Assinale abaixo a alternativa que contém palavras que, em razão das novas regras de acentuação, não são mais acentuadas, graficamente, como ocorre com o exemplo acima (―boia‖):
No tocante à s funções da linguagem, o texto 2 e 3 demonstram apresentar, predominantemente, as seguintes funções da linguagem, respectivamente:
No texto 4, as duas expressões sublinhadas apresentam valor sintático -semântico:
O uso da vírgula antes da conjunção ―mas‖ justifica-se, pois:
No trecho ―Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira”, no plano coesivo, o termo destacado (―ele‖) é um exemplo de:
A senhora Maria estabeleceu a quantia total de R$ 60,00 para seus dois filhos gastarem com lanche na escola durante a semana. Eles usaram o dinheiro da seguinte forma: na segunda-feira consumiram lanche no valor de R$ 6,00 para cada um; na terça, os dois juntos gastaram R$ 11,00; na quarta-feira, o valor total do lanche dos dois irmãos foi R$ 14,00; na quinta feira, nada gastaram; e na sexta feira apenas um dos filhos consumiu lanche no valor de R$ 5,00 e o outro nada gastou. Assim sendo, a quantia que ainda sobrou de troco após pagarem os lanches nessa semana foi igual a:
A senhora Maria foi efetuar o pagamento da prestação de uma televisão que havia comprado. No entanto, o pagamento ocorreu com atraso de 15 dias. Sabendo que a loja cobra uma taxa de juros simples de 1% por dia de atraso, e que o valor original da prestação era R$ 400,00, pode-se concluir que o valor total que a senhora Maria terá que pagar por essa prestação será igual a:
Fazendo uma pesquisa para a compra de material escolar, a senhora Maria constatou que na livraria ―A‖ um caderno estava sendo vendido por R$ 30,00 e na livraria ―B‖, o preço de venda do mesmo caderno era 20% maior que na livraria ―A‖. Portanto, na livraria ―B‖, esse caderno estava sendo vendido por:
Em uma escola, temos duas turmas do 9º ano. A turma ―A‖ tem 40 alunos e a turma ―B‖ tem 52 alunos. Assim sendo, a diferença do número de alunos dessas turmas é, em porcentagem, igual a:
Ao dialogarmos sobre a função social da educação e da escola, estamos julgando a educação no sentido complexo, amplo e diversificado, o que inspira uma ruptura com sua forma histórica presente frente às exigências e aos novos desafios a serem enfrentados pela educação e pelas instituições de ensino. Não é sem razão que Nadal (2019), ao expressar que a educação é uma prática milenar e a escola, secular, evidencia o descompasso entre escola e sociedade, o que pressupõe uma recomposição em termos do papel da escola à luz de um projeto de modernidade.
A ética como manifestação sociocultural é um dos pilares estruturante inerente às relações sociais expressas no processo de trabalho. Rios (2008), ao tratar sobre a questão ética na configuração da prática pedagógica, pondera sobre as dimensões da competência dos professores – técnica, estética, política e ética. Expressa ainda que a ética é a dimensão fundante do trabalho competente, uma vez que é no espaço da ética que o docente é levado a questionar a finalidade do trabalho educativo, seu sentido: para que ensinar? Para que realizamos nosso trabalho? Que valores estão presentes em nossas ações? Que princípios fundamentam essas ações na tarefa educativa?
A avaliação da aprendizagem escolar ainda é um tema que provoca grandes discussões e reflexões no âmbito educacional, constituindo-se como fonte inesgotável de angústias e perplexidades diante das condutas retrógadas que ainda perseveram e manifestam nas instituições escolares. Portanto, é preciso pensar em formas inovadoras de avaliar para além da condição sine qua non que dá ao aluno o papel de réu e ao professor o de juiz, pois numa perspectiva de transformação social vislumbramos a avaliação da aprendizagem escolar como um processo contributivo no auxílio ao aluno prosseguir com êxito seu decurso de escolarização. Nessa lógica, Perrenoud afirma que na prática os critérios da avaliação da aprendizagem escolar ainda estão submersos entre duas lógicas: uma lógica de seleção e uma lógica formativa. Entretanto, a democratização do ensino e a busca de uma pedagogia mais diferenciada fizeram emergir, e depois difundir, a lógica formativa, de modo que hoje em dia as forças e a legitimidade de ambas estão mais equilibradas.
As novas Tecnologias da Informação e Comunicação trouxeram mudanças consideráveis e positivas para a educação, no entanto, elas precisam ser compreendidas e incorporadas pedagogicamente respeitando as especificidades do ensino e da própria tecnologia no intuito de garantir que o seu uso, realmente, faça a diferença qualitativa e leve o aluno ao encontro com esse desafio de aprender. Nessa trilha, Coll e Monereo, ao contextualizarem o caráter emancipatório da educação, mediante os avanços tecnológicos, enfatizam desafios, riscos e consequências que as TIC em geral, e a internet em particular explicitam sobre o ponto de vista das finalidades da educação.
A avaliação da aprendizagem se materializa no espaço/tempo pedagógico, através da interação dialógica entre professor/aluno/conhecimento. É essa confluência distinta nos jeitos de ser, compreender e atuar no mundo que torna o espaço pedagógico amplo e multifacetado, onde professores e alunos partilham responsabilidades. Veiga (2008) estrutura essas responsabilidades em torno de três eixos: organização, comunicação e feedback, ressaltando a avaliação formativa como um processo articulador do trabalho pedagógico e curricular e como atividade mobilizadora do ensino e da aprendizagem, do sucesso e da autonomia dos alunos.
Os impactos das políticas educacionais nos/dos sistemas de ensino e nas práticas pedagógicas da Educação Especial constituem um grande avanço em relação à compreensão do papel da escola no processo de inclusão de alunos com necessidades especiais. Entretanto, historicamente e legalmente, a Educação Especial percorreu um longo caminho em busca da inserção das pessoas com deficiência no âmbito educacional e social. Não é sem razão que a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva julgou necessário retratar os marcos históricos e normativos, dando um enfoque no processo das mudanças e avanços preconizadas pelas políticas educacionais.
No bojo das reflexões sobre educação na modalidade da educação especial numa perspectiva de inclusão social, fica impossível não pensar como esta se materializa como princípio pedagógico que contemple outros afazeres e olhares em relação ao aluno com deficiência. Diante dessa afirmativa, desponta-se o conceito de Tecnologia Assistiva (TA), como uma área do conhecimento de caráter interdisciplinar que interligadas às práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas tem grande relevância e contribuição para o processo de escolarização dos alunos deficientes matriculados na escola regular.
Com o propósito de assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, com vista à inclusão social e cidadania, a Lei nº 13.146, de 06/07/2015, que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), representa um dos mais importantes instrumentos de emancipação civil e social dessa parcela da sociedade, pois consolida as leis existentes e avança nos princípios da cidadania. Quando versa em seu capítulo IV – Do Direito à Educação, assegura:
A prática da avaliação do ensino aprendizagem, enquanto parte do processo de inclusão social, refuta os paradigmas legitimadores da avaliação como fracasso e reprovação escolar, pois sua finalidade é oferecer subsídios ao professor para que todos os educandos tenham êxito independente de suas limitações.
Na atualidade, ao nos depararmos com tantas abordagens sobre a Educação Inclusiva e a formação dos professores para o Atendimento Educacional Especializado, percebemos o quanto as discussões vêm ganhando notoriedade em nossa sociedade e alcançado resultados positivos nas políticas públicas educacionais na inclusão de alunos com necessidades especiais. Nessa perspectiva, cria força maior o pensar de uma nova dinâmica nas salas de aula e uma categorização mais apurada das especificidades das deficiências com a finalidade de planejar os recursos às adaptações pedagógicas. Para tanto, o Ministério da Educação por meio da Secretaria de Educação Especial trouxe valiosas contribuições norteadoras e reflexivas sobre a necessária transformação conceitual e prática para a devida atenção das instituições escolares no que tange a diversidade e os direitos de todos a educação à luz da inclusão social.


























