Um professor de Educação Física, recém-contratado em uma escola pública, percebe que seu supervisor solicita que ele assine relatórios de atividades físicas que não foram conduzidas por ele, justificando que isso “agiliza a burocracia”. O profissional sente-se pressionado, mas sabe que tal prática pode ferir princípios éticos. Com base no Código de Ética Profissional da Educação Física, a conduta ética e juridicamente correta é:
Durante as aulas, um estudante com limitações motoras sofre comentários discriminatórios de colegas. O professor decide relatar o ocorrido em suas redes sociais, citando a situação e descrevendo o aluno, ainda que sem mencionar o nome. De acordo com o Código de Ética, a conduta do professor:
Uma escola deseja que o professor de Educação Física ofereça treinamento especializado de musculação e prescrição individual de exercícios terapêuticos para alunos com dores crônicas, mesmo sem haver avaliação clínica adequada. Com base no Código de Ética, a decisão correta do professor deve ser:
Um professor decide divulgar seus serviços particulares de personal trainer para os alunos da escola, oferecendo descontos exclusivos caso contratem um pacote mensal. Ele utiliza grupos institucionais de comunicação para divulgar a oferta. À luz do Código de Ética, tal prática é:
Durante uma aula, o professor observa um colega aplicando métodos punitivos – como obrigar alunos a correr voltas extras por erros técnicos – justificando tratar-se de “disciplina pedagógica”. Segundo o Código de Ética do CONFEF, a postura esperada do professor que testemunha essa conduta é:
Durante o planejamento do 3º bimestre do 9º ano, uma escola pretende adotar metodologias ativas em todas as aulas de Educação Física. Em reunião pedagógica, alguns docentes afirmam que essa abordagem “não muda muito a prática”, pois o professor continua sendo o centro do ensino e o estudante apenas executa atividades propostas. Com base no material, essa interpretação é:
Em uma formação interna, a coordenação exibe a Pirâmide do Aprendizado de William Glasser, presente no material. Uma professora afirma que “ler e escutar são métodos tão eficazes quanto praticar e ensinar”. Segundo o documento, tal afirmação:
Um professor deseja utilizar o Mapa da Empatia com uma turma do 9º ano, mas acredita que o recurso “serve apenas para conhecer gostos pessoais dos estudantes”, não influenciando o planejamento das aulas. À luz do material, o Mapa da Empatia:
Na atividade sobre basquetebol, uma das Situações-Problema propõe: “Como minimizar o afastamento das meninas dos esportes coletivos?”. Um professor, ao aplicar a ABP, decide não promover debate e apenas entregar uma lista de regras do basquete para estudo individual. Essa prática:
No encerramento das atividades, um docente afirma que a avaliação nas metodologias ativas “deve ser feita somente ao final do processo, utilizando a autoavaliação como instrumento único”. Segundo o material, essa compreensão:
Durante uma aula, o professor afirma que incluir um aluno com deficiência significa “permitir que ele esteja presente na quadra, mesmo que não participe das atividades práticas”. Considerando os princípios da Educação Física Inclusiva (EFI), essa afirmação é:
Em uma escola, aulas de Educação Física continuam organizadas em torno da seleção de “melhores atletas” para representar a turma. Alunos com deficiência ficam responsáveis apenas por registrar pontuação ou observar os colegas. Frente à perspectiva da Educação Física Inclusiva:
Ao planejar o bimestre, uma professora afirma que não precisa adaptar conteúdos, pois “aulas são iguais para todos e isso já garante igualdade”. Segundo a concepção contemporânea de Educação Física Inclusiva:
Um professor afirma que Educação Física Adaptada significa “criar atividades especiais para alunos com deficiência, separando-os temporariamente da turma para melhor aprendizagem”. Essa interpretação:
Uma escola decide restringir a participação de alunos com deficiência apenas a atividades de baixa intensidade, excluindo-os de jogos, lutas e danças por considerá-los “conteúdos complexos”. De acordo com a perspectiva inclusiva:
Em análises críticas sobre a Educação Física e a modernidade, discute-se a produção da ideia de “corpo-máquina”, associada à racionalização, ao controle e à adaptação do corpo às demandas produtivas. Do ponto de vista pedagógico, essa concepção:
Em abordagens críticas da Educação Física escolar, argumenta-se que, ao assumir a formação corporal, a escola:
Estudos pedagógicos sobre a cultura corporal destacam que, a partir da década de 1960, houve grande expansão das discussões sobre o corpo em áreas como filosofia, sociologia, psicologia e antropologia. Do ponto de vista educacional, esse movimento:
Em análises contemporâneas sobre a cultura corporal, discute-se que vivemos uma transição que questiona a visão moderna de corpo (corpo-máquina, corpo-ter), aproximando-se de concepções pós-modernas mais complexas. Em termos pedagógicos, essa mudança exige:
Durante o planejamento das aulas de Educação Física escolar, um professor busca orientar seus alunos sobre como iniciar um programa de atividades voltado à melhora da saúde e do condicionamento físico geral. Para isso, ele explica que os benefícios fisiológicos só aparecem quando o estímulo oferecido à estrutura corporal é adequado e contínuo, respeitando princípios básicos da prescrição do exercício. À luz desse cenário, a conduta pedagógica mais correta é afirmar que:




























