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Prova Professor de Educação Básica II - Língua Portuguesa - Pref. Rio Claro/SP
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Questão 1 de 13 Q2204943 Q8 da prova

Marque a alternativa que preenche as lacunas a seguir conforme a correta ortografia da língua portuguesa: “Pesquisadores anunciaram a descoberta de uma nova espécie de peixe _____________ na Antártica. O ____________ tem cerca de 66 milhões de anos e mede apenas 6 centímetros. Apesar do tamanho, sua _____________ é gigantesca: trata-se do vertebrado mais bem _____________ já encontrado no continente gelado.” (Adaptado de MOREIRA, Gabriela. Pesquisadores da Uerj e do Museu Nacional descobrem nova espécie de peixe pré-histórico na Antártica. Jornal Hoje. 11 ago. 2025.)

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Questão 2 de 13 Q2204973 Q26 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 26 a 28. A nova estética digital Quem não tem vaidades? E quanto mais celebrados, mais vaidosos – embora alguns disfarçam melhor. O cabelo e a maquiagem das mulheres recebem atenções permanentes. Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades. Montblanc? Rolex? Com a pandemia furiosa de Covid-19, agora somos todos atores de televisão, qualquer que seja o evento. Só que não aprendemos a converter nossas vaidades para a realidade da telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou as eleições com Nixon, antes de ele entrar em qualquer recinto onde houvesse câmeras de televisão, seus prepostos asseguravam que a iluminação estivesse correta. E entrava maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia e suas olheiras eram exageradas por uma iluminação errada. Parece que essa condição contribuiu para sua derrota. Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas. A maquiagem pode estar impecável. Mas e se a iluminação está horrenda? Carecas brilhando, olhos desaparecidos na escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe da câmera, perde-se a expressão facial. Perto demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem enevoada. (... ) Após o trabalhão de aprender a se maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar com alguém praguejando contra panes na técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a voz maviosa como exagera o timbre esganiçado. Por isso foi sempre preciso gravar antes, com zelo e atenção. Hoje, não mais. Temos de aprender tudo de novo. Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais. A epidemia obriga a introduzir outras habilidades na etiqueta e na elegância. Saber apresentar-se na tela de videoconferência passou a fazer parte do nosso repertório de competências sociais.

Em relação ao tipo e gênero textuais em que se enquadra o texto “A nova estética digital”, é correto afirmar que se trata de um(a):

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Questão 3 de 13 Q2204975 Q27 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 26 a 28. A nova estética digital Quem não tem vaidades? E quanto mais celebrados, mais vaidosos – embora alguns disfarçam melhor. O cabelo e a maquiagem das mulheres recebem atenções permanentes. Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades. Montblanc? Rolex? Com a pandemia furiosa de Covid-19, agora somos todos atores de televisão, qualquer que seja o evento. Só que não aprendemos a converter nossas vaidades para a realidade da telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou as eleições com Nixon, antes de ele entrar em qualquer recinto onde houvesse câmeras de televisão, seus prepostos asseguravam que a iluminação estivesse correta. E entrava maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia e suas olheiras eram exageradas por uma iluminação errada. Parece que essa condição contribuiu para sua derrota. Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas. A maquiagem pode estar impecável. Mas e se a iluminação está horrenda? Carecas brilhando, olhos desaparecidos na escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe da câmera, perde-se a expressão facial. Perto demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem enevoada. (... ) Após o trabalhão de aprender a se maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar com alguém praguejando contra panes na técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a voz maviosa como exagera o timbre esganiçado. Por isso foi sempre preciso gravar antes, com zelo e atenção. Hoje, não mais. Temos de aprender tudo de novo. Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais. A epidemia obriga a introduzir outras habilidades na etiqueta e na elegância. Saber apresentar-se na tela de videoconferência passou a fazer parte do nosso repertório de competências sociais.

“Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais.” As palavras destacadas no trecho acima, transcrito do texto, na mesma ordem em que se apresentam, têm o mesmo sentido de:

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Questão 4 de 13 Q2204976 Q28 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 26 a 28. A nova estética digital Quem não tem vaidades? E quanto mais celebrados, mais vaidosos – embora alguns disfarçam melhor. O cabelo e a maquiagem das mulheres recebem atenções permanentes. Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades. Montblanc? Rolex? Com a pandemia furiosa de Covid-19, agora somos todos atores de televisão, qualquer que seja o evento. Só que não aprendemos a converter nossas vaidades para a realidade da telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou as eleições com Nixon, antes de ele entrar em qualquer recinto onde houvesse câmeras de televisão, seus prepostos asseguravam que a iluminação estivesse correta. E entrava maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia e suas olheiras eram exageradas por uma iluminação errada. Parece que essa condição contribuiu para sua derrota. Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas. A maquiagem pode estar impecável. Mas e se a iluminação está horrenda? Carecas brilhando, olhos desaparecidos na escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe da câmera, perde-se a expressão facial. Perto demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem enevoada. (... ) Após o trabalhão de aprender a se maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar com alguém praguejando contra panes na técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a voz maviosa como exagera o timbre esganiçado. Por isso foi sempre preciso gravar antes, com zelo e atenção. Hoje, não mais. Temos de aprender tudo de novo. Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais. A epidemia obriga a introduzir outras habilidades na etiqueta e na elegância. Saber apresentar-se na tela de videoconferência passou a fazer parte do nosso repertório de competências sociais.

“Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas.” Em relação ao trecho acima, transcrito do texto, é correto afirmar que:

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Questão 5 de 13 Q2204978 Q29 da prova

Assinale a alternativa cujo elemento destacado é um modalizador, ou seja, exprime o posicionamento do locutor, não se referindo a nenhum termo do enunciado.

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Questão 6 de 13 Q2204980 Q30 da prova

Assinale a alternativa cujo termo destacado indica uma circunstância de modo da ação, e não uma qualidade de algum ser.

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Questão 7 de 13 Q2204985 Q33 da prova

Assinale a alternativa em que todas as palavras se encontram grafadas em consonância com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

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Questão 8 de 13 Q2204986 Q34 da prova

Assinale a alternativa correta, de acordo com as modernas teorias e propostas de ensino da língua materna.

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Questão 9 de 13 Q2204988 Q35 da prova

Com relação ao ensino de literatura infantil e infanto-juvenil, assinale a alternativa que está de acordo com as posturas contemporâneas.

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Questão 10 de 13 Q2204990 Q36 da prova

Em relação ao ensino da língua materna, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta.

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Questão 11 de 13 Q2204991 Q37 da prova

Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas da afirmação abaixo, na mesma ordem: O tipo textual _______ caracteriza-se por apresentar _______, com o objetivo de que alguma atitude seja tomada pelo _______. Em sua estrutura, é normalmente marcado pela ocorrência de _______.

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Questão 12 de 13 Q2204994 Q39 da prova

Analise a evolução linguística apresentada abaixo e, a seguir, assinale a alternativa com a análise correta sobre as suas implicações pedagógicas. Vossa Mercê > vossemecê > vosmecê > você > ocê > cê

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Questão 13 de 13 Q2204996 Q40 da prova

Em relação ao conceito de “hipertexto”, analise cada característica abaixo, assinalando V ou F conforme seja respectivamente verdadeira ou falsa. A seguir, assinale a sequência correta obtida. (__) É associado às tecnologias da informação, típico da comunicação eletrônica. (__) Apresenta correção gramatical estrita, o que justifica o sentido do prefixo “hiper -”. (__) É linear e sequencial. (__) Apresenta percurso de leitura dependente das escolhas do leitor/usuário.

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