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Prova Professor de Anos Finais do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa - Pref. Petrolina/PE
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Questão 1 de 32 Q1313898 Q3 da prova

O uso das tecnologias e, sobretudo, da internet propicia novo tipo de apropriação e uso do tempo para a ação docente e para a aquisição do conhecimento. Sobre isso, analise as afirmativas abaixo:

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Questão 2 de 32 Q1313904 Q6 da prova

De acordo com a Lei nº 9.394/96 LDBEN, a administração do ensino é regida por alguns princípios que determinam

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Questão 3 de 32 Q1313914 Q11 da prova
Texto 1 A língua que nos separa (01) Dia desses, no Facebook, o linguista português Fernando Venâncio desabafou: “Poucas coisas me irritam tanto como o antibrasileirismo primário e militante que encontro por estas paragens”. Referia-se ao antibrasileirismo linguístico, marca bandeirosa da cultura lusitana. (02) Qualquer escritor brasileiro que tenha lançado livros em Portugal nas últimas décadas (sou um desses) sabe o que Venâncio quer dizer. As portas que Jorge Amado escancarou de par em par no século passado se fecharam em algum momento sobre corredores cada vez mais estreitos e labirínticos. (03) Sim, é claro que muitos editores, críticos, jornalistas e outros portugueses esclarecidos insistem em furar com brio essas defesas. Infiltrando-se nas brechas, porém, os brasileiros que se expressam por escrito logo se veem escalados pelos leitores comuns d’além-mar como representantes de uma versão menor, tosca e corrompida da língua “deles”. (04) Nas palavras de Venâncio, há em Portugal uma “desavergonhada altanaria perante os pretensos ‘erros’ de que o português brasileiro estaria inçado”. O linguista vê esse sentimento integrado ao senso comum, cultivado por “gente visivelmente de poucas letras, e poucas luzes”. Refere-se a ele como “assustador”. (05) Eu prefiro o adjetivo “triste”. Assustador é constatar que um antibrasileirismo tão pimpão e ignorante quanto o luso viceja aqui também. Como reclamar do insulto de nos negarem em terra estrangeira o direito de gozar livremente de algo tão pessoal e profundo quanto a língua materna, sem ouvir sermões abestalhados sobre algum ideal platônico de gramática? Negamos a mesma coisa por conta própria, o que é bem pior. (06) Parte dessa dissonância é comum às línguas imperiais. A relação de amor e ódio entre o inglês britânico e o americano é tema do recém-lançado “The Prodigal Tongue” (A língua pródiga), de Lynne Murphy, linguista americana que mora e leciona na Inglaterra. Ela identifica em seus compatriotas um “complexo de inferioridade verbal” e, nos britânicos, o que chama de “amerilexofobia”, a versão esnobe a americanismos. (07) Nada tão diferente assim do que se vê no universo da língua portuguesa ou da espanhola. Ex-colônias crescidinhas e ex-impérios em queda vão sempre se emaranhar em teias complicadas de amor e ódio, admiração e desprezo. Contudo, vale atentar para a diferença que Venâncio, repetindo no post-desabafo o que já defendeu em livros, aponta entre os projetos linguístico-coloniais de Lisboa e de Madri. (08) “No Brasil, Portugal abandonou a língua portuguesa à sua sorte. E ainda bem! Pense-se na uniformidade lexical, gramatical e ortográfica que a Espanha impõe como ideal à América de fala espanhola”, escreve o linguista, concluindo que “o Português Brasileiro pôde desenvolver em invejável liberdade a sua norma, e vive bem nela”. (09) O texto termina exigindo, ainda que de forma jocosa, gratidão: “E venha daí um ‘obrigadinho’ a este Portugal que, oh felicidade, nunca teve um projecto linguístico, nem cultural, para o seu Império”. (10) Muito bem, mas não estou tão certo de que o deus-dará cultural seja algo que devemos agradecer. Seria necessário investigar primeiro até que ponto se funda nele a ridícula autoestima linguística que leva o brasileiro médio a situar nosso português três degraus abaixo do português europeu, e este, pelo menos sete palmos abaixo do inglês. Sérgio Rodrigues Escritor e jornalista, autor de “O Drible” e “Viva a Língua Brasileira”.

Todo autor elabora o seu texto considerando elementos como o meio de circulação e o propósito discursivo do texto. No caso do Texto 1, o autor tem como ‘propósito comunicativo’, prioritariamente, o de:

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Questão 4 de 32 Q1313915 Q14 da prova

No trecho: “O texto termina exigindo, ainda que de forma jocosa, gratidão”, o segmento destacado estabelece, no enunciado, uma relação sintático-semântica de

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Questão 5 de 32 Q1313917 Q15 da prova

Releia o trecho: “Sim, é claro que muitos editores, críticos, jornalistas e outros portugueses esclarecidos insistem em furar com brio essas defesas. Infiltrando-se nas brechas, porém, os brasileiros (...)” (3º parágrafo). Com o termo destacado, o autor pretendeu:

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Questão 6 de 32 Q1313918 Q17 da prova

Em: “Seria necessário investigar primeiro até que ponto se funda nele a ridícula autoestima linguística (...)” (10º parágrafo), o termo destacado retoma:

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Questão 7 de 32 Q1313920 Q18 da prova

Como parte do tema do Texto 1, a palavra “língua” repete-se desde o título (A língua que nos separa) e ao longo do texto, em expressões como: “português brasileiro”, “língua (deles)”, “língua materna”, “línguas imperiais”, “inglês britânico” etc. Esse conjunto de palavras e expressões repetidas marca o Texto 1 pelo recurso da reiteração, a qual está relacionada, principalmente,

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Questão 8 de 32 Q1313924 Q21 da prova
Texto 1 De acordo com as diferentes posições existentes, pode-se ver a língua:

No Texto 1, Marcuschi apresenta diferentes concepções de língua. Acerca dessas concepções, assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 9 de 32 Q1313925 Q22 da prova
Texto 1 Analise a correlação entre as concepções de língua abaixo e a palavra ou expressão que as representa.

A correlação está CORRETA em:

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Questão 10 de 32 Q1313927 Q23 da prova
Texto 2 Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica.

Com base na explicação acima, assinale a alternativa CORRETA acerca dos gêneros textuais.

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Questão 11 de 32 Q1313929 Q25 da prova

Como é natural na pesquisa científica, os estudos acerca da “enunciação” e do “enunciado” apresentam aspectos divergentes. Acerca desses estudos, entretanto, é consensual a ideia de que

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Questão 12 de 32 Q1313930 Q26 da prova
Texto 3 A leitura é um processo de interlocução entre leitor/autor, mediado pelo texto. Encontro com o autor, ausente, que se dá pela sua palavra escrita. Como o leitor, nesse processo, não é passivo, mas agente que busca significações, “o sentido de um texto não é jamais interrompido, já que ele se produz nas situações dialógicas ilimitadas que constituem suas leituras possíveis” (Authier-Revuz, 1982, p. 104).

Assinale a alternativa que expressa a concepção de leitura do autor do Texto 3.

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Questão 13 de 32 Q1313932 Q27 da prova

Na visão de Geraldi esboçada acima, na leitura, a palavra escrita tem um papel

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Questão 14 de 32 Q1313934 Q28 da prova

No Texto 3, o autor traz uma citação na qual encontramos a ideia de “leituras possíveis”. No contexto em que se insere, essa expressão faz referência:

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Questão 15 de 32 Q1313935 Q29 da prova

Vários autores defendem que a intertextualidade é uma das mais relevantes propriedades textuais. No que se refere à atividade de leitura, o diálogo intertextual se efetiva quando:

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Questão 16 de 32 Q1313937 Q30 da prova

No Texto 3, identificamos um caso de intertextualidade explícita, que se revela por:

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Questão 17 de 32 Q1313939 Q31 da prova
Texto 4 Nosso aluno deveria, ao produzir um texto, assumir-se como locutor, o que implica: i) ter o que dizer; ii) ter razões para dizer o que tem a dizer; iii) ter para quem dizer o que tem a dizer; iv) assumir-se como sujeito que diz o que diz para quem diz; v) escolher estratégias para dizer.

Segundo Bunzen, ao produzir um texto na escola, o aluno deveria “assumir-se como locutor”. Em outras palavras, as atividades de produção textual, na escola, deveriam oportunizar ao aluno uma escrita:

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Questão 18 de 32 Q1313940 Q33 da prova

Para filiar-se a uma concepção de língua e de ensino de língua que considere a escrita uma ação processual e interativa, o professor deve considerar, primordialmente,

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Questão 19 de 32 Q1313942 Q35 da prova
Texto 5 Interessa-me frisar que, embora oralidade e escrita tenham, cada uma, as suas especificidades, não existem diferenças essenciais entre a oralidade e a escrita nem, muito menos, grandes oposições. Uma e outra servem à interação verbal, sob a forma de diferentes gêneros textuais, na diversidade dialetal e de registro que qualquer uso da linguagem implica. Assim, não tem sentido a ideia de uma fala apenas como lugar da espontaneidade, do relaxamento, da falta de planejamento e até do descuido em relação às normas da língua padrão nem, por outro lado, a ideia de uma escrita uniforme, invariável, formal e correta, em qualquer circunstância.

Conforme Antunes, oralidade e escrita têm, cada uma, as suas especificidades. Considerando as especificidades da oralidade, assinale a alternativa que apresenta um procedimento pedagógico que contribui efetivamente para o desenvolvimento de gêneros orais na escola.

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Questão 20 de 32 Q1313944 Q36 da prova

Segundo Antunes, “não tem sentido a ideia de uma fala apenas como lugar da espontaneidade, do relaxamento, da falta de planejamento e até do descuido em relação às normas da língua padrão”. A autora se opõe, assim, a uma prática pedagógica em que:

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Questão 21 de 32 Q1313945 Q38 da prova

São comuns, na escola, atividades de oralização da escrita. Um exemplo desse tipo de atividade é evidenciado quando o(a) professor(a) solicita que o discente:

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Questão 22 de 32 Q1313947 Q40 da prova

Qual das seguintes atividades reflete uma concepção de ensino na perspectiva de “língua como um conjunto de variedades”?

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Questão 23 de 32 Q1313949 Q41 da prova

É CORRETO afirmar que, na perspectiva da análise linguística:

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Questão 24 de 32 Q1313951 Q42 da prova

Mendonça defende que, na análise linguística, “a reflexão está a serviço dos demais eixos do ensino de língua”. Com isso, a autora defende que:

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Questão 25 de 32 Q1313952 Q43 da prova

Para um docente que trabalha na perspectiva da análise linguística, a norma-padrão é vista como:

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Questão 26 de 32 Q1313954 Q44 da prova
Texto 7 Trabalhar com multiletramentos pode ou não envolver (normalmente envolverá) o uso de novas tecnologias da comunicação e de informação (novos letramentos), mas caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de referência do alunado (popular, local, de massa) e de gêneros, mídias e linguagens por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico, pluralista, ético e democrático de textos/discursos que ampliem o repertório cultural, na direção de outros letramentos.

De acordo com o Texto 7, a noção de “multiletramentos na escola” está fundamentada na multiplicidade de:

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Questão 27 de 32 Q1313955 Q45 da prova

Dentre as expressões apresentadas abaixo, assinale aquela que descreve um(a) professor(a) que põe em prática a “pedagogia dos multiletramentos”.

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Questão 28 de 32 Q1313957 Q46 da prova

A grande maioria dos estudos sobre as TICs na escola compreende essas tecnologias como:

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Questão 29 de 32 Q1313959 Q47 da prova

Em uma escola, o uso das TICs está diretamente relacionado:

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Questão 30 de 32 Q1313960 Q48 da prova

Dentre vários outros, é papel da escola formar o leitor de literatura. Para isso, é absolutamente imprescindível:

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Questão 31 de 32 Q1313962 Q49 da prova

Sobre o trabalho com a literatura na escola, Marisa Lajolo, em um texto de 1986, defendeu que “o texto não é pretexto”. Com essa afirmação que se tornou célebre, Lajolo pretendeu defender que o texto literário:

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Questão 32 de 32 Q1313964 Q50 da prova

Em uníssono, os professores de língua portuguesa consideram que a literatura, na escola, é:

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