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Prova Professor do Atendimento Educacional Especializado - Pref. Petrolina/PE
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Questão 1 de 19 Q1190569 Q1 da prova
Texto 01 O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa está em vigência já há alguns anos. Assinale abaixo a alternativa que contém palavras que, em razão das novas regras de acentuação, não são mais acentuadas, graficamente, como ocorre com o exemplo acima (―boia‖):

Assinale abaixo a alternativa que contém palavras que, em razão das novas regras de acentuação, não são mais acentuadas, graficamente, como ocorre com o exemplo acima (―boia‖):

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Questão 2 de 19 Q1190570 Q2 da prova
Texto 2 No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos. A criança não sabe que o verbo escutar não funciona para cor, mas para som. Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira. E pois. Em poesia que é voz de poeta, que é a voz de fazer nascimentos – O verbo tem que pegar delírio.

No tocante à s funções da linguagem, o texto 2 e 3 demonstram apresentar, predominantemente, as seguintes funções da linguagem, respectivamente:

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Questão 3 de 19 Q1190571 Q3 da prova
Texto 4 Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade, embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido. Para reinventar-se, é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: ―Parar pra pensar, nem pensar!‖ O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação. Sem ter programado, a gente para pra pensar.

No texto 4, as duas expressões sublinhadas apresentam valor sintático -semântico:

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Questão 4 de 19 Q1190572 Q4 da prova
Texto 4 Observe o trecho extraído do Texto 4: ―porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido‖. O uso da vírgula antes da conjunção ―mas‖ justifica-se, pois:

O uso da vírgula antes da conjunção ―mas‖ justifica-se, pois:

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Questão 5 de 19 Q1190573 Q5 da prova
Texto 2 No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos. A criança não sabe que o verbo escutar não funciona para cor, mas para som. Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira. E pois. Em poesia que é voz de poeta, que é a voz de fazer nascimentos – O verbo tem que pegar delírio.

No trecho ―Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira”, no plano coesivo, o termo destacado (―ele‖) é um exemplo de:

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Questão 6 de 19 Q1190574 Q6 da prova

A senhora Maria estabeleceu a quantia total de R$ 60,00 para seus dois filhos gastarem com lanche na escola durante a semana. Eles usaram o dinheiro da seguinte forma: na segunda-feira consumiram lanche no valor de R$ 6,00 para cada um; na terça, os dois juntos gastaram R$ 11,00; na quarta-feira, o valor total do lanche dos dois irmãos foi R$ 14,00; na quinta feira, nada gastaram; e na sexta feira apenas um dos filhos consumiu lanche no valor de R$ 5,00 e o outro nada gastou. Assim sendo, a quantia que ainda sobrou de troco após pagarem os lanches nessa semana foi igual a:

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Questão 7 de 19 Q1190576 Q8 da prova

A senhora Maria foi efetuar o pagamento da prestação de uma televisão que havia comprado. No entanto, o pagamento ocorreu com atraso de 15 dias. Sabendo que a loja cobra uma taxa de juros simples de 1% por dia de atraso, e que o valor original da prestação era R$ 400,00, pode-se concluir que o valor total que a senhora Maria terá que pagar por essa prestação será igual a:

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Questão 8 de 19 Q1190577 Q9 da prova

Fazendo uma pesquisa para a compra de material escolar, a senhora Maria constatou que na livraria ―A‖ um caderno estava sendo vendido por R$ 30,00 e na livraria ―B‖, o preço de venda do mesmo caderno era 20% maior que na livraria ―A‖. Portanto, na livraria ―B‖, esse caderno estava sendo vendido por:

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Questão 9 de 19 Q1190578 Q10 da prova

Em uma escola, temos duas turmas do 9º ano. A turma ―A‖ tem 40 alunos e a turma ―B‖ tem 52 alunos. Assim sendo, a diferença do número de alunos dessas turmas é, em porcentagem, igual a:

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Questão 10 de 19 Q1190580 Q12 da prova

Ao dialogarmos sobre a função social da educação e da escola, estamos julgando a educação no sentido complexo, amplo e diversificado, o que inspira uma ruptura com sua forma histórica presente frente às exigências e aos novos desafios a serem enfrentados pela educação e pelas instituições de ensino. Não é sem razão que Nadal (2019), ao expressar que a educação é uma prática milenar e a escola, secular, evidencia o descompasso entre escola e sociedade, o que pressupõe uma recomposição em termos do papel da escola à luz de um projeto de modernidade.

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Questão 11 de 19 Q1190581 Q13 da prova

A ética como manifestação sociocultural é um dos pilares estruturante inerente às relações sociais expressas no processo de trabalho. Rios (2008), ao tratar sobre a questão ética na configuração da prática pedagógica, pondera sobre as dimensões da competência dos professores – técnica, estética, política e ética. Expressa ainda que a ética é a dimensão fundante do trabalho competente, uma vez que é no espaço da ética que o docente é levado a questionar a finalidade do trabalho educativo, seu sentido: para que ensinar? Para que realizamos nosso trabalho? Que valores estão presentes em nossas ações? Que princípios fundamentam essas ações na tarefa educativa?

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Questão 12 de 19 Q1190583 Q15 da prova

A avaliação da aprendizagem escolar ainda é um tema que provoca grandes discussões e reflexões no âmbito educacional, constituindo-se como fonte inesgotável de angústias e perplexidades diante das condutas retrógadas que ainda perseveram e manifestam nas instituições escolares. Portanto, é preciso pensar em formas inovadoras de avaliar para além da condição sine qua non que dá ao aluno o papel de réu e ao professor o de juiz, pois numa perspectiva de transformação social vislumbramos a avaliação da aprendizagem escolar como um processo contributivo no auxílio ao aluno prosseguir com êxito seu decurso de escolarização. Nessa lógica, Perrenoud afirma que na prática os critérios da avaliação da aprendizagem escolar ainda estão submersos entre duas lógicas: uma lógica de seleção e uma lógica formativa. Entretanto, a democratização do ensino e a busca de uma pedagogia mais diferenciada fizeram emergir, e depois difundir, a lógica formativa, de modo que hoje em dia as forças e a legitimidade de ambas estão mais equilibradas.

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Questão 13 de 19 Q1190584 Q16 da prova

As novas Tecnologias da Informação e Comunicação trouxeram mudanças consideráveis e positivas para a educação, no entanto, elas precisam ser compreendidas e incorporadas pedagogicamente respeitando as especificidades do ensino e da própria tecnologia no intuito de garantir que o seu uso, realmente, faça a diferença qualitativa e leve o aluno ao encontro com esse desafio de aprender. Nessa trilha, Coll e Monereo, ao contextualizarem o caráter emancipatório da educação, mediante os avanços tecnológicos, enfatizam desafios, riscos e consequências que as TIC em geral, e a internet em particular explicitam sobre o ponto de vista das finalidades da educação.

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Questão 14 de 19 Q1190586 Q20 da prova

A avaliação da aprendizagem se materializa no espaço/tempo pedagógico, através da interação dialógica entre professor/aluno/conhecimento. É essa confluência distinta nos jeitos de ser, compreender e atuar no mundo que torna o espaço pedagógico amplo e multifacetado, onde professores e alunos partilham responsabilidades. Veiga (2008) estrutura essas responsabilidades em torno de três eixos: organização, comunicação e feedback, ressaltando a avaliação formativa como um processo articulador do trabalho pedagógico e curricular e como atividade mobilizadora do ensino e da aprendizagem, do sucesso e da autonomia dos alunos.

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Questão 15 de 19 Q1190588 Q23 da prova

Os impactos das políticas educacionais nos/dos sistemas de ensino e nas práticas pedagógicas da Educação Especial constituem um grande avanço em relação à compreensão do papel da escola no processo de inclusão de alunos com necessidades especiais. Entretanto, historicamente e legalmente, a Educação Especial percorreu um longo caminho em busca da inserção das pessoas com deficiência no âmbito educacional e social. Não é sem razão que a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva julgou necessário retratar os marcos históricos e normativos, dando um enfoque no processo das mudanças e avanços preconizadas pelas políticas educacionais.

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Questão 16 de 19 Q1190590 Q25 da prova

No bojo das reflexões sobre educação na modalidade da educação especial numa perspectiva de inclusão social, fica impossível não pensar como esta se materializa como princípio pedagógico que contemple outros afazeres e olhares em relação ao aluno com deficiência. Diante dessa afirmativa, desponta-se o conceito de Tecnologia Assistiva (TA), como uma área do conhecimento de caráter interdisciplinar que interligadas às práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas tem grande relevância e contribuição para o processo de escolarização dos alunos deficientes matriculados na escola regular.

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Questão 17 de 19 Q1190591 Q27 da prova

Com o propósito de assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, com vista à inclusão social e cidadania, a Lei nº 13.146, de 06/07/2015, que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), representa um dos mais importantes instrumentos de emancipação civil e social dessa parcela da sociedade, pois consolida as leis existentes e avança nos princípios da cidadania. Quando versa em seu capítulo IV – Do Direito à Educação, assegura:

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Questão 18 de 19 Q1190592 Q28 da prova

A prática da avaliação do ensino aprendizagem, enquanto parte do processo de inclusão social, refuta os paradigmas legitimadores da avaliação como fracasso e reprovação escolar, pois sua finalidade é oferecer subsídios ao professor para que todos os educandos tenham êxito independente de suas limitações.

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Questão 19 de 19 Q1190594 Q30 da prova

Na atualidade, ao nos depararmos com tantas abordagens sobre a Educação Inclusiva e a formação dos professores para o Atendimento Educacional Especializado, percebemos o quanto as discussões vêm ganhando notoriedade em nossa sociedade e alcançado resultados positivos nas políticas públicas educacionais na inclusão de alunos com necessidades especiais. Nessa perspectiva, cria força maior o pensar de uma nova dinâmica nas salas de aula e uma categorização mais apurada das especificidades das deficiências com a finalidade de planejar os recursos às adaptações pedagógicas. Para tanto, o Ministério da Educação por meio da Secretaria de Educação Especial trouxe valiosas contribuições norteadoras e reflexivas sobre a necessária transformação conceitual e prática para a devida atenção das instituições escolares no que tange a diversidade e os direitos de todos a educação à luz da inclusão social.

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