A constituição da profissão do tradutor e intérprete de Língua de Sinais teve início com atividades voluntárias, no Brasil e em diversos países. Vários aspectos contribuíram para o reconhecimento e a profissionalização dos tradutores e intérpretes de Língua de Sinais, entre os quais a publicação de documentos legais. Sendo assim, marque a alternativa que apresenta os principais documentos que embasam o reconhecimento dessa profissão no Brasil.
Estudos apontam que as nominalizações no discurso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) podem ser associadas a pontos específicos no espaço da sinalização. Uma versão mais recente de Liddell (2000) apresenta os tipos de usos do espaço nas línguas de sinais, entre os quais se destaca o “[...] espaço em que se quer indicar entidades ou coisas representadas sob a forma de um ponto fixo no espaço físico, entidades ‘invisíveis’. Esse espaço se limita à representação da terceira pessoa” (Quadros; Pizzio; Rezende, 2009, p. 13). O conceito elucidado corresponde ao espaço
A carga horária de trabalho do profissional tradutor, intérprete e guia-intérprete da Libras, sob a ótica do previsto na Lei n.º 12.319/2010, deve ser de
O Código de Ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. O intérprete está para intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas. Em sua atuação, o tradutor e intérprete de Libras/Língua Portuguesa, de acordo com o Código de Ética, deve
Estudos acerca da gramática da Libras apontam que as expressões faciais podem ser organizadas em dois importantes grupos, a saber: as expressões afetivas e as expressões gramaticais. No que tange às expressões gramaticais, é possível ainda identificar níveis, sendo que o nível no qual “[...] as marcações não manuais estão relacionadas a grau e apresentam escopo sobre o sinal que está sendo produzido” (Quadros; Pizzio; Rezende, 2008, p. 3) é identificado como nível
A linguística contrastiva corresponde a “[...] uma subárea da linguística geral, interessada em apontar similaridades e diferenças estruturais entre a língua materna (de um grupo de alunos) e uma língua estrangeira” (Vandresen, 1988, p. 77). Nesse sentido, ao se observar as produções na Língua Portuguesa e na Libras, é possível identificar como diferença as referências anafóricas. Tais referências ocorrem por meio do estabelecimento de/do
De acordo com o pesquisador Roberts (1992), existem seis categorias para analisar o processo de interpretação. Dentre essas é possível identificar a “[...] habilidade em usar diferentes modos de interpretação, habilidade para escolher o modo apropriado diante das circunstâncias, habilidade para retransmitir a interpretação, quando necessário, habilidade para encontrar o item lexical e a terminologia adequada avaliando e usando-os com bom senso, habilidade para recordar itens lexicais e terminologias para uso no futuro” (Quadros, 2004, p. 74). Essa habilidade nos remete à
Entre os diversos espaços nos quais o tradutor, intérprete e guia-intérprete de Libras e Língua Portuguesa pode atuar, merece destaque o campo audiovisual. A Norma Brasileira (NBR) 15.2901, aprovada e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), apresenta orientações sobre atuação do tradutor e do intérprete de Libras e o uso do recurso denominado “Janela de Libras”. Entre essas orientações, podem-se destacar: “[...] a vestimenta, a pele e o cabelo do intérprete devem ser contrastantes entre si e entre o fundo. Devem ser evitados fundo e vestimenta em tons próximos ao tom da pele do intérprete.” (ABNT, 2005, p. 9). Essa orientação corresponde à etapa denominada
A interpretação simultânea não ocorre, de fato, simultaneamente à fala original, pois o intérprete tem necessidade de um espaço de tempo para processar a informação recebida e reorganizar sua forma de expressão (Pagura, 2003, p. 211). Tal processo exige a utilização da memória, concentração e esforço mental; assim, há um tempo entre a pessoa que fala e a produção do intérprete, sendo esse tempo denominado


























