Afirma-se, com base em estudos sobre a Língua Americana de Sinais (ASL), que na libras existem diferentes categorias de verbos (simples, com concordância, espaciais e manuais (ou classificadores). Os verbos simples são considerados aqueles que
Conforme afirmam Pereira e Vieira (2009, p. 64), para promover o biculturalismo às pessoas surdas deve-se oportunizar que elas aprendam sobre a cultura surda e acultura ouvinte e que também interajam com essas culturas. Verifica-se, na visão das autoras, o pressuposto de que
Conforme afirma Goldfeld (2002), o bilinguismo na educação de surdos tem como pressuposto básico que a pessoa surda deve adquirir como língua materna a língua de sinais, considerada a língua natural dos surdos e, como segunda língua, a língua oficial de seu país. O procedimento que foge da abordagem educacional bilíngue para surdos é:
Entre as medidas propostas pelas políticas linguísticas brasileiras, por meio do Decreto nº 5.626, de 22 dezembro de2005, está a inclusão da libras como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério e nos cursos de Fonoaudiologia. Quanto aos demais cursos de educação superior e na educação profissional, esse decreto prevê que
Em relação à aquisição da linguagem pela criança surda, Quadros (1997) afirma, com base em estudos sobre o processo de aquisição da Língua Americana de Sinais (ASL), que o desenvolvimento das línguas de sinais é análogo ao das línguasoralizadas. São apresentados e discutidos por Quadros quatro estágios do processo de aquisição (período pré-linguístico, estágio de um sinal, estágio das primeiras combinações e estágio de múltiplas combinações). A fase denominada estágio de um sinal é aquela em que
As atividades de traduzir e de interpretar são tradicionalmente diferenciadas e caracterizadas pela definição de que o intérprete trabalha com o discurso oral enquanto o tradutor trabalha com a palavra escrita. Entretanto, Pöchhacker (2004) nos orienta a considerar que o elemento característico que diferencia o ato de interpretar do ato traduzir é o aspecto do
Considerando que língua é cultura, Campos (1986) afirma que “não se traduz de uma língua para outra, e sim de uma cultura para outra”. Assim, o tradutor e intérprete de Libras-Português precisa
Albir (2005) afirma que “embora o falante bilíngue possua competência comunicativa nas línguas que domina, nem todo bilíngue possui competência tradutória”. De acordo com essa afirmação, o TILSP (Tradutor e Intérprete de Libras-Português) deve ser bilíngue e
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectivada Educação Inclusiva (2008) prevê a presença do tradutor/intérprete de libras no contexto educacional para atuar com alunos surdos. Diante das necessidades que o aluno surdo apresenta, o intérprete deve atuar
O reconhecimento do sistema de comunicação de uma comunidade de fala é um passo importante para a legalidade do uso e a difusão dessa língua. No caso da libras, a lei que a reconhece é a
O Decreto nº 5.626/2005, no capítulo V, determina sobre a formação de nível superior exigida ao profissional tradutor e intérprete de LIBRAS–língua portuguesa. O art.19 deste mesmo capítulo especifica nos parágrafos I e II que, no caso de não haver pessoas com a titulação exigida, seja possível admitir profissionais
A Lei nº 12.319/2010, no art. 2º, estabelece que o profissional tradutor e intérprete terá competência para realizar interpretação em duas línguas e em pelo menos duas modalidades que são, respectivamente:
Os estudos da interpretação se preocupam em construir suas teorias por meio da análise da prática interpretativa. Pöchhacker (2004) apresenta modelos de interpretação simultânea descritas por ele, a saber:
O ato interpretativo compreende, de acordo com Gile (1995), três esforços no âmbito da interpretação simultânea, que são:
O primeiro Código de Ética para Intérpretes de Libras teve como base o Registro de Intérpretes para pessoas Surdas de1965 – USA. A FEBRAPILS, federação que representa as associações dos profissionais intérpretes de libras em âmbito nacional, reformulou este código em
O intérprete educacional (IE) constitui a maioria dos profissionais que atuam nas escolas inclusivas brasileiras. O código de ética não prevê premissas específicas de orientação prática e formativa para atuação nesse contexto. Assim, os desafios enfrentados por esses profissionais
O trabalho em equipes de tradutores e intérpretes de libras é uma estratégia de trabalho utilizada em grande parte pelos intérpretes de conferência e em algumas instituições de ensino superior. A configuração do trabalho em equipe exige no



























