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Prova Professor Temporário Classe SL - Sociologia - SEDUC/PI
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Questão 1 de 27 Q1516069 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões que seguem. DIPLOMACIA FAMILIAR Precisamos acalmar os ânimos com os parentes A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertenc emos a vida toda. É uma panelinha amorosa! Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à to na. Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto. Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fa to, ―parente é serpente‖? Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim po r diante. Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas. O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valor es sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. ―Eu preciso pensar em mim‖, ―devo pôr para fora tudo o que me atormenta‖, ―por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?‖ são alguns exemplos de pensa mentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...). Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido merc ado universitário: ―diplomacia familiar‖. Somos capazes de dar conta disso, não somos? (Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).

A linguagem é usada em seu sentido literal, NÃO figurado, no trecho dest acado, em:

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Questão 2 de 27 Q1516071 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões que seguem. DIPLOMACIA FAMILIAR Precisamos acalmar os ânimos com os parentes A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertenc emos a vida toda. É uma panelinha amorosa! Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à to na. Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto. Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fa to, ―parente é serpente‖? Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim po r diante. Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas. O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valor es sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. ―Eu preciso pensar em mim‖, ―devo pôr para fora tudo o que me atormenta‖, ―por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?‖ são alguns exemplos de pensa mentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...). Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido merc ado universitário: ―diplomacia familiar‖. Somos capazes de dar conta disso, não somos? (Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).

Toda e qualquer situação de interação comunicativa pressupõe o envolvimento de interlocutores. Considerando que isso também é válido , quando se trata de textos escritos, o recurso linguístico que marca uma interação direta entre o autor do texto em discussão e seus potenciais leitore s é observado em:

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Questão 3 de 27 Q1516073 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões que seguem. DIPLOMACIA FAMILIAR Precisamos acalmar os ânimos com os parentes A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertenc emos a vida toda. É uma panelinha amorosa! Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à to na. Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto. Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fa to, ―parente é serpente‖? Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim po r diante. Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas. O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valor es sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. ―Eu preciso pensar em mim‖, ―devo pôr para fora tudo o que me atormenta‖, ―por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?‖ são alguns exemplos de pensa mentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...). Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido merc ado universitário: ―diplomacia familiar‖. Somos capazes de dar conta disso, não somos? (Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).

A palavra que, t extualmente, é utilizada como um recurso que sinaliza o encaminhamento de argumentações que se opõem quanto ao assunto tratado encontra -se destacada no trecho da opção:

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Questão 4 de 27 Q1516088 Q14 da prova

Os mé todos de ensino que melhor se ajustam ao ensino em grupo são:

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Questão 5 de 27 Q1516089 Q15 da prova

Se o professor cria situações comuns ao dia a dia do aluno e o fa z interagir ativamente de modo intelectual e afetivo, trazendo o cotidiano para a sala de aula e aproximando o dia a dia dos alunos do conhecimento científico, pode -se dizer, com base nisto , que sua prática é :

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Questão 6 de 27 Q1516093 Q18 da prova

O processo de avaliação institucional da escola compreende a avaliação do conjunto do trabalho da escola como instituição educativa, como subsídio do processo de planejamento e instrumento de gestão democrática. Tem como referência para sua operacionalização :

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Questão 7 de 27 Q1516095 Q19 da prova

No plano de aula, o item m etodologia é onde se definem :

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Questão 8 de 27 Q1516098 Q21 da prova

A desigualdade social no Brasil como identificada no relatório do IPEA, publicado no ano 2000, como possuindo forte conteúdo racial. Os dados estatísticos revelaram que negros formam a parcela da população com maior desvantagem social. O dilema da pesquisa sobre desigualdade racial foi parcialmente solucionado pela inclusão da s seguintes categorias de cor da pele dos brasileiros:

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Questão 9 de 27 Q1516100 Q22 da prova

O movimento conhecido com Diretas Já (1983 -1984) exigia a eleição de um presidente pelo voto direto dos eleitores, após o fim do regime militar. Parcialmente derrotado, o movimento teve o mérito de forçar a escolha, pelo colégio eleitoral, de um presidente identificado com a causa. Foi ele:

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Questão 10 de 27 Q1516102 Q23 da prova

As formas elementares da vida religiosa de É. Durkheim é a obra que revela o universal inerente a qualquer tipo de fenômeno religioso. O texto decompõe o fenômeno a uma fase elementar da vida religiosa, com o intuito de descobrir a chave de entendimento de todas as expressões religiosas, indep endentemente de suas formas históricas. A obra, marco das ciências humanas, destaca:

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Questão 11 de 27 Q1516103 Q24 da prova

O conceito de Ideologia , reelaborado por Karl Marx sustenta o pressuposto de que o Estado aproveita - se da dominação organizada por forças ideológicas. Sobre o Estado, Marx entendia que:

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Questão 12 de 27 Q1516105 Q25 da prova

Em 1897, quando foi publicado O suicídio, inaugura - se a maneira científic a de olhar os fatos sociais. Émile Durkheim julgou ter encontrado elementos que garantiriam a objetividade nas ciências sociais. A sociedade industrializada que surgia via -se arrebatada por problemas de toda ordem. A taxa de suicídios em ascensão devido a crises desorganizadora s da ordem social foi identificada por Durkheim pela tipologia:

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Questão 13 de 27 Q1516107 Q26 da prova

Identifique a alternativa que não corresponde ao conceito de ideologia elabo rado por Karl Marx.

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Questão 14 de 27 Q1516109 Q27 da prova

A modernidade é datada por pensadores contemporâneos (Bauman, Lipovetsky, Morin) como tendo início nos anos 1800. A primeira revoluçã o civilizacional ocorreu há cerca de 70 mil anos (Cognitiva, com desenvolvimento da linguagem); a segunda, há 12 mil anos (agrícola). Na modernidade, que revolução civilizacional caracteriza o momento histórico, de acordo com os autores acima?

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Questão 15 de 27 Q1516110 Q28 da prova

A tese de doutoramento de Émile Durkheim, publicada no livro A divisão do trabalho social, de 1893, versa sobre:

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Questão 16 de 27 Q1516112 Q29 da prova

A efervescente sociedade moderna, na transição do século XIX para o século XX, balizou -se na visão racionalizadora do mundo. De acordo com a percepção de Max Weber, o efeito colateral do novo modelo de civilização produziu:

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Questão 17 de 27 Q1516113 Q30 da prova

Atitudes subjetivas consideradas , apenas , se orientadas para comportamentos de outros, cuja dinâmic a compõe o objeto de estudo da sociologia preconizada por Max Weber e pode ser identificad o como:

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Questão 18 de 27 Q1516115 Q31 da prova

No Prefácio de À contribuição à crítica da economia política , Marx apresenta a noção de motor da história . Para Marx, a dialética, o movimento da história, pode ser descrito no seguinte enunciado:

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Questão 19 de 27 Q1516117 Q32 da prova

Durkheim argumenta que, em última instância, o suicídio possui causalidade única, que é:

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Questão 20 de 27 Q1516118 Q33 da prova

Sociólogo polonês, falecido em 2017, dizia que a modernidade não havia terminado, ela ganhou forma nova, líquida, fluida, fugidia. As relações sociais hoje perderam solidez e tendem à dissolução rápida :

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Questão 21 de 27 Q1516120 Q34 da prova

Do erro de Descartes, da fundação da ciência moderna na base da redução, da especialização, da fragmentação da realidade, o pensamento contemporâneo começa a perceber os limites da ciência moderna. A proposta de juntar, c onectar, fusionar conhecimentos é o que Edgar Morin chama de:

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Questão 22 de 27 Q1516122 Q35 da prova

Intelectual que fundou a cadeira de sociologia em Bordeaux. A disciplina ganhou status de cientificidade:

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Questão 23 de 27 Q1516123 Q36 da prova

No decorrer do século XIX, as ciências humanas se firmaram, construíram objetos de estudos específicos, houve a busca para separação da filosofia, e a elaboração de métodos de pesquisa aproximados aos das ciências da natureza. Aponte a técnica introduzida na sociologia que lhe garantiu o status de cientificidade:

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Questão 24 de 27 Q1516125 Q37 da prova

Aponte o fato crucial para a aceitação acadêmica da sociologia:

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Questão 25 de 27 Q1516127 Q38 da prova

A noção elaborada por Max Weber, que aproxima o investigador da realidade para entendê -la, sem pretender ser a própria realidade, trata -se de construção mental, é:

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Questão 26 de 27 Q1516128 Q39 da prova

No Brasil a consolidação da sociologia científica ocorreu:

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Questão 27 de 27 Q1516130 Q40 da prova

A chamada operação Lava Jato, conduzida pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, investiga, desde 17 de março de 2014, o caso que é chamado pelos procuradores federais como o maior desvio de recursos públicos do mundo. As teorias sociológicas denunciam a relação espúria entre Estado e setor privado , através do seguinte conceito:

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