Na Antiguidade, a força era a qualidade mais almejada pelos homens, os fortes venciam os fracos. Na idade moderna, marcada pelo iluminismo, o conhecimento se sobrepõe a força; o saber torna-se poder. Na era da pós modernidade, marcada pelo avanço tecnológico, liquidez das ideias e propagação de informações nas redes sociais via internet, os rápidos é que vencem os lentos. No entanto, o maior desafio da geração atual, para formação e desenvoltura pessoal e profissional, reside na dificuldade de comunicação, apontando para novas competências que precisa ser desenvolvidas. Marque a alternativa que descreve essas novas competências:
''... O homem é livre, o homem é liberdade. […] Não encontramos diante de nós valores ou imposições que nos legitimem o comportamento. Assim, não temos nem atrás de nós nem diante de nós, no domínio luminoso dos valores, justificações ou desculpas. Estamos sós e sem desculpas. É o que traduzirei dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado porque não criou a si próprio; e, no entanto, livre porque, uma vez lançado ao mundo, é responsável por tudo o que fizer.'' (Jean-Paul Sartre)
''Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem como circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado''. (Karl Marx)
As ideias dos dois pensadores acima apresentam uma discrepância. Identifique a alternativa abaixo que a define acertadamente:
Assinale a alternativa que apresenta características somente das religiões indígenas brasileiras:
A escola tem tido a tarefa árdua de educar o ser humano, não só para o conhecimento, mas também para os valores humanos, para a cidadania, para a ética. O ensino religioso pode e deve resgatar os valores humanos e religiosos que vêm sendo esquecidos pela escola, pela família, pela sociedade e pelo ser humano. A escola, por sua vez, deve ser um espaço onde se vive esses valores, tais como a cidadania, a solidariedade, o respeito, a confiança, a honestidade, a humildade, a amizade, entre outros. Para alcançar esse fim e não incorrer em imposição proselitista da instituição ou do professor, o plano pedagógico para o Ensino Religioso deve ser:
No século XIX, por forte influência do contexto imperialista, em que as elites letradas europeias tomam contato com diversos ''Outros'', surge um grande debate acadêmico sobre o conceito de culturas e religiões, partindo de premissas evolucionistas para hierarquizar os povos e suas crenças religiosas. Com base nessa informação, marque a alternativa que apresenta esses conceitos imperialistas em relação à religiosidade europeia e as chamadas "culturas primitivas":
Os maiores blocos religiosos mundiais possuem crenças e valores divergentes, por isso há na atualidade, tantos conflitos ideológicos, políticos e até atentados terroristas, não só movidos pelo desejo de universalizar a religião desejada, mas também pelos sentimentos de ofensa que alguns julgam sofrer, com supostas blasfêmias, desprezo as pessoas e símbolos sagrados e profanação de lugares santos. Por isso, para haver tolerância neste universo religioso plural, além da disposição pessoal ao respeito, faz-se necessário conhecer minimamente, a base das crenças e valores dos diferentes, para não incorrer em ofensas por ignorância do contexto religioso do outro. Dentro dessa realidade, indique a alternativa verdadeira que apresenta os grandes blocos religiosos e seus valores correspondentes:
Observe o diálogo filosófico sobre o dístico "conhece-te a ti mesmo" colocado no frontispício do oráculo de Delfos, onde todos os presentes ali, eram desafiados com a sua inscrição. E, sabendo que, foi Sócrates quem pode vislumbrar o seu alcance filosófico, identifique a premissa socrática que comprova essa ótica:
— Dize-me Eutidemo, estivestes alguma vez em Delfos?
— Duas vezes, por Zeus!
— Viste, então, a inscrição gravada no templo: conhece-te a ti mesmo? — Sim, certamente.
— Esta inscrição não te despertou nenhum interesse, ou, ao contrário, notaste-a e procuraste examinar quem tu és? (Xenofonte, Memoráveis, IV, II, 26.) (Sauvage, 1959).
Um símbolo é algo que evoca não o objeto de percepção, mas a concepção que temos do objeto. Ele pode ser expresso com figuras, imagens, palavras e gestos. Jesus, por exemplo, fez uso de símbolos nas palavras, quando ensinava a multidão por parábolas. Marque a alternativa que identifica acertadamente os aspectos simbólicos das parábolas evangélicas:
Apesar do Espiritismo, estatisticamente, ser considerado uma dissidência da religião cristã, há uma crença que distingue totalmente a concepção espírita das demais religiões cristãs com relação à vida futura. Enquanto no cristianismo tradicional, tanto católico como evangélico, a dogmática apresenta dois destinos para a individualidade da alma após a morte: céu e inferno; para o Espiritismo:
Quais foram os dois respectivos movimentos responsáveis pela queda da hegemonia católica no século XVI e a crescente multiplicação de denominações evangélicas brasileiras nos dias hodiernos?
Quando, nos dias de hoje, pensamos em literatura e em religião, pensamo-las, normalmente, como realidades pertencentes a esferas absolutamente distintas. No entanto, semelhanças se dão tanto na estruturação interna de ambas as realidades como no seu processo de recepção ou, para dizer de forma mais precisa, no modo como ambas são experiências. Na verdade, quando buscamos pensar a literatura e a religião no seu processo histórico, a primeira coisa que percebemos é que, na verdade, a história de ambas se confunde.
Assinale a alternativa que demonstra o motivo pelo qual essa afirmação acima é verdadeira:
O ensino religioso, sistematizado como disciplina e não como doutrina religiosa de uma religião especifica, exige do professor, uma formação mais abrangente, que o torne apto para assumir uma sala de aula e atenda as novas exigências da lei; um professor que saiba conviver e respeitar a diversidade cultural e religiosa do Brasil. Por isso, é essencial que o processo formativo de um professor seja:
Na atualidade, a prática pedagógica deve preocupar-se com quatro pilares principais, que serão para cada indivíduo as bases do conhecimento: aprender a conhecer indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que verdadeiramente liberta da ignorância; aprender a fazer mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar; aprender a conviver traz o desafio da convivência que apresenta o respeito a todos e o exercício de fraternidade como caminho do entendimento; e, finalmente, aprender a ser, que, talvez, seja o mais importante por explicitar o papel do cidadão e o objetivo de viver. Uma educação fundamentada nos quatro pilares acima elencados sugere alguns procedimentos didáticos que lhe seja condizente, tais como:
O corpo é o meio por excelência de acesso ao mundo, ou seja, o corpo é o mediador de toda experiência possível. O trabalho da Fenomenologia da percepção é mostrar que o corpo não é coisa, nem ideia, mas movimento, sensibilidade e expressão criadora. Isso opõe a perspectiva mecanicista e tradicional da Ciência e da Filosofia, centradas no sujeito, no ego ou na razão como centro do conhecimento, colocando o corpo e os sentidos como elementos acessórios no processo de conhecimento e até mesmo causadores de erros; bem como aquelas centradas no objeto, desconsiderando a subjetividade. Essa nova perspectiva baseia-se:
Qual a importância da interdisciplinaridade no ensino religioso nas escolas públicas?
"Suas ações gritam tão alto, que eu não consigo ouvir o que você diz". A frase de Ralph Waldo Emerson aponta para a incoerência entre discurso e prática, e mostra o quando urgente é a necessidade de uma formação ética e de caráter nessa geração tão carente de referências positivas. Analisando o conceito e aplicação prática dos termos ética e caráter, assinale a alternativa correta:
No trecho das cartas do Padre Lourenço Gahr, primeiro superior da Comunidade Redentorista de Aparecida ao Monsenhor A. Prachar – Bremen na Alemanha, enviada em 01 de junho de 1895 há o seguinte trecho que revela o perfil da religiosidade brasileira na era imperial:
Segundo Thomas Kolster, "Não há lugar para se esconder em um mundo transparente". Ele diz isso, em busca da utopia possível de construir um caminho de franqueza e autenticidade nas relações comerciais e interpessoais. Marque a alternativa que se harmoniza com a ética apresentada acima:




























