De acordo com o que estabelece o artigo 5o da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, assinale a alternativa que indica um crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão.
A Lei no 13.445/2017 (Lei de Migração), em seu artigo 3o, estabelece princípios e diretrizes para a política migratória brasileira. A esse respeito, o inciso X do referido artigo prevê expressamente a inclusão social, laboral e produtiva do migrante por meio
Em sua Meta 6, a Lei n o 16.279/2016 (Plano Estadual de Educação de São Paulo) estabelece o compromisso de assegurar educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender a, pelo menos, 25% dos alunos na educação básica. Para tanto, nas estratégias da referida meta, considera-se que a permanência dos alunos em tempo integral na escola (ou sob sua responsabilidade) passe a ser igual ou superior a
Considerando o cenário de acelerada renovação das tecnologias baseadas em inteligência artificial, Azambuja e Silva (2024) discutem um processo que denominam technotização, em referência à necessidade de que os educadores estejam constantemente se atualizando do ponto de vista do domínio das novas tecnologias intelectuais e culturais. Nesse contexto, segundo os autores, o processo de alfabetização tecnológica se torna
Ao discutirem ocorrências de conflito e violência na escola, Ceccon et al. (2009) apresentam uma análise sobre diferentes circunstâncias em que as escolas podem se encontrar. A partir da perspectiva adotada, os autores consideram que uma escola está em equilíbrio quando
Ao abordar expectativas de comportamento, Lemov (2023) discute a organização da sala de aula. Embora avalie que alguns educadores se oponham à sua perspectiva, o autor defende que
Felipe (2007) destaca que na Libras, os sinais são formados a partir de cinco parâmetros, que podem ser comparados a “pedacinhos” de um sinal porque, no nível morfológico, eles podem ter significados, sendo, portanto, morfemas. Os parâmetros da Libras são:
Consta no texto introdutório da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva que o movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação
Segundo Damazio(2007), quando o aluno com surdez é matriculado em uma escola comum, o trabalho pedagógico deverá ser desenvolvido
Quadros e Karnopp (2004) destacam que há alguns mitos sobre a língua de sinais, sendo um deles: “A língua de sinais seria uma mistura de pantomima e gesticulação concreta, incapaz de expressar conceitos abstratos”. Tal concepção defende que
A aquisição da língua de sinais por crianças surdas, segundo Felipe (2007), assim como na aquisição de línguas orais-auditivas obedece a maturação da criança e passa por algumas etapas. A autora apresenta três fases, sendo que, na primeira delas, há um período inicial que se assemelha ao balbucio das crianças ouvintes. Nessa fase, a criança com surdez
Ao estudarem as propostas de educação escolar para pessoas com surdez, os professores de uma escola identificaram três tendências educacionais ao longo da história (Damazio, 2007):
Almeida, Santos e Lacerda (2015), ao abordarem o tema sobre o ensino do português como segunda língua para surdos, destacaram que o objetivo da proposta bilíngue é garantir ao aluno surdo um desenvolvimento cognitivo-linguístico compatível com
Jorge, uma criança com deficiência auditiva, foi matriculado em uma escola comum em uma sala de crianças ouvintes que não o convidam para brincar, pois consideram que ele não entenderá as regras. A professora explicou que há muitas maneiras para que brinquem juntos e que poderá ajudar ensinando formas para se comunicarem. Segundo Omote (In: Rodrigues, Capelline e Santos, 2014), mediante a formação das novas gerações com outra mentalidade acerca da diversidade, e, também, por meio de
Segundo Quadros e Karnopp (2004), a língua de sinais é denominada de modalidade gestual-visual, pois
Em relação à aquisição da língua de sinais, segundo Domínguez (In: Bernardino, 2000), os pais deveriam expor o bebê surdo desde muito cedo à língua de sinais, pois isso permitirá
De acordo com Lodi (In: Lacerda e Santos, 2014), a apropriação da língua portuguesa, como segunda língua, deve ser propiciada
Conforme descrevem Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), no contexto do trabalho colaborativo, os professores podem, ora se mostrar receptivos, ora demonstrar resistência, alternando entre avanços e recuos. Esse comportamento ocorre porque a realização do trabalho colaborativo entre professores da sala comum e do atendimento educacional especializado exige:
Segundo Capovilla e Raphael (2005), a expressão “família em libras” é representada da seguinte forma:
Mão direita em S, palma para frente, balançando para esquerda e para a direita. (Capovilla e Raphael, 2005) Esse é o sinal para
Omote(In: Rodrigues, Capellini e Santos, 2014), refletindo sobre os processos para uma educação inclusiva, indica que os educadores precisam estar motivados e comprometidos nesse empreendimento, mas a sua adequada formação é imprescindível, pois precisam ter um domínio seguro de conhecimentos sobre
Kezio (2016), em seus estudos sobre o aprendizado da escrita e leitura, destaca que muitos surdos enfrentam problemas devido à prática pedagógica que considera
“O surdo enfrenta dificuldades em aprender significados quando ouvintes se comunicam com ele por meio do uso dos sinais e da fala de forma simultânea.” (Kezio, 2016) Esse modo de comunicação é denominado
A presença de interprete em sala de aula e o uso da língua de sinais não garantem que todas as necessidades educacionais dos surdos sejam atendidas. (Kotaki e Lacerda, In: Lacerda e Santos, 2014). Para as autoras, além do interprete e acesso à Libras, é importante haver
Skliar (1998) explica, em seu texto, que é hábito definir a comunidade de surdos como uma minoria linguística. Segundo o autor, essa descrição baseia-se no fato de que a língua de sinais (o autor utilizou o termo linguagem) é utilizada por um grupo
Quadros e Karnopp (2004) afirmaram que há diferentes formas para que verbos e substantivos na língua de sinais brasileira apresentem flexão de número, sendo que a mais básica é a distinção entre singular e plural, que é marcada através da
Em relação ao trabalho do tradutor e intérprete de Libras, Damazio (2007) destaca a importância de que esse profissional seja
Para Skliar (1998), citando (Johnson, Liddell & Erting, 1991), destaca que, quando se discute o fracasso escolar dos surdos, não se está diante de um único problema, mas de um duplo sistema de problemas, sendo o primeiro deles, e um dos mais destacados pelo autor ao longo do seu seguinte artigo:
A Educação Bilíngue para Surdos traz a proposta de que esses alunos devem ser ensinados através de sua língua materna e que essa seria a base para o aprendizado da língua oral de seu país. (Kezio, 2016) O autor destaca que a Educação Bilíngue percebe a língua de sinais como sendo
Campos (2014), In: Lacerda e Santos (2014), apresenta dois tipos de inclusão dos Surdos: a bilíngue/cultural e a bilíngue intercultural. De acordo com a autora, o modelo bilíngue/cultural é aquele em que































