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Prova Professor de Educação Especial - Libras - Pref. Imbé/RS
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Questão 1 de 1 Q1052687 Q1 da prova
Por Ritchelle Teixeira de Souza (UFF) e Jean Carlos Miranda (UFF)
É relevante destacar o papel fundamental da comunicação e do uso das formas de linguagem no processo educacional. É pela comunicação que ocorrem as interações, a interlocução social e a expressão pessoal, importantes no processo de ensino-aprendizagem. É necessário que o processo de transmissão do conhecimento seja extensivo a todos, possibilitando o crescimento e desenvolvimento pleno do educando.
Para a promoção da acessibilidade, portanto, é preciso garantir acesso universal aos meios de comunicação, por força da Política Nacional de Educação Especial, que a enfatiza como garantia fundamental para o atendimento de qualidade aos alunos com deficiência.
Quanto à mediação escolar, no Brasil não há registro sistemático, mas observa-se a inclusão com mediadores escolares de modo mais intenso a partir dos anos 2000. Essa prática, segundo Vargas e Rodrigues (2018, p. 8), “encontra subsídio legal na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (nº 13.146/15) e na Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (nº 12.764/12)”. Os mediadores acompanham crianças que necessitam de auxílio em sala de aula e atuam orientados por profissionais que acompanham a criança nas terapias de apoio. Contudo, a presença de mediadores não é uma realidade para todas as escolas (Vargas; Rodrigues, 2018). A escolha dos mediadores está na relação entre sua formação acadêmica e a maior demanda das crianças (comunicação, comportamento ou motora, por exemplo).
Esses profissionais devem ter aptidão e habilidades interpessoais necessárias para desenvolver e manter relações de trabalho eficazes com as crianças, famílias e demais profissionais que assistem, sabendo respeitar e compreender as dificuldades da família e da criança, tendo flexibilidade e criatividade para se adequar ao dinamismo escolar em que estarão inseridos e disponibilidade para aprender (Schütz, 2006).
O mediador pode atuar como intermediário nas questões sociais e de comportamento, na comunicação e linguagem, nas atividades e/ou brincadeiras escolares e nas atividades pedagógicas, nas limitações motoras ou da leitura nos diversos níveis escolares. Um mediador estimulando a aquisição de linguagem e habilidades sociais no cotidiano escolar amplia a possibilidade da quantidade de estímulo recebido, como também a qualidade, já que sempre ocorrerá em situação real de uso, diferente do que se pode proporcionar num consultório.
Conhecer o aluno que será acompanhado pela mediação, discutir com a equipe pedagógica da escola e com a equipe de apoio terapêutico são pontos fundamentais. Apesar de a figura do mediador ser considerada uma adaptação no espaço pedagógico, portanto garantido pela lei, não existe muita clareza com relação ao papel e às atribuições desse profissional nem com relação à regulamentação da profissão (Mousinho et al., 2010, p. 92).
Os mediadores favorecem a interpretação do estímulo ambiental, chamando a atenção para os seus aspectos cruciais, atribuindo significado à informação recebida, tornando esse estímulo relevante e significativo, o que favorece o desenvolvimento. Os mediadores podem auxiliar a criança na identificação de problemas, contribuindo para a tomada de decisões e o encorajamento para atuação ativa no ambiente em que está inserida. Uma vez que atuam como facilitadores, consultores e dinamizadores, esses profissionais devem possuir características, atitudes e conhecimentos específicos que permitam criar situações de aprendizagem (Suanno, 2010; Masetto, 2013).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. De acordo com a Política Nacional de Educação Especial, a comunicação é garantia fundamental para o atendimento de qualidade aos alunos com deficiência.
II. Segundo o texto, qualquer pessoa pode ser mediadora escolar, basta que tenha empatia pela criança com deficiência.
III. O mediador escolar pode atuar em diversos campos junto ao estudante com deficiência. Um exemplo são as brincadeiras escolares.
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