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Prova Professor - Língua Portuguesa - Pref. Caxambu do Sul/SC
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Questão 1 de 7 Q1075154 Q12 da prova
Para responder às questões, leia o texto abaixo:
Folha de S. Paulo, 08/01/1992
Otto Lara Resende
Não traiam o Machado
Rio de Janeiro - Mais uma vez Machado de Assis no vestibular. Dois capítulos de “Dom Casmurro”, na prova de Português aí em São Paulo. Ao menos assim Machado vai sendo conhecido, ou imposto, entre a meninada. Se entendi bem as questões propostas e as resoluções que saíram no “Fovest 92”, a prova não apenas opta pela versão do ciúme, como nela insiste de maneira tão enfática que nem admite sombra de controvérsia.
A hipótese aí encampada, de que Capitu não traiu Bentinho, um Bentinho paranoicamente ciumento qual Otelo, está fundamentada em “O enigma de Capitu”. Apareceu de fato no ensaio de interpretação de Eugênio Gomes, publicado em 1967. Muitas vozes discordaram da hipótese gratuita e absurda, que terá sido levantada como simples quebra-cabeça, um joguinho enigmático para descansar o espírito numa hora de folga e tédio.
Quem fica tiririca, e com toda razão, com essa história mal contada, e tão mal contada que desmente o próprio Machado, é o Dalton Trevisan, machadiano de mão cheia e olho agudíssimo. Pois nessa prova do vestibular, o drama do Bentinho se apresenta como “centrado no ciúme doentio e na suposta traição de sua esposa”. Suposta? De onde os senhores professores tiraram este despropósito e o passam aos imberbes e indefesos vestibulandos? “Dom Casmurro” saiu em 1900. Machado morreu em 1908. Nenhum crítico nesses oito anos jamais ousou negar o adultério de Capitu.

Quanto à tipologia, o texto 1 pode ser considerado predominantemente:

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Questão 2 de 7 Q1075155 Q13 da prova
Para responder às questões, leia o texto abaixo:
Folha de S. Paulo, 08/01/1992
Otto Lara Resende
Não traiam o Machado
Rio de Janeiro - Mais uma vez Machado de Assis no vestibular. Dois capítulos de “Dom Casmurro”, na prova de Português aí em São Paulo. Ao menos assim Machado vai sendo conhecido, ou imposto, entre a meninada. Se entendi bem as questões propostas e as resoluções que saíram no “Fovest 92”, a prova não apenas opta pela versão do ciúme, como nela insiste de maneira tão enfática que nem admite sombra de controvérsia.
A hipótese aí encampada, de que Capitu não traiu Bentinho, um Bentinho paranoicamente ciumento qual Otelo, está fundamentada em “O enigma de Capitu”. Apareceu de fato no ensaio de interpretação de Eugênio Gomes, publicado em 1967. Muitas vozes discordaram da hipótese gratuita e absurda, que terá sido levantada como simples quebra-cabeça, um joguinho enigmático para descansar o espírito numa hora de folga e tédio.
Quem fica tiririca, e com toda razão, com essa história mal contada, e tão mal contada que desmente o próprio Machado, é o Dalton Trevisan, machadiano de mão cheia e olho agudíssimo. Pois nessa prova do vestibular, o drama do Bentinho se apresenta como “centrado no ciúme doentio e na suposta traição de sua esposa”. Suposta? De onde os senhores professores tiraram este despropósito e o passam aos imberbes e indefesos vestibulandos? “Dom Casmurro” saiu em 1900. Machado morreu em 1908. Nenhum crítico nesses oito anos jamais ousou negar o adultério de Capitu.

Segundo o autor do texto 1:

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Questão 3 de 7 Q1075156 Q14 da prova
Para responder às questões, leia o texto abaixo:
Folha de S. Paulo, 08/01/1992
Otto Lara Resende
Não traiam o Machado
Rio de Janeiro - Mais uma vez Machado de Assis no vestibular. Dois capítulos de “Dom Casmurro”, na prova de Português aí em São Paulo. Ao menos assim Machado vai sendo conhecido, ou imposto, entre a meninada. Se entendi bem as questões propostas e as resoluções que saíram no “Fovest 92”, a prova não apenas opta pela versão do ciúme, como nela insiste de maneira tão enfática que nem admite sombra de controvérsia.
A hipótese aí encampada, de que Capitu não traiu Bentinho, um Bentinho paranoicamente ciumento qual Otelo, está fundamentada em “O enigma de Capitu”. Apareceu de fato no ensaio de interpretação de Eugênio Gomes, publicado em 1967. Muitas vozes discordaram da hipótese gratuita e absurda, que terá sido levantada como simples quebra-cabeça, um joguinho enigmático para descansar o espírito numa hora de folga e tédio.
Quem fica tiririca, e com toda razão, com essa história mal contada, e tão mal contada que desmente o próprio Machado, é o Dalton Trevisan, machadiano de mão cheia e olho agudíssimo. Pois nessa prova do vestibular, o drama do Bentinho se apresenta como “centrado no ciúme doentio e na suposta traição de sua esposa”. Suposta? De onde os senhores professores tiraram este despropósito e o passam aos imberbes e indefesos vestibulandos? “Dom Casmurro” saiu em 1900. Machado morreu em 1908. Nenhum crítico nesses oito anos jamais ousou negar o adultério de Capitu.

Analise a passagem abaixo:
“(…) a prova não apenas opta pela versão do ciúme, como nela insiste de maneira tão enfática que nem admite sombra de controvérsia.”
O termo em destaque na passagem do texto exerce a mesma função sintática de:

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Questão 4 de 7 Q1075157 Q15 da prova
Para responder às questões, leia o texto abaixo:
Folha de S. Paulo, 08/01/1992
Otto Lara Resende
Não traiam o Machado
Rio de Janeiro - Mais uma vez Machado de Assis no vestibular. Dois capítulos de “Dom Casmurro”, na prova de Português aí em São Paulo. Ao menos assim Machado vai sendo conhecido, ou imposto, entre a meninada. Se entendi bem as questões propostas e as resoluções que saíram no “Fovest 92”, a prova não apenas opta pela versão do ciúme, como nela insiste de maneira tão enfática que nem admite sombra de controvérsia.
A hipótese aí encampada, de que Capitu não traiu Bentinho, um Bentinho paranoicamente ciumento qual Otelo, está fundamentada em “O enigma de Capitu”. Apareceu de fato no ensaio de interpretação de Eugênio Gomes, publicado em 1967. Muitas vozes discordaram da hipótese gratuita e absurda, que terá sido levantada como simples quebra-cabeça, um joguinho enigmático para descansar o espírito numa hora de folga e tédio.
Quem fica tiririca, e com toda razão, com essa história mal contada, e tão mal contada que desmente o próprio Machado, é o Dalton Trevisan, machadiano de mão cheia e olho agudíssimo. Pois nessa prova do vestibular, o drama do Bentinho se apresenta como “centrado no ciúme doentio e na suposta traição de sua esposa”. Suposta? De onde os senhores professores tiraram este despropósito e o passam aos imberbes e indefesos vestibulandos? “Dom Casmurro” saiu em 1900. Machado morreu em 1908. Nenhum crítico nesses oito anos jamais ousou negar o adultério de Capitu.

Observe o trecho retirado do texto 1.
“Pois nessa prova do vestibular, o drama do Bentinho se apresenta como “centrado no ciúme doentio e na suposta traição de sua esposa”. Suposta?”
A conjunção em destaque poderia ser substituída, sem infração à norma culta e sem alterar o significado, por:

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Questão 5 de 7 Q1075158 Q16 da prova

Analise o texto abaixo:
“Muitas vozes discordaram da hipótese gratuita e absurda, que terá sido levantada como simples quebra-cabeça (…)”
Assinale a alternativa em que a palavra destacada possui a mesma classe gramatical do que a grifada no texto.

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Questão 6 de 7 Q1075159 Q17 da prova

Analise as afirmativas abaixo sobre a educação infantil e sobre os marcos legais em defesa da infância, conforme a Base Curricular Municipal da Educação Infantil.
1. Nos anos 90, surgiu o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Em 1996, a Lei número 9394. Em função desses marcos, a Educação Infantil passa a ser incorporada como a primeira etapa da Educação Básica.
2. O Plano Nacional de Educação, viabilizado por Lei em 2014, estabelece que 50% das crianças de 4 a 5 anos devem estar matriculadas obrigatoriamente na pré-escola até 2016.
3. O BNCC, documento concluído em 2017, estabelece o que será trabalhado na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Médio.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

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Questão 7 de 7 Q1075160 Q18 da prova

Assinale a alternativa na qual há infração à norma culta:

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