administrativos, considera-se a primeira fase do processo licitatório:

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Questão 17 de 22 Q2264669 Q25 da prova

Quando é assegurado a todos, nos âmbitos judicial e administrativo, a razoável duração do processo, trata-se do princípio administrativo da:

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Questão 18 de 22 Q2264671 Q26 da prova

A redação oficial NÃO se caracteriza por:

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Questão 19 de 22 Q2264673 Q27 da prova

Para atender às necessidades dos usuários com eficiência, os documentos de um arquivo devem ser organizados de forma precisa e rápida. A metodologia de organização deve se adaptar às características da instituição e às diferentes fases de vida dos documentos, que são:

I. Corrente.
II. Intermediária.
III. Permanente.

Está CORRETO o que se afirma:

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Questão 20 de 22 Q2264675 Q28 da prova

No atendimento ao público, é fundamental identificar as necessidades de cada pessoa e escolher a abordagem mais eficaz para oferecer ajuda. A respeito das abordagens para diferentes públicos, analisar os itens.

I. Para o público idoso, é essencial uma comunicação clara, pausada e respeitosa, além de reforço visual.
II. Para o público leigo, em primeiro contato, a comunicação deve ser rápida e o foco deve ser na solução.

Está CORRETO o que se afirma:

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Questão 21 de 22 Q2264677 Q29 da prova

De acordo com a administração de recursos materiais, qual seria um dos principais objetivos da gestão de estoque?

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Questão 22 de 22 Q2264679 Q30 da prova

Observar a tabela a seguir, criada utilizando o programa Microsoft Excel:

Qual será o resultado obtido na célula C2 ao inserir a fórmula =DATADIF(A2;B2;"Y") em seu conteúdo?

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