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Prova Técnico de Enfermagem I - FUNBEPE
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Questão 1 de 25 Q1431369 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos

Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

De acordo com a reportagem apresentada:

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Questão 2 de 25 Q1431371 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos

Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

De acordo com o último parágrafo do texto, conclui-se que:

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Questão 3 de 25 Q1431373 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos

Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

Analise o excerto a seguir e assinale a alternativa que apresenta uma reescritura correta, considerando-se o emprego da expressão “por quê”: “E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê?”

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Questão 4 de 25 Q1431374 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos

Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

A razão para o emprego das vírgulas anteposta e posposta ao trecho — um químico usado para tratar esgotos —, no excerto “ Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol , um químico usado para tratar esgotos , e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos.”, é a mesma do emprego das vírgulas em:

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Questão 5 de 25 Q1431376 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.

O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos

Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

Considere os verbos I. começar e II. estudar, que ocorrem no excerto “[...] o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas.” Classifique-os segundo as propriedades gramaticais descritas a seguir e assinale a alternativa que corresponda correta e respectivamente às suas classificações.

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Questão 6 de 25 Q1431383 Q9 da prova

Analise as palavras a seguir quanto aos seus elementos mórficos. Dentre as palavras dadas, aquela que configura um caso de hibridismo é:

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Questão 7 de 25 Q1431388 Q12 da prova

Um carro híbrido funciona tanto com gasolina quanto com bateria elétrica. Suponha que quando está utilizando a bateria, o consumo do carro é tal que ele percorre 100 km com 20 kWh de energia. Já quando o carro está utilizando gasolina, ele percorre 12 km com 1 litro de gasolina. Quantos quilômetros no total um carro poderá percorrer (utilizando-se uma forma de energia e depois a outra) sabendo-se que ele tem um tanque de gasolina de 50 litros e uma bateria com uma capacidade de armazenamento total de 45 kWh?

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Questão 8 de 25 Q1431389 Q13 da prova

Numa determinada empresa, o funcionário Alan trabalha presencialmente de segunda à sexta-feira. O funcionário Beto trabalha presencialmente em dias alternados (podendo ser também nos finais de semana). E o funcionário Carlos trabalha presencialmente a cada dois dias (isto é; vai um dia, e passa dois dias sem ir), também podendo ir aos finais de semana. Sabendo-se que numa sexta-feira os três funcionários foram simultaneamente de forma presencial, quantos dias se passarão até que eles se encontrem pela primeira vez simultaneamente numa segunda-feira?

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Questão 9 de 25 Q1431391 Q14 da prova

Observe as seguintes afirmativas: I – Todo triângulo retângulo tem dois ângulos que são ambos menores que 90°. II – Num triângulo equilátero, todos os ângulos são retos, iguais a 90°. III – Num triângulo isóscele, um dos ângulos obrigatoriamente é maior que 90°. Estão corretas:

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Questão 10 de 25 Q1431403 Q21 da prova

Qual é a posição usada para exames do reto e próstata?

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Questão 11 de 25 Q1431405 Q22 da prova

Um dos sinais vitais é a frequência cardíaca. Partindo dessa afirmativa, leia os enunciados abaixo, marque V (verdadeiro) e F (falso) e, depois, a resposta correspondente. [...] O pulso só pode ser verificado na artéria radial. [...] Há fatores fisiológicos que afetam o pulso normal, como por exemplo: a lipotimia. [...] Uma frequência cardíaca em que se observa o pulso lento com menos de 60 batimentos por minutos caracteriza uma bradisfigmia. [...] O ritmo cardíaco é uniforme e com intervalos iguais. Quando há alterações, ocorrem as arritmias cardíacas. [...] No pulso de tensão alta, a artéria é mole, fácil de ser comprimida.

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Questão 12 de 25 Q1431406 Q23 da prova

Qual é o tipo de curativo empregado no intuito de promover a hemostasia local?

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Questão 13 de 25 Q1431408 Q24 da prova

Em consonância com o Código de Ética dos profissionais de enfermagem, complete o excerto abaixo, em relação às penalidades a serem impostas pelos Conselhos Federal e Regional de Enfermagem, conforme o que determina o art. 18, da Lei n° 5.905, de 12 de julho de 1973. “A ______________ consiste em repreensão que será divulgada nas publicações oficiais dos Conselhos Federal e Regional de Enfermagem e em jornais de grande circulação”.

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Questão 14 de 25 Q1431409 Q25 da prova

Em relação à administração de medicações, tomando por parâmetro o volume das seringas e graduações específicas, destaque a alternativa que possui graduação mínima de 0,1 mL, com numeração a cada 1 mL.

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Questão 15 de 25 Q1431411 Q26 da prova

Observe os conceitos a seguir e faça a associação correspondente entre a primeira coluna (conceito) e a segunda coluna (principais características) e marque, posteriormente, a alternativa que traz a sequência correta. 1- Cheyne-Stokes ( ) Respiração profunda mais típica, caracterizada por uma inspiração mais profunda e ruidosa, seguida de pausa, depois uma breve e queixosa expiração, seguida de nova pausa. 2- Kusmaul ( ) Respiração que apresenta períodos de dispneia, bradipneia e apneia. Os movimentos respiratórios aumentam e diminuem, e após uma pausa o ciclo reinicia. 3- Biot ( ) Respiração periódica caracterizada pela presença de períodos de apneia de duração variável de até 30 segundos. Pode ser repetida em intervalos regulares e irregulares. 4- Dispneia ( ) Tem a possibilidade de respirar na posição sentada. 5- Ortopneia ( ) Dificuldade de respirar. O cliente apresenta-se cianótico, com a pele em tom cinza-azulado, que se manifesta inicialmente em torno dos lábios e se estende para toda a periferia de mãos, pés e corpo todo.

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Questão 16 de 25 Q1431413 Q27 da prova

Dentre os cuidados de enfermagem com pacientes de urgência e emergência, destaca-se a ocorrência de traumas. Assim, leia as asserções abaixo e marque, posteriormente, a alternativa correta. I – Todo trauma é considerado uma urgência médica. II – O pneumotórax ocorre especificamente por meio de trauma penetrante. III - A lesão causada pelo trauma torácico fechado é o resultado da compressão súbita ou positiva que atinge a parede do tórax. IV - O trauma penetrante ocorre a partir da penetração de um objeto estranho na parede do tórax, sendo as causas mais comuns para esse tipo de trauma os ferimentos ocasionados por arma branca ou arma de fogo. V – No trauma penetrante, o aspecto externo da ferida é o principal indicativo de sua gravidade.

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Questão 17 de 25 Q1431415 Q28 da prova

O choque ocorre quando há um desequilíbrio no organismo. Uma das causas de choque está associada às hemorragias intensas, sejam elas internas ou externas. Como é classificado esse tipo de choque causado por hemorragias intensas?

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Questão 18 de 25 Q1431416 Q29 da prova

Na sequência, foram destacadas algumas recomendações específicas para a realização de hemocultura. No entanto, apenas uma das alternativas foi construída de forma correta, assinale-a:

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Questão 19 de 25 Q1431420 Q31 da prova

Em relação à frequência respiratória, tomando como parâmetro os valores de referência para um adulto, qual é a alternativa que elucida um exemplo de eupneia?

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Questão 20 de 25 Q1431422 Q32 da prova

Para a verificação da pressão arterial, qual dos materiais abaixo não é utilizado?

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Questão 21 de 25 Q1431424 Q33 da prova

Para garantir a correta verificação da pressão arterial, é importante seguir uma série de recomendações. A seguir, foram destacados alguns exemplos, salvo:

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Questão 22 de 25 Q1431427 Q35 da prova

Alguns cuidados de enfermagem com pacientes de urgência e emergência nas situações de transporte intra-hospitalar foram descritos a seguir. No entanto, há um aspecto que torna inválida uma das recomendações, destaque a respectiva alternativa.

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Questão 23 de 25 Q1431429 Q36 da prova

Em conformidade com a Lei 7.498/86, complete o excerto abaixo, extraído de seu artigo 12. “O Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau ___________, e participação no planejamento da assistência de enfermagem [...]”

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Questão 24 de 25 Q1431433 Q38 da prova

Para definir o grau de atendimento há uma escala de prioridades a ser observada. São exemplos de situações caracterizadas pelo grau de prioridade definido por meio de cartão vermelho, exceto:

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Questão 25 de 25 Q1431434 Q39 da prova

Em emergências cardiovasculares, são corretas as seguintes condutas, exceto:

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