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Prova Professor Classe B - Habilitação em Português - Prefeitura de Bonito de Santa Fé - PB
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Questão 1 de 3 Q18 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

Analise o período a seguir: Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. No período, há duas orações subordinadas:

Questão 2 de 3 Q19 da prova
As questões de 06 a 17 referem-se ao texto reproduzido a seguir. Texto 1 A reação à democratização das relações sociolinguísticas Marcos Bagno Numa sociedade como a brasileira, marcada desde suas origens por uma divisão social profunda entre uma minoria privilegiada e uma imensa maioria marginalizada, a língua sempre foi um símbolo importante para as elites dominantes. “Saber português” é uma condição tida como sine qua non para que alguém se incorpore ao círculo dos que podem — é o melhor exemplo daquilo que Pierre Bordieu chama de distinção. No entanto, o suposto conhecimento do “português correto” é uma mera fachada para justificar o emprego de outros instrumentos, mais complexos e sofisticados, destinados a preservar a desigualdade social. Afinal, num país tão racista, se a pessoa for negra ou índia, por exemplo, por melhor que conheça a norma-padrão tradicional, já estará excluída do acesso ao círculo dos privilegiados pela simples cor de sua pele. O mesmo se diga com relação ao nordestino no Sudeste, a homossexuais ou a mulheres, cegos, surdos, deficientes físicos, em muitos âmbitos da vida social, econômica e política.

Considere o período a seguir: Assim, num país em que o acesso à boa educação sempre foi restrito e em que se cristalizou na mentalidade comum o mito de que “brasileiro não sabe português”, nada é mais fácil do que conquistar essa clientela ávida por uma “língua” boa, segura e com selo de qualidade conferido por autoproclamados especialistas na matéria. Em relação às palavras em destaque, é correto afirmar:

Questão 3 de 3 Q29 da prova

De acordo os princípios do letramento literário, para promover a prática de textos literários em sala de aula, o professor deve

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