Ciente de que dificuldades de aprendizagem são problemas de atraso, desordem ou retardo do desenvolvimento em um ou mais processos da fala, leitura, escrita, aritmética ou outro resultado escolar do sujeito, causado por uma desvantagem psicológica devido a uma possível disfunção cerebral e/ou distúrbios emocional ou comportamental (KIRK, Samuel, 1962 apud LEAL, Daniela; NOGUEIRA, Makenly Oliveira G. Dificuldades de aprendizagem: um olhar psicopedagógico. Curitiba: InterSaberes, 2012, p. 53), — julgue o que se afirma sobre o tema nos enunciados abaixo. I. Dificuldades de aprendizagem são sempre resultado de retardo mental, privação sensorial ou de fatores culturais ou educacionais. II. Indivíduos com dificuldades de aprendizagem, via de regra têm, dentre outros, problemas para pronunciar e escrever palavras, para assimilar e compreender regras e problemas matemáticos e para se concentrar. III. As dificuldades de aprendizagem quase sempre se apresentam associadas a problemas de outra natureza, principalmente comportamentais e emocionais. Assinale:
Analise o caso a seguir. “A professora da 1ª série de Brian descreve-o como “um fliperama humano”. Ele jamais caminha; parte feito um raio. Ele sai de sua cadeira a cada instante para apontar o lápis, pegar mais papel, olhar os porquinhos-da-índia da classe. Em sua avaliação semestral a professora de ucas escreveu: “Brian é inteligente e entusiástico mas precisa se acalmar. Suas notas estão caindo porque ele não presta atenção” (SMITH, Corine; STRICK, Lisa. Dificuldades de aprendizagem de A –Z: guia completo para educadores e pais. Porto Alegre: Penso, 2012). É possível supor, numa avaliação preliminar, que a dificuldade enfrentada pelo menino Brian aponta para:
Ao exercer suas atividades em ambiente clínico ou institucional, o psicopedagogo consciente segue o código de ética elaborado pela Associação Brasileira de Psicopedagogia, o qual tem o propósito não só de estabelecer parâmetros e orientar os profissionais da psicopedagogia brasileira quanto aos princípios que regem a boa conduta profissional, mas também de instituir diretrizes para o seu exercício profissional. Não faz parte dos ditames comportamentais recomendados por esse documento:
Para Pöttker e Leonardo (2014 apud CLARO, Genoveva Ribas. Fundamentos de psicopedagogia. Curitiba: InterSaberes, 2018), os primeiros passos da psicopedagogia foram dados nos séculos XIX e XX na França, onde, por influência de Janine Mery e George Mauco, surgiu, nas fronteiras entre as áreas da saúde e da educação, uma nova proposta com o intuito de curar os problemas educacionais advindos das transformações decorrentes da Revolução Industrial e da Revolução Francesa. Nessa época, a psicopedagogia, que ainda não tinha esse nome, era denominada:
Para autoras como Maria Lúcia WEISS (1994) e Alicia FERNÁNDEZ (2001), os entraves no aprender constituem um fator de não pouca importância para o fracasso escolar. Sabendo, porém, que o fracasso escolar decorre de um conjunto de fatores intraescolares e extraescolares capazes de exercer influência determinante na vida acadêmica do aluno, assinale a alternativa em que só existam fatores de fracasso de natureza, exclusivamente, intraescolar:
Para que a aprendizagem do aluno com dislexia se efetive, Borba e Braggio (2016) recomendam que, além de tratar a todos os alunos sem privilégios e nem discriminações, os professores adotem as seguintes posturas em sala de aula: I. Propor atividades que priorizem a organização espacial, de preferência, lançando mão dos objetos usados pelo aluno. II. Atentar mais para a maneira como o aluno escreve no quadro e no caderno. III. Empregar uma linguagem subjetiva e rebuscada, repleta de subentendidos e de figuras de linguagem. IV. Manter o aluno próximo de si e do quadro para melhor acompanhá-lo, investindo também no estabelecimento de vínculos. Assinale:
A respeito das competências gerais para a educação básica, de que trata BNCC (2018), é correto afirmar: I. As dez competências gerais devem ser trabalhadas de forma transversal em todo o conteúdo, desde a educação infantil até o ensino médio. II. Cabe aos professores usarem as competências gerais apenas como uma indicação pro forma de como deve ser encaminhado o currículo na sala de aula. III. Competência deve ser entendida como a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores por parte do aluno, para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Assinale:
























