A síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido
No caso dessa criança, quais exames devem ser solicitados?
A mãe retorna com os exames, a radiografia está normal e a prova tuberculínica é de 3 mm. Assim, qual deve ser a conduta?
Analise a espirometria a seguir. CVF: 2,0 (86%); VEF1: 1,66 (79%); VEF1/CVF: 83%; FEF25-75%: 1,78 (68%). Variação VEF 1: 230mL (13%) O laudo da espirometria é:
Analise as imagens a seguir. A alteração encontrada na radiografia de tórax é:
A principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta são, respectivamente:
O agente etiológico mais provável e a melhor conduta terapêutica são, respectivamente:
A principal hipótese diagnóstica é:
pneumonia aspirativa.
espirometria com padrão obstrutivo e prova broncodilatadora positiva.
Para o tratamento da asma, entre os dispositivos inalatórios,
Leia o caso clínico a seguir. Menina de 13 anos, em tratamento regular para asma, em uso de corticoide inalatório em baixas doses. É levada por sua mãe à consulta, com queixa de limitação de atividade física e apresentou duas exacerbações com necessidade de fazer broncodilatador de curta ação nos últimos três meses. De acordo com a Global Iniciative for Asthma (GINA) de 2019, a conduta mais adequada para esta paciente é:
É uma alteração tomográfica comum em pacientes com bronquiolite obliterante pós-infecciosa:
Claritromicina.
Leia o caso clínico a seguir. Uma menina de seis anos é trazida pelos pais por apresentar gripes muito frequentes. Os episódios de gripe ocorrem quase toda semana e caracterizam-se por coriza, espirros e coceira no nariz, às vezes acompanhados de tosse, atrapalhando bastante o sono da filha. Duram cerca de três a quatro dias e, às vezes, são acompanhados de sintomas oculares, como hiperemia e prurido. Ao exame físico, a criança apresenta bom estado geral, peso e estatura normais para a idade. No exame das vias aéreas superiores, apresenta palidez dos cornetos nasais. Demais aspectos do exame físico sem alterações. Trata-se de um caso de
As internações por asma no Brasil vem apresentando redução ao longo dos anos, porém os óbitos ainda permanecem em números elevados. No manejo da asma,
Leia o caso clínico a seguir. Menino de sete anos apresenta episódios recorrentes de tosse, chiado e dispneia desde os dois anos de idade, tendo apresentado várias internações, inclusive uma delas em UTI. Apresenta sintomas três a quatro vezes por semana, com necessidade de utilizar broncodilatadores para alívio e, além disso, não consegue jogar futebol por causa de tosse e dispneia. De acordo com o quadro descrito,
A tosse é um importante mecanismo de defesa, além de ser um sintoma comum em condições benignas e auto-limitadas, como as rinofaringites virais. Porém, quando se torna crônica, pode significar uma condição preocupante. Quanto às causas de tosse crônica, na infância,
As crianças são predispostas a apresentar infecções de vias aéreas superiores, sendo as rinossinusites agudas frequentes, principalmente como complicação de rinofaringites virais. Com referência às rinossinusites agudas na infância,
o tratamento se baseia no uso de antibiótico oral, sendo a ampicilina a principal escolha.
a oxigenoterapia é uma medida comprovadamente eficaz e necessária nas crianças com saturação de O2 menor que 98%.
a inalação com vapor úmido e quente é eficaz, reduzindo o edema da via aérea, permitindo a redução do uso de corticoide.
A anemia falciforme é uma doença genética, diagnosticada pelo teste de triagem neonatal. Estima-se, no Brasil, o nascimento de cerca de 200.000 crianças com traço falcêmico e 3.500 com doença falciforme. Nessa doença,
Tratamento hospitalar com penicilina cristalina.























