Provas para Download

Prova Professor de Ensino Fundamental Anos Finais - Educação Física - Pref. Pontes e Lacerda/MT
Visualizar os arquivos PDF
Ver professor-de-ensino-fundamental-anos-finais-educacao-fisica.pdf
PDF
professor-de-ensino-fundamental-anos-finais-educacao-fisica.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar professor-de-ensino-fundamental-anos-finais-educacao-fisica.pdf
PDF
professor-de-ensino-fundamental-anos-finais-educacao-fisica.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar professor-de-ensino-fundamental-anos-finais-educacao-fisica.pdf
PDF
professor-de-ensino-fundamental-anos-finais-educacao-fisica.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 30 Q1377683 Q2 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.

Mas eu não aprendi assim!

“O mestre conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
- Você não me ensinou nada hoje - diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
- E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos - respondeu o mestre. Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.”

Nisso consiste uma das maiores lições que aprendemos na vida: Antes de falar, escute; antes de escrever, leia; antes de ter, consiga; antes de pedir, agradeça; antes de julgar, sinta; antes de correr, ande; antes de desistir, tente; antes de saber, aprenda; antes de aprender, queira; antes de ter, seja.

O desenvolvimento humano traz em si uma complexa estrutura de valores que se confunde enquanto se propaga. Essa complexidade compromete a clareza e a coerência de propósitos quando deixa à deriva as perspectivas com que os objetivos precisam ser alcançados a curto, médio e longo prazo. Tais objetivos precisam resultar em melhoria na qualidade de pessoas que assumirão o comando do porvir, de ações que perpetuem a espécie que se propõe a resistir, evoluindo efetivamente com conquistas e avanços cada vez mais comprometidos com a vida.
Esse tão propagado desenvolvimento humano não pode nem deve representar um simples transmissor de conhecimento, mas induzir a pessoa a pensar, ser dinâmico e conhecedor de suas habilidades e capacidades cognitivas. Essas ferramentas, por certo, compõem a grande oferta de engenhos identificados como tecnologias que estão a serviço desse homem que pensa, que sente, que critica, que julga, que assimila e consegue filtrar o que melhor lhe convém para se manter no comando do seu destino, para usar sem se deixar ser usado por quaisquer instrumentos.
Planejar e pensar andam juntos: o homem pensa, distribui suas atividades no tempo. Ele tem sempre em mente o que fazer, como fazer, para que fazer, com que fazer. O que produzir, como produzir, para quem produzir. Quem não planeja, robotiza. É preciso criar mecanismos que garantam segurança no fazer e resultados que se prolonguem como prolongada deve ser a vida dos que aprendem a melhor maneira de fazer diferente aquilo que outros já realizaram.

Na frase - Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida., um dos fatores de textualidade, a coerência, não se apresenta adequado. Sobre esse fato, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Reportar Erro
Questão 2 de 30 Q1377685 Q3 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.

Mas eu não aprendi assim!

“O mestre conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
- Você não me ensinou nada hoje - diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
- E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos - respondeu o mestre. Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.”

Nisso consiste uma das maiores lições que aprendemos na vida: Antes de falar, escute; antes de escrever, leia; antes de ter, consiga; antes de pedir, agradeça; antes de julgar, sinta; antes de correr, ande; antes de desistir, tente; antes de saber, aprenda; antes de aprender, queira; antes de ter, seja.

O desenvolvimento humano traz em si uma complexa estrutura de valores que se confunde enquanto se propaga. Essa complexidade compromete a clareza e a coerência de propósitos quando deixa à deriva as perspectivas com que os objetivos precisam ser alcançados a curto, médio e longo prazo. Tais objetivos precisam resultar em melhoria na qualidade de pessoas que assumirão o comando do porvir, de ações que perpetuem a espécie que se propõe a resistir, evoluindo efetivamente com conquistas e avanços cada vez mais comprometidos com a vida.
Esse tão propagado desenvolvimento humano não pode nem deve representar um simples transmissor de conhecimento, mas induzir a pessoa a pensar, ser dinâmico e conhecedor de suas habilidades e capacidades cognitivas. Essas ferramentas, por certo, compõem a grande oferta de engenhos identificados como tecnologias que estão a serviço desse homem que pensa, que sente, que critica, que julga, que assimila e consegue filtrar o que melhor lhe convém para se manter no comando do seu destino, para usar sem se deixar ser usado por quaisquer instrumentos.
Planejar e pensar andam juntos: o homem pensa, distribui suas atividades no tempo. Ele tem sempre em mente o que fazer, como fazer, para que fazer, com que fazer. O que produzir, como produzir, para quem produzir. Quem não planeja, robotiza. É preciso criar mecanismos que garantam segurança no fazer e resultados que se prolonguem como prolongada deve ser a vida dos que aprendem a melhor maneira de fazer diferente aquilo que outros já realizaram.

A respeito do texto, analise as afirmativas. I- A história que inicia o texto serve de mote para posteriores reflexões a respeito da necessidade de o homem se constituir como ser pensante e autônomo. II- Em Esse tão propagado desenvolvimento humano, a expressão sublinhada enfatiza o fato de o desenvolvimento humano ser pouco discutido pelas pessoas. III- Em Quem não planeja, robotiza, o autor sugere a ideia de o homem ser conduzido, direcionado, pois não tem autonomia para pensar e decidir por si mesmo por falta de se planejar. IV- O parágrafo em itálico funciona como a moral colocada no final das fábulas: um ensinamento para o leitor. V- A frase O desenvolvimento humano traz em si uma complexa estrutura de valores que se confunde enquanto se propaga apresenta a temática desenvolvida pelo autor ao longo do texto. Estão corretas as afirmativas.

Reportar Erro
Questão 3 de 30 Q1377686 Q4 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.

Mas eu não aprendi assim!

“O mestre conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
- Você não me ensinou nada hoje - diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
- E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos - respondeu o mestre. Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.”

Nisso consiste uma das maiores lições que aprendemos na vida: Antes de falar, escute; antes de escrever, leia; antes de ter, consiga; antes de pedir, agradeça; antes de julgar, sinta; antes de correr, ande; antes de desistir, tente; antes de saber, aprenda; antes de aprender, queira; antes de ter, seja.

O desenvolvimento humano traz em si uma complexa estrutura de valores que se confunde enquanto se propaga. Essa complexidade compromete a clareza e a coerência de propósitos quando deixa à deriva as perspectivas com que os objetivos precisam ser alcançados a curto, médio e longo prazo. Tais objetivos precisam resultar em melhoria na qualidade de pessoas que assumirão o comando do porvir, de ações que perpetuem a espécie que se propõe a resistir, evoluindo efetivamente com conquistas e avanços cada vez mais comprometidos com a vida.
Esse tão propagado desenvolvimento humano não pode nem deve representar um simples transmissor de conhecimento, mas induzir a pessoa a pensar, ser dinâmico e conhecedor de suas habilidades e capacidades cognitivas. Essas ferramentas, por certo, compõem a grande oferta de engenhos identificados como tecnologias que estão a serviço desse homem que pensa, que sente, que critica, que julga, que assimila e consegue filtrar o que melhor lhe convém para se manter no comando do seu destino, para usar sem se deixar ser usado por quaisquer instrumentos.
Planejar e pensar andam juntos: o homem pensa, distribui suas atividades no tempo. Ele tem sempre em mente o que fazer, como fazer, para que fazer, com que fazer. O que produzir, como produzir, para quem produzir. Quem não planeja, robotiza. É preciso criar mecanismos que garantam segurança no fazer e resultados que se prolonguem como prolongada deve ser a vida dos que aprendem a melhor maneira de fazer diferente aquilo que outros já realizaram.

No trecho Embora mais velho (linha 1), pode ser empregado o verbo ser na forma

Reportar Erro
Questão 4 de 30 Q1377690 Q6 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 06 a 08.

Na mesma época em que conheci um quadro-negro de escola, conheci também um quadro branco de cinema. Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes em preto-e-branco do seriado Flash Gordon, quando o herói gritava “Shazam!” e saía voando. Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola. A diferença não está em que na escola a sala é clara e o retângulo à frente é escuro, e no cinema a sala é escura e o retângulo à frente é claro. A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação. Não me recordo de ter tentado fazer em casa o que um professor tivesse feito de proeza dentro ou na proximidade de um quadro-negro da escola. Todavia, até os dez anos – os meus e os da meninada catalana dos anos 50 -, nós todos quisemos fazer o que a gente viu fazerem os artistas do cinema.

A respeito dos sentidos da crônica, analise as afirmativas. I- Sem prejuízo dos sentidos e da coesão do texto, o primeiro período do primeiro parágrafo poderia ser reescrito desta maneira: Na mesma época, conheci um quadro-negro de escola e um quadro branco de cinema. II- Pelo emprego do adjetivo bocado, infere-se que a autora considera haver diferença bastante grande entre sala de aula e sala de cinema. III- Depreende-se do texto, especialmente do trecho A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação, que o cinema provocava nas crianças reações que a escola não provocava. IV- O uso da expressão retângulo à frente, tanto para quadro-negro de escola quanto para quadro branco de cinema, em nada contribui para a construção da oposição claro-escuro. Estão corretas as afirmativas.

Reportar Erro
Questão 5 de 30 Q1377691 Q7 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 06 a 08.

Na mesma época em que conheci um quadro-negro de escola, conheci também um quadro branco de cinema. Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes em preto-e-branco do seriado Flash Gordon, quando o herói gritava “Shazam!” e saía voando. Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola. A diferença não está em que na escola a sala é clara e o retângulo à frente é escuro, e no cinema a sala é escura e o retângulo à frente é claro. A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação. Não me recordo de ter tentado fazer em casa o que um professor tivesse feito de proeza dentro ou na proximidade de um quadro-negro da escola. Todavia, até os dez anos – os meus e os da meninada catalana dos anos 50 -, nós todos quisemos fazer o que a gente viu fazerem os artistas do cinema.

Em Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes e em Não me recordo de ter tentado fazer em casa, os verbos esquecer e recordar estão acompanhados de preposição. Essa regência deve-se ao fato de esses verbos nessas situações serem

Reportar Erro
Questão 6 de 30 Q1377693 Q8 da prova
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 06 a 08.

Na mesma época em que conheci um quadro-negro de escola, conheci também um quadro branco de cinema. Minhas retinas não se esquecerão jamais das figuras moventes em preto-e-branco do seriado Flash Gordon, quando o herói gritava “Shazam!” e saía voando. Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola. A diferença não está em que na escola a sala é clara e o retângulo à frente é escuro, e no cinema a sala é escura e o retângulo à frente é claro. A grande diferença está no poder que o quadro branco tem de provocar imitação. Não me recordo de ter tentado fazer em casa o que um professor tivesse feito de proeza dentro ou na proximidade de um quadro-negro da escola. Todavia, até os dez anos – os meus e os da meninada catalana dos anos 50 -, nós todos quisemos fazer o que a gente viu fazerem os artistas do cinema.

Em termos de preservar o sentido original e a coesão textual, no trecho Foi quando pude compreender, embora sem muito torneio do consciente, que uma sala de cinema é um bocado diferente de uma sala de escola., a conjunção concessiva NÃO pode ser substituída por

Reportar Erro
Questão 7 de 30 Q1377695 Q9 da prova
Instrução: Leia trechos da matéria da Veja (Ed.2628 ): “A escola não pode ser uma ilha” – entrevista com a professora Débora Galofaro, uma das dez melhores professoras do mundo, finalista do Nobel da educação – Global Teacher Prize/2019, e responda às questões 09 e 10.

Em relação às respostas da professora às duas perguntas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Reportar Erro
Questão 8 de 30 Q1377697 Q10 da prova
Instrução: Leia trechos da matéria da Veja (Ed.2628 ): “A escola não pode ser uma ilha” – entrevista com a professora Débora Galofaro, uma das dez melhores professoras do mundo, finalista do Nobel da educação – Global Teacher Prize/2019, e responda às questões 09 e 10.

Quanto a aspectos linguísticos e textuais no texto, assinale a afirmativa correta.

Reportar Erro
Questão 9 de 30 Q1377701 Q12 da prova

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação n.º 9.394/1996, zelar pela aprendizagem e estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento é incumbência, apenas,

Reportar Erro
Questão 10 de 30 Q1377702 Q13 da prova

De acordo com o PNE, Lei n.º 13.005/2014, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, coordenado pela União, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, constituirá fonte de informação para a avaliação da qualidade da Educação Básica e para a orientação das políticas públicas desse nível de ensino. Tendo como referência a Lei, esse sistema deverá produzir certos indicadores. Sobre esses indicadores, considere: I- Indicadores de rendimento escolar, referentes ao desempenho dos estudantes apurado em exames nacionais de avaliação, com participação de pelo menos 80% dos alunos de cada ano escolar periodicamente avaliado em cada escola. II- Indicadores de avaliação institucional, relativos a características como o perfil do alunado e do corpo dos profissionais da educação, as relações entre dimensão do corpo docente, do corpo técnico e do corpo discente, à infraestrutura das escolas, os recursos pedagógicos disponíveis e os processos da gestão, entre outras. III- Indicadores tecnológicos para desenvolver avaliações pedagógicas que combinem, de maneira não articulada, a organização do tempo e das atividades adidáticas entre a escola e o ambiente comunitário, considerando as especificidades da educação das cidades. IV- Indicadores de avaliação de entidades privadas externas à escola, relativos a características como o perfil do aluno e do corpo dos profissionais técnicos da educação, as relações entre corpo docente, técnico e corpo discente e os processos de gestão pedagógica do ensino, externo à escola. São indicadores previstos nessa Lei:

Reportar Erro
Questão 11 de 30 Q1377704 Q14 da prova

Sobre a BNCC (Res. CNE/CP n.º 2/2017), assinale a afirmativa INCORRETA.

Reportar Erro
Questão 12 de 30 Q1377706 Q15 da prova

A garantia da educação pública de qualidade e de direito está intimamente ligada ao seu financiamento por parte do poder público. De acordo com o que enfatiza a LDB, os recursos públicos destinados à educação pública são originados da receita de impostos próprios da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de transferências constitucionais, do salário-educação e de outras contribuições sociais, incentivos fiscais e recursos previstos em lei. Os recursos públicos destinados às escolas públicas podem ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas desde que

Reportar Erro
Questão 13 de 30 Q1377708 Q16 da prova

O planejamento é um processo de sistematização, organização e coordenação da ação docente que articula a atividade escolar ao contexto social. A escola, os professores e os alunos são integrantes desse processo. Nesse sentido, o planejamento de ensino necessita

Reportar Erro
Questão 14 de 30 Q1377710 Q17 da prova

A Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva, tem como objetivo o acesso, a participação e a aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas regulares, orientando os sistemas de ensino a promover respostas às necessidades educacionais especiais. NÃO constitui direito assegurado na perspectiva da educação inclusiva:

Reportar Erro
Questão 15 de 30 Q1377712 Q18 da prova

Para a construção de uma cultura avaliativa mediadora na escola, na perspectiva crítica da educação, é necessário que os envolvidos no processo educativo compreendam que a avaliação do processo ensino-aprendizagem deve ter como objetivo a melhoria do ensino e da aprendizagem. De acordo com essa perspectiva, a prova, como instrumento de avaliação do processo ensino-aprendizagem, deve

Reportar Erro
Questão 16 de 30 Q1377714 Q19 da prova

A turma do 3º ano do Ensino Fundamental de uma professora de escola pública de Mato Grosso possui 43% de estudantes que foram retidos no ano vigente de escolaridade. Ao trabalhar em atividades significativas para os alunos com a intenção de desenvolver as potencialidades de cada um e valorizar os saberes do grupo, a professora percebeu, a partir de um diagnóstico inicial, os conhecimentos e habilidades que os estudantes já tinham consolidado e os que estavam prestes a se consolidar. Após uma análise crítico-reflexiva sobre a sua ação pedagógica, a partir de saberes e conhecimentos didáticos e psicológicos sobre a educação, decidiu adotar o agrupamento por dupla, no qual um aluno poderia mediar os novos conhecimentos na relação com o outro. Segundo Martha Kohl (1993), ao fazer essa escolha, a professora assumiu uma posição teórica que se alinha com

Reportar Erro
Questão 17 de 30 Q1377716 Q20 da prova

Sobre a Política e os princípios da Educação do Campo, assinale a afirmativa INCORRETA.

Reportar Erro
Questão 18 de 30 Q1377717 Q21 da prova

A lógica interna dos esportes tem como referência os critérios de cooperação, interação com o adversário, desempenho motor e objetivos táticos da ação. Conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC 2017), esse modelo possibilita a distribuição das modalidades esportivas em categorias, privilegiando as ações motoras intrínsecas, reunindo esportes que apresentam exigências motrizes semelhantes no desenvolvimento de suas práticas. De acordo com o documento, NÃO são categorias de esporte:

Reportar Erro
Questão 19 de 30 Q1377719 Q22 da prova

As relações e a interdependência entre os componentes de uma habilidade, e o número de seus componentes conceituam-se, respectivamente, como

Reportar Erro
Questão 20 de 30 Q1377729 Q28 da prova

O Modelo do treinamento técnico, apresentado no Brasil por Greco (1998), objetiva a aprendizagem de uma técnica visando a sua automatização, ou seja, não requisita o controle consciente da atenção. Esse processo passa por dois momentos diferentes, o da estabilização e o da variação da técnica. NÃO é exemplo de atividade de estabilização realizada pelo professor:

Reportar Erro
Questão 21 de 30 Q1377730 Q29 da prova

Disputados nos Jogos Olímpicos de 2016, NÃO são esportes advindos das unidades temáticas de Lutas e Ginástica:

Reportar Erro
Questão 22 de 30 Q1377732 Q30 da prova

Considerando que o ambiente escolar deve primar pela formação geral do indivíduo e não pela performance, no campo da educação física, NÃO é propósito dos programas de avaliação:

Reportar Erro
Questão 23 de 30 Q1377733 Q31 da prova

O professor de educação física realiza uma avaliação na fase inicial do seu trabalho, para obter informações sobre os alunos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem e sobre o contexto em que a ação pedagógica se desenvolverá, a fim de estabelecer objetivos e metas a serem alcançados. Essa forma de avaliação denomina-se

Reportar Erro
Questão 24 de 30 Q1377735 Q32 da prova

O professor, no início do trabalho da unidade temática dança, reúne os alunos e os questiona sobre sua experiência nessa prática, fazendo as seguintes perguntas:
- Quais estilos de dança você conhece?
- Além do samba praticado no festival da escola, você já praticou algum outro estilo de dança de salão? Quais?
- Você consegue diferenciar os estilos de dança urbana e de salão?
- Nas festas juninas ou festas de família, você já dançou o Siriri ou Rasqueado?
Esse tipo de avaliação é usada para verificar as dimensões:

Reportar Erro
Questão 25 de 30 Q1377737 Q33 da prova

Os jogos e brincadeiras realizados durante as aulas de educação física promovem o desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais e especializadas utilizadas na execução das unidades temáticas (lutas, esporte, dança e ginástica), apresentadas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017). Na coluna da esquerda, são citados grupos de habilidades e na da direita, a unidade temática de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1- Quicar, receber, rebater, chutar.
2- Empurrar, puxar, chutar, esquivar.
3- Saltar, rolar, apoio invertido, aterrissar.
4- Galopar, girar, balançar, contorcer.
Assinale a sequência correta.

Reportar Erro
Questão 26 de 30 Q1377739 Q34 da prova

A Educação Física é o componente curricular que tematiza as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social, entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais, no decorrer da história. De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), é INCORRETO afirmar:

Reportar Erro
Questão 27 de 30 Q1377742 Q36 da prova

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), cada unidade temática apresenta uma progressão de objetos de conhecimento dos anos iniciais para os anos finais do ensino fundamental. A partir dessa informação, assinale a alternativa INCORRETA quanto à progressão supracitada.

Reportar Erro
Questão 28 de 30 Q1377743 Q37 da prova

O Projeto Esporte Brasil (PROESP-BR) é um observatório permanente de indicadores de crescimento, desempenho motor e estado nutricional de crianças e jovens entre 6 e 17 anos. Com o objetivo de auxiliar os professores de educação física na avaliação desses indicadores, as versões do projeto propõem testes, normas e critérios de avaliação da população escolar brasileira no âmbito do crescimento corporal e da aptidão física relacionada à saúde e ao desempenho motor. Sobre o tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Reportar Erro
Questão 29 de 30 Q1377745 Q38 da prova

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), na unidade temática Ginásticas, são propostas três classificações com formas de organização e significados distintos. Quais são essas classificações?

Reportar Erro
Questão 30 de 30 Q1377747 Q39 da prova

Entende-se como práticas corporais aquelas realizadas fora das obrigações laborais, domésticas, higiênicas e religiosas, nas quais os sujeitos se envolvem em função de propósitos específicos, sem caráter instrumental. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017) apresenta três elementos fundamentais comuns às práticas corporais. Assinale a alternativa que apresenta esses elementos.

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota