Provas para Download

Prova Analista de Compras - Licitações e Contratos Administrativos - Câmara de Bebedouro/SP
Visualizar os arquivos PDF
Ver analista-de-compras-licitaces-e-contratos-administrativos.pdf
PDF
analista-de-compras-licitaces-e-contratos-administrativos.pdf
Ver gabaritos.pdf
PDF
gabaritos.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar analista-de-compras-licitaces-e-contratos-administrativos.pdf
PDF
analista-de-compras-licitaces-e-contratos-administrativos.pdf
Baixar gabaritos.pdf
PDF
gabaritos.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar analista-de-compras-licitaces-e-contratos-administrativos.pdf
PDF
analista-de-compras-licitaces-e-contratos-administrativos.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 12 Q1757925 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema", a palavra "estreia" está grafada corretamente de acordo com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Sobre a regra de acentuação gráfica aplicada a essa palavra, é correto afirmar que:

Reportar Erro
Questão 2 de 12 Q1757927 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante", a ocorrência do sinal indicativo de crase em "à dieta" justifica-se pela:

Reportar Erro
Questão 3 de 12 Q1757929 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar", a palavra "que" pertence à classe gramatical de:

Reportar Erro
Questão 4 de 12 Q1757931 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "O humor salva o casamento, desde que venha com doçura", a expressão "desde que" é classificada, de acordo com a gramática normativa, como:

Reportar Erro
Questão 5 de 12 Q1757932 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida", a vírgula empregada após "No Natal do ano passado" indica:

Reportar Erro
Questão 6 de 12 Q1757934 Q6 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No texto, o humor é utilizado como um elemento importante no relacionamento do casal. Sobre essa função, é correto afirmar que:

Reportar Erro
Questão 7 de 12 Q1757936 Q7 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida", a transitividade do verbo "deu" está corretamente classificada como verbo:

Reportar Erro
Questão 8 de 12 Q1757937 Q8 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

Assinale a alternativa que apresenta um erro de concordância verbal.

Reportar Erro
Questão 9 de 12 Q1757939 Q9 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele", a intenção da esposa foi:

Reportar Erro
Questão 10 de 12 Q1757941 Q10 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele", o autor utiliza diferentes sinais de pontuação para estruturar a narrativa. Qual das alternativas abaixo melhor explica o uso desses sinais de pontuação?

Reportar Erro
Questão 11 de 12 Q1757942 Q11 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

O episódio narrado no texto evidencia um aspecto marcante do relacionamento entre o narrador e sua esposa. Esse aspecto pode ser identificado como:

Reportar Erro
Questão 12 de 12 Q1757944 Q12 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12. Amor borbulhante O humor salva o casamento, desde que venha com doçura. Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos. Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura. Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento. No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte. Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema. Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante. Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa. Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim. Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho. A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo. Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: −Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele. Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar. Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor. Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

No trecho "Minha esposa tem essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos", o pronome demonstrativo "essa" está empregado corretamente porque:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota