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Prova Professor de Ensino Fundamental - Ciências da Natureza - Pref. Passo Fundo/RS
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Questão 1 de 15 Q1385502 Q1 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

Considerando a correta grafia das palavras na Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 14, 22 e 36.

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Questão 2 de 15 Q1385504 Q2 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

A partir do exposto pelo texto, considerando o aumento do risco de pessoas terem contato com animais peçonhentos em enchentes, assinale a alternativa correta.

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Questão 3 de 15 Q1385505 Q3 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

A partir do exposto pelo texto, considerando possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, é correto afirmar que o Butantan indica:

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Questão 4 de 15 Q1385507 Q4 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

Considerando o fragmento retirado do texto “Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade”, infere-se predominantemente que:

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Questão 5 de 15 Q1385509 Q5 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

Considerando o fragmento retirado do texto “Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar”, infere-se predominantemente que:

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Questão 6 de 15 Q1385510 Q6 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

Assinale a alternativa que indica uma palavra que poderia substituir o vocábulo “consequências” (l. 01), sem causar prejuízo no sentido do trecho em que se encontra.

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Questão 7 de 15 Q1385512 Q7 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

No trecho adaptado “Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções”, caso a palavra sublinhada fosse flexionada no singular, quantas outras palavras teriam de ser modificadas para manter a correta concordância?

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Questão 8 de 15 Q1385514 Q8 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

Assinale a alternativa que classifica corretamente o vocábulo “oficial” (l. 41).

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Questão 9 de 15 Q1385516 Q9 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

Considerando o trecho adaptado do texto “Alguns animais não encontram um local seguro”, analise as assertivas a seguir: I. O vocábulo “Alguns” é classificado como adjunto adverbial. II. O sujeito é classificado como composto. III. A oração apresenta complemento verbal. Quais estão corretas?

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Questão 10 de 15 Q1385517 Q10 da prova
O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente? Por Redação National Geographic Brasil O Brasil vem vivenciando de perto diversas consequências das mudanças climáticas, com vários períodos com ondas de calor, secas em rios e enchentes monumentais, como a que atingiu o estado do Rio Grande do Sul no último mês de maio. Além de todos os problemas e perigos enfrentados pela população com esses eventos climáticos extremos, lidar com animais peçonhentos faz parte também dessa realidade. Em enchentes, o risco de as pessoas terem contato com animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, aumenta muito. Isso porque eles tentam fugir do alagamento se protegendo em locais secos ou em abrigos e estabelecimentos não afetados pelas águas – e que são justamente onde as pessoas também procuram se abrigar, como explica o Instituto Butantan, instituição governamental de São Paulo, no Brasil, que desde 1901 estuda animais, faz pesquisas científicas e produção de imunobiológicos. Além disso, alguns animais não conseguem encontrar um local para se refugiar e morrem. Nesses dois cenários, a população de locais inundados deve adotar cuidados e medidas sanitárias para evitar possíveis envenenamentos por picada e também infecções causadas pelo manuseio dessas carcaças. Para evitar possíveis acidentes e picadas indesejadas de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, o Butantan recomenda não mexer em buracos, frestas ou locais com entulho sem algum tipo de proteção para mãos e pés. Isso porque aranhas, escorpiões e cobras podem ter se escondido em entulhos em busca de local seco. O Butantan indica, caso seja realmente necessário movimentar escombros em lugares como esses, utilizar sempre cabos de vassoura ou pedaços de madeira, e nunca usar a mão diretamente. Preferencialmente, deve-se usar luvas e evitar ao máximo andar descalço, optando por sapatos fechados, como botas de borracha, para proteção. O Ministério da Saúde do Governo Federal do Brasil também dá outras dicas essenciais para se proteger do contato com essas espécies peçonhentas:  Ao voltar para a casa ou imóvel comercial após as águas baixarem, inspecione com cuidado todos os lugares e verifique a presença de animais peçonhentos. Sacuda bastante roupas, sapatos, toalhas e lençóis antes de pegá-los para lavar ou usar;  Caso seja picado por algum animal peçonhento, seja cobra ou escorpião, procure atendimento médico o mais rápido possível em uma unidade de saúde mais próxima;  Nunca tente sugar o veneno no local com a boca para extraí-lo ou amarrar o membro acidentado;  Não aplique nenhum tipo de substância (como álcool, pó de café, ervas, terra, querosene ou urina) no local da ferida. Tais procedimentos não têm efeito sobre o veneno e só aumentam o risco de infecções, diz o site institucional;  Mantenha a pessoa que foi picada em repouso, de preferência deitada e com o membro acometido elevado em relação ao resto do corpo, enquanto aguarda por socorro. É importante que a vítima não se locomova sozinha;  Se você encontrar algum bicho peçonhento, não tente de forma alguma capturar o animal, avise a Defesa Civil da cidade ou o Corpo de Bombeiros e, ainda, se possível, o departamento de Zoonoses, indica a fonte oficial;  Durante a limpeza dos locais que estiveram inundados, tome cuidado ao tocar ou pegar qualquer objeto – pode haver animais escondidos ou mortos dentro dele.

Considerando o fragmento adaptado do texto “Alguns animais morrem”, no tocante à transitividade verbal, “morrem” é classificado como verbo:

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Questão 11 de 15 Q1385519 Q11 da prova

O município de Passo Fundo, localizado _______________ do Rio Grande do Sul, pertence ao Bioma Mata Atlântica, que é um dos seis biomas brasileiros, atualmente o mais ameaçado entre eles. Sua vegetação já se estendeu por uma área equivalente a 1.315.460 km², que vai desde o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Questão 12 de 15 Q1385520 Q12 da prova

Das alternativas abaixo, qual NÃO é um Distrito do município de Passo Fundo?

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Questão 13 de 15 Q1385522 Q13 da prova

Passo Fundo tem uma economia diversificada, com destaque para o agronegócio, a indústria, o comércio e os serviços, além de ser um centro de referência na área da saúde e da educação. O município é o ____________ maior mercado imobiliário do estado, com forte expansão na construção civil. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Questão 14 de 15 Q1385523 Q14 da prova

A Biblioteca Pública Municipal de Passo Fundo foi inaugurada no dia 02 de abril de 1940, na sede do então Grêmio Passo-Fundense de Letras. Desde 2013, adota um novo conceito de biblioteca, com um espaço dedicado às crianças, à formação de novos leitores, ao aprendizado de novas linguagens e à percepção audiovisual. Qual é o nome da Biblioteca Pública Municipal de Passo Fundo?

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Questão 15 de 15 Q1385525 Q15 da prova

De acordo com o site da Prefeitura Municipal de Passo Fundo, a Secretaria de Educação tem como missão garantir:

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