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Questão 1 de 4Q1088052Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. “A ilusão da transparência e do conhecimento As escolas vêm conduzindo melhor os processos de avaliação. Práticas antigas que tomavam como medições apenas provas dissertativas, testes, simulados e um ou outro “trabalhinho” estão sendo abandonadas. O cuidado aparece na diversificação dos instrumentos, dos sistemas de menções e dos pesos diversificados para as variações das possibilidades de mensuração. Alguns colégios encaminham projetos interdisciplinares, transdisciplinares, com transversalidade que exigem dos alunos alguma autonomia na construção do conhecimento. Há também recursos avaliativos que mostram robustez como portfólios e autoavaliações. Os alunos são convidados a avaliar a si e às suas etapas de trabalho, sem a subjetividade escancarada de quem “dá uma nota para si mesmo” com pitadas e nacos de narcisismo. Isso se configura como um avanço considerável. Há instituições que dispõem de recurso financeiro para investir em plataformas que formulam, como avaliadores externos, simulados interessantes voltados para o Enem e para universidades públicas e privadas concorridas. Esses exames somados aos aplicados pelas escolas oferecem dados suficientes para que se avaliem em que estágio de aprendizagem os estudantes se encontram. Comparados a si mesmos, à classe, aos outros postulantes às vagas disputadas e às escolas concorrentes. São ações muito louváveis e levadas, na maior parte das vezes, com seriedade pelas instituições de ensino. É possível afirmar que nunca se coletou tantos dados sobre o desempenho dos alunos nas avaliações propostas. No entanto, nesse emaranhado de dados nem sempre há protocolos claros de análise de observação. Como tempo de apuro e de depuração das informações e dos resultados coletados, ainda que haja, nos colégios, muitas reuniões pedagógicas, de pais, por séries e conselhos de classe. Paradoxalmente, avalia-se e se trabalha muito para que dados e informações sejam coletados e para que se discutam os resultados obtidos. Mas trabalha-se pouco para reverter processos que não caminham bem e para avançar os satisfatórios e os excelentes. E o mais estranho é que alguns colégios oferecem plantões de dúvidas, recuperações paralelas, “aulões” e aulas avançadas. Porém, tudo muito pautado no achismo, nas impressões colhidas dos dados e na boa vontade.” (Fragmento. João Jonas Veiga Sobral. Revista Educação. 13/11/2023. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/11/13/avaliacao-transparencia-conhecimento/)
O texto faz uma crítica a uma situação específica da educação. Assinale a alternativa que menciona tal situação.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. “A ilusão da transparência e do conhecimento As escolas vêm conduzindo melhor os processos de avaliação. Práticas antigas que tomavam como medições apenas provas dissertativas, testes, simulados e um ou outro “trabalhinho” estão sendo abandonadas. O cuidado aparece na diversificação dos instrumentos, dos sistemas de menções e dos pesos diversificados para as variações das possibilidades de mensuração. Alguns colégios encaminham projetos interdisciplinares, transdisciplinares, com transversalidade que exigem dos alunos alguma autonomia na construção do conhecimento. Há também recursos avaliativos que mostram robustez como portfólios e autoavaliações. Os alunos são convidados a avaliar a si e às suas etapas de trabalho, sem a subjetividade escancarada de quem “dá uma nota para si mesmo” com pitadas e nacos de narcisismo. Isso se configura como um avanço considerável. Há instituições que dispõem de recurso financeiro para investir em plataformas que formulam, como avaliadores externos, simulados interessantes voltados para o Enem e para universidades públicas e privadas concorridas. Esses exames somados aos aplicados pelas escolas oferecem dados suficientes para que se avaliem em que estágio de aprendizagem os estudantes se encontram. Comparados a si mesmos, à classe, aos outros postulantes às vagas disputadas e às escolas concorrentes. São ações muito louváveis e levadas, na maior parte das vezes, com seriedade pelas instituições de ensino. É possível afirmar que nunca se coletou tantos dados sobre o desempenho dos alunos nas avaliações propostas. No entanto, nesse emaranhado de dados nem sempre há protocolos claros de análise de observação. Como tempo de apuro e de depuração das informações e dos resultados coletados, ainda que haja, nos colégios, muitas reuniões pedagógicas, de pais, por séries e conselhos de classe. Paradoxalmente, avalia-se e se trabalha muito para que dados e informações sejam coletados e para que se discutam os resultados obtidos. Mas trabalha-se pouco para reverter processos que não caminham bem e para avançar os satisfatórios e os excelentes. E o mais estranho é que alguns colégios oferecem plantões de dúvidas, recuperações paralelas, “aulões” e aulas avançadas. Porém, tudo muito pautado no achismo, nas impressões colhidas dos dados e na boa vontade.” (Fragmento. João Jonas Veiga Sobral. Revista Educação. 13/11/2023. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/11/13/avaliacao-transparencia-conhecimento/)
“Isso se configura como um avanço considerável.” Tendo em vista o contexto da afirmação acima, assinale a alternativa em que a reescrita mantém o sentido original.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. “A ilusão da transparência e do conhecimento As escolas vêm conduzindo melhor os processos de avaliação. Práticas antigas que tomavam como medições apenas provas dissertativas, testes, simulados e um ou outro “trabalhinho” estão sendo abandonadas. O cuidado aparece na diversificação dos instrumentos, dos sistemas de menções e dos pesos diversificados para as variações das possibilidades de mensuração. Alguns colégios encaminham projetos interdisciplinares, transdisciplinares, com transversalidade que exigem dos alunos alguma autonomia na construção do conhecimento. Há também recursos avaliativos que mostram robustez como portfólios e autoavaliações. Os alunos são convidados a avaliar a si e às suas etapas de trabalho, sem a subjetividade escancarada de quem “dá uma nota para si mesmo” com pitadas e nacos de narcisismo. Isso se configura como um avanço considerável. Há instituições que dispõem de recurso financeiro para investir em plataformas que formulam, como avaliadores externos, simulados interessantes voltados para o Enem e para universidades públicas e privadas concorridas. Esses exames somados aos aplicados pelas escolas oferecem dados suficientes para que se avaliem em que estágio de aprendizagem os estudantes se encontram. Comparados a si mesmos, à classe, aos outros postulantes às vagas disputadas e às escolas concorrentes. São ações muito louváveis e levadas, na maior parte das vezes, com seriedade pelas instituições de ensino. É possível afirmar que nunca se coletou tantos dados sobre o desempenho dos alunos nas avaliações propostas. No entanto, nesse emaranhado de dados nem sempre há protocolos claros de análise de observação. Como tempo de apuro e de depuração das informações e dos resultados coletados, ainda que haja, nos colégios, muitas reuniões pedagógicas, de pais, por séries e conselhos de classe. Paradoxalmente, avalia-se e se trabalha muito para que dados e informações sejam coletados e para que se discutam os resultados obtidos. Mas trabalha-se pouco para reverter processos que não caminham bem e para avançar os satisfatórios e os excelentes. E o mais estranho é que alguns colégios oferecem plantões de dúvidas, recuperações paralelas, “aulões” e aulas avançadas. Porém, tudo muito pautado no achismo, nas impressões colhidas dos dados e na boa vontade.” (Fragmento. João Jonas Veiga Sobral. Revista Educação. 13/11/2023. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/11/13/avaliacao-transparencia-conhecimento/)
“PARADOXALMENTE, avalia-se e se trabalha muito para que dados e informações sejam coletados e para que se discutam os resultados obtidos.” Assinale a alternativa que contém um sinônimo do termo destacado.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. “A ilusão da transparência e do conhecimento As escolas vêm conduzindo melhor os processos de avaliação. Práticas antigas que tomavam como medições apenas provas dissertativas, testes, simulados e um ou outro “trabalhinho” estão sendo abandonadas. O cuidado aparece na diversificação dos instrumentos, dos sistemas de menções e dos pesos diversificados para as variações das possibilidades de mensuração. Alguns colégios encaminham projetos interdisciplinares, transdisciplinares, com transversalidade que exigem dos alunos alguma autonomia na construção do conhecimento. Há também recursos avaliativos que mostram robustez como portfólios e autoavaliações. Os alunos são convidados a avaliar a si e às suas etapas de trabalho, sem a subjetividade escancarada de quem “dá uma nota para si mesmo” com pitadas e nacos de narcisismo. Isso se configura como um avanço considerável. Há instituições que dispõem de recurso financeiro para investir em plataformas que formulam, como avaliadores externos, simulados interessantes voltados para o Enem e para universidades públicas e privadas concorridas. Esses exames somados aos aplicados pelas escolas oferecem dados suficientes para que se avaliem em que estágio de aprendizagem os estudantes se encontram. Comparados a si mesmos, à classe, aos outros postulantes às vagas disputadas e às escolas concorrentes. São ações muito louváveis e levadas, na maior parte das vezes, com seriedade pelas instituições de ensino. É possível afirmar que nunca se coletou tantos dados sobre o desempenho dos alunos nas avaliações propostas. No entanto, nesse emaranhado de dados nem sempre há protocolos claros de análise de observação. Como tempo de apuro e de depuração das informações e dos resultados coletados, ainda que haja, nos colégios, muitas reuniões pedagógicas, de pais, por séries e conselhos de classe. Paradoxalmente, avalia-se e se trabalha muito para que dados e informações sejam coletados e para que se discutam os resultados obtidos. Mas trabalha-se pouco para reverter processos que não caminham bem e para avançar os satisfatórios e os excelentes. E o mais estranho é que alguns colégios oferecem plantões de dúvidas, recuperações paralelas, “aulões” e aulas avançadas. Porém, tudo muito pautado no achismo, nas impressões colhidas dos dados e na boa vontade.” (Fragmento. João Jonas Veiga Sobral. Revista Educação. 13/11/2023. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/11/13/avaliacao-transparencia-conhecimento/)
“As escolas VÊM conduzindo melhor os processos de avaliação.” Assinale a alternativa em que a palavra acentuada respeita a mesma regra da palavra destacada no fragmento.