Provas para Download

Prova Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais - UFU
Visualizar os arquivos PDF
Ver tradutor-e-interprete-de-linguagem-de-sinais.pdf
PDF
tradutor-e-interprete-de-linguagem-de-sinais.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar tradutor-e-interprete-de-linguagem-de-sinais.pdf
PDF
tradutor-e-interprete-de-linguagem-de-sinais.pdf
Baixar gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver tradutor-e-interprete-de-linguagem-de-sinais.pdf
PDF
tradutor-e-interprete-de-linguagem-de-sinais.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
38
Restantes
Questão 1 de 38 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder a s questões 01, 02 e 03.
Se, na primeira vez, o filme “Café com canela” me avassalou, agora então, sem qualquer cerimônia, atravessou meu coração! Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho. Portanto, acostumada às salas de cinema e a sua película tão parecida com sonho. Lo que passa és que o filme de Glenda Nicácio e Ary Rosa me é inaugural e o é para o cinema brasileiro, que é também o do mundo.
Ao falar a partir da própria aldeia com extrema maestria, Cachoeira, cidade do Recôncavo onde se passa a premiada obra, consegue abrigar nos seus 122 minutos todas as Áfricas e as não Áfricas também. É de e sobre o afeto. A afetividade é sua liga, argamassa, presença invisível e aderente em todos os “frames”. É o pontilhado discretíssimo que forma a imagem. O filme foi identificado já em seu lançamento em Brasília como uma obra de afeto. E aí traz o mundo inteiro no bolso.
Não só pelo afeto ser uma forma de conhecimento, como afirma Espinosa, mas porque, em seu bojo, a humanidade se esculpe. Tudo passa por essa via: os primeiros cuidados, a autoconfiança, o autoconhecimento, a relação com o outro, com o trabalho, com a natureza, com a política... tudo passa pela estrada do afeto. Tramas urdidas com esta linha decidem o jogo da vida.
Por causa do afeto ou de sua falta, muitas tramas se banham em dramas.
Mas então é inaugural por que, se muitos filmes falam de afeto, sua doença, seu avesso, que é a guerra? É que o filme me atravessou por identificação! Vi os aniversários lá de casa. Vi minha madrinha, tios, primos, minha gente alegre na tela do cinema. Normal. Bebendo cerveja de bar, contando piada, sem chororô estereotipado, e tirando sempre onda do sofrimento. Sem negá-lo. Tirando de letra a pesada lida da vida de uma etnia que experimenta há séculos uma realidade estruturalmente racista. E tem que sobreviver. E arrumar saúde. E durar pra virar o jogo sem ser abatido em “pleno voo”, como diz Martha Medeiros. Mas o filme não fala disso. Não precisa. Sua prova factual é irrefutável. O filme é trágico sem ser triste. Está ali a dona morte visitando a realidade exposta, mas tudo é costurado na linha da oferenda, no caminho da generosidade, fundamento matriz da filosofia africana, sem a qual não teríamos sobrevivido até aqui. [...]

Em “Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho.”, o termo destacado foi empregado com o sentido de

Questão 2 de 38 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder a s questões 01, 02 e 03.
Se, na primeira vez, o filme “Café com canela” me avassalou, agora então, sem qualquer cerimônia, atravessou meu coração! Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho. Portanto, acostumada às salas de cinema e a sua película tão parecida com sonho. Lo que passa és que o filme de Glenda Nicácio e Ary Rosa me é inaugural e o é para o cinema brasileiro, que é também o do mundo.
Ao falar a partir da própria aldeia com extrema maestria, Cachoeira, cidade do Recôncavo onde se passa a premiada obra, consegue abrigar nos seus 122 minutos todas as Áfricas e as não Áfricas também. É de e sobre o afeto. A afetividade é sua liga, argamassa, presença invisível e aderente em todos os “frames”. É o pontilhado discretíssimo que forma a imagem. O filme foi identificado já em seu lançamento em Brasília como uma obra de afeto. E aí traz o mundo inteiro no bolso.
Não só pelo afeto ser uma forma de conhecimento, como afirma Espinosa, mas porque, em seu bojo, a humanidade se esculpe. Tudo passa por essa via: os primeiros cuidados, a autoconfiança, o autoconhecimento, a relação com o outro, com o trabalho, com a natureza, com a política... tudo passa pela estrada do afeto. Tramas urdidas com esta linha decidem o jogo da vida.
Por causa do afeto ou de sua falta, muitas tramas se banham em dramas.
Mas então é inaugural por que, se muitos filmes falam de afeto, sua doença, seu avesso, que é a guerra? É que o filme me atravessou por identificação! Vi os aniversários lá de casa. Vi minha madrinha, tios, primos, minha gente alegre na tela do cinema. Normal. Bebendo cerveja de bar, contando piada, sem chororô estereotipado, e tirando sempre onda do sofrimento. Sem negá-lo. Tirando de letra a pesada lida da vida de uma etnia que experimenta há séculos uma realidade estruturalmente racista. E tem que sobreviver. E arrumar saúde. E durar pra virar o jogo sem ser abatido em “pleno voo”, como diz Martha Medeiros. Mas o filme não fala disso. Não precisa. Sua prova factual é irrefutável. O filme é trágico sem ser triste. Está ali a dona morte visitando a realidade exposta, mas tudo é costurado na linha da oferenda, no caminho da generosidade, fundamento matriz da filosofia africana, sem a qual não teríamos sobrevivido até aqui. [...]

Considerando-se as características do texto, é correto afirmar que esse se trata de

Questão 3 de 38 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder a s questões 01, 02 e 03.
Se, na primeira vez, o filme “Café com canela” me avassalou, agora então, sem qualquer cerimônia, atravessou meu coração! Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho. Portanto, acostumada às salas de cinema e a sua película tão parecida com sonho. Lo que passa és que o filme de Glenda Nicácio e Ary Rosa me é inaugural e o é para o cinema brasileiro, que é também o do mundo.
Ao falar a partir da própria aldeia com extrema maestria, Cachoeira, cidade do Recôncavo onde se passa a premiada obra, consegue abrigar nos seus 122 minutos todas as Áfricas e as não Áfricas também. É de e sobre o afeto. A afetividade é sua liga, argamassa, presença invisível e aderente em todos os “frames”. É o pontilhado discretíssimo que forma a imagem. O filme foi identificado já em seu lançamento em Brasília como uma obra de afeto. E aí traz o mundo inteiro no bolso.
Não só pelo afeto ser uma forma de conhecimento, como afirma Espinosa, mas porque, em seu bojo, a humanidade se esculpe. Tudo passa por essa via: os primeiros cuidados, a autoconfiança, o autoconhecimento, a relação com o outro, com o trabalho, com a natureza, com a política... tudo passa pela estrada do afeto. Tramas urdidas com esta linha decidem o jogo da vida.
Por causa do afeto ou de sua falta, muitas tramas se banham em dramas.
Mas então é inaugural por que, se muitos filmes falam de afeto, sua doença, seu avesso, que é a guerra? É que o filme me atravessou por identificação! Vi os aniversários lá de casa. Vi minha madrinha, tios, primos, minha gente alegre na tela do cinema. Normal. Bebendo cerveja de bar, contando piada, sem chororô estereotipado, e tirando sempre onda do sofrimento. Sem negá-lo. Tirando de letra a pesada lida da vida de uma etnia que experimenta há séculos uma realidade estruturalmente racista. E tem que sobreviver. E arrumar saúde. E durar pra virar o jogo sem ser abatido em “pleno voo”, como diz Martha Medeiros. Mas o filme não fala disso. Não precisa. Sua prova factual é irrefutável. O filme é trágico sem ser triste. Está ali a dona morte visitando a realidade exposta, mas tudo é costurado na linha da oferenda, no caminho da generosidade, fundamento matriz da filosofia africana, sem a qual não teríamos sobrevivido até aqui. [...]

Para a autora, o diferencial do filme comentado consiste no fato de

Questão 4 de 38 Q4 da prova
Se você acha que o maior vexame do Brasil, quando o tema é Copa do Mundo, foi o 7 a 1 contra a Alemanha, em 2014, em pleno Mineirão lotado, pode estar enganado. Para muitos, a grande vergonha completa 35 anos: o roubo da taça Jules Rimet, na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
A Jules Rimet foi criada em 1928, e o troféu era entregue para a seleção campeã da Copa. A cada quatro anos, a relíquia tinha uma nova casa. Mas o primeiro país que conquistasse o tricampeonato ficaria com o prêmio definitivamente. Pelé, Jairzinho, Tostão, Carlos Alberto Torres e companhia conquistaram o tri em 1970, no México.
Desde então, o troféu ficava exposto na sede da CBF, no centro do Rio de Janeiro, na entrada da principal sala de reuniões da confederação. Mas, depois de 13 anos e meio da conquista, os seguranças do prédio foram rendidos e a taça foi roubada. Os ladrões não conseguiram quebrar o vidro à prova de balas, mas desmontaram as molduras de madeira e levaram a relíquia.
A Jules Rimet era feita em prata, ouro, com base em pedra semipreciosa, pesava 3,8 quilos, tinha 35 centímetros de altura e era a imagem da deusa da vitória. Na época, a CBF recebeu um valor de Cr$ 30 milhões (aproximadamente R$ 370 mil) de um seguro sobre o ouro que tinha na peça, cerca de 1,8 quilo.
A taça nunca mais foi encontrada, e a suspeita mais forte é que foi derretida e o ouro e a prata usados para fazer novas peças. Três pessoas foram condenadas pelo roubo, Sérgio Peralta, Chico Barbudo e Luiz Bigode; e uma por receptação, Juan Carlos Hernandes.
Depois de 70, a Fifa (Federação Internacional de Futebol) criou o troféu que é entregue atualmente, mas nenhum país fica com a taça definitivamente e, sim, com uma réplica da Copa do Mundo.

Sobre as formas verbais destacadas no trecho acima, é correto afirmar que

Questão 5 de 38 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder a s questões 05 e 06.
Indevida culpa materna
Se eu pudesse aliviar o mundo de um sofrimento, seria o de remover as culpas indevidas que a maioria das mulheres carrega dentro de si, na função de mãe.
Para qualquer problema comportamental apresentado por uma criança ou por um adolescente, ou até mesmo por alguns adultos, há uma mãe se responsabilizando por ele. Há, sem dúvida, responsabilidades de que as mães não podem se furtar na educação dos filhos, mas uma boa parte da culpa é devida à cultura da época e do local, e pode ser evitada.
Hoje a grande culpa indevida é a que a maioria das mães pensa/sente que está “em falta” com os filhos quando trabalha fora. Essa culpa, que sabota a felicidade familiar, deve-se ao pensamento de que ela deveria se dedicar mais aos filhos.
Algumas mães podem ter a opção de não trabalhar (fora) e permanecer mais tempo com os filhos. Mas estes não precisam delas o tempo todo e, se precisarem, é porque já existe uma dinâmica de comportamentos problemáticos: o sufocado produz e sustenta um folgado. Ou seja: embaixo de um sufocado (mãe) tem sempre um ou vários folgados (filhos e, às vezes, também outros adultos).
Enquanto a mãe não resolver essa equação, ficará cada vez mais sufocada, e os filhos, cada vez mais folgados, malcriados e tiranos. Essa sufocada mãe vai achar que 24 horas por dia são insuficientes para atender a tantos folgados e… lá vem a culpa indevida!
A sufocada vai se sufocando porque quer deixar todos os filhos satisfeitos somente quando aprenderem a cuidar de si e dos seus pertences e ajudar os conviventes necessitados. Essa prática entra em conflito com outro pensamento: é obrigação da mãe fazer sempre tudo e mais alguma coisa para os filhos.
Quem foi que estabeleceu essa lei? Quem ensinou a mãe a ser sufocada? Vem da época do machismo, quando surgiu a figura da “boa mãe”, que todas as mulheres buscavam e buscam ser, cujo resultado final é perpetuar os filhos no folgado e inadequado machismo.
A boa mãe ensina o filho a fazer o que é capaz e cobra. Cobrança, estabelecimento de limites, responsabilidade que gera liberdade, ética para ser bem tratada, mesmo estando ausente, perde quem não cuida do que tem, prazos existem para serem cumpridos, necessidades têm que ser satisfeitas e vontades, quando puder, são costumes que devem ser adotados em casa para que a mãe tenha prazer e paz ao voltar para o “lar, doce lar”.

Com base na leitura do texto, é correto afirmar que seu objetivo central é defender a ideia de que

Questão 6 de 38 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder a s questões 05 e 06.
Indevida culpa materna
Se eu pudesse aliviar o mundo de um sofrimento, seria o de remover as culpas indevidas que a maioria das mulheres carrega dentro de si, na função de mãe.
Para qualquer problema comportamental apresentado por uma criança ou por um adolescente, ou até mesmo por alguns adultos, há uma mãe se responsabilizando por ele. Há, sem dúvida, responsabilidades de que as mães não podem se furtar na educação dos filhos, mas uma boa parte da culpa é devida à cultura da época e do local, e pode ser evitada.
Hoje a grande culpa indevida é a que a maioria das mães pensa/sente que está “em falta” com os filhos quando trabalha fora. Essa culpa, que sabota a felicidade familiar, deve-se ao pensamento de que ela deveria se dedicar mais aos filhos.
Algumas mães podem ter a opção de não trabalhar (fora) e permanecer mais tempo com os filhos. Mas estes não precisam delas o tempo todo e, se precisarem, é porque já existe uma dinâmica de comportamentos problemáticos: o sufocado produz e sustenta um folgado. Ou seja: embaixo de um sufocado (mãe) tem sempre um ou vários folgados (filhos e, às vezes, também outros adultos).
Enquanto a mãe não resolver essa equação, ficará cada vez mais sufocada, e os filhos, cada vez mais folgados, malcriados e tiranos. Essa sufocada mãe vai achar que 24 horas por dia são insuficientes para atender a tantos folgados e… lá vem a culpa indevida!
A sufocada vai se sufocando porque quer deixar todos os filhos satisfeitos somente quando aprenderem a cuidar de si e dos seus pertences e ajudar os conviventes necessitados. Essa prática entra em conflito com outro pensamento: é obrigação da mãe fazer sempre tudo e mais alguma coisa para os filhos.
Quem foi que estabeleceu essa lei? Quem ensinou a mãe a ser sufocada? Vem da época do machismo, quando surgiu a figura da “boa mãe”, que todas as mulheres buscavam e buscam ser, cujo resultado final é perpetuar os filhos no folgado e inadequado machismo.
A boa mãe ensina o filho a fazer o que é capaz e cobra. Cobrança, estabelecimento de limites, responsabilidade que gera liberdade, ética para ser bem tratada, mesmo estando ausente, perde quem não cuida do que tem, prazos existem para serem cumpridos, necessidades têm que ser satisfeitas e vontades, quando puder, são costumes que devem ser adotados em casa para que a mãe tenha prazer e paz ao voltar para o “lar, doce lar”.

Considere os seguintes trechos recortados do texto.
“Vem da época do machismo, quando surgiu a figura da “boa mãe”
“... são costumes que devem ser adotados em casa para que a mãe tenha prazer e paz ao voltar para o “lar, doce lar”.
As aspas que foram empregadas nas expressões destacadas cumprem a função de

Questão 7 de 38 Q7 da prova
Em períodos de crise, os empregadores preferem contratar ou manter mulheres em suas empresas, dizem professores entrevistados pela BBC News Brasil. Apesar de a taxa de desemprego ser tradicionalmente maior entre elas, durante recessões os empresários são guiados pela necessidade: mulheres têm salários menores do que homens e, em geral, aceitam condições de trabalho menos garantidas.
Em 2017, de acordo com a Pnad, os homens ganhavam, em média, 29,7% a mais do que as mulheres. "Elas têm uma formação melhor, mais escolaridade, mas salários menores. Ganhar menos ou aceitar emprego em condições piores, sem carteira, é uma característica do emprego feminino que atrai as empresas. As empresas querem reduzir custos, se livrar das leis trabalhistas. “É uma questão de sobrevivência", diz a professora do Departamento de Economia da PUC, Anita Kon.
As mudanças estruturais no mercado brasileiro foram fundamentais para permitir que mulheres se tornassem provedoras durante a crise, acrescenta a professora Angela Araújo. Uma dessas transformações foi o crescimento, na última década, do setor de serviços de educação e de saúde, onde elas são maioria. Desde o começo dos anos 2010, esse tipo de ocupação ultrapassou os serviços domésticos como a função que mais emprega brasileiras.
Por trás da expansão dos serviços, explicam os entrevistados, está a multiplicação de sistemas privados de educação e de saúde – faculdades e clínicas particulares –, muitos deles contratantes de empresas terceirizadas. Por causa disso, os professores alertam que boa parte dessas vagas oferece condições precárias de trabalho.
Para a economista e professora da UFRJ Lena Lavinas, a flexibilização, impulsionada pela reforma trabalhista, também pode ter ajudado a entrada ou a permanência das mulheres em seus cargos. Com a possibilidade de negociação direta entre patrão e funcionário e de contratos de trabalho intermitente com salários mais baixos, por exemplo, a resistência à contratação de mulheres – por receio de que engravidem ou faltem para se dedicar aos filhos – é menor. […]
As trajetórias profissionais das mulheres costumam ter um movimento de entrada e de saída do mercado para se adaptar ao itinerário da família, explica a professora do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Juiz de Fora, Ana Claudia Moreira Cardoso. E seria por isso que muitas não conseguem subir na hierarquia profissional e permanecem auxiliares no sustento da casa.
Além dela, outros professores entrevistados pela BBC Brasil defendem que, apesar de consistente e representativa de uma luta por autonomia, a entrada das mulheres na força de trabalho aconteceu pela porta lateral.

A partir da leitura do texto, é correto inferir que isso se deu porque as mulheres

Questão 8 de 38 Q8 da prova
Não há outra maneira de dizer. Não há atenuante. Em um mundo que produz alimentos suficientes para dar de comer a todos os seus habitantes, a fome nada mais é do que um crime.
Todos os dias, assistimos, do conforto de nossas poltronas e a uma distância segura proporcionada pelas telas da televisão, ao desespero de pessoas pobres e vulneráveis que são forçadas a migrar nas condições mais humilhantes. A maioria delas são provenientes de áreas rurais.
Temos que fazer mais por essas pessoas. Não podemos permitir que elas fiquem para trás. Fazer vista grossa e não debater as causas mais profundas de como erradicar a fome e a pobreza é algo criminoso. Sabemos como fazê-lo. Sabemos o que funciona. Mas não teremos sucesso se a violência continuar, se os conflitos não terminarem.
Os dados mais recentes da FAO indicam que, após quase uma década de declínio, o número de pessoas afetadas pela fome no mundo aumentou novamente, com 815 milhões de habitantes sofrendo de desnutrição crônica em 2016. Em 2017, 124 milhões necessitaram de assistência alimentar de emergência, em comparação com os 108 milhões de 2016. Não é coincidência. Esses números refletem uma década de redução gradual da paz mundial, principalmente devido aos crescentes conflitos no Oriente Médio e na África, e seus efeitos indiretos em outras áreas, segundo dados do 2018 Global Peace Index publicado no início deste mês.
Assim, não nos faltam novas evidências: a fome tem aumentado em cenários mais violentos. A relação é direta. É em países como a Síria, Iêmen, Afeganistão, Sudão do Sul, Iraque e Somália que encontramos algumas das maiores taxas de insegurança alimentar. A América Latina também testemunha retrocesso de desenvolvimento – e, em alguns casos, testemunha também o retorno da fome e da exclusão social devido a conflitos internos e à instabilidade social.
Por isso, é um paradoxo notar que os gastos militares globais continuem aumentando, enquanto países destinam cada vez menos recursos para combater a fome no mundo. [...]

No texto, os autores se valeram de dados da FAO e do 2018 Global Peace Index para sustentar a tese que

Questão 9 de 38 Q9 da prova
Considere o seguinte texto do anúncio.
No Brasil, existem aproximadamente 16 milhões de pessoas incapazes de ler e de escrever ao menos um simples bilhete. Considerando-se o conceito de “analfabeto funcional” que inclui as pessoas com menos de quatro séries de estudo concluídas, o número salta para 33 milhões.

Com base no texto do anúncio destacado acima, é correto afirmar que cerca de 16 milhões de brasileiros não vão ler o anúncio porque

Questão 10 de 38 Q10 da prova
O anúncio, em alusão ao dia da educação, tem por objetivo principal

O anúncio, em alusão ao dia da educação, tem por objetivo principal

Questão 11 de 38 Q11 da prova

Em relação ao uso do software MS Windows 7, marque (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A central de ações do Windows oferece informações importantes sobre seu computador como: status do antivírus, atualizações, solução de problemas, além de fornecer um recurso de agendamento de backup. Para acessar, vá até "Painel de Controle > Contas de usuário > Central de Ações".
( ) Para realizar um backup dos dados atuais como medida de precaução, pode-se usar a Central de Backup e Restauração do Windows 7. O backup de dados pode ser realizado em mídias removíveis, exceto em unidades de CD/DVD.
( ) No Windows 7, ao se desejar compartilhar uma pasta com outro usuário remoto, isto é, logado em outra máquina, deve-se criar uma outra conta de usuário no computador local para o usuário remoto, depois, dar a esse usuário permissões de acesso à pasta.
( ) O Windows 7 permite usar a Criptografia de Unidade de Disco com a ferramenta BitLocker. Quando se adiciona novos arquivos a uma unidade criptografada, o BitLocker os criptografa automaticamente. Por sua vez, os arquivos criptografados, salvos em unidade não criptografadas são descripotografados.

Questão 12 de 38 Q12 da prova

Em relação ao uso do software MS Word 2007, marque (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Ao se aplicar um duplo clique com o botão esquerdo do mouse sobre uma palavra de um parágrafo de texto, toda a linha em que a palavra está posicionada será selecionada.
( ) Ao se aplicar a sequência combinada de teclas Ctrl+5 em um parágrafo, altera-se o espaçamento entre linhas de texto do referido parágrafo para o modo 1,5 linhas.
( ) Ao se aplicar a sequência combinada de teclas Shift+Enter em um parágrafo, insere-se um novo parágrafo ao documento de texto.
( ) Ao se criar um novo estilo de formatação, pode-se definir os seguintes elementos de formatação: tipo, tamanho e cor da fonte; alinhamento, recuos e espaçamento do parágrafo.

Questão 13 de 38 Q13 da prova

No uso do software Microsoft Office Word 2007 (configuração padrão), ao se posicionar no começo uma linha de texto, o que acontecerá se você pressionar uma sequência combinada das teclas Ctrl + Shift + seta para baixo?

Questão 14 de 38 Q15 da prova

Em relação ao uso do software MS Excel 2007, considere uma pasta de trabalho com três planilhas e a escrita da fórmula abaixo na célula A2 da Planilha1.
=SOMA(Planilha1:Planilha3!A1)
Qual é o resultado obtido da aplicação da fórmula na célula A2?

Questão 15 de 38 Q17 da prova

Em se tratando de acumulação proibida de cargos públicos, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 16 de 38 Q18 da prova

De acordo com o Código de Ética Profissional, o servidor público civil do Poder Executivo Federal deverá

Questão 17 de 38 Q19 da prova

Assinale a alternativa que NÃO representa as características do processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal.

Questão 18 de 38 Q20 da prova

No tocante à Lei de Improbidade Administrativa, é INCORRETO afirmar que

Questão 19 de 38 Q21 da prova

Chuchotage, termo em francês usado por intérpretes em qualquer parte do mundo, é uma modalidade de interpretação, em que

Questão 20 de 38 Q22 da prova

Definir o tipo de tradução para nortear escolhas e decisões é um aspecto inerente do trabalho de tradução. Em determinado projeto de tradução literária, o tradutor optou pela NATURALIZAÇÃO, ou seja, pelo tipo de tradução em que o tradutor

Questão 21 de 38 Q23 da prova

Espera-se do profissional intérprete, além dos conhecimentos básicos de ordem linguística, cultural e referencial, conhecimentos decorrentes dos estudos da interpretação, o que envolve conhecer a história de seu campo de trabalho. Assinale a alternativa que nomeia o evento que ficou conhecido como o marco da interpretação simultânea.

Questão 22 de 38 Q24 da prova

Com relação à língua de sinais, a arbitrariedade, a dupla articulação, a produtividade, a versatilidade e a flexibilidade são

Questão 23 de 38 Q25 da prova

Sobre o intérprete educacional, em vista das especificidades de seu trabalho, é importante que a instituição na qual atua o acolha como

Questão 24 de 38 Q26 da prova

A presença do profissional intérprete de LIBRAS é obrigatória nas escolas com matrícula de alunos surdos. Exige-se do intérprete educacional, além de competência para realizar a tradução e/ou interpretação das duas línguas em questão, respeitar preceitos éticos. Para o desempenho de um bom trabalho, este profissional deverá possuir, ao menos,

Questão 25 de 38 Q27 da prova

Nas frases: “Colocar um livro na estante” / “Colocar as cartas sobre a mesa” / “Colocar os copos na lavadora”, é correto afirmar que, em língua de sinais, o verbo COLOCAR, tal como usado nas frases, pertence a

Questão 26 de 38 Q28 da prova

Alguns verbos em Libras apresentam incorporação da negação, ou seja, o sinal já exprime o sentido da negativa sem a necessidade de se utilizar o item lexical de negação. Outro exemplo de incorporação é a de numeral. Sobre esse tipo de incorporação, os estudos linguísticos apontam que os Sinais

Questão 27 de 38 Q29 da prova

A fonologia é o ramo da linguística que estuda os sistemas de fonemas de uma língua ou das línguas em geral. Se a troca de um som resultar em mudança de significado da palavra, encontramos, neste caso, um som com valor linguístico. Em relação às Línguas de Sinais, é correto afirmar que

Questão 28 de 38 Q30 da prova

Após a realização do congresso de Milão, de 1880 até a década de 1960, o que prevaleceu como único método ou ferramenta a ser usada na educação de Surdos?

Questão 29 de 38 Q31 da prova

O uso das duas mãos para a realização de um determinado sinal em Libras deve respeitar a regra de simetria e de dominância, no que diz respeito ao movimento das mãos. Assinale a alternativa em que todas as palavras são exemplos de dominância na realização destes sinais.

Questão 30 de 38 Q32 da prova

Assinale a alternativa que atesta os casos em que a deficiência auditiva é considerada como perda, segundo a legislação federal.

Questão 31 de 38 Q33 da prova

A regulamentação da profissão de Tradutor Intérprete de Libras foi uma ação de política pública muito importante para os profissionais dessa área. O reconhecimento com a regulamentação da profissão ocorreu com a lei

Questão 32 de 38 Q34 da prova

De acordo com a legislação federal, as pessoas surdas têm o direito de acesso à comunicação, à informação e à educação nas instituições federais de ensino, incluindo-se, nesses casos, o acesso a processos seletivos e a conteúdos curriculares. Com base nessa legislação, este direito está garantido em que etapa da formação acadêmica das pessoas surdas?

Questão 33 de 38 Q35 da prova

Quadros (2004) apresenta cinco preceitos fundamentais na atuação do tradutor intérprete, denominados de preceitos éticos. Quais são esses cinco preceitos?

Questão 34 de 38 Q36 da prova

No ano de 2005, como ação de políticas públicas do Governo Federal para a Educação de Surdos, por meio do Decreto 5.626, foi criado o Exame Nacional de Proficiência em Tradução e Interpretação de Libras - Língua Portuguesa, o Polibras. Qual foi a finalidade desse exame?

Questão 35 de 38 Q37 da prova

Existem diferentes modalidades nas interpretações, dentre elas as interpretações consecutivas e as simultâneas. Assinale a alternativa que descreve como se dá a interpretação consecutiva.

Questão 36 de 38 Q38 da prova

No processo de tradução e interpretação, são listadas por Roberts (1992) e apresentados por Quadros (2004) 6 competências para um profissional tradutor intérprete. Assinale a alternativa que apresenta essas 6 competências.

Questão 37 de 38 Q39 da prova

O exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS - foi regulamento por lei federal, sancionada no ano de

Questão 38 de 38 Q40 da prova

Assinale a alternativa que descreve as modalidades apresentadas na classificação das línguas para a comunicação.

Acertos
Erros
38
Total