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Prova Professor Anos Finais 6º ao 9º Ano - Educação Física - Pref. Pinheiro/MA
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Questão 1 de 20 Q1393181 Q1 da prova
Como já aconteceu algumas vezes nesta coluna, eu gostaria de começar com um item terminológico meio feioso, mas muito útil. Anote aí, por gentileza: "estímulo supernormal". O termo é usado em áreas como a psicologia ou o estudo do comportamento animal para designar um tipo de estímulo que imita o que podemos encontrar na natureza, mas cuja potência está muito acima do que é natural (daí o uso do prefixo "super"). Um exemplo gastronômico: frutas silvestres são um estímulo "normal" quando o assunto é açúcar. Por outro lado, um sorvete de morango com leite condensado definitivamente é um estímulo supernormal, feito para capturar nosso desejo natural de consumir coisas doces por meio de uma bomba calórica que uma planta seria fisiologicamente incapaz de produzir na natureza. Ora, conforme argumenta um novo estudo, o mundo online pós-redes sociais funciona como um gigantesco combo de estímulos supernormais no que diz respeito aos instintos morais da nossa espécie. E o resultado pode muito bem ser o equivalente da diabetes (pensando, de novo, no leite condensado) para as noções de certo e errado de quem fica cronicamente enfado na internet. É uma perspectiva assustadora, concordo, mas há bons argumentos para enxergar a coisa nesses termos no trabalho recém-publicado por Jay Van Bavel, do Departamento de Psicologia da Universidade de Nova York. Junto com dois colegas, Van Bavel fez uma análise dos dados já disponíveis sobre o comportamento das pessoas nas redes sociais, levando em conta o que sabemos sobre as raízes da moralidade humana. As últimas décadas mostraram que, debaixo das diferenças de usos e costumes mundo afora, podemos enxergar padrões comuns no que diz respeito a esse tema em muitos lugares. Sabemos que as pessoas tendem a valorizar laços de solidariedade e reciprocidade dentro dos grupos sociais aos quais pertencem, a usar a capacidade de empatia para oferecer ajuda a quem necessita e a defender a punição de quem não segue essas regras. Acontece que o mundo das mídias sociais despeja uma torrente desse tipo de conteúdo olhos e ouvidos adentro das pessoas. Isso acontece, em parte, porque gente revoltada e/ou moralmente extremista tende a postar e compartilhar com muito mais frequência informações sobre despautérios reais ou imaginários. Pessoas nesse estado emocional (ou fingindo que assim estão) tendem a monopolizar a conversa online (a final de contas, gente feliz não fica xingando Deus e o mundo no Twitter). Mas, mais importante ainda, esse tipo de conteúdo gera engajamento (curtidas, compartilhamentos, comentários), e engajamento é o que interessa ao algoritmo das plataformas. Resultado: é isso que acaba sendo entregue para a maioria dos usuários. E o ciclo se reforça. Os possíveis resultados disso não são nada simpáticos. Há indícios de que esse ambiente pode gerar, por exemplo, "fadiga de compaixão" – o mero ato de compartilhar um pedido de ajuda ou doações parece suficiente para o usuário, diminuindo sua necessidade emocional de estender a mão a pessoas reais. Isso talvez explique porque mobilizações em favor de alguma causa que nascem no meio online tendem a ser menos duradouras e a criar menos pressão política do que as que surgem por meios tradicionais, dizem os pesquisadores. Ao mesmo tempo, há a ascensão de "linchamentos virtuais", nos quais é possível fazer ataques virulentos a desconhecidos por supostas transgressões com mínimo risco e custo para quem se arroga o papel de juiz online. O risco aí é não apenas para quem vira alvo desses ataques como também para a comunidade, porque repetidos casos como esses podem facilitar o surgimento de comunidades opostas de quem se diz injustiçado (com ou sem razão), ou até dessensibilizar as pessoas contra a seriedade real de um problema, como o racismo ou a homofobia. O design atual das redes sociais potencializa todos esses problemas. É, portanto, urgente regulá-las, mas, enquanto isso não ocorre, vale uma regra de ouro: nunca se comportar na internet de uma maneira que você não teria coragem de bancar se estivesse cara a cara com quem está falando.

O texto

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Questão 2 de 20 Q1393183 Q2 da prova
Como já aconteceu algumas vezes nesta coluna, eu gostaria de começar com um item terminológico meio feioso, mas muito útil. Anote aí, por gentileza: "estímulo supernormal". O termo é usado em áreas como a psicologia ou o estudo do comportamento animal para designar um tipo de estímulo que imita o que podemos encontrar na natureza, mas cuja potência está muito acima do que é natural (daí o uso do prefixo "super"). Um exemplo gastronômico: frutas silvestres são um estímulo "normal" quando o assunto é açúcar. Por outro lado, um sorvete de morango com leite condensado definitivamente é um estímulo supernormal, feito para capturar nosso desejo natural de consumir coisas doces por meio de uma bomba calórica que uma planta seria fisiologicamente incapaz de produzir na natureza. Ora, conforme argumenta um novo estudo, o mundo online pós-redes sociais funciona como um gigantesco combo de estímulos supernormais no que diz respeito aos instintos morais da nossa espécie. E o resultado pode muito bem ser o equivalente da diabetes (pensando, de novo, no leite condensado) para as noções de certo e errado de quem fica cronicamente enfado na internet. É uma perspectiva assustadora, concordo, mas há bons argumentos para enxergar a coisa nesses termos no trabalho recém-publicado por Jay Van Bavel, do Departamento de Psicologia da Universidade de Nova York. Junto com dois colegas, Van Bavel fez uma análise dos dados já disponíveis sobre o comportamento das pessoas nas redes sociais, levando em conta o que sabemos sobre as raízes da moralidade humana. As últimas décadas mostraram que, debaixo das diferenças de usos e costumes mundo afora, podemos enxergar padrões comuns no que diz respeito a esse tema em muitos lugares. Sabemos que as pessoas tendem a valorizar laços de solidariedade e reciprocidade dentro dos grupos sociais aos quais pertencem, a usar a capacidade de empatia para oferecer ajuda a quem necessita e a defender a punição de quem não segue essas regras. Acontece que o mundo das mídias sociais despeja uma torrente desse tipo de conteúdo olhos e ouvidos adentro das pessoas. Isso acontece, em parte, porque gente revoltada e/ou moralmente extremista tende a postar e compartilhar com muito mais frequência informações sobre despautérios reais ou imaginários. Pessoas nesse estado emocional (ou fingindo que assim estão) tendem a monopolizar a conversa online (a final de contas, gente feliz não fica xingando Deus e o mundo no Twitter). Mas, mais importante ainda, esse tipo de conteúdo gera engajamento (curtidas, compartilhamentos, comentários), e engajamento é o que interessa ao algoritmo das plataformas. Resultado: é isso que acaba sendo entregue para a maioria dos usuários. E o ciclo se reforça. Os possíveis resultados disso não são nada simpáticos. Há indícios de que esse ambiente pode gerar, por exemplo, "fadiga de compaixão" – o mero ato de compartilhar um pedido de ajuda ou doações parece suficiente para o usuário, diminuindo sua necessidade emocional de estender a mão a pessoas reais. Isso talvez explique porque mobilizações em favor de alguma causa que nascem no meio online tendem a ser menos duradouras e a criar menos pressão política do que as que surgem por meios tradicionais, dizem os pesquisadores. Ao mesmo tempo, há a ascensão de "linchamentos virtuais", nos quais é possível fazer ataques virulentos a desconhecidos por supostas transgressões com mínimo risco e custo para quem se arroga o papel de juiz online. O risco aí é não apenas para quem vira alvo desses ataques como também para a comunidade, porque repetidos casos como esses podem facilitar o surgimento de comunidades opostas de quem se diz injustiçado (com ou sem razão), ou até dessensibilizar as pessoas contra a seriedade real de um problema, como o racismo ou a homofobia. O design atual das redes sociais potencializa todos esses problemas. É, portanto, urgente regulá-las, mas, enquanto isso não ocorre, vale uma regra de ouro: nunca se comportar na internet de uma maneira que você não teria coragem de bancar se estivesse cara a cara com quem está falando.

No texto, a linguagem predominante é a:

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Questão 3 de 20 Q1393184 Q21 da prova

Ao longo da história, a Educação Física passou por diversas transformações em sua inserção nos currículos escolares. Assinale corretamente um movimento histórico que foi crucial para a inserção da Educação Física como componente curricular obrigatório nas escolas brasileiras.

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Questão 4 de 20 Q1393186 Q22 da prova

Assinale corretamente o pensador responsável pela filosofia que influenciou significativamente a abordagem crítica na Educação Física, enfatizando a relação entre corpo, poder e sociedade.

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Questão 5 de 20 Q1393188 Q23 da prova

Na perspectiva antropológica, os jogos tradicionais e as brincadeiras podem ser interpretados dentro de uma comunidade, como:

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Questão 6 de 20 Q1393191 Q24 da prova

A abordagem pedagógica da Educação Física que enfatiza a prática reflexiva e crítica sobre as atividades físicas, promovendo a consciência corporal e social dos alunos, é denominada como:

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Questão 7 de 20 Q1393193 Q25 da prova

Assinale a assertiva que apresenta um dos principais desafios enfrentados pelos professores de Educação Física ao trabalharem com alunos do curso noturno.

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Questão 8 de 20 Q1393195 Q26 da prova

Dos materiais a seguir, assinale o que é considerado fundamental para a realização de atividades de ginástica em aulas de Educação Física escolar.

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Questão 9 de 20 Q1393197 Q27 da prova

Na concepção de jogos cooperativos, assinale o principal objetivo que diferencia esses jogos dos jogos competitivos.

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Questão 10 de 20 Q1393199 Q28 da prova

Assinale corretamente a principal característica que distingue as lutas de distância das lutas de corpo a corpo.

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Questão 11 de 20 Q1393201 Q29 da prova

Assinale corretamente a principal diferença entre a ginástica aeróbica e a musculação em termos de objetivos e benefícios para a saúde.

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Questão 12 de 20 Q1393203 Q30 da prova

Observe as seguintes danças e assinale a que é considerada uma manifestação cultural brasileira e possui elementos de resistência e identidade afro-brasileira.

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Questão 13 de 20 Q1393205 Q31 da prova

Assinale um dos princípios que está incluído na base do ensino conforme a Lei nº 9.394.

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Questão 14 de 20 Q1393206 Q32 da prova

De acordo com a Lei nº 9.394 em seu Art.2º, a educação deve ser inspirada em:

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Questão 15 de 20 Q1393208 Q33 da prova

Assinale corretamente um dever do Estado com a educação escolar pública conforme descrito na Lei nº 9.394.

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Questão 16 de 20 Q1393210 Q34 da prova

Assinale corretamente um direito público subjetivo garantido pela Lei nº 9.394 no contexto do acesso à educação.

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Questão 17 de 20 Q1393212 Q35 da prova

Observe os seguintes itens e assinale o que NÃO representa um princípio do ensino conforme descrito na Lei nº 9.394.

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Questão 18 de 20 Q1393219 Q38 da prova

Compete ao Município de Pinheiro – MA, organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão, ou permissão entre outros os seguintes serviços, exceto:

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Questão 19 de 20 Q1393221 Q39 da prova

Compete ao Município de Pinheiro – MA, instituir os impostos sobre, exceto:

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Questão 20 de 20 Q1393223 Q40 da prova

Assinale a única assertiva que está em desacordo com a Lei Orgânica de Pinheiro – MA.

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