Em um ambulatório, um homem de 25 anos relata episódios súbitos de medo intenso, acompanhados de palpitações, sensação de falta de ar, tontura e medo de perder o controle. Ele afirma que esses episódios ocorrem de forma inesperada, sem relação com situações específicas, e que passou a evitar sair sozinho por receio de novas crises. De acordo com o DSM-5-TR, a hipótese diagnóstica mais compatível com esse quadro é:
Uma psicóloga atende um jovem de 35 anos que apresenta histórico de relacionamentos instáveis, alternando entre idealização e desvalorização das pessoas próximas. O paciente relata impulsividade e sentimentos crônicos de vazio. Demonstra medo intenso de abandono, mesmo quando não há sinais concretos disso. Conforme descrição, assinale a questão que apresenta o transtorno de personalidade mais provável para o caso.
Durante uma roda de conversa em uma escola, um psicólogo observa que adolescentes demonstram dúvidas sobre quem são e qual papel ocupam no grupo, além de preocupações com escolhas futuras. Considerando a teoria do desenvolvimento psicossocial de Erik Erikson, analise as afirmativas sobre essa fase: I. O principal desafio da adolescência é resolver o conflito entre identidade e confusão de papéis, influenciando diretamente a construção do self. II. A resolução positiva desse estágio contribui para o desenvolvimento da virtude da fidelidade, relacionada à capacidade de manter compromissos com valores e pessoas. III. A adolescência é caracterizada pelo conflito entre iniciativa e culpa. IV. A busca por intimidade é o foco central da adolescência, segundo Erikson. V. A formação da personalidade está relacionada à exploração de papéis sociais e valores pessoais. Após análise das alternativas é correto o que se afirma em:
Em psicoterapia, um paciente fala sobre episódios muito recorrentes de comportamento impulsivo como gastar, comer, beber e fazer sexo descontroladamente, mesmo sentindo-se mal posteriormente e ter consciência dos prejuízos. Durante o processo terapêutico, não demonstra muita preocupação com normas sociais ou as consequências dos seus atos, afirmando ser impulsionado a aproveitar o agora sem paciência de esperar. Considerando a perspectiva teórica de Freud sobre a estrutura da personalidade, assinale qual instância psíquica está atuando fortemente no modo de funcionamento do paciente e por quê.
Em uma visita domiciliar realizada por uma equipe multiprofissional que inclui a psicologia, identifica-se que um idoso está passando por um processo de negligência por parte da família, faltando cuidados saúde, alimentação e higiene. Considerando o que preconiza o Estatuto do Idoso e a prática psicológica, a medida obrigatória diante da confirmação de violência contra a pessoa idosa é:
Em um ambulatório do SUS, a equipe de saúde levanta o caso de uma paciente com doença crônica associada ao sofrimento psíquico por luto patológico. Somam-se a essas informações dados voltados à história de vida, visando a pactuação com a usuária a partir de metas voltadas ao autocuidado. Estando essa prática alinhada à perspectiva da Clínica Ampliada, assinale o princípio que expressa melhor essa diretriz.
No Centro de Atenção Psicossocial - CAPS, um usuário do sexo masculino com histórico de internações psiquiátricas recorrentes aceita construir um Projeto Terapêutico Singular (PTS) com a equipe, junto com a participação da família, visando reduzir crises e ampliar a participação em atividades inclusivas e comunitárias. No contexto da RAPS, identifique qual diretriz orienta essa prática no que se refere à atenção psicossocial:
Em capacitação com profissionais da RAPS, discute-se os desafios ainda presentes na Reforma Psiquiátrica brasileira e seus marcos legais, visando assim aprimorar fluxos entre APS, CAPS e hospital geral. Sobre os processos que envolvem a Reforma Psiquiátrica no Brasil, assinale qual afirmação abaixo está em conformidade com seus princípios.
Na UTI de um hospital público, familiares de uma paciente em cuidados paliativos solicitam apoio, suporte e informações por parte da equipe de saúde, visando entender melhor o processo que envolve esse tipo de cuidado. Neste contexto, a função essencial da Psicologia Hospitalar enquanto partícipe da equipe envolvida nos cuidados paliativos é:

























