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Prova Analista Organizacional - Analista Financeiro - CRP/BA
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Questão 1 de 9 Q1699669 Q10 da prova
Texto para responder às questões de 11 a 17.
Onde anda o analista de Bagé? Não sei. As notícias são desencontradas. Há quem diga que ele se aposentou, hoje vive nas suas terras perto de Bagé e se dedica a cuidar de bicho em vez de gente, só abrindo exceção para eventuais casos de angústia existencial ou regressão traumática de fundo psicossomático entre a peonada da estância.
Lindaura, a recepcionista que além de receber também dava, estaria com ele, e teria concordado em dividir o afeto do analista com uma égua chamada Posuda, desde que eles concordassem em nunca serem vistos juntos em público.
Outros dizem que o analista morreu, depois de tentar, inutilmente, convencer o marido de uma paciente que banhos regulares de jacuzzi a dois num motel faziam parte do tratamento.
E há os que sustentam que o analista continua clinicando, na Europa, onde a sua terapia do joelhaço, conhecida como “Thérapie du genou aux boules, ou le methode gaúchô”, tem grande aceitação e ele só tem alguma dificuldade com a correta tradução de “Pos se apeie nos pelego e respire fundo no más, índio velho”, no começo de cada sessão.
Não sei.

No texto, o analista de Bagé utiliza humor e pragmatismo para abordar os problemas apresentados por seus pacientes. Sua forma de lidar com questões como o Complexo de Édipo, por exemplo, revela seu estilo único e não convencional de análise. Considerando a ficcionalidade própria desse gênero textual, pode-se caracterizar o método do analista de Bagé como uma:

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Questão 2 de 9 Q1699671 Q11 da prova
Texto para responder às questões de 11 a 17.
Onde anda o analista de Bagé? Não sei. As notícias são desencontradas. Há quem diga que ele se aposentou, hoje vive nas suas terras perto de Bagé e se dedica a cuidar de bicho em vez de gente, só abrindo exceção para eventuais casos de angústia existencial ou regressão traumática de fundo psicossomático entre a peonada da estância.
Lindaura, a recepcionista que além de receber também dava, estaria com ele, e teria concordado em dividir o afeto do analista com uma égua chamada Posuda, desde que eles concordassem em nunca serem vistos juntos em público.
Outros dizem que o analista morreu, depois de tentar, inutilmente, convencer o marido de uma paciente que banhos regulares de jacuzzi a dois num motel faziam parte do tratamento.
E há os que sustentam que o analista continua clinicando, na Europa, onde a sua terapia do joelhaço, conhecida como “Thérapie du genou aux boules, ou le methode gaúchô”, tem grande aceitação e ele só tem alguma dificuldade com a correta tradução de “Pos se apeie nos pelego e respire fundo no más, índio velho”, no começo de cada sessão.
Não sei.

“Estas histórias do psicanalista de Bagé são provavelmente apócrifas (como diria o próprio analista de Bagé, história apócrifa é mentira bem educada) mas, pensando bem, ele não poderia vir de outro lugar.” (6º§) O autor utiliza recursos estilísticos para criar humor e dar um tom crítico ao texto. A figura de linguagem presente na expressão “história apócrifa é mentira bem educada” é:

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Questão 3 de 9 Q1699673 Q12 da prova
Texto para responder às questões de 11 a 17.
Onde anda o analista de Bagé? Não sei. As notícias são desencontradas. Há quem diga que ele se aposentou, hoje vive nas suas terras perto de Bagé e se dedica a cuidar de bicho em vez de gente, só abrindo exceção para eventuais casos de angústia existencial ou regressão traumática de fundo psicossomático entre a peonada da estância.
Lindaura, a recepcionista que além de receber também dava, estaria com ele, e teria concordado em dividir o afeto do analista com uma égua chamada Posuda, desde que eles concordassem em nunca serem vistos juntos em público.
Outros dizem que o analista morreu, depois de tentar, inutilmente, convencer o marido de uma paciente que banhos regulares de jacuzzi a dois num motel faziam parte do tratamento.
E há os que sustentam que o analista continua clinicando, na Europa, onde a sua terapia do joelhaço, conhecida como “Thérapie du genou aux boules, ou le methode gaúchô”, tem grande aceitação e ele só tem alguma dificuldade com a correta tradução de “Pos se apeie nos pelego e respire fundo no más, índio velho”, no começo de cada sessão.
Não sei.

O analista de Bagé emprega a expressão “história apócrifa é mentira bem educada” (6º§) para caracterizar as histórias que circulam sobre ele. O termo “apócrifa” é empregado com um sentido que ajuda a construir o tom irônico da narrativa. Sobre o significado das palavras no contexto do texto, analise as afirmativas a seguir. I. O termo “apócrifa” significa algo cuja veracidade é duvidosa. II. A palavra “educada”, no contexto, significa algo refinado ou polido, suavizando o impacto da expressão “mentira”. III. O uso de “apócrifa” reforça o tom cômico da narrativa, ao descrever as histórias como elaboradas e criativas, mas provavelmente inverídicas. Está correto o que se afirma apenas em:

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Questão 4 de 9 Q1699674 Q13 da prova
Texto para responder às questões de 11 a 17.
Onde anda o analista de Bagé? Não sei. As notícias são desencontradas. Há quem diga que ele se aposentou, hoje vive nas suas terras perto de Bagé e se dedica a cuidar de bicho em vez de gente, só abrindo exceção para eventuais casos de angústia existencial ou regressão traumática de fundo psicossomático entre a peonada da estância.
Lindaura, a recepcionista que além de receber também dava, estaria com ele, e teria concordado em dividir o afeto do analista com uma égua chamada Posuda, desde que eles concordassem em nunca serem vistos juntos em público.
Outros dizem que o analista morreu, depois de tentar, inutilmente, convencer o marido de uma paciente que banhos regulares de jacuzzi a dois num motel faziam parte do tratamento.
E há os que sustentam que o analista continua clinicando, na Europa, onde a sua terapia do joelhaço, conhecida como “Thérapie du genou aux boules, ou le methode gaúchô”, tem grande aceitação e ele só tem alguma dificuldade com a correta tradução de “Pos se apeie nos pelego e respire fundo no más, índio velho”, no começo de cada sessão.
Não sei.

Leia o trecho: “– Certo. Bem. Acho que o meu problema é com a minha mãe. – Outro... – Outro? – Complexo de Édipo. Dá mais que pereba em moleque.” (17º§ – 20º§) No trecho, a pontuação é empregada para dar um ritmo próprio ao diálogo, reforçando o tom irônico e descontraído do analista de Bagé. Dessa forma, analise as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas. I. “O uso de reticências na fala ‘Outro...’ indica uma pausa reflexiva do personagem, marcando a hesitação ou a busca por um comentário sarcástico.” PORQUE II. “A pontuação por reticências contribui para o efeito de oralidade no diálogo, reforçando a caracterização descontraída e irônica do analista de Bagé.” Assinale a alternativa correta.

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Questão 5 de 9 Q1699676 Q14 da prova
Texto para responder às questões de 11 a 17.
Onde anda o analista de Bagé? Não sei. As notícias são desencontradas. Há quem diga que ele se aposentou, hoje vive nas suas terras perto de Bagé e se dedica a cuidar de bicho em vez de gente, só abrindo exceção para eventuais casos de angústia existencial ou regressão traumática de fundo psicossomático entre a peonada da estância.
Lindaura, a recepcionista que além de receber também dava, estaria com ele, e teria concordado em dividir o afeto do analista com uma égua chamada Posuda, desde que eles concordassem em nunca serem vistos juntos em público.
Outros dizem que o analista morreu, depois de tentar, inutilmente, convencer o marido de uma paciente que banhos regulares de jacuzzi a dois num motel faziam parte do tratamento.
E há os que sustentam que o analista continua clinicando, na Europa, onde a sua terapia do joelhaço, conhecida como “Thérapie du genou aux boules, ou le methode gaúchô”, tem grande aceitação e ele só tem alguma dificuldade com a correta tradução de “Pos se apeie nos pelego e respire fundo no más, índio velho”, no começo de cada sessão.
Não sei.

Considere o trecho a seguir: “Ele recebe os pacientes de bombacha e pé no chão. – Buenas. Vá entrando e se abanque, índio velho.” (7º§ e 8º§) O autor utiliza expressões coloquiais e elementos regionais para construir a interação do analista de Bagé com seus pacientes. A análise da estrutura sintática e do emprego das palavras evidencia o tom descontraído e regionalista do texto. Sobre o emprego das classes de palavras e a sintaxe no trecho, analise as afirmativas a seguir. I. O termo “bombacha” é um substantivo, usado para designar uma peça de vestuário típica da região do personagem. II. Na expressão “vá entrando e se abanque”, tem-se a combinação de um verbo no gerúndio e outro no imperativo, embora a expressão como um todo tenha valor imperativo. III. O termo “índio velho” é um vocativo, utilizado para se dirigir ao interlocutor de maneira informal e regionalista. Está correto o que se afirma em:

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Questão 6 de 9 Q1699678 Q15 da prova
Texto para responder às questões de 11 a 17.
Onde anda o analista de Bagé? Não sei. As notícias são desencontradas. Há quem diga que ele se aposentou, hoje vive nas suas terras perto de Bagé e se dedica a cuidar de bicho em vez de gente, só abrindo exceção para eventuais casos de angústia existencial ou regressão traumática de fundo psicossomático entre a peonada da estância.
Lindaura, a recepcionista que além de receber também dava, estaria com ele, e teria concordado em dividir o afeto do analista com uma égua chamada Posuda, desde que eles concordassem em nunca serem vistos juntos em público.
Outros dizem que o analista morreu, depois de tentar, inutilmente, convencer o marido de uma paciente que banhos regulares de jacuzzi a dois num motel faziam parte do tratamento.
E há os que sustentam que o analista continua clinicando, na Europa, onde a sua terapia do joelhaço, conhecida como “Thérapie du genou aux boules, ou le methode gaúchô”, tem grande aceitação e ele só tem alguma dificuldade com a correta tradução de “Pos se apeie nos pelego e respire fundo no más, índio velho”, no começo de cada sessão.
Não sei.

No trecho “E há os que sustentam que o analista continua clinicando, na Europa, onde a sua terapia do joelhaço, conhecida como ‘Thérapie du genou aux boules, ou le methode gaúchô’, tem grande facilidade e ele só tem alguma dificuldade com a correta tradução de ‘Pos se apeie nos pelego e respire fundo no mais, índio velho’, no começo de cada sessão.” (4º§), o autor apresenta um relato fictício com humor e exagero, típico da construção narrativa de uma crônica. Dessa forma, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I. “O texto é uma crônica, pois utiliza humor e exagero para relatar situações fictícias e explorar aspectos do comportamento humano.”
PORQUE II. “O gênero crônica é caracterizado exclusivamente por narrativas longas e detalhadas que descrevem eventos cotidianos de forma realista.” Assinale a alternativa correta.

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Questão 7 de 9 Q1699681 Q17 da prova
Texto para responder às questões de 18 a 20.
As comunicações administrativas devem ser sempre formais. Isso é válido tanto para as comunicações feitas em meio eletrônico (por exemplo, e-mail e documento gerado no SEI!) quanto para as impressas. A formalidade de tratamento vincula-se, também, à necessária uniformidade das comunicações. Se a Administração Pública Federal é unificada, é natural que suas comunicações sigam o mesmo padrão. O estabelecimento desse padrão, uma das metas deste Manual, exige que se atente para todas as características da redação oficial. De modo a contribuir para uma boa redação e o uso correto da língua portuguesa, o Manual de Redação da Presidência da República contém noções gramaticais e ortográficas para consulta e, além disso, traz as seguintes recomendações: • a língua culta é contra a pobreza de expressão e não contra a sua simplicidade; • o uso do padrão culto não significa empregar a língua de modo rebuscado ou utilizar figuras de linguagem próprias do estilo literário; e • a consulta ao dicionário e à gramática é imperativa na redação de um bom texto.

O ofício é a correspondência oficial usada pelas autoridades públicas para tratar de assuntos de serviço ou de interesse da Administração Pública entre si ou com particulares. O ofício circular é expedido em diversas vias e utilizado quando a informação precisa ser enviada, simultaneamente, a mais de um destinatário. Nesse contexto, é correto afirmar que:

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Questão 8 de 9 Q1699683 Q18 da prova
Texto para responder às questões de 18 a 20.
As comunicações administrativas devem ser sempre formais. Isso é válido tanto para as comunicações feitas em meio eletrônico (por exemplo, e-mail e documento gerado no SEI!) quanto para as impressas. A formalidade de tratamento vincula-se, também, à necessária uniformidade das comunicações. Se a Administração Pública Federal é unificada, é natural que suas comunicações sigam o mesmo padrão. O estabelecimento desse padrão, uma das metas deste Manual, exige que se atente para todas as características da redação oficial. De modo a contribuir para uma boa redação e o uso correto da língua portuguesa, o Manual de Redação da Presidência da República contém noções gramaticais e ortográficas para consulta e, além disso, traz as seguintes recomendações: • a língua culta é contra a pobreza de expressão e não contra a sua simplicidade; • o uso do padrão culto não significa empregar a língua de modo rebuscado ou utilizar figuras de linguagem próprias do estilo literário; e • a consulta ao dicionário e à gramática é imperativa na redação de um bom texto.

Considerando a padronização das correspondências oficiais na administração pública, segundo o Manual da Presidência da República (2018), analise as assertivas acerca do gênero e-mail. I. Em algumas situações, é possível o emprego de saudação inicial, fecho e linguagem menos formais nos e-mails. II. O campo “assunto” deve ser o mais claro e específico possível, relacionado a conteúdo pontual da mensagem. III. A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer o máximo de informações sobre o conteúdo do anexo. IV. Para que o e-mail tenha valor documental, é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente. Está correto o que se afirma apenas em:

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Questão 9 de 9 Q1699686 Q20 da prova
Texto para responder às questões de 18 a 20.
As comunicações administrativas devem ser sempre formais. Isso é válido tanto para as comunicações feitas em meio eletrônico (por exemplo, e-mail e documento gerado no SEI!) quanto para as impressas. A formalidade de tratamento vincula-se, também, à necessária uniformidade das comunicações. Se a Administração Pública Federal é unificada, é natural que suas comunicações sigam o mesmo padrão. O estabelecimento desse padrão, uma das metas deste Manual, exige que se atente para todas as características da redação oficial. De modo a contribuir para uma boa redação e o uso correto da língua portuguesa, o Manual de Redação da Presidência da República contém noções gramaticais e ortográficas para consulta e, além disso, traz as seguintes recomendações: • a língua culta é contra a pobreza de expressão e não contra a sua simplicidade; • o uso do padrão culto não significa empregar a língua de modo rebuscado ou utilizar figuras de linguagem próprias do estilo literário; e • a consulta ao dicionário e à gramática é imperativa na redação de um bom texto.

Considerando que os fechamentos dos textos oficiais devem saudar o destinatário e fechar o texto, contribuindo para a formalidade e uniformidade das comunicações, é correto afirmar que:

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