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Prova Professor classe B - Português - Pref. Bonito de Santa Fé/PB
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Questão 1 de 23 Q2329535 Q6 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

O texto, de forma global,

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Questão 2 de 23 Q2329537 Q7 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

O autor do texto

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Questão 3 de 23 Q2329538 Q8 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

No sexto parágrafo, a heterogeneidade discursiva do texto é perceptível por meio da

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Questão 4 de 23 Q2329540 Q9 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

A conjunção que interliga o parágrafo dois ao parágrafo três foi empregada para

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Questão 5 de 23 Q2329542 Q10 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

A palavra infelizmente, no primeiro período do último parágrafo, indica

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Questão 6 de 23 Q2329543 Q11 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

À voz do autor do texto, em torno do problema em foco, subjaz a concepção de língua como

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Questão 7 de 23 Q2329545 Q12 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

A cada parágrafo, percebe-se o uso de palavras e/ou expressões responsáveis pela recuperação de informações já expressas no texto. Trata-se de uma das características que contribuem para a coerência textual. Essa característica é a

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Questão 8 de 23 Q2329547 Q13 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

Leia o período reproduzido a seguir: No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. O uso das aspas sinaliza que o autor do texto

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Questão 9 de 23 Q2329548 Q14 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

Considerando-se o tema, o estilo e a forma composicional, o texto apresenta características que o aproximam do gênero

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Questão 10 de 23 Q2329550 Q15 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

Leia o trecho reproduzido a seguir: O discurso em “defesa” da “língua portuguesa” supostamente ameaçada (por seus próprios falantes nativos...) começou a se tornar mais audível e visível nas manifestações de purismo linguístico dos grandes meios de comunicação. É marca linguística que autoriza o leitor a resgatar uma informação implícita nesse trecho

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Questão 11 de 23 Q2329552 Q16 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

No último parágrafo, os períodos estão interligados

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Questão 12 de 23 Q2329553 Q17 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

Ao fazer uso do substantivo “país” para substituir o substantivo Brasil, o autor fez uso de uma relação de

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Questão 13 de 23 Q2329554 Q18 da prova
As questões de 20 a 23 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 2 O massacre ao escrever ou falar Ruy Castro Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.

Os problemas de uso da linguagem apresentados no texto, considerando-se os conhecimentos necessários à leitura e à produção de textos, referem-se

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Questão 14 de 23 Q2329556 Q19 da prova
As questões de 20 a 23 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 2 O massacre ao escrever ou falar Ruy Castro Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.

Um professor, ao se deparar com os problemas de linguagem apontados pelo autor do texto, em sua turma, deveria, objetivando aprimorar a proficiência em leitura e produção de textos, sistematizar orientações

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Questão 15 de 23 Q2329558 Q20 da prova
As questões de 20 a 23 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 2 O massacre ao escrever ou falar Ruy Castro Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.

As reflexões sobre linguagem, nos textos 1 e 2, considerando-se o ensino de leitura e de produção textual, comprovam que o ensino de língua portuguesa deve ser pautado por

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Questão 16 de 23 Q2329560 Q21 da prova
As questões de 20 a 23 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 2 O massacre ao escrever ou falar Ruy Castro Não somente os seres humanos são vítimas de torturas. As línguas também, e a nossa passa por uma dura fase de espancamentos impressos ou ao microfone. Aqui vai um apanhado de erros de grafia, prosódia ou simples lógica perpetrados nos últimos tempos por profissionais que vivem de escrever ou falar, recolhidos pelo severo escritor e poeta Alexei Bueno. Tirando pelo meu, posso imaginar o suplício aos olhos e ouvidos de Alexei. Exemplos.

No que se refere às sequências textuais presentes no texto,

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Questão 17 de 23 Q2329561 Q22 da prova
As questões de 24 a 28 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 3 Cotidiano Chico Buarque Todo dia ela faz tudo sempre igual Me sacode às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca de hortelã Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar E essas coisas que diz toda mulher Diz que está me esperando pro jantar E me beija com a boca de café

Para ler o texto de maneira proficiente, o leitor tem de acionar, prioritária e decisivamente,

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Questão 18 de 23 Q2329562 Q23 da prova
As questões de 24 a 28 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 3 Cotidiano Chico Buarque Todo dia ela faz tudo sempre igual Me sacode às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca de hortelã Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar E essas coisas que diz toda mulher Diz que está me esperando pro jantar E me beija com a boca de café

Os aspectos linguístico-textuais revelam que

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Questão 19 de 23 Q2329565 Q24 da prova
As questões de 24 a 28 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 3 Cotidiano Chico Buarque Todo dia ela faz tudo sempre igual Me sacode às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca de hortelã Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar E essas coisas que diz toda mulher Diz que está me esperando pro jantar E me beija com a boca de café

Considerando o seu modo de organização, o texto apresenta uma planificação da sequência

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Questão 20 de 23 Q2329566 Q25 da prova
As questões de 24 a 28 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 3 Cotidiano Chico Buarque Todo dia ela faz tudo sempre igual Me sacode às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca de hortelã Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar E essas coisas que diz toda mulher Diz que está me esperando pro jantar E me beija com a boca de café

Ao usar a canção em sala de aula, o professor deve reforçar que, para lê-la adequadamente, o leitor deve considerar que

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Questão 21 de 23 Q2329568 Q26 da prova
As questões de 24 a 28 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 3 Cotidiano Chico Buarque Todo dia ela faz tudo sempre igual Me sacode às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca de hortelã Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar E essas coisas que diz toda mulher Diz que está me esperando pro jantar E me beija com a boca de café

Para que a intenção comunicativa e a sequência textual prioritárias sejam mantidas, os verbos poderiam, também, ser flexionados no

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Questão 22 de 23 Q2329570 Q27 da prova
As questões de 24 a 28 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 3 Cotidiano Chico Buarque Todo dia ela faz tudo sempre igual Me sacode às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca de hortelã Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar E essas coisas que diz toda mulher Diz que está me esperando pro jantar E me beija com a boca de café

Leia a canção abaixo.

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Questão 23 de 23 Q2329572 Q28 da prova
As questões de 24 a 28 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 3 Cotidiano Chico Buarque Todo dia ela faz tudo sempre igual Me sacode às seis horas da manhã Me sorri um sorriso pontual E me beija com a boca de hortelã Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar E essas coisas que diz toda mulher Diz que está me esperando pro jantar E me beija com a boca de café

Ao utilizar a canção em sala de aula, o professor deve destacar que o texto apresenta a variação

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