7. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, à medida que os estudantes conseguem estabelecer relações substantivas e não arbitrárias entre os conteúdos escolares e os conhecimentos previamente construídos por eles, num processo de articulação de novos significados, o que se realiza é:
8. Conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 9.394/96), o respeito à liberdade e apreço à tolerância, bem como a garantia do direito de acesso a informações públicas sobre a gestão da educação são:
9. Considerando o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente, quanto ao cuidado e à educação da criança:
10. Na Base Nacional Comum Curricular, as habilidades expressam as aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas aos alunos nos diferentes contextos escolares. Por isso, elas são descritas de acordo com a seguinte estrutura: verbo(s), complemento do(s) verbo(s) e modificadores do(s) verbo(s). Ao analisar uma habilidade, como por exemplo, Identificar modos de vida na cidade e no campo no presente, comparando-os com os do passado, reconhecemos o objeto de conhecimento mobilizado na habilidade por meio do:
11. A Europa, no século XIX, foi palco para a consolidação do Estado burguês e da burguesia enquanto classe. Nesse período, para manter a sua hegemonia, a burguesia necessitava, então, investir na construção de um homem novo, um homem que pudesse suportar uma nova ordem política, econômica e social. Conforme discute Carmen Lúcia Soares na obra “Educação Física: Raízes européias e Brasil” (2001), naquele contexto, a Educação Física simbolizava a própria expressão física da sociedade do capital. Assim, segundo a autora, com a consolidação dos ideais da Revolução Burguesa, a Educação Física ocupou-se da construção de um corpo:
12. Historicamente, os estudos sobre avaliação no contexto da Educação Física escolar têm apontado para a ênfase nas técnicas e métodos usados com fins classificatórios e seletivos. Refletindo sobre os processos avaliativos, Soares et al. (1992) discorrem que isso consolida, através dos instrumentos e medidas, a legitimação do fracasso, a discriminação, a evasão e a expulsão dos alunos, principalmente daqueles oriundos da classe trabalhadora. Nesse sentido, segundo defendem os autores e as autoras na obra intitulada “Metodologia do Ensino de Educação Física”, o sentido da avaliação do processo ensino-aprendizagem em uma abordagem crítico-superadora da Educação Física é:
13. Para as autoras Darido e Rangel (2005), a dança é considerada uma das formas mais antigas de manifestação da expressão corporal. Em todas as épocas e espaços geográficos, a dança desempenhou para os povos uma representação de suas manifestações, de seus “estados de espírito”, de emoções, de expressão e comunicação de suas características culturais. No que se refere ao conteúdo da dança na educação física escolar, o que corresponde aos objetivos esperados, segundo as autoras é:
14. A Educação Física tem sido protagonista no debate do lazer e seu caráter público. Segundo Castellani Filho (2013), o lazer se viu, historicamente, subordinado ao esporte por diversas razões, apesar de serem conceitos distintos. Segundo o autor, o lazer não deve estar vinculado, exclusivamente, aos preceitos físico-esportivos, mas deve abrir-se à(às):
15. Sobre a construção da aula de Educação Física, a metodologia de ensino que defende um processo que torna patente na dinâmica com o aluno a intenção prática para que este apreenda os conteúdos da disciplina e dos diversos aspectos das suas práticas na realidade social, sempre num espaço intencionalmente organizado, é a:
16. O lazer, enquanto prática social, não está disponível a toda a sociedade de maneira congênere. Diversos fatores incidem sobre as desigualdades presente no direito ao lazer, especialmente o poder econômico. Contudo, segundo Marcelino (2002), mesmo nas camadas mais pobres da sociedade, há grupos em que as barreiras ao lazer se impõem de forma ainda mais patente. Segundo o autor, esses grupos são:
17. Analisando o esporte de alto rendimento, Kunz (2014) traz considerações acerca da racionalidade técnica que a prática esportiva em si assume, fazendo com que as relações sociais presentes nos esportes sejam orientadas pela razão instrumental, assim, coisificando-as. O homem não é substituído pela máquina, torna-se ele a própria máquina. Para o autor, as razões para este fenômeno não estão no desenvolvimento do esporte em si, mas no:
18. Para o Coletivo de Autores (2012), os ciclos de escolarização não são tratados como etapas, ao contrário, pretendem ser a superação da seriação presente na Educação Básica. Segundo os autores, os conteúdos de ensino nos ciclos de escolarização devem ser tratados simultaneamente, constituindo-se como:
19. Neira e Nunes (2018) defendem a emergência da proposta do currículo cultural na Educação Física escolar para o fortalecimento de uma política pedagogicamente comprometida com a afirmação da diferença e com o direito de vivê-la. A definição dos temas culturais que são abordados, por exemplo, dá-se de maneira articulada ao projeto político pedagógico da escola. No mesmo caminho, no currículo cultural, a seleção do tema cultural prescinde também em uma distribuição equilibrada das práticas corporais conforme o grupo que as produz ou reproduz, sendo caracterizada como:
20. Segundo o Coletivo de Autores (2012), o jogo é uma invenção do homem, um ato em que sua intencionalidade e curiosidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade e o presente. Quando a criança joga, ela opera com o significado das suas ações, o que a faz desenvolver sua vontade e ao mesmo tempo tornar-se consciente das suas escolhas e decisões. Considerando um programa de jogos para diversos anos, é importante que os conteúdos sejam selecionados de acordo com a memória lúdica da comunidade em que o estudante vive, bem como o conhecimento dos jogos das diversas regiões brasileiras e de outros países. De acordo com os autores, são jogos do ciclo de iniciação à sistematização do conhecimento:



























