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Prova Técnico de Tecnologia da Informação - CRF/RJ
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Questão 1 de 4 Q1467369 Q1 da prova
Texto para as questões de 1 a 11.
Nada de tóxico pode ser bom nessa vida! Uma pessoa tóxica e que contamina a tudo com sua negatividade é certamente um problema. Desautoriza, humilha, assedia e torna a vida de quem está ao lado um grande inferno. Pessoas com esse tipo de atitude costumam complicar não apenas suas próprias existências, como também a daquelas que as circundam. Uma visão ruim e generalizada contamina como se fosse pandemia — a atitude tóxica entra sem pedir licença e invade a própria história do outro. Não condeno esse tipo de atitude quando ela representa uma resposta a situações específicas e que pedem por reações mais entristecidas e depressivas. Traumas, mortes, crises profundas só podem gerar ambientes negativos. Mas não são tóxicos, fazem parte de um sentimento coerente com a experiência. A postura não funciona, entretanto, como filosofia geral de vida ou gesto premeditado, independente do contexto em que se apresenta. Penso, inclusive, que não é necessário insistir nesse tema, uma vez que me parece existir um consenso nesse sentido. Negatividade tóxica não traz nada de bom. Gostaria de tratar, porém, do outro lado dessa moeda. Também tenho achado perversa a “positividade tóxica”, que vai virando moda por aqui. Fico preocupada quando alguém, uma empresa, um político, um amigo, tenta suprimir as emoções negativas de uma outra pessoa, antes mesmo de escutá-la ou de dar a devida acolhida. Nunca gostei de frases prontas e animadas, que não passam de chavões quando usadas indiscriminadamente. Do tipo: “Seja positivo!”, “Olhe pelo lado bom!”, “Supere isso”, “Vá em frente”… Na minha opinião, nessa vida, nada que se assemelhe ao puro bordão repetitivamente decorado ou a uma resposta automática, utilizada retoricamente e sem atenção à especificidade de cada situação, pode funcionar ou dar resultado positivo. Nessas horas, acabamos por parecer com um empregado de RH eufórico, que tem como função não deixar a peteca cair, seja lá a circunstância que aparecer ou se interpor diante de nós. Na minha humilde opinião, ao passar por cima da dor do outro, muitas vezes essa pode-se estar desconsiderando, repito, mesmo sem sinceramente pretender, sentimentos que são genuínos e até legítimos. Os tempos também andam acelerados e sem piedade. Depois de uma tarefa, vem outra, e perdemos o tempo do intervalo, do cafezinho, da conversa jogada fora. O desemprego aumentou, o que cria não uma sensação ruim, mas uma realidade ruim. Traz insegurança, desesperança e uma vontade de desistir. Temos enfrentado um presente sem futuro, um tempo em compasso de espera — justo nós, que fomos educados a sempre projetar, planejar e pensar no amanhã. O poço anda bem cheio para que adotemos o “modo positividade a todo custo”. Simplesmente desconsiderar e fazer pouco de sentimentos negativos próprios e dos outros, sem nem ao menos permitir que se entre em contato com eles, não pode ser boa saída. Ouvir o outro, praticar a escuta, nunca vem com receita pronta. Há situações em que uma boa esperança altera e revoluciona a vida de uma pessoa. Há momentos, porém, em que o bom ombro é aquele que fica — acolhe a tristeza e não, imediatamente, recusa ou desfaz das dificuldades.

Conforme as ideias do texto, a negatividade tóxica

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Questão 2 de 4 Q1467371 Q2 da prova
Texto para as questões de 1 a 11.
Nada de tóxico pode ser bom nessa vida! Uma pessoa tóxica e que contamina a tudo com sua negatividade é certamente um problema. Desautoriza, humilha, assedia e torna a vida de quem está ao lado um grande inferno. Pessoas com esse tipo de atitude costumam complicar não apenas suas próprias existências, como também a daquelas que as circundam. Uma visão ruim e generalizada contamina como se fosse pandemia — a atitude tóxica entra sem pedir licença e invade a própria história do outro. Não condeno esse tipo de atitude quando ela representa uma resposta a situações específicas e que pedem por reações mais entristecidas e depressivas. Traumas, mortes, crises profundas só podem gerar ambientes negativos. Mas não são tóxicos, fazem parte de um sentimento coerente com a experiência. A postura não funciona, entretanto, como filosofia geral de vida ou gesto premeditado, independente do contexto em que se apresenta. Penso, inclusive, que não é necessário insistir nesse tema, uma vez que me parece existir um consenso nesse sentido. Negatividade tóxica não traz nada de bom. Gostaria de tratar, porém, do outro lado dessa moeda. Também tenho achado perversa a “positividade tóxica”, que vai virando moda por aqui. Fico preocupada quando alguém, uma empresa, um político, um amigo, tenta suprimir as emoções negativas de uma outra pessoa, antes mesmo de escutá-la ou de dar a devida acolhida. Nunca gostei de frases prontas e animadas, que não passam de chavões quando usadas indiscriminadamente. Do tipo: “Seja positivo!”, “Olhe pelo lado bom!”, “Supere isso”, “Vá em frente”… Na minha opinião, nessa vida, nada que se assemelhe ao puro bordão repetitivamente decorado ou a uma resposta automática, utilizada retoricamente e sem atenção à especificidade de cada situação, pode funcionar ou dar resultado positivo. Nessas horas, acabamos por parecer com um empregado de RH eufórico, que tem como função não deixar a peteca cair, seja lá a circunstância que aparecer ou se interpor diante de nós. Na minha humilde opinião, ao passar por cima da dor do outro, muitas vezes essa pode-se estar desconsiderando, repito, mesmo sem sinceramente pretender, sentimentos que são genuínos e até legítimos. Os tempos também andam acelerados e sem piedade. Depois de uma tarefa, vem outra, e perdemos o tempo do intervalo, do cafezinho, da conversa jogada fora. O desemprego aumentou, o que cria não uma sensação ruim, mas uma realidade ruim. Traz insegurança, desesperança e uma vontade de desistir. Temos enfrentado um presente sem futuro, um tempo em compasso de espera — justo nós, que fomos educados a sempre projetar, planejar e pensar no amanhã. O poço anda bem cheio para que adotemos o “modo positividade a todo custo”. Simplesmente desconsiderar e fazer pouco de sentimentos negativos próprios e dos outros, sem nem ao menos permitir que se entre em contato com eles, não pode ser boa saída. Ouvir o outro, praticar a escuta, nunca vem com receita pronta. Há situações em que uma boa esperança altera e revoluciona a vida de uma pessoa. Há momentos, porém, em que o bom ombro é aquele que fica — acolhe a tristeza e não, imediatamente, recusa ou desfaz das dificuldades.

Em referência à chamada ‘positividade tóxica’, a autora

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Questão 3 de 4 Q1467372 Q7 da prova
Texto para as questões de 1 a 11.
Nada de tóxico pode ser bom nessa vida! Uma pessoa tóxica e que contamina a tudo com sua negatividade é certamente um problema. Desautoriza, humilha, assedia e torna a vida de quem está ao lado um grande inferno. Pessoas com esse tipo de atitude costumam complicar não apenas suas próprias existências, como também a daquelas que as circundam. Uma visão ruim e generalizada contamina como se fosse pandemia — a atitude tóxica entra sem pedir licença e invade a própria história do outro. Não condeno esse tipo de atitude quando ela representa uma resposta a situações específicas e que pedem por reações mais entristecidas e depressivas. Traumas, mortes, crises profundas só podem gerar ambientes negativos. Mas não são tóxicos, fazem parte de um sentimento coerente com a experiência. A postura não funciona, entretanto, como filosofia geral de vida ou gesto premeditado, independente do contexto em que se apresenta. Penso, inclusive, que não é necessário insistir nesse tema, uma vez que me parece existir um consenso nesse sentido. Negatividade tóxica não traz nada de bom. Gostaria de tratar, porém, do outro lado dessa moeda. Também tenho achado perversa a “positividade tóxica”, que vai virando moda por aqui. Fico preocupada quando alguém, uma empresa, um político, um amigo, tenta suprimir as emoções negativas de uma outra pessoa, antes mesmo de escutá-la ou de dar a devida acolhida. Nunca gostei de frases prontas e animadas, que não passam de chavões quando usadas indiscriminadamente. Do tipo: “Seja positivo!”, “Olhe pelo lado bom!”, “Supere isso”, “Vá em frente”… Na minha opinião, nessa vida, nada que se assemelhe ao puro bordão repetitivamente decorado ou a uma resposta automática, utilizada retoricamente e sem atenção à especificidade de cada situação, pode funcionar ou dar resultado positivo. Nessas horas, acabamos por parecer com um empregado de RH eufórico, que tem como função não deixar a peteca cair, seja lá a circunstância que aparecer ou se interpor diante de nós. Na minha humilde opinião, ao passar por cima da dor do outro, muitas vezes essa pode-se estar desconsiderando, repito, mesmo sem sinceramente pretender, sentimentos que são genuínos e até legítimos. Os tempos também andam acelerados e sem piedade. Depois de uma tarefa, vem outra, e perdemos o tempo do intervalo, do cafezinho, da conversa jogada fora. O desemprego aumentou, o que cria não uma sensação ruim, mas uma realidade ruim. Traz insegurança, desesperança e uma vontade de desistir. Temos enfrentado um presente sem futuro, um tempo em compasso de espera — justo nós, que fomos educados a sempre projetar, planejar e pensar no amanhã. O poço anda bem cheio para que adotemos o “modo positividade a todo custo”. Simplesmente desconsiderar e fazer pouco de sentimentos negativos próprios e dos outros, sem nem ao menos permitir que se entre em contato com eles, não pode ser boa saída. Ouvir o outro, praticar a escuta, nunca vem com receita pronta. Há situações em que uma boa esperança altera e revoluciona a vida de uma pessoa. Há momentos, porém, em que o bom ombro é aquele que fica — acolhe a tristeza e não, imediatamente, recusa ou desfaz das dificuldades.

Considerando-se as ideias do texto, é correto afirmar que a expressão “não deixar a peteca cair” (linha 22) significa

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Questão 4 de 4 Q1467374 Q9 da prova
Texto para as questões de 1 a 11.
Nada de tóxico pode ser bom nessa vida! Uma pessoa tóxica e que contamina a tudo com sua negatividade é certamente um problema. Desautoriza, humilha, assedia e torna a vida de quem está ao lado um grande inferno. Pessoas com esse tipo de atitude costumam complicar não apenas suas próprias existências, como também a daquelas que as circundam. Uma visão ruim e generalizada contamina como se fosse pandemia — a atitude tóxica entra sem pedir licença e invade a própria história do outro. Não condeno esse tipo de atitude quando ela representa uma resposta a situações específicas e que pedem por reações mais entristecidas e depressivas. Traumas, mortes, crises profundas só podem gerar ambientes negativos. Mas não são tóxicos, fazem parte de um sentimento coerente com a experiência. A postura não funciona, entretanto, como filosofia geral de vida ou gesto premeditado, independente do contexto em que se apresenta. Penso, inclusive, que não é necessário insistir nesse tema, uma vez que me parece existir um consenso nesse sentido. Negatividade tóxica não traz nada de bom. Gostaria de tratar, porém, do outro lado dessa moeda. Também tenho achado perversa a “positividade tóxica”, que vai virando moda por aqui. Fico preocupada quando alguém, uma empresa, um político, um amigo, tenta suprimir as emoções negativas de uma outra pessoa, antes mesmo de escutá-la ou de dar a devida acolhida. Nunca gostei de frases prontas e animadas, que não passam de chavões quando usadas indiscriminadamente. Do tipo: “Seja positivo!”, “Olhe pelo lado bom!”, “Supere isso”, “Vá em frente”… Na minha opinião, nessa vida, nada que se assemelhe ao puro bordão repetitivamente decorado ou a uma resposta automática, utilizada retoricamente e sem atenção à especificidade de cada situação, pode funcionar ou dar resultado positivo. Nessas horas, acabamos por parecer com um empregado de RH eufórico, que tem como função não deixar a peteca cair, seja lá a circunstância que aparecer ou se interpor diante de nós. Na minha humilde opinião, ao passar por cima da dor do outro, muitas vezes essa pode-se estar desconsiderando, repito, mesmo sem sinceramente pretender, sentimentos que são genuínos e até legítimos. Os tempos também andam acelerados e sem piedade. Depois de uma tarefa, vem outra, e perdemos o tempo do intervalo, do cafezinho, da conversa jogada fora. O desemprego aumentou, o que cria não uma sensação ruim, mas uma realidade ruim. Traz insegurança, desesperança e uma vontade de desistir. Temos enfrentado um presente sem futuro, um tempo em compasso de espera — justo nós, que fomos educados a sempre projetar, planejar e pensar no amanhã. O poço anda bem cheio para que adotemos o “modo positividade a todo custo”. Simplesmente desconsiderar e fazer pouco de sentimentos negativos próprios e dos outros, sem nem ao menos permitir que se entre em contato com eles, não pode ser boa saída. Ouvir o outro, praticar a escuta, nunca vem com receita pronta. Há situações em que uma boa esperança altera e revoluciona a vida de uma pessoa. Há momentos, porém, em que o bom ombro é aquele que fica — acolhe a tristeza e não, imediatamente, recusa ou desfaz das dificuldades.

É correto afirmar que o texto apresentado tem caráter essencialmente

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